Chanel, a blogueira!

Postado por Laély, no dia 04-04-2013 - Categoria: gatinhos,Hulk,sobre o blog - 20 Comentários


Alô, alô, humanos leitores do Sala da La! ( Dirijo-me especificamente a essa espécie pois, certamente deve haver fãs felinos e caninos deste excelente, maravilhoso, hiperbólico, incomensurável e incomparável blog!! E não é por ser da minha humana, não, viu?! Mas, se ela me adotou é porque tem bom gosto em tudo o que faz!).
Acabei de completar 1 aninho, cheguei à maioridade e conquistei novos espaços! Sou uma jovem muito gata ou, uma gata muito jovem, como preferirem. Aprendi, rapidinho, a me comunicar! Afinal, vendo o exemplo de outros animais famosos que estão bombando, aí pela internet( como o meu ídolo-guru Borges, o Gato e aquela cachorrinha espevitada, a Estopinha), não poderia deixar de me inspirar e fazer menos, afinal, já nasci com nome famoso!
Então, vou contar um segredinho pra vocês:
Minha humana anda meio chateada; diz não estar dando conta de administrar vida pessoal, profissional, atletal, virtual…Não sei por quê?
Olha quanta coisa euzinha, tão pequenininha, do tamanho de um botão consigo fazer, num dia:

Meu dia começa cedo. Não por vontade própria mas, vejam bem, meus amigos, que abuso: minha humana sai da cama assim que o dia clareia, todos os dias da semana, ou pra ir ao hospital( será que ela tá doente?), ou treinar pra um tal de “maradona”, onde eles correm um montão e, no final, não ganham nenhunzinho sachê  de Whiskas( será que a Lala tá ficando lelé?)! Então, sou obrigada a despertar do meu sono de princesa quando despejada de cima dela, logo pela manhã.
Tudo bem. Mas não sem antes me alooooongar!
Então ela me serve um bom desjejum, na minha tigela de ração, e depois não a vejo por um bom tempo.
Enquanto isso tomo conta da casa mas, todo o cuidado é pouco!

Há mais dois gatos, que não vão muito com a minha fuça…
Um deles, fui advertida assim que cheguei, deve ser respeitado: é o mais velho, magnânimo e sábio dos felinos mas, nem sempre está de bom-humor.

Ele tem uma marca de pirata na cara( acho que, pra não deixar dúvida do quão valente seja!). Tenho um pouquinho de medo desse tio, mas até que é legal comigo.
Difícil, mesmo, é a Nina! Movida à inveja, acredito, pois não consegue ser tão linda quanto eu! Desde que vim pra cá ela me persegue. Mas vai ter de me engolir! Ops! Não tão literal, assim!

Ela é a protegida do menino da casa, uma filhinha de filhinho, eu diria. Como sou mais esperta, escolhi ser a filhinha da mamãe( embora seja meio rebelde, admito!).

Às vezes fazemos uma DR( Discussão de Relação) e ficamos um bom tempo, uma de frente pra outra: aquela que desviar o olhar primeiro, perde e sai correndo!
Não sei por que, mas quando minha humana está por perto sinto que tenho superpoderes, minha confiança aumenta: até rosno, manifestando minha opinião contrária!

Mas o que eu gosto, mesmo, é de explorar, conhecer outras visões do mundo…

Mas sei que serão discretos e saberão guardar segredo sobre essas minhas aventuras. Sabem como é: minha humana já tem preocupações demais, na cabeça.
Uma delas é sobre um gigante bobo que guarda o quintal: eles o chamam de Hulk e já é um senhor de 9 anos.
Talvez por não ser mais um cachoroto(ou, cachorro garoto) ele voltava mancando das corridas( a coisa mais estúpida, pra mim, porém, o programa mais legal pra ele!). Então a nossa humana o levou a um doutor, que não é o mesmo que trata de gente, entendem?
O cachorrão tá lá, cabisbaixo, proibido de fazer uma das coisas que mais gosta. E eu até teria uma pontinha de pena dele, não fosse o fato de que correr e se cansar não é nada bom! Ele deveria levantar as patas ao céu dos cachorros e agradecer, por não ser mais obrigado a fazer isso!

Mas, não! O cão (tá provado: não é tão inteligente quanto nós, gatos!) tá meio deprimido e estressado, a ponto de se machucar.
O médico cachorral mandou que lhe colocassem um cone engraçado na cabeça. Voltou pra casa, ontem, assim:

Acho que vou tentar aproximar-me dele para dar-lhe uns bons conselhos, um consolo, mas não sei se vai adiantar, nem ao menos, se vai me entender, porque falo em gatês fluente, enquanto ele, caninês.
Diria-lhe que, uma das melhores coisas do mundo é afiar as garrinhas no sofá, fazer uma boa sessão de alongamento, caçar lagartixas e praticar horas e horas de esforçado descanso! Acham que ele vai me ouvir?
Geralmente quando chega a noite a minha humana está tão cansadinha, que tem ido mais cedo pra cama. E eu, junto, porque ela não me deixa ficar assistindo à TV, nem no computador, sozinha( só agora, à tarde, que ela se descuidou e eu, aproveitei!).
Apesar disso tudo, estamos todos bem!

Viram quanta coisa eu faço de bom, num só dia? Mais uma: salvo a minha humana da vergonha de não conseguir atualizar o próprio blog( que incompetente!)! Então, se faço, faço-o( e até, melhor!) por ela!!
E, se estão sentindo falta( mesmo que não tenha recebido autorização para tal), prometo publicar umas fotinhas dela, ok? Prometem que não me entregam? É apenas uma prova de vida…
Vou mostrar alguns looks que só a Chanel aprovaria…

(Volto e, logo, se não for descoberta!! Sou a ghost writer cat: dorei a experiência!!)
Como diria meu ídolo, o Borges:
Lambeijos!

    “Borges, o gato”

    Postado por Laély, no dia 13-01-2013 - Categoria: gatinhos,textos - 2 Comentários

    Blog, em ritmo de férias…
    Os ailurófilos (amantes de gatos) provavelmente já conhecem, mas gostaria de indicar um blog que é prato cheio para amantes e simpatizantes dos felinos: trata-se do Borges, o gato.
    “Borges é o gato subcelebridade da web que vive o maior Reality Cat do mundo. Foi adotado por @emanoelleoname e @cacofonias em 26 de setembro de 2011. É exímio caçador de mouses e adora ler os livros de seu xará, o escritor Jorge Luís Borges.”
    Borges, o gato, assume a autoria dos posts, que vão desde fotos de suas travessuras, memes até historinhas pra cat dormir.
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    Então, a dica cultural de hoje é um texto felino muito interessante:

    A madeira ganhou vida e voou

    Fãs,

    Quando eu era pequeno, vovó tinha um tucano em sua casa (veja aqui: http://borgesogato.com/2012/02/04/que-passarinho-grande/) e eu não conseguia caçar o tucano porque ele era muito grande. Com o tempo, eu cresci e já não queria caçar o tucano, não por causa do seu tamanho, mas porque descobri que ele era de madeira. O tio Grey quando chegou em seu castelo, transformou o tucano de madeira em um adorno seu.

    É de surpreender que, outro dia, tio Grey entrou assustado em nossa suíte e disse que seu pássaro de madeira tinha ido embora. Quando olhamos pra casa do vizinho, tava lá o tucano em carne, osso e bico. Tio Grey perguntou como podia ser, se ontem ele era madeira pura, agora tava por aí voando. E eu expliquei pro Grey que já tinha lido nos livros várias histórias assim, de homem que era de barro e saiu andando; de um menino que foi esculpido em madeira e saiu falando… o tucano era mais uma história dessas que são tão verdade que parecem contos de fadas.

    Ass.: Borges, o gato – @borgesogato
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    O tucano de madeira era o adorno do tio Grey
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    Nós ficamos impressionados quando o tucano de madeira saiu voando e nos deixou
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    O tucano ganhou vida, deixou o castelo do tio Grey e foi pousar na varanda do vizinho

    Prazer em conhecê-lo, Borges!
    Pra quem quiser acompanhar as peripécias do gato no Facebook é só curtir a Fan Page dele!

      Proposições para o ano novo

      Postado por Laély, no dia 11-01-2013 - Categoria: Engraçadinhas,gatinhos,vídeos - 6 Comentários

      Vivo aqui escrevendo sobre metas, empenho e disciplina para cumpri-las. Já tenho as minhas, pra este ano.
      Já fez as suas?
      Outro dia assistia à uma entrevista no “Sem Censura” com um tipo de especialista em administração do tempo. Uma das dicas básicas que ele deu, que parece muito simples de cumprir: “faça uma lista!” Assim, você impõe prioridades e não fica ocupando a mente com tarefas do tipo: “lembrar tarefas”, deixando a cabeça mais livre para a criação e para a ação.
      Pessoa desorganizada e esquecida como sou, essa é uma dica que sempre coloquei em prática.
      Tá no topo da minha lista, apesar das dificuldades e crises que me abatem, todos os dias: que eu veja, que eu escute! Ter uma percepção apurada do que se passa à nossa volta, das coisas boas e ruins, é um passo pra se viver melhor. Assim entendo.
      Então, só pra lhes provocar um sorriso e arejar a cabeça, depois desse papinho raso de autoajuda…

      Carpe diem!

        Agenda de ano novo

        Postado por Laély, no dia 31-12-2012 - Categoria: filhos,textos - 34 Comentários

        Olavo Bilac escreveu, sobre…
        O tempo

        Sou o Tempo que passa, que passa,
        Sem princípio, sem fim, sem medida!
        Vou levando a Ventura e a Desgraça,
        Vou levando as vaidades da Vida!

        A correr, de segundo em segundo,
        Vou formando os minutos que correm . . .
        Formo as horas que passam no mundo,
        Formo os anos que nascem e morrem.

        Ninguém pode evitar os meus danos . . .
        Vou correndo sereno e constante:
        Desse modo, de cem em cem anos
        Formo um século, e passo adiante.

        Trabalhai, porque a vida é pequena,
        E não há para o Tempo demoras!
        Não gasteis os minutos sem pena!
        Não façais pouco caso das horas!

        Foi Einstein quem nos mostrou a “Teoria da Relatividade”.
        Mas já parou pra pensar nisso, de forma prática e simplificada?
        Que o tempo, independente de teorias comprovadas por fórmulas da Física, pode ser relativo?
        Em 1 ano, por exemplo, quanto pode ser feito, apesar de parecer um período curto!:
        Você pode emagrecer 10 Kg.
        Apaixonar-se.
        Desapaixonar-se.
        Enfrentar alguma perda:
        Camuflagem: Maizena no edredom
        Fazer novas amizades…

        Completar sua primeira meia maratona.

        Despedir um filho para o exterior…
        Despedida no Galeão
        (Então, nesse caso, o tempo a princípio parece arrastar-se, amorrinhando…)
        Aprender uma língua estrangeira.
        Conhecer uma nova cultura.
        Cometer muitos erros.
        Acertar, às vezes.
        Aprender com os erros.
        Sobreviver ao “fim do mundo”.
        Então, quando se apercebe, o ano chegou ao fim.
        O filho que foi, voltou.

        E trouxe junto, experiências que não cabem na mala.

        A passagem de ano é apenas uma mudança de calendário, a não ser, que aproveitemos a data pra pensar no que fizemos e o que faremos com o tempo. Erros e acertos, tudo deve ser pesado. “Se chorei, ou se sorri o importante”… é que experiências vivi.

        Obrigada pela companhia virtual, nesse ano que finda.

        Cortar o tempo

        Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
        a que se deu o nome de ano,
        foi um indivíduo genial.
        Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
        Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
        Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.
        (Carlos Drumond de Andrade)

        Feliz 2013!

          Lagarteando…

          Postado por Laély, no dia 08-10-2012 - Categoria: gatinhos - 6 Comentários

          Há tempos não falo dela. É tímida. Esconde-se. Mas é só eu deitar na cama pra Chanel pular em cima de mim, ronronando.

          “O gato é uma maquininha
          que a natureza inventou;
          tem pêlo, bigode, unhas
          e dentro tem um motor…
          Lagarteando
          Mas um motor diferente
          desses que tem nos bonecos
          porque o motor do gato
          não é um motor elétrico…
          Lagarteando
          É um motor afetivo
          que bate em seu coração
          por isso faz ronron
          para mostrar gratidão…
          Lagarteando
          No passado se dizia
          que esse ronron tão doce
          era causa de alergia
          pra quem sofria de tosse…
          Lagarteando
          Tudo bobagem, despeito,
          calúnias contra o bichinho:
          esse ronron em seu peito
          não é doença – é carinho.”
          (“O ron-ron do gatinho”-Ferreira Gullar)

            Como domar um gato

            Postado por Laély, no dia 25-08-2012 - Categoria: facebook,gatinhos,textos - 20 Comentários

            Essa semana passei pela traumatizante tarefa de dar um comprimido à Chanel. Não, que nunca tivesse feito isso antes: com os outros, mais dóceis, achara que fosse capaz. Mas a gata é praticamente uma selvagem!
            A situação foi desanimadora. Tentei, sozinha, enfiar-lhe o comprimido goela abaixo: entre mortos e feridos saí arranhada e ela, assustada, correu pra longe, depois de cuspir o remédio.
            Segunda tentativa…também frustrada.
            Então, pedi ajuda aos universitários!
            O Facebook é praticamente um oráculo! Um reduto de gateiros, onde fui ganhar confiança e dicas que me ajudassem.
            As orientações foram diversas. Houve até quem sugerisse usar uma armadura( minhas mãos agradeceriam!), mas em uma coisa foram unânimes: não é “fácil, extremamente fácil” como parece!
            Chanel e o raio de Sol
            (Mó cara, de: “tô nem aí, tô nem aí!…”)

            Então a Fátima Zapella compartilhou um texto, muito interessante, que aproveito pra dividir com vocês:

            “COMO DAR COMPRIMIDO A UM GATO”

            1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê.
            Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir.2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo.3. Vá buscar o gato no quarto e jogue fora o comprimido meio desfeito.

            4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda.
            Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.

            5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guardarroupa. Chame a sua esposa.

            6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás.
            Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra.
            Deixe cair o comprimindo ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.

            7. Vá buscar o gato no trilho da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar
            outra régua e consertar as cortinas.
            Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde.

            8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima de forma que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco.
            Coloque o comprimido na ponta de um canudinho de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido do canudinho para dentro da boca do gato.

            9. Leia a bula inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca.
            Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue do carpete com o auxílio de água
            fria e sabão.

            10. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido.
            Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até o pescoço de forma que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como estilingue para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.

            11. Vá buscar uma chave de fendas na garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba a cerveja.
            Vá buscar uma garrafa de whisky.
            Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando tomou a última vacina contra tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfetar. Beba mais um copo.
            Jogue a camiseta fora e vá buscar uma nova no quarto.

            12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o desgraçado do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se espatifou contra o poste, enquanto tentava desviar-se do gato em fuga.
            Retire o último comprimido de dentro da embalagem.

            13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim, e em seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos de jardinagem na garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.

            14. Beba o restante whisky.
            Peça à sua esposa que o leve ao pronto-socorro e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe costura os dedos, o braço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa ligue para a loja de móveis para encomendar uma nova mesa de jantar.

            15. Trate de tudo, para que a sociedade protetora dos animais venha buscar o gato mutante fugido do inferno.
            Telefone para a loja de animais e pergunte se têm tartaruguinhas.

            Não precisa levar ao pé da letra. É só uma brincadeirinha.
            Mas, resumindo a história: desisti do comprimido. Apelarei a outra forma de apresentação, mais fácil de aplicar.
            Se todas as dicas anteriores não ajudarem, a Suzan Afonso enviou-me um video( dessa vez, sério!), com dicas úteis de uma veterinária:

            Que tipo de gato é o seu: anjo, demônio?
            Todos iguais: indispensáveis!
            Aninhados

              3…2…1…

              Postado por Laély, no dia 06-07-2012 - Categoria: gatinhos,Pingo,viagens - 11 Comentários

              De repente bateu uma carência fora de hora no Pingo, uma “força estranha no ar”…
              Colo
              Desejo de ficar mais pertinho…
              “Não se vá!…”
              Carente
              A afoita Chanel foi mais clara, na proposta:
              Delivery
              “Mas não posso levá-la comigo, Chanel: ‘é dia de corrida, bebê’!”
              fazendo as malas
              Estou aqui, entre o mar de Ipanema e os Dois Irmãos, na contagem regressiva para a prova de domingo…
              Eu e os "Dois Irmãos"
              ( Foto: Lucia Simões)
              Conferindo, que o “Rio de Janeiro continua lindo…”

                Looks e Chanel

                Postado por Laély, no dia 17-06-2012 - Categoria: gatinhos,looks,Moda - 18 Comentários

                Depois de mais de 1 semana sem postar os looks, voltamos à nossa programação normal.
                O comprimento mimolet é “perigoso” às mais baixinhas, como eu, pois pode achatar a silhueta. Mas quando experimentei este modelo de cintura mais alta( que alonga as pernas), gostei do resultado:
                Dia de princesaDia de princesa
                Headband, regata e saia mimolet: Maria Filó
                Cardigã: Folic
                Bolsa:Uncle K
                Cinto: Cantão
                Sapatilha: New Order
                Eu me senti como uma princesa, nessa saia rodada. A headband de couro dourada coroou a produção:
                Dia de princesa
                O jeans imita uma trama de tricô.
                Bailarina
                No início da semana, muito gripada, não estava disposta a complicar na escolha da roupa. O estilo “lady” é um dos que mais combina comigo. Um dos motivos que me fez apaixonar nesta saia, repetida, no dia seguinte:
                LadyLady
                Regata de veludo: Shop 126
                Cinto purpurina: Luíza Barcelos
                Saia mimolet: Maria Filó
                Sapatilha: Ferrucci
                Bolsa: Uncle K
                Mas como não sou de me apegar a um só estilo, seguuura peão!!
                Segura peão!Segura peão!
                Camisa vichy: Leeloo
                Calça flare e bolsa: Cantão
                Bota

                Pra colocar ordem na casa, militar:
                MilitarMilitar
                Echarpe: Bobstore
                Bolsa: Colcci
                Chemisie e bota cano alto

                Mais “relax”, no dia seguinte:
                DouradaDourada
                Vestido em malha: Dress To
                Bolsa: Colcci
                sapatilha: Ferrucci
                Dourada
                A saia ou vestido mullet é uma outra cilada: confesso que o comprimento curto, na frente, mais comprido, atrás, causou-me certa estranheza, desde a primeira vez que vi:

                Mas gostei desta saia, menos “modernosa” e mais clássica:
                MulletMullet
                Camisa e saia mullet, em crepe
                Cinto purpurina: Luíza Barcelos
                Sandália meia pata: Luz da Lua
                Mullet
                Domingo de Sol, roupa igualmente ensolarada:
                SoftSoft
                Blazer jeans: zapping
                Regata de malha
                Cinto: Uncle K
                Saia: Sommer
                Sapatênis patch
                Mochila de lantejoulas: Cantão
                Brilhos e patch
                Falando-se em moda, um dos ícones de elegância foi Coco Chanel:

                Inspiração para o nome da nossa mais nova gatinha, nem tão nova assim, já que está conosco desde que a Maizena nos deixou:
                Chanel
                Chanel, aliás, é uma das irmãzinhas da Maizena.
                Chanel
                Preta e branca, a combinação da elegância.
                Chanel
                Ao contrário da irmã, essa é muito tímida e assustada: basta um barulho estranho, um movimento brusco para fazê-la sumir, embaixo da cama. Como um lobsgato, à noite transforma-se: sobe na cama, brinca, ronrona, dorme de conchinha comigo. Estamos nos conquistando.

                E nesta semana vai ter promoção, por aqui. Fiquem de olho!

                  “Importância do gato na meditação”

                  Postado por Laély, no dia 26-05-2012 - Categoria: gatinhos,textos - 15 Comentários

                  Costumo não dar atenção aos escritos do Paulo Coelho. Puro preconceito, talvez…mas quando li o título desse texto, publicado no jornal A Gazeta, domingo passado, imediatamente minhas orelhinhas ficaram em pé e a curiosidade felina falou mais alto.
                  Leitura gostosa, como carinho na barriguinha de gato.
                  Folga

                  Importancia do gato na meditação

                  by PAULO COELHO on JANUARY 21, 2010

                  Paulo Coelho

                  Tendo recentemente escrito um livro sobre a loucura ( Veronika decide morrer) , vi-me obrigado a perguntar o quanto das coisas que fazemos nos foi imposta por necessidade, ou por absurdo. Por que usamos gravata? Por que o relógio gira no “sentido horário”? Se vivemos num sistema decimal, porque o dia tem 24 horas de 60 minutos cada?
                  O fato é que, muitas da regras que obedecemos hoje em dia não tem nenhum fundamento. Mesmo assim, se desejemos agir diferente, somos considerados “loucos” ou “imaturos”.
                  Enquanto isso, a sociedade vai criando alguns sistemas que, no decorrer do tempo, perdem a razão de ser, mas continuam impondo suas regras. Uma interessante história japonesa ilustra o que quero dizer:

                  Um grande mestre zen budista, responsavel pelo mosteiro de Mayu Kagi, tinha um gato, que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, , durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado – para desfrutar o mais possível de sua companhia.
                  Certa manhã, o mestre – que já estava bastante velho – apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.
                  – O que vamos fazer com o gato? – perguntaram os outros monges.
                  Numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse frequentando as aulas de zen-budismo.
                  Alguns discípulos de mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

                  Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com a sua presença, que arranjaram outro gato. Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsavel pela fama e a qualidade do ensino de Mayu Kagi, e esqueciam-se que o antigo mestre era um excelente instrutor

                  Uma geração se passou, e começaram a surgir tratados técnicos sobre a importancia do gato na meditação zen. Um professor universitário desenvolveu uma tese – aceita pela comunidade acadêmica – que o felino tinha capacidade de aumentar a concentração humana, e eliminar as energias negativas.
                  E assim, durante um século, o gato foi considerado como parte essencial no estudo do zen-budismo naquela região.

                  Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pelos de animais domésticos, e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.
                  Houve uma grande reação negativa – mas o mestre insistiu. Como era um excelente instrutor, os alunos continuavam com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausencia do gato.
                  Pouco a pouco, os mosteiros – sempre em busca de idéias novas, e já cansados de ter que alimentar tantos gatos – foram eliminando os animais das aulas. Em vinte anos, começaram a surgir novas teses revolucionárias – com titulos convincentes como “A importancia da meditação sem o gato”, ou “Equilibrando o universo zen apenas pelo poder da mente, sem a ajuda de animais”.

                  Mais um século se passou, e o gato saiu por completo do ritual de meditação zen naquela região. Mas foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal – já que ninguém se perguntou, durante todo este tempo, por que o gato estava ali.


                  trecho do meu livro “Ser como um rio que flui”

                  Paulo Coelho’s Blog

                    Não aprendi dizer adeus…

                    Postado por Laély, no dia 25-05-2012 - Categoria: Maizena - 59 Comentários

                    Não sei se vou me acostumar
                    Olhando assim nos olhos teus…
                    Maizena
                    Sei que vai ficar nos meus
                    A marca desse olhar…
                    Meu programa preferido!
                    Não tenho nada pra dizer
                    Só o silêncio vai falar por mim…
                    Camuflagem: Maizena no edredom
                    Não aprendi dizer adeus mas
                    Tenho que aceitar que amores
                    Vem e vão são aves de Verão…
                    Colinho
                    …Se adeus me machucar
                    O inverno vai passar, e apaga a cicatriz.
                    Camuflagem: Maizena no edredom
                    Essa é a forma que escolhi pra me despedir da Maizena, vítima de uma acidente doméstico, hoje. Embora não seja fã de Leandro e Leonardo, foi a música que me veio à cabeça nessa hora triste.
                    E não adianta filosofar sobre a efemeridade e fragilidade da vida, ainda mais, de um gatinho: despedidas são sempre dolorosas. A gente não acostuma!
                    Nem adianta perguntar: “por quê”? Não há resposta que conforte.
                    Mas há uma certeza: foram dias felizes, tanto pra ela, quanto pra nós.
                    Nosso lar e nosso coração continuam abertos para receber mais um gatinho, e:
                    Começar de novo…
                    Vai valer a pena…
                    Ter me machucado, ter sobrevivido…

                    Atualizando:
                    Queria agradecer o carinho e solidariedade de todos mas, gostaria de esclarecer o seguinte: não faço adoção irresponsável, nem faço tipo, aqui no blog ou Facebook, visando despertar a simpatia alheia.
                    Tenho mais dois gatos, que estão conosco há bastante tempo.
                    Meus animais são bem tratados, vacinados, castrados, acarinhados…Apenas um, tenho certeza de que foi envenenado. Outros 2 sumiram, sem deixar provas ou pistas.
                    Minha casa e quintal são grandes: impossível cercar tudo, ainda mais, em se tratando de gatos! Eles vivem soltos. Gosto, assim. Acho que eles, também.
                    O que aconteceu com a Maizena foi uma fatalidade, um acidente, dentro de casa, que me reservo o direito de não entrar em detalhes.
                    Acabei de receber um e-mail, no mínimo, cruel: recebi “conselhos” para não adotar mais, como se eu fosse uma louca, a “louca dos gatos”, uma irresponsável!
                    Mas acredito piamente que podemos fazer a vida um do outro, humanos e gatinhos, um pouquinho melhor!
                    Os bichos não me assustam. As pessoas ainda, sim.
                    Beijo pra todos!
                    Obrigada pelo apoio!