Banquete da tarde

Como pode alguém, mesmo ausente, ser tão presente?
Acho que a isso os poetas chamam, de: saudade.

Quando o filho do meio despediu-se de mim, no aeroporto internacional do Rio, colocou a mão no meu ombro e, olhando nos meus olhos, fez-me uma recomendação solene: que eu tomasse conta da horta dele. Também deveria fotografar a alface e cenoura ali plantadas, para que ele pudesse acompanhar o crescimento, mesmo de longe.
Dividindo a responsabilidade com o filho mais novo, o resultado já pode ser conferido e levado à mesa:
Horta do filho
A concorrência com as lagartinhas é feroz, mas o primeiro desbaste rendeu uma deliciosa salada de alface baby. As cenouras ainda não cresceram o suficiente.
Horta do filho
Numa dessas idas ao quintal, o que podemos encontrar:
DSC09241
O marido se encarrega de colocar alpiste, canjiquinha e frutas para alimentar visitantes comuns por aqui:
Banquete de sanhaço
Os sanhaços andam em bando e se deliciam com o banquete oferecido.
Banquete de sanhaço
Banquete de sanhaço
Canarinhos, rolinhas e bem-te-vis também fazem a festa.

Leia Mais