Noite especial

Há cerca de 1 mês fiz aniversário: 25 anos de casamento. Uma data a ser comemorada com pompa e circunstância, mas preferi um jantar íntimo, pra família e os amigos mais chegados:
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Nina e Chanel foram as primeiras a chegar…
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Enquanto elas conferiam a decoração da sala, eu preparava a mesa:
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A entrada fria foi uma salada mix de folhas(incluindo folhas baby), figo assado com queijo gorgonzola e redução de vinagre balsâmico:
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O prato principal foi medalhão de filé mignon ao molho de vinho tinto, purê de batata baroa e arroz negro. Na hora da correria pra montar todos os pratos acabei não fotografando.
Uma dica pra quem vai receber é antes certificar-se, se algum dos convidados tem alguma restrição alimentar. Meu marido, por exemplo, não come cebola, de jeito nenhum! Pois achava que conhecia a todos muito bem mas, na hora de servir, descobri que um deles não comia carne. Nessas horas é bom ter uma segunda opção: o que me salvou foram os cogumelos frescos( shitake), que tinha na geladeira. Passei-os na manteiga e, zás-trás, tudo pronto!

Para sobremesa, um doce, não muito doce, de textura aerada, que eu amo!
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“Tiramissu”
Ingredientes:
-300g de cream cheese
-1 xícara de creme de leite fresco
-3/4 de açúcar refinado
-1 colher de sopa de Marula
-1 colher de sopa de rum
-3 claras separadas
-3 colheres de sopa de açúcar( para acrescentar às claras, batidas em neve)
-Biscoito champagne
-1 copo de café forte+1 cs de Marula+1 cs de rum( para umedecer o biscoito)
-Cacau, para polvilhar

Modo de fazer:
Bata as claras em neve, acrescentando, uma a uma, as 3 colheres de sopa de açúcar. Reserve.
Noutra tigela bata o cream cheese com o creme de leite fresco, gelados. Acrescente o açúcar, a Marula e o rum. Bata, até ficar mais consistente, como chantilly.
Misture 2/3 das claras em neve ao creme. Depois incorpore o restante das claras, delicadamente.
Forre o fundo de uma grande taça de vidro com os biscoitos umedecidos no café, rum e licor.
Deite uma porção do creme sobre eles.
Polvilhe o cacau.
Faça camadas: biscoito úmido, creme e cacau, até terminar.
Deixe na geladeira por, no mínimo, 6 horas.
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Outra opção foi o bolo de chocolate mais tradicional, aqui em casa:
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Queria um bolo simples, mas com cara de festa: recheei de chantilly com geleia artesanal de morango e cobri com frutas vermelhas, polvilhadas com açúcar de confeiteiro. A receita é daqui, daquelas que sempre dão certo!

O tiramissu leva apenas claras de ovos. Sobraram-me as gemas. Resolvi aproveitá-las, num biscoitinho superdelicado:
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E presenteei cada convidado com alfajores, embalados em marmitinhas de alumínio:
alfajores

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Queijadinhas de festa!

Num falei, que que não ia demorar nadinha?
Aproveitando o gancho da festinha retrô mostrada no post anterior, fiz um pedido virtual à Simone Scharamm, do blog Festas e etc…, que preparou um docinho que amo pois, além de gostoso, lembra infância!queijadinhas

Queijadinhas lindas e superfáceis de fazer!
Ela prontamente me atendeu porque, assim como eu, gosta de cozinhar, receber e compartilhar receitas!
Já éramos contato no Facebook, mas só fui conhecer a Simone, pessoalmente, na casa da Kátia.
Deixarei, então, que ela mesmo se apresente:

“Sou a Simone: casada, apaixonada pelo marido e pelas duas filhas.

Fui professora e, após 20 anos de trabalho, deixei as salas de aula e resolvi me dedicar à minha família.

Mas não consegui ser totalmente feliz sem ter nenhum trabalho, então, comecei a fazer artesanato, festas, comidinhas diferentes e tudo o mais que eu pudesse aprender. Nessa busca por conhecimentos, conheci os blogs, me tornei blogueira e encontrei muitas amizades virtuais, que acabaram se tornando amizades reais.

A queijadinha aqui em casa, é uma das receitas preferidas. Mas não as faço sempre. Acredito que pratos especiais não podem se tornar corriqueiros,rs, isso tiraria o prazer de apreciá-los… Descobri que o ‘quitute’ está em completo desuso, para minha surpresa, se tornou ‘retrô’ e há quem não conheça as tais queijadinhas e ainda as chame de quindins.Vamos desmistificá-las então?”

Receita de Queijadinhas

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

2 gemas

50g de queijo ralado

50g de coco ralado

1 colher(sobremesa) rasa de manteiga

Forminhas de papel para mini-cupcakes(que possam ir ao forno)

Forminhas de empada ou tabuleiro de mini-cupcakes

Modo de fazer:
Preaqueça o forno a 180 graus. Bata no liquidificador apenas o leite condensado, a manteiga e as gemas.

Incorpore a essa mistura o queijo e o coco ralados, porém não bata mais. Apenas misture.

Coloque as forminhas de papel dentro de forminhas de empada e encha 2/3 da forminha com a massa.

Leve para assar até ficarem levemente douradas. 

Se esse docinho tão brasileiro é “retrô”, não sei. Só sei que, o bom é atemporal!
Receita compartilhada, promessa minha cumprida e um agradecimento especial à Simone, pela generosidade. 
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Festinha retrô

No esporte, quanto menos você treina, pior é o seu desempenho: assim, também, o ato de escrever.
Vendo sob esse prisma poderia ser considerada uma blogueira sedentária. Preciso praticar mais, por isso estou aqui, tentando desfazer a impressão de que larguei o blog e os leitores de lado, pra recomendar um post muito bacana!
Trata-se de uma festinha temática organizada pela Katia Bonfadini, juntamente com outras amigas blogueiras: Simone ScharammMarta Riba, Milena Orlando e Ana Paula Carneiro.

Conheci a carioca Milena já faz um tempo, aqui, nos comentários do blog. De amiga virtual à real não demorou muito e agora, sempre que vou ao Rio, demos um jeito de nos reencontrar.
Com a Kátia, mesma coisa: acompanhávamos o blog, uma da outra, trocávamos e-mails, até nos encontrar pessoalmente, numa viagem que ela fez à Vitória.

Um mês após a maratona no Rio, voltei,  para fazer a Meia Maratona Internacional. Por uma coincidência, a data da prova era justo no fim de semana programado para a festinha retrô, quando conheci as demais meninas!

A Kátia caprichou em tudo: na escolha do local, um antigo apartamento da família no bairro do Leme que foi todo reformado, mas que se optou por manter o chão de taco( nada mais retrô!), na identidade visual da festa*, nas comidinhas e, como não poderia faltar,  na animação e simpática recepção!
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*A Kátia preparou um kit digital Festa Retrô que ajudou na decoração, mas cada uma de nós levou alguma contribuição: foi uma pequena recepção, à 12 mãos!
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Figurinos, bebidas e cardápio adequados a uma divertida viagem no tempo!
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A mesa ficou impecável e eram tantos os quitutes que, confesso, em véspera de prova importante, acabei não provando tudo.
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O pinguim foi o mascote!
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E a Ana fez as fotos lindas que ilustram este post e outras mais, que podem ser conferidas no blog da Kátia: Casos&Coisas da Bonfa.
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Despedi das meninas e voltei para o hotel mais cedo. Dia seguinte, minha festa seria na pista, do Leblon ao Aterro do Flamengo:
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E depois desse desafio fora do estado um outro, por aqui: a mais tradicional prova do ES, a “10 Milhas Garoto”, corrida de 16 Km pelos pontos mais charmosos de Vitória e Vila Velha!
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Disciplina nos treinos, relaxo no blog. Faço aqui a mea culpa e, ao mesmo tempo, reitero o convite a quem quiser acompanhar postagens mais curtas, no meu perfil do Facebook: lá encontrarão looks, quase que diários, meus gatinhos, receitas, charges e tudo mais que gosto. É só mandar um pedido de adição para a Laély Fonseca.
Mas pretendo tirar o Sala da La do sedentarismo e programar atualizações mais frequentes. Palavra de corredora!
Té mais! 😉

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Noite de Talentos, quarta edição!

Pelo quarto ano consecutivo fizemos, no início deste mês, nossa tradicional “Noite de Talentos“.
A ideia é juntar os amigos da igreja para uma noite descontraída, com comida típica da época, música e representações.
Desta vez o tempo colaborou: nada de chuva e o frio, moderado, ideal para uma comemoração ao ar livre!
Arrumei a mesa no quintal, com tudo de mais colorido que tinha em casa:

Colchas, de crochê e fuxico, serviram de pano de fundo e a chita cobriu a mesa.
Servi primeiramente os alimentos quentes e salgados: foram dois tipos de caldo, agnoline e creme de aipim com carne seca, acompanhados por focaccia e pipoca.

Depois, os doces: mini-pretzels de canela, broinhas alemães, bolo de fubá, bolo de mamão, queijadinhas, canjicão, mini-tarteletes de banana com chantilly.
Para beber, refrigerantes e chás.

Tão corrido, que não deu pra fotografar todos os detalhes mas, uma dica, pra quem planeja algo parecido: faça uma lista dos ítens do cardápio e adiante o que puder.
Preparei antecipadamente os pretzels, focaccia e broinhas alemães já que, obrigatoriamente, devem ser servidos, assim que saírem do forno. Para isso, já congelei tudo nas fôrmas. Na tarde da festa tirei tudo do freezer e deixei descongelar, à temperatura ambiente, crescer para, depois, assar( é bom planejar, para sincronizar com o horário de servir).


Depois do lanchinho coletivo, a hora do “show”, que começou com a exibição de um vídeo, produzido pelo marido para o evento, com a participação especial do filho mais novo, como dublador do Lula.

Histórias, cantoria…

Música instrumental…


E, para os que não foram, a ideia do que perderam:

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Machismo, feminismo e outros “ismos”

2013 vai entrar para a história como o ano de protestos de rua, no Brasil. Mas nada que se compare, em efervescência política e cultural, como o final dos anos 60!

-1968-
30 de janeiro – O Exército vietcong inicia a chamada Ofensiva de Tet, invadindo 34 capitais de Província vietnamitas e a cidade de Hue.
15 de março – São desapropriados, em Cuba, os últimos estabelecimentos privados –bares, livrarias e oficinas.
16 de março – Militares norte-americanos massacram cerca de 150 civis vietnamitas na aldeia de My Lai, no Vietnã.
28 de março – O governo da África do Sul apresenta três leis que culminam no apartheid.
4 de abril – É assassinado a tiros, aos 39 anos, o pastor negro Martin Luther King. No dia seguinte, ocorrem conflitos raciais em 125 cidades, e a morte de 46 pessoas em Washington.
5 de abril – É lançado, na Tchecoslováquia, o programa de reformas políticas que ficou conhecido como Primavera de Praga.
28 de abril – Cerca de 60 mil manifestantes protestam, no Central Park, em Nova York, exigindo o fim da Guerra do Vietnã (1959-1975).
30 de abril – Estréia na Broadway o musical “Hair”.
26 de junho – É realizada, no Rio de Janeiro, a “Passeata dos Cem Mil”, reunindo principalmente estudantes, intelectuais, artistas, padres e mães, autorizada pelo governo federal.
21 de agosto – A Tchecoslováquia é invadida por tropas do Pacto de Varsóvia, em represália à “Primavera de Praga”.
(Fonte: Folha de São Paulo)

Em 7 de setembro, 400 ativistas do WLM (Women’s Liberation Movement) reuniram-se no Atlantic City Convention Hall, em Atlantic City, EUA, para protestar contra o concurso “Miss America”, uma das ferramentas promotoras dos estereótipos de beleza que oprimiam as mulheres( segundo as manifestantes).
Espalharam pelo chão alguns “instrumentos de tortura”: sutiãs, sapatos de salto alto, cílios postiços, sprays de laquê, maquiagens, revistas, espartilhos, cintas e outros. Alguém deu ideia de queimar os objetos, mas a atitude performática foi mais eloquente( e não havia, infiltrados entre elas, os vândalos de hoje em dia).
O episódio ficou conhecido como “Bra-Burning”, ou “A Queima dos Sutiãs”( na verdade, nunca literal!).
Quarenta e cinco anos depois, muita coisa mudou. Outras, nem tanto.
Mulheres continuam lutando por direitos iguais mas, ainda escravas de estereótipos de belezas e convenções sociais. Deformam o rosto, esperando esconder as marcas do tempo, colocam litros de silicone, inflam músculos( uns, que nunca tínhamos ouvido falar antes, muito menos, ver!), submetem-se a toda sorte de tortura (e até, automutilação!), de livre e espontânea vontade, só para se “enquadrar”…
Há pouco estreou, no GNT, Beleza S/A, uma série que trata justamente disso: a busca da perfeição!

Na mesma semana em que a visita do papa ocupava as manchetes dos jornais e a programação na TV, a protagonista de um “conto de fadas real”, literalmente, aparece em frente à maternidade com o herdeiro nos braços, ao lado do marido. Talvez o casal nem tenha percebido( porque felicidade redimensiona valores: eleva o que é realmente importante e, releva pequenezas), mas o mundo notou a barriga de Kate…

O assunto ganhou as redes sociais, mas, o que importa? A duquesa e o príncipe simplesmente sorriam, ignorando a surpresa alheia.
Espanto, por quê? Por admitirem normalidade?

A blogueira e escritora Nadia Lapa tentou aprofundar a questão, em: “A barriga da princesa-e o que ela tem a ver com a sua”
Recomendo a leitura do texto, na íntegra, incluindo os comentários mas, destaco aqui, alguns trechos:
“É uma corrida sem linha de chegada. As mulheres precisam ser bonitas para serem amadas. Sendo amadas, precisam ser mães. Sendo mães, precisam continuar bonitas para não serem abandonadas por aquele homem lá que lhe dá valor. Porque o valor está nele, claro, e não nela.

Essa busca insana e doentia por um padrão de beleza machuca pessoas, especialmente mulheres. Nós representamos 90% dos casos de transtornos alimentares. O índice de mortalidade de pacientes com anorexia nervosa chega a 20%. Uma mulher comum não pode levantar às 5h da manhã para fazer ginástica, a exemplo da cantora Beyoncé, simplesmente porque não dormiu a noite inteira com o bebê chorando. No entanto, a pressão por corpos perfeitos atinge todas nós, celebridades ou não, porque estamos permanentemente sendo julgadas por nossa aparência.

Não precisa ir muito longe.
Mês passado, quando Betty Faria apareceu na praia do Leblon, de biquini, foi atacada ferozmente na internet por exibir, sem preocupação, o que o tempo faz no corpo da maioria das mulheres( famosas, ou não)! Defendeu-se, em artigo à “Lola”:
“Então querem que eu vá à praia de burca, que eu me esconda, que me envergonhe de ter envelhecido? E a minha liberdade? Depois de tantas restrições alimentares, remédios para tomar, exercícios a fazer, vícios a evitar, todos próprios da idade, ainda preciso andar de burca? E o prazer, a alegria, meu humor?”

Expor o corpo é coisa natural, no Brasil. Estar fora dos padrões de beleza, não. Santa hipocrisia, Batman!
Conhece alguém, que passou experiência similar? Eu, sim.
Era o terceiro filho e minha rotina dividia-se entre amamentar, trocar fraldas e, quando possível, descansar.
Uma pessoa da família( alguém que, como eu, já passara pela experiência da maternidade) chamou-me num canto( ao menos, foi discreta!):
-Estou preocupada com você. O bebê tem quantos meses?
-Quatro( respondi, desconcertada).
-É que o seu corpo ainda não voltou ao normal…

O bebê cresceu e hoje é maior que eu e eu, bem menor do que, àquela época. Mas a “frase inocente” deixou marca indelével na memória( além, de um estrago na minha autoestima), afinal, estava numa fase em que beleza não era fundamental. Dormir, sim.
Mas, quem precisa de “instrumentos de tortura” machistas, quando nós, mulheres, podemos fazer o “trabalhinho sujo”?

Essa semana reestreou, no “Vale a Pena Ver de Novo”, “O Cravo e a Rosa”. Embora não seja fã do gênero, novelas de época me atraem, especialmente, pelos cenários, figurinos e costumes.
Adriana Esteves é Catarina, uma mulher bem à frente do seu tempo: feminista de “cabelos nas ventas”, rebelde e irascível, enfim, a “megera (in)domada”.

E, naquela época, era mais ou menos, assim:
A mocinha saiu à rua, acompanhada( porque moças de família não andavam por aí, “dando sopa”); ao avistar o amado, não esconde o entusiasmo e, acena. A mulher mais velha, ao seu lado, chama-lhe a atenção:
“Desse jeito vai ficar mal falada!”

Estamos em 2013, algumas décadas à frente. As mulheres conquistaram espaços, antes, só permitido aos homens: Comandam negócios, empresas, até um país; tomam a iniciativa, na hora da conquista, sem se preocupar se ficarão “mal faladas”.
Umas vão além e não só conquistam, como os homens, como contam aos quatro ventos( com quem, onde, quando e o que fizeram, entre quatro paredes), afinal, não basta ficar e curtir, têm de compartilhar( e, de preferência, lucrar, nem que seja aparecendo na mídia com factóides)! Mas, contenho-me. Não posso afirmar que seja atitude tipicamente masculina porque estaria sendo sexista. Oportunismo não escolhe gênero( que o diga, Félix)!
“Queimamos” sutiãs, então, pra quê?
E, “Só pra contrariar”: “o que vamos fazer com essa tal liberdade?”

Entre a barriga pós-parto da duquesa( grande, flácida, mas bem resolvida) e as bundas( plastificadas, tonificadas, mas pertencentes à mentes deformadas) fico com a primeira e, não é por recalque ou revanchismo!

“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura, jamás!”

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