Bolo de especiarias e figo

Costumo pesquisar e fazer muita receita de internet, mas nada substitui o prazer  e encantamento de folhear um livro e comer as fotos com os olhos!

Quem me conhece, sabe que não sou ciumenta, mas se há algo em que me apego são meus utensílios de cozinha( aquela louça garimpada em feira de antiguidade, os acessórios adquiridos em viagens) e meus livros de culinária.

Alguém já me perguntou: mas você lê e faz todas as receitas? Não precisa. O simples fato de estarem ali, prontos a serem saboreados, já me apetece.

Na penúltima viagem, trouxe um livro de biscoitos. Na última, outro, só de bolos.

Dizem que aparência não é tudo, mas no caso de receitas, que me desculpem as fotos malfeitas, mas beleza é fundamental! Tem de me ganhar, logo de cara!

É o caso do livro da Joyce Galvão, “A Química dos Bolos”(Companhia da Mesa), recentemente lançado: além de fotos incríveis, muitas receitas e dicas de como fazer e não fazer.

Estreei-o com o bolo da capa, porque amo figo, é de fácil execução( nem precisa de batedeira, só misturar!) e o resultado surpreende: bolo fofinho, úmido e perfumado, além de lindo! Sem muita frescura, ideal pra acompanhar um chá, ou café!

  • Bolo de especiarias, coalhada e figo
    Bolo de especiarias, coalhada e figo
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Sopa creme de baroa com pangrattato

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Quer uma sopinha reconfortante, pra tomar neste frio?: Vai, de sopa creme de baroa com pangrata! É só fazer uma base de caldo de legumes, pra cozinhar a baroa: cebola, salsão( talo e folhas), cenoura, uma folha de louro, alho poró. Quando a batata estiver bem cozida, bater no liquidificador, com um pouco do caldo de legumes. Acrescentar creme de leite fresco, a gosto. O pangrattato nada mais é que uma farofa de pão( italiano amanhecido, de preferência). Segundo o Jamie Olivier, essa era uma forma que os italianos mais pobres inventaram, para substituir o queijo usado na finalização da pasta. Só passar o pão no processador, temperar com azeite, ervas( opcional) e pimenta do reino: levar numa frigideira para tostar em fogo baixo, sempre mexendo pra não queimar, até ficar crocante e sequinho. Servir com a sopa, mais cebolinha picada e pimenta dedo de moça.

Quer uma sopinha reconfortante, pra tomar neste frio?:

Vai, de sopa creme de baroa com pangrattato!

É só fazer uma base de caldo de legumes pra cozinhar a baroa, com: cebola, salsão( talo e folhas), cenoura, uma folha de louro, alho poró. Quando a batata estiver bem cozida, bater no liquidificador, com um pouco do caldo de legumes( o restante pode ser coado e congelado). Acrescentar creme de leite fresco, a gosto.

O pangrattato nada mais é que uma farofa de pão( italiano amanhecido, de preferência). Segundo o Jamie Olivier, essa era uma forma que os italianos mais pobres inventaram, para substituir o queijo usado na finalização da pasta do dia a dia.

Só passar o pão no processador, temperar com azeite, ervas( opcional) e pimenta do reino: levar numa frigideira para tostar em fogo baixo, sempre mexendo pra não queimar, até ficar crocante e sequinho.

Servir com a sopa ou, à parte, mais cebolinha picada e pimenta dedo de moça.

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Bolo-mousse de chocolate

Bolo, em duas camadas fofas e delicadas.

Descobri há algum tempo, que cozinhar me faz bem. Se estou triste ou estressada, se estou animada ou me sinto desafiada por uma nova receita, tudo é motivo. Mas não é um fim em si mesmo. Não é o que, mas por que, pra quem. Como típica canceriana, maior prazer é cozinhar para alguém, querido, de preferência. IMG_7526

Meio sem querer, eu umas poucas amigas começamos a nos reunir quase semanalmente, pra cozinhar e/ou comer juntas! Já foram vários jantares com cardápio variado, da entrada à sobremesa.

Antes que as receitas se percam da memória, resolvi começar a registrar porque também, outro dos meus prazeres é falar sobre comida e ensinar o pouco que sei. Eu não só dou o peixe, mas também ensino a pescar.

Direto ao que interessa, duas receitas de doce: um bolo-mousse de chocolate, com calda de caramelo e flor de sal, e brigadeiro de churros.

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Precisamos falar de…

Ele cuidava do gado de um grande fazendeiro da região. A vida era modesta mas, digna.

Certa manhã, enquanto ordenhava as vacas, armou-se tempestade.
Um raio abriu grande e profunda fenda no chão, próximo ao curral, expondo o que parecia ser uma caixa mortuária. Curioso, pulou no buraco e afastou cuidadosamente a tampa. Da fresta avistou ossos porém, algo mais chamou-lhe a atenção. Esticou o braço o máximo que pode e, alcançou seu “precioso”: um anel.
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“Afinal, aonde iremos parar?”

Era um dia frio, em Boston. O ano, 1967. A tradicional maratona a se iniciar, a 71a. Entre os participantes, uma única mulher. A primeira, a disputar uma corrida de longa distância. Até então, nada no regulamento contra, muito menos, a favor, afinal, completar 42 Km não era um feito para o “sexo frágil”. Mas Katherine Switzer não pensava, assim. Ela simplesmente queria correr e preparou-se pra isso. Treinou, com afinco e disciplina. Inscreveu-se, como “K. Switzer” e, no tão esperado dia, lá estava ela!
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