Precisamos falar de…

Ele cuidava do gado de um grande fazendeiro da região. A vida era modesta mas, digna.

Certa manhã, enquanto ordenhava as vacas, armou-se tempestade.
Um raio abriu grande e profunda fenda no chão, próximo ao curral, expondo o que parecia ser uma caixa mortuária. Curioso, pulou no buraco e afastou cuidadosamente a tampa. Da fresta avistou ossos porém, algo mais chamou-lhe a atenção. Esticou o braço o máximo que pode e, alcançou seu “precioso”: um anel.
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“Afinal, aonde iremos parar?”

Era um dia frio, em Boston. O ano, 1967. A tradicional maratona a se iniciar, a 71a. Entre os participantes, uma única mulher. A primeira, a disputar uma corrida de longa distância. Até então, nada no regulamento contra, muito menos, a favor, afinal, completar 42 Km não era um feito para o “sexo frágil”. Mas Katherine Switzer não pensava, assim. Ela simplesmente queria correr e preparou-se pra isso. Treinou, com afinco e disciplina. Inscreveu-se, como “K. Switzer” e, no tão esperado dia, lá estava ela!
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Dicas de carnaval

Se você, como eu, detesta carnaval, enfrentar estradas perigosas e frequentar praias lotadas, nesse feriadão, aproveite as dicas a seguir!
Ando sumida daqui, mas no Facebook, bastante ativa. Quem quiser, pode me procurar por lá!
Tenho compartilhado alguns textos. Se me ajudaram, de certa forma, tenho certeza que poderão ajudar a mais alguém:
O poder e o peso da clareza” e “Quando o reboco começa da cair“, do blog de um brasileiro radicado em Berlim: Pensamento Livre, de Gustl Rosenkranz.

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“Começar de novo…”

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”, assim começa o terceiro capítulo de Eclesiastes, onde Salomão descreve a dinâmica da vida: buscar e perder, chorar e rir, prantear e dançar, falar e calar…
Faltou acrescentar: “tempo de confundir e tempo de esclarecer”. “Tempo de machucar e tempo de sarar a ferida”.
Por isso, recolhi-me. Calei-me, esperando as palavras certas, no tempo certo brotarem. Mas andam escassas; ou talvez não haja “palavra certa” pra definir, explicar certas coisas. Resta-nos usar as que sobram, torcendo para que, com sabedoria e sensibilidade saibamos escolher as melhores.

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“Cinnamon rolls” pra te fazer feliz!

Daquelas propagandas que chamam a atenção, essa, do Pão de Açúcar, com a Clarice Falcão:

Não é um produto que se vende, ali, mas, uma ideia: de que somos os maiores responsáveis pela nossa felicidade, de que podemos( e devemos!) interferir, agir, assumir-nos donos do próprio destino. Ficar de braços cruzados, esperando que um Chapolin Colorado venha nos salvar é cilada, um convite à frustração.
Atitudes simples podem mudar a vida, o entorno, torná-la mais leve.
E a perguntinha básica da música chiclete pode parecer boba mas, não é. Antes, um exercício de autoconhecimento:
O que faz você feliz e, você feliz, o que é que faz?
Parou, pra pensar?:
Quando, a última vez que deu gargalhadas( sem preocupar em parecer ridículo!) relaxou, gozou, gritou de excitação, deu pulinhos, fez dancinha, fechou os olhos e, sorriu por dentro…
Que ocasião foi isso, há quanto, quem, ou o que provocou?…
Porque felicidade não se resume num momento, euforia, ou devaneio. Antes, sim, uma atitude e compromisso em relação à vida e ao que nos traz, de bom e/ou ruim.
Você pode estar triste e, ser feliz. Pode estar alegre e, ao contrário…Pode se sentir feliz, em fazer alguém feliz e, ao contrário, de novo…quando estamos bem, como é mais fácil fazer com que os outros também se sintam!…
É simples, mas não é fácil, como se costuma dizer.
Então, proponha-se esse pequeno exercício:
“O que me faz feliz e, feliz, o que faço?”
É diferente, pra cada um. Pessoal, intransferível!
Eu, por exemplo, viajo numa música que me toca…na lembrança de um momento especial…sorrio, quando minha gatinha vem aninhar-se aos meus pés…converso numa linguagem infantil com ela, quando lhe acaricio a barriguinha peluda…sofro e me canso, numa corrida de longa distância, mas abro um sorriso, de orelha à orelha, quando ultrapasso a linha de chegada…
Assim, uma das ocasiões em que me defino “feliz”: ora corpo suado, molhado, esforçado num treino ou prova, ora coberto de trigo, à beira do balcão da cozinha, fazendo pão, ou outra receita gostosa…
Sovar a massa, esperar que levede, moldar pãezinhos como quem esculpe uma Pietà, depois, vê-los corar ao forno, como se fossem corpos de mulheres gostosas bronzeand0-se na praia de Ipanema…E o perfume, que invade a casa?…
Felicidade tem cheiro?
Tem. Muitos! Cheiro de pão, um deles! Mas pode ser cheiro de mato, cheiro de gente( uma “gente”, em especial…), cheiro de capim gordura( no caso do meu gatinho, que costuma embrenhar-se no mato)…

Quem me conhece um pouco sabe que me faz feliz falar de comida, de cozinha, trocar receitas, dicas…
Fez-me feliz fazer esta receitinha de “cinnamon rolls de um site que, só de olhar as fotos, ler o texto delicioso que a Paula escreve já levanta o astral de qualquer mortal!
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(Foto: “The Cookie Shop“)

Meus rolinhos de felicidade, sem fondant:
CInnamon rolls
Isto é panificoterapia!
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Massa levinha, que desmancha na boca!
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Tá esperando o que, pra ser feliz?!

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