Micos que vendem

Postado por Laély, no dia 31-08-2011 - Categoria: vídeos
Alguns artistas parecem não se importar em vender produtos e serviços, mesmo que a campanha zoe com a imagem deles.
É o caso do cantor Byafra: depois da propaganda que fez para uma empresa de seguros, ele afirma que os convites para shows aumentaram. 

E quem não se lembra da performance de Ricardo Macchi como o cigano Ígor, em Explode Coração(1995)? 
Coincidência, ou não, depois dessa atuação desastrosa foi propositalmente esquecido pelos diretores de novelas globais.
Os publicitários ressuscitaram-no:
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    Sessão nostalgia

    Postado por Laély, no dia 30-08-2011 - Categoria: charges,looks
    Hoje foi dia de tirar a roupa mais antiga da naftalina.
    Por dentro da saia de cintura alta, a bata virou blusa:
    ArtesanalArtesanal
    Bata: Le Lis Blanc
    Saia lápis
    Espadrilha: AREZZO
    Bolsa de patchwork da mamãe
    Óculos: Chilli Beans


    Apesar de surrada, é uma das peças que mais gosto de usar.
    Detalhe bordado
    A bolsa de patchwork foi um presente da minha mãe:
    Bolsa da mamãe
    E quem foi que disse, que só mulher repara em sapatos?
    Achei muito curiosa, uma foto que saiu no jornal A Gazeta de hoje. Quis reproduzi-la, aqui: 
    (Foto, de Fábio Vicentini)

    “Pelo estilo off-road, parece que o governador do Rio, Sérgio Cabral( à esquerda), veio ao Estado disposto a gastar sola de sapato em defesa dos royalties* do petróleo. Como bom anfitrião, Casagrande recebeu o colega em estilo mais formal. Só está faltando um pouquinho de graxa nos dois pisantes.”

    *Sérgio Cabral veio ao estado encontrar-se com o governador Renato Casagrande, para discutirem sobre a nova lei de divisão dos royalties de petróleo. Só o ES, estado produtor, assim como o RJ, perderia cerca de R$1,2 bilhão com a mudança na legislação.

    Por aqui, só se fala nisso…


    Blog do Amarildo

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      Rosas

      Postado por Laély, no dia 30-08-2011 - Categoria: looks

      Novamente, dia confuso: iniciou nublado, com muito vento mas ao meio-dia tudo mudou, inclusive, a roupa da tarde.
      Na pressa, escolhi uma dobradinha infalível: Camisa de botão e calça jeans. 
      RosaRosas

      Camisa bordada: Le lis Blanc
      Calça bolso faca: Calvin Klein
      Bolsa: Cantão
      Peep toe: UZA


      Essa camisa já é antiga, mas hoje teve gostinho de nova( e de uma pequena vitória pessoal): há muito guardada no fundo da gaveta, desde que engordei, hoje os botões fecharam até embaixo. 

      Rosas
      Duas vistosas rosas bordadas na parte anterior, tachinhas, na gola e peitoral, e arabescos nas costas.
      Arabescos
      Mais rosa nos pés, com peep toe de salto grosso:
      Peep toe
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        Desconectados

        Postado por Laély, no dia 29-08-2011 - Categoria: cadeiras,Propagandas,salas de jantar

        Estreia logo mais, a nova fase da velha novelinha teen Malhação. Como sempre, faz-se suspense em torno do que já se sabe: novos atores( às vezes, velhos!), nova direção, novo roteiro, mas tudo, com o mesmo PGI(Padrão Globo de Idiotice)


        Analisando a grade da programação infantil da emissora, difícil crer que seja aquela mesma, a responsável por produções tão caprichadas quanto Cordel Encantado.
        Os apresentadores da TV Globinho, por exemplo, parecem seguir à risca alguma plaquinha, escondida no estúdio: “Sorria, você está sendo filmado!” Que forçados!
        E os filmes da “Sessão da Tarde”: quem os assiste?…

        Outro dia, seguindo de carro para Vitória tentei sintonizar as rádios locais. Nada diferente, de: sertanejo, música gospel, pagode.
        O que me fez lembrar da antiga propaganda da Tostines e desejar perguntar ao sábio guru:
        -Toca-se apenas esse tipo de música porque é o que o povo gosta de ouvir, ou, eles só ouvem isso porque é a única opção que lhes dão?…

        A resposta pode estar na piora da qualidade da TV, dependendo da hora do dia: é o IBOPE, quem decide o que vamos ver e ouvir.
        Seriam nossos gostos pessoais, então, meras projeções da mídia?…
        Não se sabe. Mas seria presunção minha achar que “descobri a pólvora”, numa conclusão tão simplista. Foi apenas um argumento retórico.

        Independente do meu gosto e/ou opinião, há promessas de novidades para a novelinha da Globo:

        Investir na interatividade, suspense e paranormalidade, esperando assim atrair o público adolescente. A palavra-chave, é: Conectados.

        Mas aqui, é justamente o contrário!
        As salas de jantar, encontradas no Bolig Plus, exibem a mesma ideia: cadeiras desconectadas, mas que juntas podem fazer um bom papel.

        Lyseblå  himmel

        Svensk landstil
        Skien
        Gammel tapet
        Tapetserte bordben
        Vintagetapet
        O que vale é o conjunto da obra.
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          Olhos coloridos

          Postado por Laély, no dia 29-08-2011 - Categoria: looks,Nina

          Domingo de Sol pede uma roupa mais descontraída, ainda que seja para trabalhar.
          Hoje resolvi tirar do armário uma moça, preparada para enfrentar um dia como esse…

          Atrás da porta
          Ops! Não é bem essa…

          Camiseta e leggingOlhar felino

          Camiseta: Redley
          Legging: Lupo

          Sapatilha: New Order
          Mochila de lantejoulas: Cantão


          Como a camiseta era meio transparente fiz uma sobreposição, deixando aparente a barra do vestidinho de malha.


          O mais legal dessa estampa é que o tecido dos óculos é termossensível, ou seja, muda de cor, conforme a temperatura:

          Camisa Redley
          Estampa termossensível
          Isso é que é ver o mundo colorido!
          Sempre achei(só aqui, com os meus botões!) que mulher deveria vir de fábrica com espelho retrovisor instalado, só para dar aquela conferida na retaguarda, antes de sair de casa. Esta, veio com olhos:
          Olhos atrás?...
          E a Nina, que estava tomando um solzinho na varanda, interrompeu o descando para conferir o brilho da mochila:
          Brilho sedutor
          Parece até que ficou hipnotizada…
          Vai encarar?...
          Não a culpo, Nina! Também fiquei.
          Um brilho
          (O look de ontem, fica para depois. Esqueci a roupa na casa da sogra, onde almoçamos.)
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            Vinha o filho ainda longe…

            Postado por Laély, no dia 27-08-2011 - Categoria: crônicas

            O filho do meio assistia com atenção a uma palestra, em DVD, quando me aproximei, curiosa. 

            O orador era um barbudo com cara de “homem do saco”, guru, ou, coisa parecida.  Carismático, ele fazia uma reflexão baseada num texto bíblico, com uma profundidade e retórica que me prendeu, do início ao fim!

            A princípio não reconheci mas logo o filho tratou de apresentar, aquele de quem muito ouvira falar nos meus tempos de adolescente, em Manaus: tratava-se do ex-pastor presbiteriano, agora intitulado, Reverendo Caio Fábio.

            Figura pública festejada por intelectuais, artistas e políticos na década de 90, caiu no limbo depois de ter o nome envolvido em sucessivos escândalos, dentre eles, do “Dossiê Cayman“. 
            Em seguida separou-se da mulher(após ela descobrir o caso que ele mantinha com a secretária), perdeu o título de pastor da Igreja Presbiteriana, dinheiro, peso, status, credibilidade, um filho, num acidente de carro…enfim, foi ao fundo do poço!

            E alguém já deve estar se perguntando: por que eu faria uma preleção assim, tão negativa, aparentemente, a respeito de uma pessoa?

            Primeiramente, os fatos a respeito de Caio Fábio são públicos, sendo confirmados pelo próprio: “sou um anjo caído”, chegou a declarar à Veja, em 1999.

            Segundo: todos nós, em algum momento da vida derrapamos, perdemos o compasso. É difícil levantar. Principalmente: enfrentar a descrença dos que estão próximos, ou, dos que deveriam ser os “próximos”.

            Pesquisando o site oficial de Caio Fábio encontrei um texto, lido ontem à noite, que me tocou. Pensei na história dele, na minha, na sua…
            Uma história bastante conhecida mas que ele, de forma peculiar, conseguiu lançar uma nova luz.

            Apesar de aqui não ser um blog religioso ele é pessoal, espelhando crenças minhas, religiosas ou não.
            Gostaria então que deixassem possíveis preconceitos de lado e esquecessem o Fábio, ou a Laély. Apenas, reflitamos:
            “Vinha o filho ainda longe…”


            Ora, chegavam-se a Jesus todos os cobradores de impostos e os considerados pecadores para o ouvir. E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles. Então Jesus lhes propôs esta parábola:


            Certo homem tinha dois filhos. O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres.

            Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades. Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada.

            Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.

            Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.

            Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.

            Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés; trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.

            Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças; e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou e não queria entrar.

            Saiu então o pai e instava com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me alegrar com meus amigos; vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

            Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.



            PRIMEIRO ANO DO SITE.

            ________________________________________________

            A parábola do Filho Pródigo todos conhecemos. Já preguei sobre ela centenas de vezes. Olhei-a sob inúmeros aspectos.

            É minha história. É a história da humanidade. É a história de quem foi e nunca deixou de ser. É também a história de quem nunca foi mas nunca chegou a estar. Sobretudo, é a história do amor de Deus e do modo como Ele age como Pai.

            Pai para quem foi e nunca deixou de ser. Pai para quem nunca foi mas nunca chegou a estar.

            Hoje, no entanto, eu estava quase dormindo quando ouvi essa voz, que dizia: “Vinha ele ainda longe, e seu pai o avistou; e, correndo, o abraçou…”

            O Pai não somente deixou ir e aguardou a volta… Ele viu de longe e fez o caminho de volta com o filho.

            Entre o olhar do Pai e a volta para casa, existe um “ainda longe”. O Pai foi buscar o filho ainda longe. Longe de ida, longe de volta!

            Em casa é que o problema começou: quem nunca foi mas nunca chegou a estar não gostou que aquele que foi e nunca deixou de ser tivesse voltado!

            O Pai, todavia, só participa disso porque é Pai, mas não se deixa seqüestrar por nada e por ninguém. Quem não gostar, que não goste. O Pai, no entanto, vai longe buscar seu filho. E há um caminho que o Pai e esse filho precisam fazer só os dois.

            Em casa, há muito ciúme, muita competição, muita doença.

            Que bom que antes de ver os irmãos magoados, a gente pode ver o rosto do Pai.

            Que bom que Ele vai se encontrar com a gente ainda longe de casa, antes que as impressões do ciúme e da inveja tentem estragar o encontro que vale: o encontro do Pai com o seu filho.

            Que bom que quando quem nunca foi mas nunca chegou a estar só aparece depois que o filho quebrado havia se entendido com o Pai feliz.

            Que bom que há esse “ainda longe”, pois assim tem-se tempo para chegar em casa tão cheio do amor do Pai que não se tem mais tempo e nem coração para ficar doente com o ciúme dos irmãos.

            Vinha ele ainda longe… O Pai o avistou, e, correndo, o abraçou e o beijou!

            Caio

            (Escrito em junho de 2003)

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              Ideia fixa

              Postado por Laély, no dia 26-08-2011 - Categoria: cômodas,looks,patchwork
              Só para não descumprir a promessa da “semaninha xadrez” mostro um look mais básico, porque hoje “meu nome é trabalho”:

              Ainda xadrez
              Camisa e calça: ELLUS
              Sandália: AREZZO
              Bolsa: Cantão
              Ainda xadrez

              O suave tom amarelo cítrico na camisa fez-me lembrar de uma sandalinha antiga, da AREZZO, que há muito não usava. 
              Para sair do estilo “seguuura peão”, fugi da combinação: calça jeans e bota country!

              Bolsa e sandália

              Na bolsa apliquei uns bottons fofos:

              Bottons

              Em dia ensolarado, pezinhos pedem mais liberdade:

              Sandália AREZZO

              Acho que estou com um sério problema de dependência e apego à minha outra bolsa da Cantão. Acabei mudando de opção, na hora de trabalhar:

              Ainda xadrez

              Hoje não tem post duplo, mas tem post de duplo sentido, e dos melhores…

              Meuble recouvert de papiers peints façon quilts traditionnels

              Marie Claire Idées

              Um móvel com inspiração no patchwork.
              Um bom fim de semana!
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                Tudo junto e misturado

                Postado por Laély, no dia 25-08-2011 - Categoria: looks
                Algumas situações são capazes de nos deixar vermelhos de raiva, ou constrangimento, como a discussão do post anterior
                Mas, juro que foi”sem querer, querendo…”

                Listras, xadrez e liberty

                Camiseta e bolsa: Cantão
                Calça xadrez: Animale
                Oxford liberty: Richard’s

                Quando pensei em juntar listras, estampa, xadrez e liberty no look de hoje, lembrei que, coincidentemente, nos 2 anteriores também usei xadrez. Então resolvi assumir o tema, na semana que ainda nos resta:
                Listras, xadrez e liberty
                Listras, xadrez e liberty

                Hoje, aproveitando uma folguinha, mais liberdade de escolhas.

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                  Ocupações da semana…

                  Postado por Laély, no dia 25-08-2011 - Categoria: charges,textos

                  Ando juntando peças, como num quebra-cabeças, depois de ver o quebra-quebra no interior de um Conselho Tutelar de SP provocado por “menores infratores”. Corrigindo, e usando a entonação grandiloquente que meu filho mais novo gosta de fazer: “menores, em conflito com a lei”!


                  Quem não viu a matéria, destaque no JH e JN do dia 23 poderá conferir, aqui.

                  Coincidentemente, o Estatuto da Criança e do Adolescente( uma sigla que, clama por trocadilhos!) completou a maioridade há pouco: em 21 anos poderíamos dizer que muita coisa mudou mas, para melhor?!…

                  Apesar de considerável avanço, uma lei de primeiro mundo, já não seria hora de fazer um balanço geral e ver o que poderia ser melhorado?

                  Dos 5 menores que, praticamente, demoliram o Conselho Tutelar em SP depois de tentar assaltar um hotel, 2 deles escolheram voltar às ruas. 
                  É um ciclo contínuo e autofágico: 
                  Abandono->drogas->infrações leves->retenção temporária->”liberdade”->abandono->mais drogas->infrações mais graves->morte?…cadeia?…

                  Que futuro terão, essas crianças sob a “proteção” do Estado e do ECA? 

                  “Ah! Mas depois dos 18( se chegarem a tanto!), isso já não é problema nosso! Garantias( quais?!), apenas enquanto forem ‘indefesas’! Depois, é cada um por si e o Estado contra todos!”

                  É tanta hipocrisia, fechar os olhos e achar que estamos fazendo nossa parte!
                  As crianças que voltaram às ruas, o fizeram de livre e espontânea vontade, porque a “lei não permite nenhum tipo de restrição à liberdade para menores com até 11 anos de idade. ”

                  E eu me pergunto, se isso não seria negar-lhes outro direito: o direito à uma casa, família, limites, possibilidade de recuperação e chance de reintegração na sociedade!…

                  Ou, na sua casa, é seu filho de 5 anos quem manda?… 
                  Ele estaria habilitado a dirigir? Decidir o que comer, que horas dormir, se vai à escola, ou não, se toma o remédio ruim que o médico prescreveu, ou não, o que vê na TV ou acessa na internet?…
                  Bem, em algumas famílias pode-se até dizer que são eles que realmente mandam; e “limite”, uma palavra que se encontra apenas no dicionário! Mas, acredito que esse não seja o cenário ideal para o desenvolvimento sadio deles( não apenas eu, mas a maioria dos especialistas, pedagogos e psicológos).

                  Por que então, “crianças em conflito com a lei” não teriam mesmo direito?


                  A mim parece que, uma política paternalista e permissiva com “pequenas infrações”, adotada não apenas em nosso país, venha trazer sérias e imprevisíveis consequências no futuro.


                  Impossível não linkar com os recentes episódios  de balbúrdia, depredação, saques e até mortes ocorridos na Inglaterra. 
                  O que começou com uma pequena “manifestação” furiosa, após a morte de um jovem em confronto com a polícia, acabou ganhando dimensões inimagináveis. 
                  Turbas de jovens encapuçados saíam durante a noite, aterrorizando a população de vários bairros britânicos. 
                  E, o que queriam? Lutar contra a mais tradicional democracia no mundo? Não. Apenas, locupletar-se com eletroeletrônicos, roupas de marca, bebidas e o que mais de valor pudessem levar das lojas destruídas. 
                  Jovens ricos estavam entre os saqueadores e vândalos, inclusive, um menino de 9 anos!


                  A polícia falhou em coibir precocemente o que seria “apenas uma legítima manifestação popular”. 
                  Logo essa massa de desordeiros mostrou ao mundo que, de movimento político e social não tinha nada! 
                  Faltaram limites: os limites da lei!


                  Os especialistas em educação ressaltam a importância de dar limites à criança e, deixar que aprendam a lidar com as consequências diretas de seus erros. 
                  Não foi assim que aprendemos de nossos pais?: 
                  “A sua liberdade vai, até onde começa a do outro”.


                  Nas páginas amarelas da Veja de 17/08 há uma entrevista com o psiquiatra britânico Anthony Daniels. Ele trabalhou por 15 anos com criminosos e viciados em drogas, no sistema prisional da Inglaterra. 
                  Considerado polêmico, critica intelectuais que defendem teses sociológicas e psicológicas para justificar comportamentos marginais:
                  “Negar sua( a dos infratores) capacidade de discernimento é o mesmo que diminuir sua humanidade.”


                  Em relação aos viciados em drogas que se envolvem com o crime para sustentar o vício, ele defende que, se houver recusa a tratamento numa clínica de reabilitação, que sejam presos.


                  “A maneira como vemos o vício de drogas é errada. Tratamos os viciados como vítimas, incapazes de ser responsabilizados por suas escolhas…Não existe droga tão viciante a ponto de ser impossível livrar-se delas.”

                  E na segunda-feira, 600 integrantes do MST ocuparam uma fazenda da Cutrale, no interior de SP. 
                  Em 2009, a mesma fazenda foi invadida por eles. Durante a ocupação que durou 9 dias, a sede foi depredada e destruída, pés de laranja( produtivos!) arrancados com trator, e ainda surgiram denúncias de furtos. Todas as acusações foram veementemente negadas pelos invasores, embora o vandalismo tenha sido filmado por policiais. 


                  Como num verdadeiro arrastão de manifestantes, o MST seguiu a semana ocupando rodovias federais e a sede de um outro tipo de “fazenda”: o próprio Ministério, em Brasília.


                  Ao contrário das invasões ocorridas há 2 anos, desta vez não se noticiou nenhum quebra-quebra, transcorrendo tudo, até agora, pacificamente.
                  O que mudou?…
                  Talvez o governo anterior tenha feito “vista grossa”, permitindo, digamos assim, “liberdade de ação” maior aos manifestantes. Não parece ser a mesma linha da atual administração. 
                  Dilma tem se ocupado em colocar a casa em ordem…

                  Charge do dia 19/08: Amarildo
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                    (Im) previsões do tempo

                    Postado por Laély, no dia 24-08-2011 - Categoria: looks
                    O clima em Santa Teresa, especialmente nessa época, é tão instável quanto humor de mulher em TPM.
                    Pode ser que o dia inicie prometendo Sol para, caprichosamente mudar de ideia ao meio dia, fechar a cara, ventar e esfriar logo à tarde. 
                    O contrário, da mesma forma:
                    Hoje cedo saí de casa com temperatura nos 12°C.
                    Aí, na hora de se arrumar de manhã bate aquela dúvida: o tempo vai virar, ou não?… 
                    Escola do menino e plantão no hospital não perdoam titubeios; às vezes acabo quebrando a cara: ou passo frio, ou calor. 
                    O jeito é sair agasalhada e, aos poucos, ir descascando igual cebola.
                    Hoje resolvi estrear um moletom de lacinho, há muito esquecido no fundo da gaveta, depois  que vi a Fátima Bernardes usando um colete de tricô, também com lacinho, no JN de ontem:  
                    LaçosLaços 

                    Moletom: Oh, Boy!
                    Saia: acervo pessoal
                    Sapatilha Melissa
                    Moletom de laço
                    As pernas, que saíram de casa escondidas sob meia colorida foram exibidas, depois que o termômetro passou dos 20°C:
                    Melissa de laço
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