Minha sala no de(couer)ação

Toda história tem seu começo e a do Sala da La, uma estreita relação de paixão pelo universo dos blogs de decoração e crafts. Dentre eles, o de(couer)ação foi referência desde o primeiro clique.

Aqueles que nutrem a mesma paixão sempre têm alguma história pra contar, sobre como a blogsfera ajudou-os a mudar a visão do mundo à sua volta, ampliando-a, colorindo-a. Comigo, não foi diferente. 
“Informação é poder!”
A afirmação acima não saiu da boca daqueles (irr)responsáveis pela quebra do sigilo fiscal da filha de Serra, por coincidência, todos, ligados ao PT e à campanha de Dilma( Ops! Perdão pela nota política mas, não resisti!…); quem falou, foi um personagem da ficção: Dr. 
House, quase um guru de auto-ajuda!
Realmente, não discordo do personagem da ficção:
Quando acessamos boas fontes de informação, encontramos subsídios que nos ajudam a empreender as transformações que desejamos para melhorar nossa qualidade de vida.
E é por isso que muitos, como eu, “perdem” tanto tempo viajando pela internet. Mas, como diria Bertrand Russel: 
“O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido.”
Parafraseando aquele conhecido ditado:

“É vendo e aprendendo”…
E foi algo surreal, ver uma parte da minha casa no de(couer)ação esta semana, endereço onde costumo ver e aprender com o (bom) exemplo de outros.

Hoje queria apenas registrar essa minha satisfação e dizer que continuo por aqui…
…Observando, aprendendo, aplicando, mudando, porque:


“Na vida a única coisa constante são as constantes mudanças.”
(Leandro Cassio da Silva Barros)

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Do mundo virtual para o real…

Quando comecei o blog, espelhei-me no exemplo da Vivianne Pontes que sempre fez um trabalho sério e ético no Dcoração. Até hoje, a blogueira e o blog continuam sendo inspiração para mim.
Nem imaginava que algum dia nos tornaríamos amigas virtuais, dessas de trocar e-mails, vez em quando, e outras coisinhas mais…Muito menos, que sairia em matéria de jornal, justamente ao lado dela, motivo de honra pra mim:

A jornalista Leila Gapy, do jornal Cruzeiro do Sul de Sorocaba fez uma matéria sobre como a internet poderia ajudar com boas ideias, na hora de decorar a casa.
A Sol, do
Arty Patch foi quem deu o alarme, no dia em que blogs de decoração viraram notícia na cidade dela.
Por aqui a vida real não tem glamour de “famosidade” mas a gente inventa, de vez em quando...

Bota e colete
Camisade malha: ELLUS
Colete: Redley
Calça jegging: Missbella
Bota cano alto
Bolsa: ELLUS

E a celebridade vem estampada na camiseta:
I love Milckey!
E o glamour, nos pés:

Tênis com lantejoulas
Camiseta e alfaiataria
Camiseta: ELLUS
Bolsa Cantão
Calça alfaiataria
Tênis com lantejoulas

Com direito a variação:
Bolsa e chapéu

Chapéu e bolsa
E a mais nova celebrity-cat da casa:

Nina
A vida não tem sido dura para ela…

Cafuné
Com direito a cafuné e almofada exclusiva, antes, a preferida do Pingo:
Nina e a almofada de chita
E alguém pode estar se perguntando:
-E o Pingo, por onde andaria?…

Podem ficar tranquilos pois ele só foi dar a sua voltinha matinal. Nina que o aguarde…
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O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?


Woman’s Day

Assistindo à TV paga, na quarta à noite, uma das propagandas chamou-me a atenção:

A voz, que parecia ser de Gilberto Gil, recitava um poeminha daqueles de rimas simples, não simplórias, descrevendo uma sucessão de imagens de apelo emocional, não piegas.

A campanha já é antiga mas, novidade pra mim, já que não temos supermercados da rede Pão de Açúcar por aqui.

A agência de publicidade responsável está de parabéns! Fui atingida, em cheio! Objetivo, alcançado: convencer donas de casa e mães de família, futuras clientes fiéis, que é melhor comprar num supermercado que pensa…na felicidade da família!

Exageros à parte, o comercial é perfeito!

Fiz uma busca na internet e descobri um outro, com Seu Jorge e este, na voz de Arnaldo Antunes, que aprendi a admirar.

Quem não conhece, dê uma olhadinha e depois a gente continua…
Posso até não deixar transparecer, ainda que, de vez em quando tenda à lamuriações por aqui, mas estou numa fase, meio “borocoxô”.

Tento “pollyannizar” lembrando o livro, versão kid e moça, lido e relido na adolescência.
Lembro também da frustração que sentia, após empreender tanto esforço procurando “ver sempre o lado bom das coisas”, mesmo nas piores, tentando praticar o tal “jogo do contente” e, mesmo assim, simplesmente não conseguia ser como aquela menina positiva da ficção!
O tempo passa e acabamos descobrindo que Pollyanna é apenas mais uma daquelas idealizações, que apontam para nossas fragilidades e limitações: não somos mais bonitos, nem mais inteligentes, nem mais felizes que ninguém, em especial.

Ok. Também não precisamos exagerar e sair, do otimismo irreal de Pollyanna para o pessimismo surreal de Kafka!

Mas, “sou brasileira e não desisto nunca!” Começo o dia, recitando o mantra do LAR( Lamuriadores Anônimos, em Recuperação):


-Só por hoje, eu não vou reclamar.

-Mais um dia, e: proponho-me a valorizar pequenas coisas, que me trazem grandes prazeres.

Alguém aí, precisa engrossar o coro?!…

Neste exercício, de podar a erva daninha do pessimismo que teima em crescer no campo das ideias, até que comecei o dia bem, na quinta: lembrei de pequenos detalhes, porém, importantes o suficiente para me fazeram sorrir, esses dias.

*Na quarta fui “resgatar” o filho do meio em Vitória, longe de casa, há 1 semana. (O mais novo pediu arrego e voltou pra casa, antes.)
Andamos pelo Shopping, de mãos dadas, coisa que ele não fazia, desde que era “criança pequena, lá em Barbacena”!
Perguntei-lhe, se não sentia vergonha de andar daquele “jeito”, com a mãe. Respondeu, tranquilamente: “não”. Mas tratou de emendar, com um sorrisinho maroto: “não tem nenhum conhecido meu, por aqui!”
Seguimos rindo, mas ele continuou segurando a minha mão e, sendo paciente, cada parada que eu fazia e, ouvindo comigo o cd que eu acabara de comprar e, dizendo que eu não precisava mais comprar cd, porque ele poderia gravar pra mim…

*Semana que vem é o aniversário, desse garoto: faz 16 anos.
Quer ele mesmo fazer a janta, aceitando minha ajuda, desde que o cardápio não inclua carne! Também, não quer nada que lembre festa de aniversário, como o bolo do parabéns.
Repetindo, aquele dito popular:
“O que ele me pediria rindo, que eu não faria chorando?!”
Só se for, de alegria: pelo orgulho que sinto dele!

E, se isso não for motivo pra deixar alguém feliz, eu deveria ser malhada como Judas, em praça pública!


*Além do menino, fui buscar em Vitória uma encomenda que minha mãe mandou, lá de Belém.

Segundo Calvin(Calvin e Haroldo), “os melhores presentes não vêm em caixas.”

Não, neste caso: a caixa de isopor, repleta de polpa congelada de açaí, cupuaçu e bombons de cupuaçu, carrega também o carinho de mãe e irmã, que moram longe.

*Ainda numa caixa, chegaram esta semana presentes de 2 amigas queridas:
Cynthia, do
Fala Mãe!, mandou camiseta personalizada com passarinho, latinha vintage com caramelos, chaveirinho digital e fita adesiva de cupcake. Um kit de fofuras!
Rosana, do Amém…, mandou-me um livro especial:

*Quando levanto na madrugada de quinta para trabalhar, quem sempre me acompanha e desce as escadas “conversando” comigo é o gatinho, embora não interrompa o seu café da manhã para despedidas.
Tudo bem: não posso exigir-lhe tanto.

*Quem costuma acordar, só pra me dar um abraço de despedida é o pequeno.

Então, pego minhas coisas, entro no carro e…”Pela estrada afora eu vou, bem sozinha…”

*Coloco pra tocar, o cd de Ná Ozzetti.
Entre os vários prêmios conquistados como cantora, em 2000 r
ecebeu o de Melhor Intérprete do Festival da Música Brasileira(Rede Globo) com a música Show, de Fábio Tagliaferri e Luiz Tatit.

E, enquanto chego ao meu destino final, Ná chega ao clímax do cd, interpretando a música tema!

Canto junto e me emociono com a interpretação dela:

É só uma voz
A minha voz
Sem coral
Cadê o coral

Cantava aqui
Estava aqui
Cadê o pessoal

A música avança
Lança
Em mim
Um gelo geral, solidão

É só uma vez
A minha vez
De fazer
O solo final

Eu entro aqui
Eu entro em mim
Voz principal

Solei, solei
E um coro virtual
Eu ouvia anunciando sem dó
Sou eu, e só

E assim eu refiz meu caminho
Com voz e com muita emoção
O coro virtual eu troquei
Por um vigoroso violão

E quem sonhou
Sofreu, chorou
Pode fazer de uma só voz
Um show

Pode não ser
Um mega show
Um festival com multidões
Mas quem chorou
Já tem na voz
Um show

Ok. Na quinta quem dá o “show” sozinha, sou eu. Seria algo como, “No Limite”: 24h de plantão!
Mas tento começar animada, embora saiba que vou acabar acabada, mas a “gente vai levando, vai levando…”

Faço um esforço para, no outro dia cedo, dia de mais correria, relembrar o “mantra”.
Porque há certas “coisas”, como as que citei, que não têm preço. Para todas as outras, existe cartão de crédito(citando outro comercial famoso)!

Daquelas coisas debitáveis em cartão de crédito, que me fariam abrir um sorriso, eu escolheria:
Um sapatinho, que me fizesse sentir como princesa…
The Storque/Etsy Handmade Blog

Broches, presilhas, anéis, pingentes fofos do minifanfan:
Anel de gatinho, vintage:
FFFFOUND!

Babushcups:
Neatoshop

Babushcamera:


Jarra e copos coloridos:

Suporte vintage para celular:
Etsy

Pra ninguém ficar triste, chupando o dedo, algo desejável e manufaturável:


Ops! Mas, esperem aí!
Aonde vão, com tanta pressa?!

Galeria pública de Shelly no Picasa

Uma festa é sempre por um motivo feliz.
Após alguns meses esperando por isso, ontem, enquanto fazia este post, o blog chegou aos 1000 seguidores.

Taí, uma coisa que me deixou feliz, principalmente porque pode ser um rito de passagem. Espero que seja um sinal de amadurecimento.

Taí: tenho me esforçado pra mostrar aqui, sempre algo relevante. Ao menos, algo que possa fazer o dia de quem lê, mais feliz. Não sou o Pão de Açúcar, mas eu tento…
uúte
Então, diga aí:
O que faz você feliz?
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"Celebrity day"

Pois, é! Confesso que titubeei, fazer mais um post seguido, sobre mim.( Onde estaria a “tímida”, descrita na entrevista para o blog revista.AG?!…)

Mas, não dá pra dissimular e fazer cara de tédio: seria um domingo completamente normal pra mim, não fosse a matéria de capa, na revista.AG, suplemento dominical do jornal A Gazeta, aqui do estado:

sala da la na revista.AG

A Carol Scolforo mostrou alguns blogs de temática feminina, e o sala da la abriu a reportagem.

O enfoque da matéria era mostrar os laços de amizade que se formam nos bastidores, através dos comentários.


Foram 5, os blogs destacados, traçando-se um perfil resumido de cada um e, de suas autoras, entre eles: o
Rainhas do Lar, nosso conhecido, o Nãoresisto!( com as meninas, que enfeitaram a capa), Mães Mothernas e A Vida Secreta (além do meu, é claro!).

Como a Carol pediu que lhe mandasse foto de um de meus encontros virtuais-reais, a publicada foi esta qui, com a Cynthia, do Fala Mãe:
Comadre virtual...
Esse encontro foi relatado, aqui.

Àqueles que desejarem, a parte da matéria relativa a este blog poderá ser lida, acessando o meu Flickr.

Não é festa de Oscar, mas gostaria de fazer um agradecimento à Luciana, jornalista que deu um empurrãozinho, sugerindo meu nome para essa matéria. ( “Obrigada, Lu! Principalmente, pela sua torcida, nos bastidores!”)

Claro que, os primeiros a quem mostrei o jornal, foram os homens de casa.

Ao menor, perguntei, brincando:

-Quer levar o jornal pra escola e mostrar que sua mãe saiu na revista?


Ele respondeu, dispensando:

-Não. Esse negócio de virar “celebridade” pode trazer problemas…

Tive de rir.

Então, minha vida de celebridade-relâmpago, durou menos que a de um ex-BBB:

Até aqui, foi esta, a única novidade do domingo. Mas, como não quero perder a chance de aproveitar meu minuto de fama, darei uma de estrela, descrevendo resumidamente o meu dia:

O quintal anda meio largado, assim como a casa, porque a “celebridade” não tem tido muito tempo, pra cuidar dessas coisas.
Apesar disso, a natureza é generosa e presenteou-nos com flores. Selecionei aqui, só as de tom rosa:

Os pés de manacá da serra parecem grandes buquês, quando floridos!
Manacá da serra florido
Esta pequena orquídea dá o ar de sua graça, apenas uma vez por ano:
Mini-orquídea
E, na entrada de casa, uma outra dupla bem vestida:
Orquídeas
A camélia é uma flor temperamental. Temos um pé, à frente de casa, que parece estagnado, faz tempo! Na última semana, ele resolveu dar um recado, de que está “vivinho da silva”:
Camélia mesclada
Uma única camélia, mesclada.

Não dá para competir com as flores, em graciosidade e beleza; ao menos, podemos encontrar inspiração nelas:
Elegi como base o tom rosa e ontem, resolvi estrear minha sandália Melissa, by Vivienne Westwood:
Melissa pin'up

Ops!
Mudei de ideia: “pin’up” demais, pra quem teria de passar pelo hospital.
Troquei, por comportados( e de salto, mais confortável) sapatinhos de boneca, da Ferrucci, mantendo o tom:

Sapato boneca
Cabelo desgrenhado pela manhã é devidamente contido, por uma faixa florida:
Roupa de domingo
Um acessório pouco comum na cabeça não permite inventar, nos complementos: camiseta Hering, calça jeans básica, Ellus, bolsa jeans e camurça, Cantão.

Antes do compromisso, um outro:
“O que é, o que é?
Uma bolinha branco-laranja, rolando pela grama?”

O que é, o que é?...
“Pingo, tomando o seu banho de Sol matinal.”

Pausa, para uns afagos e brincadeiras, com o gatinho mais amado da casa.

Depois do trabalho no hospital, mais, em casa:
O almoço do domingo é por minha conta.
Ainda bem, que posso escolher algum complemento na horta:

Fazendo a feira...

Catei alface, rúcula e rabanetes para uma salada básica. As folhinhas de endro, foram usadas para temperar o peixe: truta salmonada, grelhada.

Motivo de orgulho, são os temperos que a nossa horta tem produzido:
Feira do domingo
Sálvia, hortelã, orégano, manjericão, tomilho( além, de: salsa, cebolinha, alfavaca)

Enquanto aprontava o almoço, preparei um pão de fubá para o início da tarde:
"O pão nosso de cada dia"...

Explicação da receita, neste post aqui.

Pra não dizer que não descansei, dei-me ao luxo de tirar um cochilo de 20′, fim da tarde.
Depois: passeio com o cachorro. Volta, toma banho, vai à igreja, janta com a família e, pra encerrar a noite, com chave de ouro: consegue dormir, na melhor parte do episódio de Dr. House( eu deveria estar muito cansada, mesmo!).
Pra vocês verem: de celebridade, não tenho nada!
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Eu, na AG!

O sábio Millôr Fernandes, humorista, escritor, filósofo, desenhista, polemista…chegou à seguinte conclusão:

“Não ter vaidades é a maior de todas.”

Para um ser introspecto como eu, falar de mim mesma é um tanto constrangedor, mas, quando é por um motivo bacana como a divulgação do blog, hipocrisia seria subvalorizar e não divulgar…

Tirei do fundo do baú esta imagem, brincadeira que a amiga virtual Myrian Rovida, tão simpaticamente montou e mandou pra mim, para ilustrar o momento “celebridade da casa”:
Não custa sonhar...
E, quem não sonha com reconhecimento?!

Meu sogro, um homem sábio e culto, costumava dizer que há diferença entre sucesso e prestígio:
Sucesso pode ser instântaneo e não depender do seu talento e esforço.
Prestígio é construído. É consequência.

Sabendo disso, busco prestígio. Sucesso, se vier, depois do primeiro! Quero respeito e não, glamour!

Mas, realidade virtual pode ser divertido…

Topei uma brincadeira e fiz pose para a manchete:
“BLOGUEIRA FAMOSA É FLAGRADA POR PAPARAZZI, CURTINDO A SERRA GAÚCHA!”
Brincando de celebridade...
Foto-montagem, no Parque do Caracol, em Canela.
(O passeio foi real!)

Pra que, tanta demonstração de vaidade e auto-rasgação de seda?!…
Só pra decontrair, disfarçando a timidez, e avisar, que:

Falo de mim, falo do blog, de um jeito que talvez, nunca tenha falado por aqui!…

Quem? “Cuma”? Aonde?!…

Aqui, no blog revista.AG!

Que fique, bem claro: não é a revista G Magazine! Mas sim, o braço virtual da revista.AG, caderno de domingo do maior jornal, aqui do ES: A Gazeta.

E, tem dobradinha: no domingo, outra matéria sobre blogs sairá, na própria revista.AG! E eu, de novo lá, apresentando-me aos capixabas!
Aceito torcida organizada, ok?
Prestigiem-me, não tenho vaidade nenhuma em lhes pedir isso!

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