Bolo de gengibre e cerveja preta

Há tanto tempo não acordava tarde que hoje, ao sair da cama depois das 8h, senti-me como uma verdadeira madame de novela da Globo.
Folga merecida, depois de uma(s) semana(s) puxada(s).
Mas a verdade é que não vejo madame de novela com a barriga no fogão. Porque, se há uma coisa que gosto de fazer no meu tempo livre( além de correr) é cozinhar.
Meus últimos investimentos na área foram: aquisição de uma enorme frigideira( de ferro, fundo grosso e antiaderente, bordas arredondadas e cabo que permite ir, direto do fogo ao forno) e do livro que a famosa e polêmica cozinheira inglesa veio divulgar no Brasil: “Na Cozinha com Nigella”.

Como se pode perceber pelas formas roliças dela, contar calorias não é uma de suas preocupações e prioridades: manteiga, açúcar e creme de leite são usadas, sem nenhuma culpa. Mas apesar de fugir aos padrões é dona de uma beleza incomum, além de esbanjar simpatia e, um dos atributos básicos, indispensável a todo bom cozinheiro: ama comer( constatação óbvia, nesta participação no programa da Angélica, “Estrelas“)!
Outro prazer, que só os amantes da cozinha entenderão: folhear um novo livro de receitas, escolher alguma e, partir para a execução.
Como formiguinha que sou, optei por um bolo tradicional inglês, o gingerbread: úmido, fofinho, perfumado, com acentuado sabor de melado, mascavo e especiarias( gengibre, cravo e canela).

Tenho dois outros livros dela; com esse último ainda estou me familiarizando mas, não foge ao estilo dos anteriores: uma conversinha, à beira do fogão, seguida de comidinha reconfortante para a toda a família, belas fotos, dicas de preparo e armazenamento.
Para esse bolo é sugerido a cerveja Guinness. Substituí por cerveja preta comum.
A massa ficou bem líquida e cheguei a duvidar que desse certo, mas o tempo prolongado em forno baixo( cerca de 1 h,  a 180°C) tratou de consertar a (má) impressão inicial.

Pesquisando na internet encontrei a receita, bem explicadinha e com belas fotos, neste site: Gourmets(amadores).
Como esta imagem sugere, o resultado final deles…

Ficou bem próximo do meu:

Bolo de gengibre e cerveja preta (Gingerbread)

200ml cerveja preta
125g manteiga
300 g de melado de cana
1 x açúcar mascavo (escuro) (Ou, se quiser um pouco mais doce: 200g de mascavo)
3 colheres (chá) gengibre e canela moídos (metade, de cada um, ou: 2 cc de gengibre+2cc de canela)
1/4 colher (chá) cravinho moído
300g farinha de trigo
1 e 1/2 colher (chá) bicarbonato de sódio
225g de sour cream (ou creme azedo: 200ml de creme de leite freco + 1 colher de chá de sumo limão)
2 ovos
1 assadeira quadrada de 23 cm, ou uma assadeira de alumínio com aproximadamente 30 x 20 x 5 cm

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre o fundo de um tabuleiro com papel vegetal e pincele com manteiga.

Coloque o açúcar, a cerveja, o melado, a manteiga e as especiarias numa panela de fundo grosso em fogo brando até todos os ingredientes estarem derretidos.

Numa tigela grande, peneire a farinha e o bicarbonato de sódio.

Retire a mistura de açúcar do fogo e acrescente a farinha e o bicarbonato, aos poucos, mexendo com um fouet. Bata vigorosamente até obter uma mistura homogênea e sem grumos.

Misture o creme azedo com os ovos e bata ligeiramente.

Adicione à mistura anterior e mexa.

Deite a massa no tabuleiro e leve ao forno baixo(180°C) por aproximadamente 50′ minutos ou até estar cozido( no meu forno demorou uns 65′. A dica é observar, até que o bolo comece a desprender um pouco das laterais da fôrma).

Deixe esfriar completamente antes de cortar em quadrados.

Pode ser feito com uma semana de antecedência e guardado numa caixa, coberto com papel vegetal e película aderente.

O gingerbread é tradicional do natal, mas como estamos inaugurando a estação mais fria do ano por aqui, nada mais adequado para acompanhar um chá( como os ingleses), ou café da tarde( como brasileiros).

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Uma pitada de energia


(Foto, dAqui)

Final do mês passado, quando Cléo Pires completou 30 anos, concedeu entrevista ao site Extra. Perguntada se temia “envelhecer” deu uma resposta ambígua: primeiro, disse que, sim. Depois, que estava “gostando muito de envelhecer”.
Eu, mera mortal, sem nem metade da beleza de Cleo e, com muitos anos a mais( às vésperas de completar 44!) fiquei injuriada!
“Como, assim? A pessoa acaba de fazer 30 anos e diz que está ‘gostando muito de envelhecer’?!” É algum tipo de gozação conosco, mulheres normais?!…
Particularmente, acho que se envelhece quando se abdica dos sonhos, quando se desiste dos planos…
Por isso, embora o tempo aponte-me uma ruguinha aqui, uma flacidez ali sinto-me uma jovem empreendedora, no terreno dos grandes e pequenos sonhos.
Completar uma maratona é um desses.
É um caminho longo, que faz aos poucos.

Domingo passado: uma corrida intermunicipal saindo da minha cidade, Santa Teresa, e chegando em Santa Maria, 28 Km distante.

Esse é um tipo de projeto que exige preparo físico, mas também e, principalmente, preparo psicológico. É preciso ter confiança na sua capacidade, sem deixar de levar em conta as incapacidades e limites do corpo.

Citando uma outra frase de “Alice no País das Maravilhas”:
“A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível.”

Mas não sou uma lebre. Só quero chegar ao fim, como a tartaruga…

E uma hora ele chega….

Outro dos pequenos sonhos é fazer Gastronomia…
Mas antes, um curso de fotografia…
(Peraí, que eu tenho de consultar minha agenda, no tópico: “Planos a cumprir, a médio e longo prazo”!…)

Talvez por isso tenha ficado encantada com o blog e me identificado com a autora, de: Suvelle Cuisine.
Mãe, escritora, bailarina, apaixonada por fotografia e pela boa cozinha:
“Acredito piamente que somos aquilo que comemos e encontro um prazer tremendo em procurar incessantemente alternativas deliciosas para que a minha família e eu possamos ter uma alimentação saudável e equilibrada.”

As fotos são simplesmente ma-ra-vi-lho-sas! As receitas, simples, mas que dão água na boca!
Querem uma prova?:

Quando vi os( poucos) ingredientes e a maneira( simples) de fazer esse pão tipo pita duvidei que desse certo. Mas, arrisquei. E fiquei feliz com o resultado!

É tão simples, mas tão simples de fazer, que também vai duvidar!

Mas é tão fofo, tão macio, que não vai se arrepender!
Usei a máquina de fazer pão, como o post sugere, mas quem não a tem pode fazer manualmente, também.
Pode acompanhar o lanche da tarde ou, como entradinha, servido com azeite, acompanhando um caldo, nessas noites frias.

Pão tipo pita“, receita, aqui!
Minhas dicas e adaptações:
-Usei 3 colheres de chá de fermento seco granulado para pão+1 colher de sopa de açúcar+1/2 colher de sopa de sal.
-Ela orienta que se assem os pães( depois de, novamente crescidos) em forno brando. Achei que os meus ficaram mais branquinhos que os dela por conta disso, além de demorar mais para assar. Próxima vez deixarei em forno médio a alto.
-Apesar de branquinhos ficaram muito bem assados e muito levinhos.

Falando em corrida e carboidratos( duas coisas que combinam muito bem!), minha próxima dica é um macarrão cremoso energético e aromático, superfácil de fazer, assim como esse pão pita, para salvar o seu (e o meu!) almoço de domingo!…

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Tarteletes de limão e merengue com pimenta

Alice no País das Maravilhas, Gato de Cheshire
Gosto de repetir aqui, o diálogo entre Alice e o gato Cheshire( de Lewis Carroll):
“Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice.
Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato.”

Clichê, ou não, sem metas e objetivos pouco se avança.
Cado um que responda por si e eleja suas prioridades e alvos.
Falando nisso, minha planilha de treinos para a maratona tem sido preenchida, a cada semana. Estamos no Km 28, dos 35Km a serem alcançados, até meados de maio.
E quando se abraça um projeto como esse, responsabilidades e compromissos( que envolverão não apenas o tempo empregado nos treinos, mas também, toda a sua rotina) fazem parte do pacote: alimentação, descanso, administração do tempo livre, tudo pode interferir na performance.

Um dos hábitos simples que resolvi assumir (pensando não somente na corrida, mas, na saúde) é a diminuição, até abolição total do açúcar na minha rotina. Tenho me saído bem, até agora.
Mas isso não significa que não caia em tentação. Faz parte do tempero da vida fazer certas concessões…

A Pequena Cozinha em Paris” estreou há pouco, no GNT, com a apresentação da chef e escritora inglesa Rachel Khoo, radicada em Paris há alguns anos.

A lindinha, de ascendência malaio-chinesa-austríaca, desmistifica a cozinha francesa em sua pequena e fofa cozinha, como sugere o título do programa.
Num dos episódios ela mostrou uma tortinha de aparência incrível! Apaixonei!

Era uma tortinha de toranja( grapefruit) e merengue com pimenta do reino.
Algumas semanas se passaram, mas não, minha vontade de testar a receita.
Acontece que meu fôlego anda comprido, mas meu tempo, curto.
Hoje decidi. E fiz!

E dei saltitos de alegria, ao conferir o resultado final!

E passei debaixo da mesa, e fiz: “Uuhmmm!”, depois de provar um pedaço!

E senti-me com superpoderes de uma chef experiente, estreando meu supermaçarico!

Depois dessa tortura visual, tentação adocicada, a receita, no site do GNT:
Tortinhas de toranja e merengue com pimenta
Sugiro a quem não é muito experiente na cozinha ler todas as minhas impressões e dicas antes de aventurar-se e, garanto-lhes, é mais simples do que aparenta:
-Grapefruit é uma fruta difícil de encontrar por aqui. Substituí por um limão siciliano, suco e raspinhas+uma laranja, para o creme do recheio.( Usei raspinhas do siciliano na massa e no merengue da cobertura, também.)
-Depois de frio, achei que o creme ficou mais firme que o desejado. Misturei um pouco de creme de leite fresco e atingi a consistência desejada.
-Peneire todas as gemas, antes de usá-las: isso impedirá que fique com gosto, ou cheiro de ovo.
-Leva bastante açúcar, nas 3 camadas. Então, pegue leve! Prefiro usar metade do que pede a receita e, depois de provar, acrescento mais, se julgar necessário. Não gosto de nada muito doce e enjoativo.
-Susto grande, quando vi a quantidade de fermento químico para a base da torta( 2 colheres de sopa, segundo a receita!). Acho que houve um erro de tradução. Acrescentei apenas  1 colher de chá de fermento.
-Ela usou aros, para moldar as bases das tortinhas. Como não tinha muitos, substituí por fôrminhas de tarteletes, com fundo removível, de 10 cm. Não foi necessário usar saco de confeitar: a massa ficou macia, mas firme o suficiente para ser manipulada; pode-se polvilhar as mãos com trigo, assim fica mais fácil espalhar nas fôrminhas, sem grudar. Para coquetéis sugiro fôrminhas menores: renderiam mais unidades e ficaria uma apresentação bem mais delicada!
-Também absolutamente dispensável untar as fôrmas.
-A massa fica com uma consistência, entre biscoito e bolo. Se quiser manter a crocância da base pode-se fazer, biscoito e creme, separados e, com antecedência, deixando o merengue para a hora da montagem. Esse, em menos de 15′ estará pronto.
-O biscoitinho da base vai em forno baixo, por 30-35′, até corar.
-O creme deve estar frio, para ser usado. Logo depois de sair do fogo, cobri-lo com filme plástico, bem aderido, pra não criar película.
-Pra quem não termômetro, como eu, pra controlar a temperatura da calda de açúcar é só seguir as dicas da Rachel: mantenha uma pequena vasilha com água gelada à mão. Em menos de 10′, quando a calda estiver borbulhando, teste, pingando um pouco dela na água gelada: é em ponto de bala mole.
-Peça ajuda a alguém: enquanto um bate as claras, outro despeja a calda, ainda quente, nas beiradas da vasilha, em fio, até o suspiro esfriar.
-0 merengue é hidrófilo, por isso, se não quiser que suas tortinhas fiquem suadas, ou moles demais, o ideal é montar perto da hora de servir.
-Se não tiver um maçarico, leve ao forno, até corar o merengue.

Prepare-se para muitos elogios! ( Coisa chata, né?…)

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Corrida e comida para quem precisa…

Há quase 1 ano faço parte de um grupo de corrida, aqui na minha cidade. Antes, meu único companheiro era o Hulk. Acontece que, esse senhor de 9 anos de idade, precisa ser poupado. Não que tenha se aposentado definitivamente das pistas porém, o trecho dele deve ser cada vez mais curto, daqui pra frente.
Encontrar o pessoal, pelo menos uma vez por semana, tem sido um motivo a mais pra colocar o pé na estrada, a conversa em dia e o peso, sob controle.
Ano passado foram três meias maratonas oficiais, além de outras provas de menor distância, sem contar nossas corridas semanais.
De vez em quando procuramos variar o percurso.
Num domingo podemos fazer um trecho de 8km, subindo até a rampa de voo livre, e aproveitar a paisagem de tirar o fôlego:


Noutro, o trecho de 10 Km corta a área de uma reserva biológica:

É assim que começamos nosso domingo…

No meio da natureza…


E entre amigos.

Às vezes, voltamos até a ser crianças!

O Hulk também adora uma farra aquática!

Mas ao final da corrida há sempre um lanchinho nos aguardando:

Frutas, pão integral, um bolinho…

Acho que vi um gatinho…

O Alemão foi nosso anfitrião, na sede da reserva.
Foto oficial, antes da corrida:

Resolvi repetir a receita do bolo de banana servido naquele domingo, superfácil de fazer!
As duas camadas de banana, açúcar e canela regadas com limão formam um creminho delicioso, no fundo.

Dessa vez aboli o coco ralado e achei que ficou bem melhor, assim: mais úmido e, menos doce!

A receita é do site da Casa&Jardim, na forma de um vídeo caprichado e PAP supersimples! Ideal pra acompanhar um café da tarde, ou sorvete, ou chá gelado.

E enquanto o Hulk vê-se obrigado a diminuir o ritmo das corridas pelo avançar da idade, eu, ao contrário, penso em aumentar.
Há cerca de 4 meses venho amadurecendo a ideia de encarar minha primeira maratona. Sinceramente, amedrontada, mas, seduzida pelo desafio gigante. Tenho 4 meses à frente, pra me preparar e sentir mais confiante.
Entre as prioridades, para este ano: acelerar, na estrada e, enfiar o pé no freio do consumo. Por isso tenho aparecido menos por aqui.
Àqueles que desejarem me acompanhar mais de perto, reitero o convite para estenderem este nosso encontro, no Facebook. (Os looks, agora, não diários, deixarei para publicar, lá.)
Beijo e boa semana!

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Barrinhas de limão e lavanda

Conforme prometido, pra compensar o último post uma receita prática, cheirosa e deliciosa: atalho ao paraíso, já que uma das minhas sobremesas favoritas é torta de limão.
Fiz algumas adaptações, mas a original encontrará, aqui: Studio Cuisine.
O que chamou minha atenção foi a combinação de dois ingredientes muito perfumados: limão siciliano e lavanda.
A princípio fiquei desconfiada, afinal de contas, não me parece apetecível colocar algo na boca que remeta à colônia pós-banho, mas a curiosidade superou e o resultado, surpreendeu: tão delicado, que arriscaria usar até maior quantidade do ingrediente na fórmula!
As barrinhas que me seduziram: Lavender Lemon Bars | studiocuisineblog.com
Minhas adaptações:
-Usei menos açúcar que a receita original.
-Lá também pede para untar e enfarinhar a fôrma, o que achei completamente dispensável, já que a crosta leva bastante manteiga.
-Em vez de untar, forrei o fundo de um tabuleiro retangular médio( 30x20cm) com papel manteiga, deixando as sobras para fora: isso é importante pra facilitar o desenforme da tortinha, depois de fria.
-Dobrei a receita original.

Então, ficou assim:

Barrinhas de limão em crosta de lavanda
Ingredientes para a crosta:
-200g de manteiga sem sal amolecida
-1/2 xícara( ou, menos) de açúcar granulado
-3 colheres de sopa de açúcar mascavo
-2 xícaras de farinha de trigo
-1 colher de sopa cheia de lavanda seca( usei lavandas do meu quintal. Sei que não é um ingrediente fácil de encontrar, mas não chega a ser impedimento: simplifique e faça a receita sem ele.)
-1/2 de extrato de amêndoas( opcional)
-Uma pitada de sal

Para a cobertura de limão:
-4 ovos grandes( gemas peneiradas)
-1 xícara de açúcar
-6 colheres de sopa de farinha de trigo
-1/2 xícara de sumo de limão siciliano( 2 limões)
-Raspas de limão
-Açúcar de confeiteiro para polvilhar

Instruções
1-Pré-aqueça o forno a 180° C. Prepare o tabuleiro forrando-o com papel manteiga. Mantenha as sobras para fora.
2-Para a crosta bata a manteiga amolecida( não, derretida) e o açúcar em velocidade média até formar um creme. Se necessário, pare a batedeira e raspe as laterais da tigela, adicione a farinha, a lavanda, o extrato de amêndoa e o sal. Misture muito bem até incorporar tudo.
3-Espalhe sobre a fôrma preparada com papel manteiga( com as mãos fica mais fácil). Deixe um pouco mais alto nas laterais( para evitar que a cobertura líquida de limão vase e penetre por baixo da crosta). Asse, por aproximadamente 20′ até a massa ficar mais clara no centro e começar a corar nas laterais.
4-Enquanto a crosta está assando, faça o recheio: misture os ovos( gosto sempre de peneirar as gemas, separadamente, pra garantir que não fique cheiro e/ou gosto de ovo) e o açúcar numa tigela. Adicione a farinha, o suco de limão e as raspas. Misture muito bem com um fouet, até que fique homogêneo.
5-Retire a crosta do forno e despeje sobre a massa, ainda quente. Volte ao forno e deixe assar por mais 20-25′, até que a cobertura esteja firme( mas não, dura) ao toque. Retire e deixe esfriar, para desenformar( se desenformar muito quente, a torta pode quebrar-se).

6-Puxe a torta pelas laterais que sobraram do papel manteiga.
7-Corte quadradinhos e polvilhe com açúcar de confeiteiro, na hora de servir.
Depois de completamente frio, a barrinha costuma suar na superfície criando um aspecto liso e brilhante, como um quindim de limão.
Usei um stêncil, presente de uma amiga que veio dos EUA.

Aproveite!

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