Corrida e comida para quem precisa…

Há quase 1 ano faço parte de um grupo de corrida, aqui na minha cidade. Antes, meu único companheiro era o Hulk. Acontece que, esse senhor de 9 anos de idade, precisa ser poupado. Não que tenha se aposentado definitivamente das pistas porém, o trecho dele deve ser cada vez mais curto, daqui pra frente.
Encontrar o pessoal, pelo menos uma vez por semana, tem sido um motivo a mais pra colocar o pé na estrada, a conversa em dia e o peso, sob controle.
Ano passado foram três meias maratonas oficiais, além de outras provas de menor distância, sem contar nossas corridas semanais.
De vez em quando procuramos variar o percurso.
Num domingo podemos fazer um trecho de 8km, subindo até a rampa de voo livre, e aproveitar a paisagem de tirar o fôlego:


Noutro, o trecho de 10 Km corta a área de uma reserva biológica:

É assim que começamos nosso domingo…

No meio da natureza…


E entre amigos.

Às vezes, voltamos até a ser crianças!

O Hulk também adora uma farra aquática!

Mas ao final da corrida há sempre um lanchinho nos aguardando:

Frutas, pão integral, um bolinho…

Acho que vi um gatinho…

O Alemão foi nosso anfitrião, na sede da reserva.
Foto oficial, antes da corrida:

Resolvi repetir a receita do bolo de banana servido naquele domingo, superfácil de fazer!
As duas camadas de banana, açúcar e canela regadas com limão formam um creminho delicioso, no fundo.

Dessa vez aboli o coco ralado e achei que ficou bem melhor, assim: mais úmido e, menos doce!

A receita é do site da Casa&Jardim, na forma de um vídeo caprichado e PAP supersimples! Ideal pra acompanhar um café da tarde, ou sorvete, ou chá gelado.

E enquanto o Hulk vê-se obrigado a diminuir o ritmo das corridas pelo avançar da idade, eu, ao contrário, penso em aumentar.
Há cerca de 4 meses venho amadurecendo a ideia de encarar minha primeira maratona. Sinceramente, amedrontada, mas, seduzida pelo desafio gigante. Tenho 4 meses à frente, pra me preparar e sentir mais confiante.
Entre as prioridades, para este ano: acelerar, na estrada e, enfiar o pé no freio do consumo. Por isso tenho aparecido menos por aqui.
Àqueles que desejarem me acompanhar mais de perto, reitero o convite para estenderem este nosso encontro, no Facebook. (Os looks, agora, não diários, deixarei para publicar, lá.)
Beijo e boa semana!

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Barrinhas de limão e lavanda

Conforme prometido, pra compensar o último post uma receita prática, cheirosa e deliciosa: atalho ao paraíso, já que uma das minhas sobremesas favoritas é torta de limão.
Fiz algumas adaptações, mas a original encontrará, aqui: Studio Cuisine.
O que chamou minha atenção foi a combinação de dois ingredientes muito perfumados: limão siciliano e lavanda.
A princípio fiquei desconfiada, afinal de contas, não me parece apetecível colocar algo na boca que remeta à colônia pós-banho, mas a curiosidade superou e o resultado, surpreendeu: tão delicado, que arriscaria usar até maior quantidade do ingrediente na fórmula!
As barrinhas que me seduziram: Lavender Lemon Bars | studiocuisineblog.com
Minhas adaptações:
-Usei menos açúcar que a receita original.
-Lá também pede para untar e enfarinhar a fôrma, o que achei completamente dispensável, já que a crosta leva bastante manteiga.
-Em vez de untar, forrei o fundo de um tabuleiro retangular médio( 30x20cm) com papel manteiga, deixando as sobras para fora: isso é importante pra facilitar o desenforme da tortinha, depois de fria.
-Dobrei a receita original.

Então, ficou assim:

Barrinhas de limão em crosta de lavanda
Ingredientes para a crosta:
-200g de manteiga sem sal amolecida
-1/2 xícara( ou, menos) de açúcar granulado
-3 colheres de sopa de açúcar mascavo
-2 xícaras de farinha de trigo
-1 colher de sopa cheia de lavanda seca( usei lavandas do meu quintal. Sei que não é um ingrediente fácil de encontrar, mas não chega a ser impedimento: simplifique e faça a receita sem ele.)
-1/2 de extrato de amêndoas( opcional)
-Uma pitada de sal

Para a cobertura de limão:
-4 ovos grandes( gemas peneiradas)
-1 xícara de açúcar
-6 colheres de sopa de farinha de trigo
-1/2 xícara de sumo de limão siciliano( 2 limões)
-Raspas de limão
-Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Instruções
1-Pré-aqueça o forno a 180° C. Prepare o tabuleiro forrando-o com papel manteiga. Mantenha as sobras para fora.
2-Para a crosta bata a manteiga amolecida( não, derretida) e o açúcar em velocidade média até formar um creme. Se necessário, pare a batedeira e raspe as laterais da tigela, adicione a farinha, a lavanda, o extrato de amêndoa e o sal. Misture muito bem até incorporar tudo.
3-Espalhe sobre a fôrma preparada com papel manteiga( com as mãos fica mais fácil). Deixe um pouco mais alto nas laterais( para evitar que a cobertura líquida de limão vase e penetre por baixo da crosta). Asse, por aproximadamente 20′ até a massa ficar mais clara no centro e começar a corar nas laterais.
4-Enquanto a crosta está assando, faça o recheio: misture os ovos( gosto sempre de peneirar as gemas, separadamente, pra garantir que não fique cheiro e/ou gosto de ovo) e o açúcar numa tigela. Adicione a farinha, o suco de limão e as raspas. Misture muito bem com um fouet, até que fique homogêneo.
5-Retire a crosta do forno e despeje sobre a massa, ainda quente. Volte ao forno e deixe assar por mais 20-25′, até que a cobertura esteja firme( mas não, dura) ao toque. Retire e deixe esfriar, para desenformar( se desenformar muito quente, a torta pode quebrar-se).

6-Puxe a torta pelas laterais que sobraram do papel manteiga.
7-Corte quadradinhos e polvilhe com açúcar de confeiteiro, na hora de servir.
Depois de completamente frio, a barrinha costuma suar na superfície criando um aspecto liso e brilhante, como um quindim de limão.
Usei um stêncil, presente de uma amiga que veio dos EUA.

Aproveite!

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Cookies tipo exportação

Escrever, ao contrário de falar, nunca foi um grande problema pra mim, mas confesso que nesses últimos dias tem sido difícil. Por vários motivos, principalmente, porque as férias do filho, em casa, estão se extinguindo. Junto, parte do meu ânimo.
Semana passada foi minha mãe que chegou, de Belém, a tempo de rever o neto, antes que esse retorne para a Alemanha.
E, como diria Roberto Carlos: “são tantas emoções!…”
Então, como já comentei em posts anteriores, tenho administrado tempo e emoções tentando priorizar o que é realmente importante e, no momento, o mais importante é curtir a família, o máximo possível!
Mas o filho já começou a arrumar as malas pra retornar, em 2 dias.
Lembrancinhas para a família alemã anfitriã não podem faltar, inclusive, feitas à mão. Coisas muito simples, como alguns cookies integrais adicionados de castanhas do Pará, castanhas de caju e pedaços de chocolate meio amargo.
Cookies integrais
Embalados em celofane e cuidadosamente arrumados numa lata decorada.
Cookies integrais
Cookies integrais
Receita antiga, daqui!
Vou ali, rapidinho, despedir o filho no Rio de Janeiro.
Volto já!

(Praia de Itapoã, Vila Velha, pouco antes de uma corrida noturna.)

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O melhor pudim do mundo!

Nem sempre o simples é mais fácil de fazer.
Prova disso é o tradicional pudim de leite, uma das minhas sobremesas preferidas!
Mas, não pode ser qualquer pudim! Tem de ter aspecto, textura e sabor ideais: um caramelo castanho e calda abundante, textura lisa, acetinada e leve, sem furinhos( apesar de que, há quem prefira com furinhos) e, não muito doce.
De tanto errar, numa coisa, ou noutra, acabei entregando os pontos e deixando pra lá.
Mas sou brasileira e, não desisto nunca!
Nos últimos tempos tenho insistido e, já sei muitas maneiras de como não fazer um bom pudim! Agora, confiante de que posso chegar muito próximo à perfeição( só mais umas quinhentas tentativas, talvez…).
Exageros à parte, a verdade é que, quanto mais fazemos, melhor fazemos!

Diferente do natal, essa passagem de ano foi bem mais tranquila e feliz: além do retorno do filho( ainda que, apenas pra passar uns dias) pude programar melhor a ceia, adiantando as sobremesas, no dia anterior.
Toda a correria do natal deu lugar à serenidade e alegria.
Até o clima ajudou: a véspera de ano novo foi um dia ameno e ventilado.
A mesa começou a ser arrumada no fim da tarde:

E como não pode faltar, nessas datas especiais, flores naturais:

Acompanhados de amigos mais chegados recebemos o ano novo com um culto familiar. Mais uma oportunidade de agradecer e renovar os votos para um novo ciclo de tempo.
Depois, à ceia.
Para a mesa de sobremesas fiz alfajores, mas dessa vez resolvi banhar alguns em chocolate meio amargo:

O que é bom fica ainda melhor!

A minha tradicional torta de limão também não poderia faltar:
Torta de limão
Até que enfim, chegamos ao pudim!
Quem me animou a fazê-lo, mais uma vez, foi a Paula, do The Cookie Shop, com dicas de um, sem furinhos:
pudim sem furinhos
Gosto de receitas que vêm recheadas com histórias e a Paula tem esse dom: de nos alimentar a alma e a barriga!
Para acessar o link com as dicas e receita dela é só clicar no nome do site( assim, como as outras receitas citadas neste post).
Mas, como sempre, faço minhas adaptações e não poderia deixar de compartilhá-las, aqui(apesar de não ser nenhuma novidade, para a maioria):
Pudim de leite sem furinhos
( Rende um belo pudim para uma grande família)
-2 latas de leite condensado
-4 latas de leite( usando-se como medida, a mesma lata de leite condensado)
-6 ovos
-1 xícara de açúcar( para a calda de caramelo)
Pré-aqueça o forno, em temperatura média, enquanto esquenta água para o banho-maria.
Leve o açúcar para caramelizar, numa fôrma de furo no meio( esse aí é o meu calcanhar de Aquiles: a maior chance de erros! Mas, com calma, pode-se chegar a um caramelo bonito). Deixe esfriar na fôrma, enquanto prepara o pudim.
Numa vasilha misture todos os outros ingredientes com um fouet( ou colher). Passe tudo por uma peneira.
Deite, delicadamente, essa mistura na fôrma preparada com caramelo.
Leve ao forno, em banho-maria, com a fôrma coberta por papel alumínio, por aproximadamente 1 hora e 15′. Na dúvida, com 1 hora abra o alumínio e fure o centro do pudim com uma faca. Se ela sair limpa, pode tirar.
Deixe esfriar na forma. Não desenforme!
Leve à geladeira, por no mínimo 4 horas.
Se tiver alguma dificuldade para soltar o pudim da fôrma, leve-a à chama do fogão, para esquentar um pouco o fundo: soltará, com mais facilidade.
Desenforme e, permita-se essa delícia porque, o “melhor pudim do mundo” é aquele que dá certo!

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Bolo de chocolate

Nada mais reconfortante que chegar em casa, depois de um dia cansativo de trabalho, e ser recebida com carinho, às vezes, na forma de bolo( não fôrma, também serve).
Foi assim, ontem. A Rose, minha fiel ajudante preparou uma receita própria que, de tão fácil e gostosa preciso compartilhar com vocês:
Um bolo de chocolate muito digno, para acompanhar o café da tarde! Macio e fofinho, na medida certa.
Bolo de Chocolate
Bolo de chocolate da Rose
1 xícara de achocolatado
2 xícara de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
1 xícara de chá de leite
3 colheres de sopa de manteiga, em temperatura ambiente
4 colheres de sopa de açúcar refinado
3 ovos grandes( gemas e claras, separadas)

Modo de fazer:
Pré-aqueça o forno em temperatura média.
Unte com manteiga e enfarinhe uma fôrma de furo no meio( ou, tabuleiro).
Peneire os ingredientes secos, todos juntos.
Bata as claras em neve bem firme.
Bata as gemas, manteiga e açúcar juntos, até ficar um creme mais claro.
Acrescente o leite e misture, alternadamente, com os ingredientes secos peneirados.
Por último, acrescente as claras em neve à mistura, delicadamente.
Deite a massa sobre a fôrma preparada e leve-a ao forno, por aproximadamente 40′ ou, até que enfiando um palito no meio, esse saia limpo.
Sirva simples assim, ou com calda de chocolate.

Posso fugir da dieta, de vez em quando, embora o bolo não tenha durado mais que um dia. Sobrou este último pedaço, só pra fotografia( relevem o fato de ter usado um pratinho com motivos de azeitonas: nada a ver!).
Bolo de Chocolate
Primeiro a gente limpa a fôrma. Depois, cuida da forma: já me inscrevi em outra meia maratona, pra fechar o ano correndo.
Chamo o Hulk pra me acompanhar, nos treinos…
Quero passear!
“Tudo bem mas, eu dirijo!”
“Eu também vou!” ronronou preguiçosamente o Pingo.
"Vou de táxi!"

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