Casa colorida

(Girassóis, de van Gogh)
Eu poderia emprestar o slogan “imperialista” do “amo muito tudo isso”, para descrever o Design* Sponge . Além de transformações inacreditáveis mostradas por lá, há sempre um tour gostoso por alguma casa de personalidade.
O que me chamou a atenção esta semana, foi a casa de Emily Henson: ousada, criativa, colorida, com um certo ar de caos organizado e, respeitando as personas de diferentes gêneros, espécies e idades. Ela e marido têm um casal de filhos, 2 cachorros, 2 gatos e ainda, planos de acrescentar umas galinhas, à esta já numerosa família.
Comecemos pelos fundos: uma garagem que estava meio abandonada, foi transformada em um craft-room flex, podendo abrigar uma eventual visita.
O que achei mais incrível foi a cor dessa porta! O tapete, disfarça as imperfeições da calçada. E, no cantinho esquerdo, já podem notar uma trepadeira, começando a subir e a emoldurar a entrada.
As prateleiras para acomodar o material de Emily são tábuas de madeira: coisa simples. A diferença está nas mãozinhas francesas, fazendo o suporte:
Essa ideia rústica para prateleiras, já havia mostrado aqui, quando visitei a casa da minha amiga Kamila, lembram?
Abrindo as portas do quarto de trabalho e visitas:
Algo notável nessa casa, foi a escolha das cores. A estilita e decoradora fez uma opção, que considerei bastante ousada: pintou o piso e as paredes de branco e, “liberou geral” nas cores dos móveis e objetos de decoração! O branco parece ter funcionado como um espelho, refletindo as tantas cores.
Aqui, a tela da TV não concentrou todas as atenções: as molduras e quadros em volta acabaram formando com ela, um conjunto harmônico na parede:
A cozinha foi a exceção à regra.
“Quando não é 8, é 80”: piso de losangos e o preto, que subiu pelas paredes:
Numa casa super-habitada, espaço não pode ser desperdiçado. Alguns livros, foram parar debaixo da mesa.
A bela sala: poucos móveis porém,
de presença. O espelho e o sofá dominam o ambiente:
Atenção para o banquinho, que virou mesa de centro e à lata, que serviu como revisteiro.
Difícil dizer o ambiente que mais chamou a minha atenção, mas amei o quarto das crianças e a pintura, subindo pelo teto:
Vendo essas imagens é que avalio, o quanto costumamos ser cerimoniosos com as cores. Mas, cá pra nós: se todos soubessem usá-las bem, teríamos muito mais van goghs, picassos, renoirs…
( Complete o tour: link para o Design*Sponge e o Flickr da moça, no início do post)

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