Micos que vendem
Em:
Sessão nostalgia
Por dentro da saia de cintura alta, a bata virou blusa:


Apesar de surrada, é uma das peças que mais gosto de usar.

Em:
Rosas
Novamente, dia confuso: iniciou nublado, com muito vento mas ao meio-dia tudo mudou, inclusive, a roupa da tarde.
Na pressa, escolhi uma dobradinha infalível: Camisa de botão e calça jeans. 

Camisa bordada: Le lis Blanc
Calça bolso faca: Calvin Klein
Bolsa: Cantão
Peep toe: UZA
Essa camisa já é antiga, mas hoje teve gostinho de nova( e de uma pequena vitória pessoal): há muito guardada no fundo da gaveta, desde que engordei, hoje os botões fecharam até embaixo.

Em:
Desconectados
Estreia logo mais, a nova fase da velha novelinha teen Malhação. Como sempre, faz-se suspense em torno do que já se sabe: novos atores( às vezes, velhos!), nova direção, novo roteiro, mas tudo, com o mesmo PGI(Padrão Globo de Idiotice)!
O que me fez lembrar da antiga propaganda da Tostines e desejar perguntar ao sábio guru:
A resposta pode estar na piora da qualidade da TV, dependendo da hora do dia: é o IBOPE, quem decide o que vamos ver e ouvir.
Seriam nossos gostos pessoais, então, meras projeções da mídia?…
Não se sabe. Mas seria presunção minha achar que “descobri a pólvora”, numa conclusão tão simplista. Foi apenas um argumento retórico.
Independente do meu gosto e/ou opinião, há promessas de novidades para a novelinha da Globo:
Mas aqui, é justamente o contrário!
As salas de jantar, encontradas no Bolig Plus, exibem a mesma ideia: cadeiras desconectadas, mas que juntas podem fazer um bom papel.
Em:
Olhos coloridos
Domingo de Sol pede uma roupa mais descontraída, ainda que seja para trabalhar.
Hoje resolvi tirar do armário uma moça, preparada para enfrentar um dia como esse…
Camiseta: Redley
Legging: Lupo
Sapatilha: New Order
Mochila de lantejoulas: Cantão
Como a camiseta era meio transparente fiz uma sobreposição, deixando aparente a barra do vestidinho de malha.
O mais legal dessa estampa é que o tecido dos óculos é termossensível, ou seja, muda de cor, conforme a temperatura:


Em:
Vinha o filho ainda longe…
O filho do meio assistia com atenção a uma palestra, em DVD, quando me aproximei, curiosa.
Gostaria então que deixassem possíveis preconceitos de lado e esquecessem o Fábio, ou a Laély. Apenas, reflitamos:
Certo homem tinha dois filhos. O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, os seus haveres.
Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente. E, havendo ele dissipado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a passar necessidades. Então foi encontrar-se a um dos cidadãos daquele país, o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E desejava encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam; e ninguém lhe dava nada.
Caindo, porém, em si, disse: Quantos empregados de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome! Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados.
Levantou-se, pois, e foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, seu pai o viu, encheu-se de compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
Disse-lhe o filho: Pai, pequei conta o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.
Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um anel no dedo e alparcas nos pés; trazei também o bezerro, cevado e matai-o; comamos, e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a regozijar-se.
Ora, o seu filho mais velho estava no campo; e quando voltava, ao aproximar-se de casa, ouviu a música e as danças; e chegando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo. Respondeu-lhe este: Chegou teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou e não queria entrar.
Saiu então o pai e instava com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: Eis que há tantos anos te sirvo, e nunca transgredi um mandamento teu; contudo nunca me deste um cabrito para eu me alegrar com meus amigos; vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
Replicou-lhe o pai: Filho, tu sempre estás comigo, e tudo o que é meu é teu; era justo, porém, regozijarmo-nos e alegramo-nos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; tinha-se perdido, e foi achado.
PRIMEIRO ANO DO SITE.
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A parábola do Filho Pródigo todos conhecemos. Já preguei sobre ela centenas de vezes. Olhei-a sob inúmeros aspectos.
É minha história. É a história da humanidade. É a história de quem foi e nunca deixou de ser. É também a história de quem nunca foi mas nunca chegou a estar. Sobretudo, é a história do amor de Deus e do modo como Ele age como Pai.
Pai para quem foi e nunca deixou de ser. Pai para quem nunca foi mas nunca chegou a estar.
Hoje, no entanto, eu estava quase dormindo quando ouvi essa voz, que dizia: “Vinha ele ainda longe, e seu pai o avistou; e, correndo, o abraçou…”
O Pai não somente deixou ir e aguardou a volta… Ele viu de longe e fez o caminho de volta com o filho.
Entre o olhar do Pai e a volta para casa, existe um “ainda longe”. O Pai foi buscar o filho ainda longe. Longe de ida, longe de volta!
Em casa é que o problema começou: quem nunca foi mas nunca chegou a estar não gostou que aquele que foi e nunca deixou de ser tivesse voltado!
O Pai, todavia, só participa disso porque é Pai, mas não se deixa seqüestrar por nada e por ninguém. Quem não gostar, que não goste. O Pai, no entanto, vai longe buscar seu filho. E há um caminho que o Pai e esse filho precisam fazer só os dois.
Em casa, há muito ciúme, muita competição, muita doença.
Que bom que antes de ver os irmãos magoados, a gente pode ver o rosto do Pai.
Que bom que Ele vai se encontrar com a gente ainda longe de casa, antes que as impressões do ciúme e da inveja tentem estragar o encontro que vale: o encontro do Pai com o seu filho.
Que bom que quando quem nunca foi mas nunca chegou a estar só aparece depois que o filho quebrado havia se entendido com o Pai feliz.
Que bom que há esse “ainda longe”, pois assim tem-se tempo para chegar em casa tão cheio do amor do Pai que não se tem mais tempo e nem coração para ficar doente com o ciúme dos irmãos.
Vinha ele ainda longe… O Pai o avistou, e, correndo, o abraçou e o beijou!
Caio
(Escrito em junho de 2003)
Em:
Ideia fixa

Camisa e calça: ELLUS
Sandália: AREZZO
Bolsa: Cantão

Em:
Tudo junto e misturado
Em:
Ocupações da semana…

Ando juntando peças, como num quebra-cabeças, depois de ver o quebra-quebra no interior de um Conselho Tutelar de SP provocado por “menores infratores”. Corrigindo, e usando a entonação grandiloquente que meu filho mais novo gosta de fazer: “menores, em conflito com a lei”!

Ele estaria habilitado a dirigir? Decidir o que comer, que horas dormir, se vai à escola, ou não, se toma o remédio ruim que o médico prescreveu, ou não, o que vê na TV ou acessa na internet?…
A mim parece que, uma política paternalista e permissiva com “pequenas infrações”, adotada não apenas em nosso país, venha trazer sérias e imprevisíveis consequências no futuro.
Impossível não linkar com os recentes episódios de balbúrdia, depredação, saques e até mortes ocorridos na Inglaterra.
O que começou com uma pequena “manifestação” furiosa, após a morte de um jovem em confronto com a polícia, acabou ganhando dimensões inimagináveis.
Turbas de jovens encapuçados saíam durante a noite, aterrorizando a população de vários bairros britânicos.
E, o que queriam? Lutar contra a mais tradicional democracia no mundo? Não. Apenas, locupletar-se com eletroeletrônicos, roupas de marca, bebidas e o que mais de valor pudessem levar das lojas destruídas.
Jovens ricos estavam entre os saqueadores e vândalos, inclusive, um menino de 9 anos!
A polícia falhou em coibir precocemente o que seria “apenas uma legítima manifestação popular”.
Logo essa massa de desordeiros mostrou ao mundo que, de movimento político e social não tinha nada!
Faltaram limites: os limites da lei!
Os especialistas em educação ressaltam a importância de dar limites à criança e, deixar que aprendam a lidar com as consequências diretas de seus erros.
Não foi assim que aprendemos de nossos pais?:
“A sua liberdade vai, até onde começa a do outro”.
Nas páginas amarelas da Veja de 17/08 há uma entrevista com o psiquiatra britânico Anthony Daniels. Ele trabalhou por 15 anos com criminosos e viciados em drogas, no sistema prisional da Inglaterra.
Considerado polêmico, critica intelectuais que defendem teses sociológicas e psicológicas para justificar comportamentos marginais:
“Negar sua( a dos infratores) capacidade de discernimento é o mesmo que diminuir sua humanidade.”
Em relação aos viciados em drogas que se envolvem com o crime para sustentar o vício, ele defende que, se houver recusa a tratamento numa clínica de reabilitação, que sejam presos.
“A maneira como vemos o vício de drogas é errada. Tratamos os viciados como vítimas, incapazes de ser responsabilizados por suas escolhas…Não existe droga tão viciante a ponto de ser impossível livrar-se delas.”
E na segunda-feira, 600 integrantes do MST ocuparam uma fazenda da Cutrale, no interior de SP.
Em 2009, a mesma fazenda foi invadida por eles. Durante a ocupação que durou 9 dias, a sede foi depredada e destruída, pés de laranja( produtivos!) arrancados com trator, e ainda surgiram denúncias de furtos. Todas as acusações foram veementemente negadas pelos invasores, embora o vandalismo tenha sido filmado por policiais.
Como num verdadeiro arrastão de manifestantes, o MST seguiu a semana ocupando rodovias federais e a sede de um outro tipo de “fazenda”: o próprio Ministério, em Brasília.
Ao contrário das invasões ocorridas há 2 anos, desta vez não se noticiou nenhum quebra-quebra, transcorrendo tudo, até agora, pacificamente.
O que mudou?…
Talvez o governo anterior tenha feito “vista grossa”, permitindo, digamos assim, “liberdade de ação” maior aos manifestantes. Não parece ser a mesma linha da atual administração.
Dilma tem se ocupado em colocar a casa em ordem…

Em:
(Im) previsões do tempo
O contrário, da mesma forma:
Hoje cedo saí de casa com temperatura nos 12°C.
Aí, na hora de se arrumar de manhã bate aquela dúvida: o tempo vai virar, ou não?…
Escola do menino e plantão no hospital não perdoam titubeios; às vezes acabo quebrando a cara: ou passo frio, ou calor.
O jeito é sair agasalhada e, aos poucos, ir descascando igual cebola.
Hoje resolvi estrear um moletom de lacinho, há muito esquecido no fundo da gaveta, depois que vi a Fátima Bernardes usando um colete de tricô, também com lacinho, no JN de ontem:

Moletom: Oh, Boy!
Saia: acervo pessoal
Sapatilha Melissa
Em:
Perfil

Médica e blogueira nas horas vagas, não necessariamente nessa ordem. Adepta do "faça você mesma". Casada com um colega de profissão, mãe de três meninos, humana de 1 cachorro de pedigree com alma viralata e, de 4 gatos viralatas com alma de lordes. Um pouco de mim, simples assim.Tradutor
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