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Sala de estar

Postado por Laély, no dia 18-05-2012 - Categoria: iluminação,salas - 11 Comentários

Projeto apaixonante, literalmente, pra encher de paz e amor o fim de semana:

Imagens: EM Designers Interiors( by Emily Mughannam)

Made by Girl( a “girl”: Jen Ramos)

    Votando às origens

    Postado por Laély, no dia 01-02-2012 - Categoria: almofadas,assoalho,banquinhos,Quartos,salas,vintage - 16 Comentários

    Outro dia o caçula “acusou-me” de dar mais atenção ao Facebook, que ao blog.
    Nego! Distanciei-me dos dois, indiscriminadamente, por falta de tempo. Mas, sabe aquela mãe que trabalha fora e não esquece do filho, em casa? Essa, não sou eu!…
    O blog completou 3 anos de existência(quase um adolescente, nesse meio virtual!), no último dia 29. “Fez aniversário e a mãe, nem lembrou!”: renderia título de filme melodramático.
    Embora admita falhas, já passei da “fase estressar”: dou conta do que posso e, sei que me esforço para tal. Mas nesses 3 anos, passei por muitas:
    Fase do coelho- produzindo freneticamente, às vezes, postando até mais de uma vez por dia.
    Fase da angústia existencial-”será que sou visível na blogsfera?”
    Fase da insegurança-”não sou tão bom quanto fulana…”
    Fase da culpa-”não dou conta!”
    Fase da aceitação-”Devo, não nego. Pago, quando puder!”(Não sei, se seria um sinal de “maturidade virtual”.)
    Espero nunca chegar à “fase de acomodação”. Manter um blog atualizado é trabalhoso, só não justifica “deitar em berço esplêndido” e, relaxar.
    Então, mesmo que atrasado, enquanto houver inspiração para inspirar: vida longa ao blog! ( E a todos que nos inspiram, todos os dias! Amém!)

    Falando em inspiração, casa e decoração há tempos não apareciam por aqui. Voltemos às origens:
    O que chamou minha atenção esses dias foi um aconchegante hotel, com cara de casa, no centro histórico de Lisboa:
    Baixa House, via Remodelista.
    O prédio é do Século XVIII, construído logo após o terremoto que devastou Lisboa, em 1755.
    Ficheiro:1755 Lisbon earthquake.jpg
    “Gravura em cobre de 1755 mostrando Lisboa em Chamas e o tsunami varrendo o porto.”

    Recentemente passou por uma reforma que lhe deu ares contemporâneos, preservando o charme histórico da edificação.
    São 2 a 3 apartamentos por andar, com: sala, quarto, cozinha e até varanda. Cada um, tem nome de jardim.
    A decoração é simples, despojada: mistura móveis garimpados em mercado de pulgas com peças de design. Há também detalhes do artesanato e cultura portuguesa, como azulejos e tapetes de tear.
    Gostei do frescor dos quartos: muita luz natural, paredes e piso de madeira claros, almofadas e tapetes coloridos, papéis de paredes floridos de inspiração vintage, enfim, uma mistura elegante.

    A seguir, um “sneek peek” pelos apartamentos(para mais detalhes, fotos e informações, visitar o link do hotel):
    “Apartamento Belem”


    “Fronteira”

    “Alorna”

    2° piso-”Estrela”



    “Jerônimo”


    3° piso-”Necessidades”



    4° piso-”Eduardo VII”


    “Gulbenkian”


    5° piso-”Príncipe Real”


    “Ultramar”


      Parede enquadrada

      Postado por Laély, no dia 04-10-2011 - Categoria: paredes,salas - 0 Comentário
      Às vezes você quer inventar, pintando uma cor diferente ou aplicando um papel de parede extravagante, mas tem medo de não dar certo. A solução pode ser “limitar” a ousadia.
      A ideia não é original, mas vale mostrar:
      Enquadrar o espaço a ser modificado e destacá-lo, dessa forma. 
      Na sala acima, a moldura na parede comportou todo o sofá.
      (Por excesso de cansaço e completa falta de ânimo, o look de hoje acumula para amanhã.)

        Casa escandinava

        Postado por Laély, no dia 24-08-2011 - Categoria: casa de artista,cores,cozinhas,decoração,Quartos,salas - 0 Comentário

        A casa de An-Magritt Moen, Romantisk Retro, é do século 19.
        Apaixonada por design de interiores e rehab de móveis, conseguiu montar um ambiente acolhedor, para ela e a família:

        A sala é de tons neutros, como nas listras do tapete.
        A mesa rústica ganhou rodízios.
        Neste outro ambiente, a antiga mesa teve os pés cortados e instalados rodízios, para ficar na mesma altura do sofá:
        A prateleira em L apoia ilustrações e fotos de família.
        Uma Tolix, cadeira vintage de design francês, acompanha o piano.
        No quarto, suaves tons de lavanda:
        E o bufê antigo ficou mais colorido, sem precisar de pintura:
        O meu ambiente preferido, numa casa:
        Adorei as pinceladas de turquesa, em diferentes tons!
        Saudação, na entrada:

          Acredita em fada madrinha?

          Postado por Laély, no dia 14-06-2011 - Categoria: decoração,dicas de programas,paredes,quadros na decoração,renovação,salas,salas de jantar - 0 Comentário
          Desde que surgiram, programas que promovem transformações( makeovers) viraram febre na TV, inclusive, com adaptações tupininquins. 
          Na onda das transformações pessoais entraram até os apresentadores do Fantástico:
          O sucesso é sinal inequívoco de que nossas necessidades estão cada vez mais específicas e especiais: há programa para colocar em ordem sua vida financeira, afetiva, sua geladeira, seus armários e closets, seus filhos birrentos e indisciplinados, sua casa, seu casamento, seu carro, suas rugas na cara e dentes desalinhados…enfim, uma versão moderna e globalizada de “fada madrinha”. Mas, não se anime tanto: isso também demonstra nossa inabilidade em dar conta de tudo.

          Particularmente não sou fã dos “excessos criativos” de um dos mais famoso deles, o “Extreme Makeover”, apesar de admitir que o “chororô” coletivo ao final de cada episódio seja contagioso.

          Gosto mais das lágrimas que o Esquadrão da Moda ( What Not to Wear) provoca: aquelas de riso. Desde a época das britânicas Trinny&Susannah, que usavam de ironia fina para alfinetar suas “vítimas”, até o humor mais rasgado dos americanos, Stacy&Clinton. Sem falar nos verdadeiros “milagres” que eles conseguem promover, além da visível melhora na autoestima de quem participa, por mais duras que as  observações do casal de especialistas possam parecer, a princípio.

          Embora seja difícil acompanhar os episódios, por vezes me pego pensando se teria coragem de participar de um “reality show” como esses. Você teria?…

          A craft-designer, blogueira e autora de livro Joy Cho, sim. 
          O resultado de expor um pouco da sua casa e estilo pessoal valeu a pena. Impressiona!

          Joy pediu ajuda à designer Emily Henderson, do programa da HGTV, Design Star( não transmitido no Brasil), para dar uma repaginada na casa em que vive com o marido, Bob.

          Em seu blog, Oh Joy!, ela conta detalhes dessa transformação, a começar pela sala, que era assim:

          De cara percebe-se que Joy tem estilo e bom gosto, investindo em quadros de ilustradores, peças de design e móveis de inspiração vintage, como pés palito e as cadeiras Eames:

          Secrets-from-a-stylist-hgtv-single-malt-nouveau4

          Emily manteve móveis e objetos, fazendo uma rearrumação. 
          O toque dramático ficou por conta da aplicação do papel de parede com flores douradas, produto da loja de Joy:
          Secrets-from-a-stylist-hgtv-single-malt-nouveau19
          O baú, ao lado do sofá, virou uma estilosa mesa de canto( mas esse truque a gente já conhece, né?).
          Amei o bufê cinquentinha, além do tapete azul e pufe dourado!

          Secrets-from-a-stylist-hgtv-single-malt-nouveau21

          Os quadros ganharam destaque e uma nova disposição na parede:
          Secrets-from-a-stylist-hgtv-single-malt-nouveau22
          A sala de jantar foi pintada num suave tom de azul:
          Os vasos em forma de cabeça migraram da sala de estar para a mesa de jantar( ver a primeira foto).
          Secrets-from-a-stylist-hgtv-single-malt-nouveau23
          AFTER dining_room2
          Colocaria minha casa à disposição, de olhos fechados, para transformações como essa! 


          Mais fotos do antes e depois, no Flickr de Joy Cho.

            Mistura eclética

            Postado por Laély, no dia 06-09-2010 - Categoria: casa de artista,cores,mesas de apoio,poltronas,salas - 8 Comentários
            Quando alguém não sabe definir bem o próprio estilo costuma justificar, apelando ao “eclético”. Tadinha! Mal usada, a palavra passou a significar “falta de estilo”.
            Eclética é o que se poderia chamar esta família e a casa que montaram juntos, em Paris:
            Pan é de origem chinesa, Myrian é belga. Os dois, ligados às artes, têm 3 filhos e criaram uma oficina de artes para crianças, além de uma marca de produtos que vai, de roupas infantis à acessórios para casa, a Petit Pan.
            A miscigenação cultural e racial acabou se refletindo na decoração da casa: um universo lúdico de cores e magia que privilegia as crianças, sem cansar os adultos…
            Sur le canapé multicolore de cette pièce à vivre : Pan et Myriam mais aussi leurs enfants Pablo, Émilie et Théo.
            Minha sala e cozinha não são nada, comparadas a esta casa! Mas, como Myrian e Pan entendem do assunto, fico feliz em tentar aprender com eles. E exercito-me observando cada detalhe, como esta sala:
            Un jolie coin de salon avec un canapé et des poufs-tables basses aux couleurs vitaminées.
            Sofá de veludo chinês multicolorido, lanternas em forma de nuvens, banquetas de cores flúor que lembram gomas de mascar e aquela porta azul turquesa, que parece se abrir para o céu…
            A influência escandinava da mãe, nota-se pela prevalência do branco em todos os ambientes, o que dá uniformidade à decoração, apesar da mistura de cores.
            O espelho da sala foi encontrado nas ruas de Florença e ganhou pintura branca( até o lixo deles é incomparável ao nosso!…rs):
            La pièce à vivre avec des lampes comme des nuages où l'on se prend à la rêverie.
            A sala tem uma enorme estante aberta, com nichos onde se guarda de tudo.
            Reparem também na mesinha redonda, de pés coloridos.

            Continuando pela cozinha, as cadeiras vintage acompanham a mesa simples de madeira, coberta por toalha plástica listrada:

            La cuisine du rez de chaussée fait aussi office d'atelier créatifs pour les enfants.
            Destaque para a luminária articulada sobre a mesa.

            E o “quarto dos pirras”, como costuma definir a Vivianne, parece mais um playground que lugar de descanso:
            La chambre de enfants, une cabane sert d'espace de couchage, de rangement et de jeu.
            Uma das luminárias da Petit Pan:
            Influência Pan…
            Fiquei aPanxonada…

              Vai um kitsch, aí?…

              Postado por Laély, no dia 01-09-2010 - Categoria: filhos,mesa rústica,Minha casa,paredes,passarinhos,quadros na decoração,salas - 20 Comentários

              Phillippe Stark e seu banquinho kitsch

              Quando se é mais novo e inseguro, a tendência é não arriscar, pelo menos, no quesito moda e decoração.
              Interessante é que, ao mesmo tempo que alguns jovens são capazes de se lançar em aventuras de final imprevisível e, até perigosas, na hora de vestirem a casa e o corpo costumam ser caretas.
              Meu filho do meio, por exemplo: de vez em quando surge com alguma ideia mirabolante.
              Filhos
              Ano passado cismou que faria de bicicleta os 60km que separam nossa casa, em Santa Teresa, do sítio da avó, em Colatina. A estrada é perigosa, cheia de curvas, sem acostamento, com muitas subidas e descidas. Respirei aliviada quando ele desistiu do plano.

              Logo, veio com outro: contou que gostaria de passar as férias na roça, sem TV, sem internet, sem celular ou telefone. Quando perguntei sobre o motivo do isolamento, respondeu que tinha a ver com o seu futuro profissional(?!).
              -Como assim?! continuei.
              -Eu quero saber como é viver da terra…Talvez, faça Agronomia…
              Quase tive um chilique. Nada contra a profissão mas, não me parecia que tivesse algo a ver com o perfil dele.
              Enfim, resolvi deixar o vento soprar no barquinhho dele pra ver em que porto, finalmente, irá atracar. Ele é “sabido”.
              Mas, em relação à arrumação da casa e moda o rapazinho é bem mais tradicional que eu. Vez ou outra implica com alguma roupa que coloco ou, com alguma das mudanças que faço na casa.
              Quando não sabe exatamente que argumento usar para explicar seu desagrado, resume: “tá brega!” diz assim, “na lata!”
              Não esquento. Levo em consideração a opinião dele mas, se não tiver nenhum embasamento, toco pra frente: “brega” porém, convencida.

              Cada dia, aprendemos um pouco; mudamos paradigmas. Se isso pode acontecer comigo, mais avançada em idade, muito mais com ele, um menino de 16 anos!

              Isso tudo pra mostrar um pedaço da minha sala, avisando de antemão: é meio brega, meio kitsch.
              Durante a semana ela vive “às moscas” mas, no fim de semana, transforma-se em estúdio de música ou, local para receber os amigos mais íntimos:

              sala
              Os instrumentos-violão, violino, teclado-ficam todos lá, sempre à mão. Aliás, todos não, porque o menino do meio gosta de chegar da escola e tocar violão no próprio quarto. O meu, que uso menos, resolvi colocar numa capa colorida e integrá-lo à decoração.
              A capa de patchwork é da Farm Rio:
              Capa de violão
              Mãozinha felina ajudou a sustentar o instrumento:
              Gatinho dá uma mãozinha
              Acima do gatinho pendurei uma casa de passarinho porque, nesta casa, diferenças devem ser toleradas e diferentes, tolerantes.

              Casa de passarinho
              Capa de violão
              Apesar de gostar de cor, não escondo meu desgosto por este sofá. Em breve deverá ser trocado por outro, mais neutro.
              O banquinho, feito por artesão aqui de Santa Teresa, é resultado do reaproveitamento de árvores caídas na mata. Aqui, virou mesa de centro:
              Mesinha de árvore reciclada
              Mas, entre os meus sonhos de consumo para a casa, o banquinho de anão de jardim do Philippe Starck não poderia faltar(além, daquela cadeira transparente)!

              Como diz, naquela música dos Titãs:
              Você tem sede de que?
              Você tem fome de que?…

              E você: tem medo de quê?…

                Sala repaginada

                Postado por Laély, no dia 15-04-2010 - Categoria: matrioshkas,Minha casa,paredes,quadros na decoração,salas,vintage - 34 Comentários

                Possivelmente, alguém estaria se perguntando:
                “Onde está Laély?”…
                Nem adianta me procurar por aí. Infelizmente, fui posterior à época dos Beatles( o que não me impede de ser fã do trabalho deles.).
                Se é relevante, não sei, mas aviso que estou bem escondidinha, num plantão de hospital.
                Ao pegar a estrada hoje pela manhã, cliquei este meio arco no céu, pra dividir com vocês:
                Onde estaria ontem, não importa, mas o que andei fazendo, sim.

                Foi a Eliene quem me “puxou as orelhas” num comentário, cobrando-me mais ação: “cadê seus pães?…estou com saudades deles!”…
                E fiquei eu, divagando, concordando, que ando falando muito e trabalhando pouco.
                Mas é que sou meio assim: “mulher de fases”.
                Como no início do ano me propus voltar a correr, tenho me dedicado aos treinos, disciplinadamente. Por conta disso, o fôlego tem aumentado enquanto meu tempo, diminuído. Não chega a ser uma queixa. É investimento, a médio e longo prazo.
                Mas ontem decidi colocar a mão na massa, literalmente.
                Desde que voltei de SP, queria fazer algumas mudanças na parede da sala, que estava assim:
                Depois de muito trabalho, ficou assim:
                A montagem desse quebra-cabeça me tomou parte da tarde e se estendeu pela noite furando parede, tapando buracos com massa, reaproveitando o que podia, trocando quadros e objetos de lugar até chegar nessa composição, que julguei mais dinâmica e pessoal:
                (Para ampliar as fotos, clicar nelas)
                Tirei quase todos os quadros anteriores, mantendo uns poucos. Algumas coisas já tinha guardado, há algum tempo, e outros objetos, trouxe de SP.
                Havia pensado em pintar a parede de uma cor forte, tipo chocolate, mas ultimamente, ando fixada no branco. Quero também passar o sofá e tapete para uma cor mais clara.

                As fotos a seguir mostram os objetos, em detalhes: O passarinho de porcelana, trouxe de SP.
                Mostrei 2 quadrinhos que encomendei à
                Andrea Guim, com a menina Olívia, aqui. Mandei emoldurá-las e coloquei as duas na mesma parede, separadas:A linda latinha vintage, comprada na loja Coisas da Doris, achei que merecia ser exibida: Também de lá, a escultura em arame: Para provar que a paz deve reinar nesse lugar, este gatinho aí convive muito bem com o passarinho( mas o Pingo, ainda não aprendeu a lição…):
                O trabalho de patchwork, imitando vitral, fiz há muito tempo. Inacabado, achei por bem transformá-lo em quadro:
                Na coluna do meio, pendurei o quadro que fiz com a frase inicial da oração de São Francisco: As corujinhas empoleiradas em cima do quadro, de tão miúdas, precisam ser vistas com lente de aumento: Completando a coluna, o quadro que trouxe do ateliê da Natasha, em Joaquim Egídio, representa a família: A Atrevida bordada, foi uma almofada que coloquei num bastidor. (Pode parecer um pecado, mas eu não tive pena)
                Abaixo, a outra Olívia com gatinho.
                O quadro com o violinista, também porque sou uma, remediada…
                As duas últimas colunas foram montadas sem muita intenção, mas acabou virando um cantinho russo:
                O conjunto de latinhas da Imaginarium ficou mais visível assim, na parede.
                Apliquei um tecido de matrioshka, sobra do vestido que minha mãe fez pra mim, no fundo deste quadro: No ângulo do quadro, deixei as pequenas matrioshkas: As bonequinhas, a bandeja com pintura típica e o pôster russo, trouxe de uma loja temática, em Vila Madalena: E a almofadinha de coruja da Ana Sinhana foi pousar no sofá: Na mesinha de canto, deixei a carranca feita pela Natasha, em papel machê. Gatinho da Ana, de tecidinho de matrioshka, aceita a companhia de castiçal de passarinho, junto ao cofrinho vintage de gatinhos:Como admiti anteriormente, andava meio longe da cozinha e a Eliene me ajudou a lembrar disso. Então, fiz uns pãezinhos doces, deliciosamente perfumados e macios: Caracóis de limão. Mas isso é só um aperitivo para o post de amanhã, dia de passo-a-passo culinário.
                Inté!

                  Mesas de alto nível

                  Postado por Laély, no dia 06-04-2010 - Categoria: mesas de apoio,salas - 29 Comentários

                  Tô meio de mal com a minha sala, com vontade de mudar tudo: da cor das paredes ao modelo das cortinas e sofá.

                  Uma amiga me alertou que primeiro eu deveria mudar de gato. O danado insiste em afiar as garrinhas no estofado. E tudo, sob o olhar condescendente de sua humana, que acha bonitinho qualquer gracinha que ele faça!

                  O que tem me inspirado ultimamente são imagens que capturo dos blogs escandinavos: muito branco nas paredes, espraiando-se para o piso, e cores vivas nos móveis e adereços.
                  Nos exemplos seguintes, o que me chamou a atenção foi a quebra de convenções, em relação à altura das mesas de apoio. Ou no centro da sala…
                  …Ou num canto: Não ficou pesado, nem me pareceu ter prejudicado a circulação. Os móveis sem muitos detalhes e as pernas, de linhas esbeltas, ajudaram a dar um toque retrô à decoração das 2 salas.

                  Quanto ao gatinho, entre ele e o sofá, fico com o primeiro. Este, não vendo, não troco, não negocio!

                    Casa colorida

                    Postado por Laély, no dia 04-02-2010 - Categoria: cores,craft room,quartos de criança,sala de tv,salas - 21 Comentários

                    (Girassóis, de van Gogh)
                    Eu poderia emprestar o slogan “imperialista” do “amo muito tudo isso”, para descrever o Design* Sponge . Além de transformações inacreditáveis mostradas por lá, há sempre um tour gostoso por alguma casa de personalidade.
                    O que me chamou a atenção esta semana, foi a casa de Emily Henson: ousada, criativa, colorida, com um certo ar de caos organizado e, respeitando as personas de diferentes gêneros, espécies e idades. Ela e marido têm um casal de filhos, 2 cachorros, 2 gatos e ainda, planos de acrescentar umas galinhas, à esta já numerosa família.
                    Comecemos pelos fundos: uma garagem que estava meio abandonada, foi transformada em um craft-room flex, podendo abrigar uma eventual visita.
                    O que achei mais incrível foi a cor dessa porta! O tapete, disfarça as imperfeições da calçada. E, no cantinho esquerdo, já podem notar uma trepadeira, começando a subir e a emoldurar a entrada.
                    As prateleiras para acomodar o material de Emily são tábuas de madeira: coisa simples. A diferença está nas mãozinhas francesas, fazendo o suporte:
                    Essa ideia rústica para prateleiras, já havia mostrado aqui, quando visitei a casa da minha amiga Kamila, lembram?
                    Abrindo as portas do quarto de trabalho e visitas:
                    Algo notável nessa casa, foi a escolha das cores. A estilita e decoradora fez uma opção, que considerei bastante ousada: pintou o piso e as paredes de branco e, “liberou geral” nas cores dos móveis e objetos de decoração! O branco parece ter funcionado como um espelho, refletindo as tantas cores.
                    Aqui, a tela da TV não concentrou todas as atenções: as molduras e quadros em volta acabaram formando com ela, um conjunto harmônico na parede:
                    A cozinha foi a exceção à regra.
                    “Quando não é 8, é 80″: piso de losangos e o preto, que subiu pelas paredes:
                    Numa casa super-habitada, espaço não pode ser desperdiçado. Alguns livros, foram parar debaixo da mesa.
                    A bela sala: poucos móveis porém,
                    de presença. O espelho e o sofá dominam o ambiente:
                    Atenção para o banquinho, que virou mesa de centro e à lata, que serviu como revisteiro.
                    Difícil dizer o ambiente que mais chamou a minha atenção, mas amei o quarto das crianças e a pintura, subindo pelo teto:
                    Vendo essas imagens é que avalio, o quanto costumamos ser cerimoniosos com as cores. Mas, cá pra nós: se todos soubessem usá-las bem, teríamos muito mais van goghs, picassos, renoirs…
                    ( Complete o tour: link para o Design*Sponge e o Flickr da moça, no início do post)