De volta…

Depois de 1 semana em viagem pelo Amazonas, onde fui conferir a enchente histórica…
Enchente histórica em Manaus
Rever o Rio Negro…
Rio Negro
Comer o tambaqui “nosso, de cada dia”( o “melhor peixe do mundo”, segundo meu caçula)…
Tambaqui assado na brasa
Visitar o Teatro Amazonas…
Teatro Amazonas
Rever parentes e amigos…
A única rede que me restou foi esta:
Na rede
Mas logo espero voltar ao ritmo normal de postagens.
Nos vemos por aqui!

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Pharmacia Granado

No fim de semana o centro do Rio muda de face, de ritmo: com o comércio de portas fechadas o trânsito, de carros e pessoas, diminui bastante. Dá para caminhar sem pressa.
É interessante imaginar que, por aquelas mesmas ruas, desfilaram nossos antepassados.

Na manhã de sábado saí, sem destino e compromisso, pela Av. Rio Branco. Fui parar na Igreja do Carmo, um dos mais antigos e belos prédios da cidade.
Descobri que a família imperial tinha seu lugar exclusivo, um camarote, logo à frente, assim como outros abastados da época. Alguns desses, generosos doadores, foram enterrados sob a nave principal, com os pés voltados para o altar. O populacho assistia à missa em pé( os bancos foram colocados posteriormente). Os negros, do lado de fora!
Ficheiro:Rio-TerceirosCarmo1.JPG
Fonte: Wikipédia

Na 1° de Março deparei-me com uma Pharmácia irresistível:
Granado da 1° de Março-RJ
Já conhecia a Granado da Rua do Lavradio, mas esta loja foi a primeira delas, num endereço histórico.
Loja Granado-Rj
Essa mistura do novo e velho é o que dá charme à perfumaria.
Granado da 1° de Março-RJ
Pé direito mais alto, enormes armários espelhados, claraboia no teto, ladrilhos no piso: entrar por aquela porta é viajar no tempo…
Granado da 1° de Março-RJ
Granado da 1° de Março-RJ
Granado da 1° de Março-RJ
Loja Granado-Rj
Loja Granado-Rj
Granado da 1° de Março-RJ
Claraboia
Quis participar desse cenário…
Granado da 1° de Março-RJ
E, quem resistiria?!
“Menos Vinícius, que está na Alemanha”. (Parodiando a mais nova febre na internet.)

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Andanças

De volta à rotina, isto é: muita correria, desde o início da semana!
Na segunda tive um probleminha técnico que impediu meu acesso ao site. Já tarde da noite a Nana Richetti socorreu-me, via Skype: só um susto! Obrigada, Nana!

Quando resolvi escrever o último post, ainda no Rio, pensei que seria algo tão particular que, talvez não interessasse à maioria. Para minha surpresa, as reações foram muitas e, calorosas: só tenho a agradecer o carinho. Como respondi nos comentários, amor e saudade não se limitam a idade, sexo, lugar…são sentimentos universais, o que talvez explique a identificação com o assunto do post.

Estava ansiosa por notícias. Infelizmente o filho ligou, justo quando não estava em casa; mas falou com a avó materna, tranquilizando a todos: viagem boa, foi bem recebido, está gostando do lugar e da família, fez amizade com outros colegas de intercâmbio, enfrentou -10°C e já começou a estudar: neste primeiro mês, imersão na língua alemã para poder acompanhar a turma, na escola de Ensino Médio.

Hoje recebi um e-mail simpático da mãe alemã temporária( nessa primeira fase e destino, ficará apenas 1 mês), mostrando entusiasmo por receber o Vinícius, descrito como um menino “cheio de vida” e com “brilho nos olhos”.
Então, apesar da apreensão e medo da saudade o coração está tranquilo, sabendo que essa experiência será enriquecedora, especialmente para ele.

Como a mãe hospedeira escreveu-me: receberemos de volta um “filho adulto”. Enquanto houver brilho nos olhos dele, as lágrimas nos meus não serão em vão.

Mas, mudando temporariamente de assunto: em nossa curta passagem pelo Rio, não poderia deixar de aproveitar a cidade. Porque, como compôs o mineiro Lô Borges:
“Te ver e não te querer
É improvável, é impossível…”
O Rio é assim: irresistível!

Cheguei a fazer um post especial sobre nossa visita ao Teatro Municipal, em junho( pena, perdeu-se na mudança do blog…). Desta vez ficamos bem perto dele, nas imediações da Cinelândia: um quarteirão bastante erudito pois abriga, além do Teatro, o Museu Nacional de Belas Artes e o Centro Cultural da Justiça Federal, a seguir:
Teatro Municipal do RJ
Andar pelo Centro é caminhar pela História: onde o Brasil começou. Mas é conviver com modernidades como o metrô e, camelôs antenados com as últimas tendências de “marketing”.
Este é o “show man” do cortador de legumes, com direito a microfone de artista:
Ambulante DJ
Os chiques dos tempos antigos circulavam por aqui.
Uma pequena confeitaria portuguesa, bem no Centro do Rio, costumava receber artistas, como Chiquinha Gonzaga:
Cavé
Além de servir doces típicos portugueses, à base de gemas e muito açúcar, um biscoito folhado que me é irresistível, mesmo em dieta:
Palmier
Mais andanças pelas lojas dos arredores, aproveitando a temporada de promoções( aliás, fiz ótimas compras!) e, uma imperdível pisada na Colombo:
Colombo
No Rio você encontra de tudo, inclusive, blogueira famosa pelas ruas…
Não estou falando de mim porque, de famosa não tenho nada, mas sim da Cris Guerra, do Hoje Vou Assim. Naquela tarde encontrei-a assim, saindo da Colombo:

A Cris é de BH, mas estava na cidade cobrindo o Fashion Rio, numa feliz coincidência.
Fiquei tão embasbacada com o adereço que usava na orelha E: um “ear cuff”, parceria dela com a Lita Raies!

Acreditem: sou muito tímida, mas depois fiquei me martirizando por não ter tido a coragem de pedir-lhe uma foto, juntas!
Confeitaria Colombo
De volta à Cinelândia, o Centro Cultural da Justiça Federal:
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
Os ladrilhos eram comuns e um, mais bonito que o outro…
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
No chão ou no teto, sempre uma surpresa agradável ao olhar:
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
Os castiçais, uma riqueza de detalhes:
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
CCJF-RJ
O vitral da entrada é imponente:
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
Mas há outro mais simples, não menos bonito, no andar superior, emoldurada pela escadaria de ferro:
CCJF-RJ
Num dos salões mais belos do CCJF, pinturas nas paredes e teto:
CCJF-RJ
CCJF-RJ
Fica até difícil imaginar o que seria viver nessa época!
Tá rindo de quê?…
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
Centro Cultural da Justiça Federal-RJ
Vale uma paradinha no café local, junto à recepção do CCJF, para saborear uma refrescante e colorida soda:
Soda refrescante no CCJF-RJ
O atendimento é ótimo e as comidinhas, também.

Voltando ao tema inicial, reproduzo aqui a letra de uma música do Milton, indicada pelo leitor Eduardo Aparecido Silva:
Meu Menino
(Milton Nascimento)
Se um dia você for embora
Não pense em mim
Que eu não te quero meu
Eu te quero seu
Se um dia você for embora
Vá lentamente como a noite
Que amanhce sem que
A gente saiba
Exatamente
Como aconteceu
Se um dia você for embora
Ria se teu coração pedir
Chore se teu coração mandar
Mas não me esconda nada
Que nada se esconde
Se por acaso um dia você for embora
Leve o menino que você é.

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Passeio pelo(s) jardim(s)

passeio
Hoje foi um dia agradável. Ainda mais pela folguinha, bem no meio da semana. 
Proponho então um passeio pelo Jardim Botânico, no Rio. 
E não esqueçam a máquina Polaroid! 
Ah, não têm?
“Seus problemas acabaram!”
Com os recursos do Pixlr.com, até uma ignorante como eu consegue efeitos que imitam fotografias antigas, como as deste post.

A mudança da família imperial portuguesa para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte, provocou uma série de melhorias no país, principalmente no Rio de Janeiro, capital àquela época.
A criação do Jardim Botânico foi uma ideia de D. João VI, registrado nesta placa, à entrada do parque: 
Placa
Esta não é a Vieira Souto, mas também, uma das avenidas mais famosas do Rio, cercada de centenárias palmeiras imperiais:
Alameda
Alameda 2
Em frente ao chafariz, uma estátua de menino:
Chafariz
Chafariz 2
O parque abriga espécies botânicas de várias partes do mundo, mas esta bromélia é nativa:
Bromélia JB
Close
E esta espécie rara é um contestadorium meninum:
Filho
Rio
Percorrer todo o parque requer tempo e preparo físico. 
Pausa para um gole d’água:
Fonte
Um descanso, sob a sombra das palmeiras?
Palmeiras
Esta é uma espécie de abacaxi ornamental:
Abacaxi ornamental
A flor quase passa despercebida, no meio dessa coroa tão exuberante:
Close abacaxi
E algumas espécies menores parecem flutuar:
Bromélia 2
Na verdade este é um exemplo de planta epífita:
Bromélia
Outra epífita, uma elegante orquídea:
Orquídea
Orquídea 2
Variedade é o que não falta:
Pequenas
Até uma florzinha, que não lembro o nome:
Rosinha
E se tiverem sorte, podem até encontrar um esquilinho arisco, escondido entre as árvores:

Pretinho

Ops! Mas isso não é esquilo!
Parece-me familiar…
E este não é o Rio, mas o Rio Doce, em Colatina-ES:
Rio Doce
E as imagens, a partir do abacaxi ornamental, não foram tiradas no Jardim Botânico, mas em volta desta casa, quase engolida pela mata…
Telhado
A minha.
Não precisa ir tão longe, para belos instantâneos.
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Inspiração asiática

Continuando a brincadeirinha de adivinhação, mais outro lugar do Rio. 
Conhecem este dragão?:

Vista Chinesa_RJ

E a vista: mais familiar?

Vista Chinesa_RJ

Cercada pela floresta da Tijuca, a Vista Chinesa é um dos pontos privilegiados do Rio:  
Ficheiro:Vistachinesa5.jpg
(Imagem: dAqui)

O tempo não ajudou e o céu ficou fechado, durante nossa visita.

Eu sempre achei que esse menino era iluminado…

"O iluminado"

Apesar de afirmar que não liga pra roupa, a camiseta com estampa de um outro “iluminado”, versão Mad, foi escolha dele:

Vista Chinesa-RJ

Falando em estilo, o look de hoje tem inspiração oriental:

Peep toe e detalhe de bolsa

A bolsa de mão florida, de cetim e alça de acrílico, fez um mix com a estampa do vestido: 

Peep toe e detalhe de bolsa

Hoje, só para variar um pouco, de trás pra frente, como escrita japonesa:
Inspiração orientalInspiração oriental

Óculos: Ray Ban
Vestido: Dress To
Bolsa de cetim: acervo pessoal
Peep toe: Ferrucci

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