“Amor, perdas e meus vestidos” chega ao fim!

Sinto um grande prazer quando consigo provocar a participação do leitores. Mais que isso: provocar emoções.
Por isso gostaria de agradecer a generosidade de todos os que abraçaram a promoção “Amor, perdas e meus vestidos” e dividiram aqui, um pedacinho das suas lembranças de infância, adolescência e juventude.
Resumidas histórias de vestidos, camisetas, luvas, sapatos, botas, saias, amores, perdas, ganhos, alegrias, tristezas que renderiam um novo livro, com direito à belas ilustrações.
Pensando assim, resolvi fazer uma singela homenagem.
Também num exercício de relembrar os velhos tempos de adolescência, quando vivia fazendo desenhos na sala de aula, tentei retratar alguns dos testemunhos deixados no post da promoção. A mão estava bastante enferrujada, o que me custou uma tarde de trabalho árduo e rendeu uma porção de desenhos toscos; mas o que importa é a intenção! Como não foi possível fazer uma ilustração para cada história, fica mais um desafio: que tal fazer a sua?
Aqui, apenas algumas das participações:
Luísa Dias escreveu:
“Tive um vestido branco, por volta dos 8 anos, que foi feito a partir de uma renda trazida do Pernambuco. Ele era o vestido mais lindo que uma menina poderia querer. Babados, manguinha bufante e a certeza incoteste que o amor se carrega em bagagens!”

Nadia:
“…a que mais marcou foi um conga branco(clássico) que eu sonhava ganhar para usar no desfile da escola e quando finalmente ganhei, choveu horrores no dia e meu conga ficou todo cheio de barro !=( ”

Milena:
“…na época não foi uma bela história, rs! Estava grávida e fiquei no final da gravidez muito inchada. Um dia, ao acordar para ir a um exame de rotina, descobri que meus sapatos não cabiam e tive que usar chinelos.
Hoje Havaianas são cool e tal, mas continuo gostando de usá-las só para ir à praia ou piscina.”

Gabriela Honorato:
“Nos anos 80, quando eu era criança, marcou demais a minha história as botas da Xuxa e a saia “balonê”! Tenho várias fotos com elas!”

Sandra:
“Minha história de vida foi bem marcada(e o lembro como se estivesse diante dele) por um vestindo lindo, longo, com um tecido levinho e macio, todo salpicado de florzinhas vermelhas miúdas, num estilo hippie…liberdade, muita paz no coração e ideais tatuados no peito. Usei muito esse vestido, que era muito lindo e chamava atenção. Cabelos cacheados ao vento…vestida com ele me achava dona de meus ideais, dona do meu mundo, me impunha…a memória desse vestido ainda é capaz de recontar minha história.”

Luciane Thomazini:
“Uma camiseta preta do Ramones! Conheci meu atual marido em um show da banda no RJ e ele estava vendendo t-shirts com um amigo da faculdade. Acabamosi ficando e estamos juntos até hj… E ele brinca dizendo que eu fui a única que pagou…”

Eloá Biotti:
“Eu tinha uma camiseta de cor amarela bem forte e minhas amigas todas me apelidaram de mostarda……rsrsrsrsrs”

Ana Laura:
“Bom o que vai marcar sempre, será meu vestido de noiva. Quando marquei meu casamento pela 1ª vez, eu bati o olho no vestido e disse que seria meu,experimentei ele, e ele parecia ser feito pra mim. Infelizmente tive que adiar a data, só casei 2 anos depois, experimentei vários vestidos,mas nenhum era do meu gosto, quando pedi pra ver se ainda tinha aquele modelo..meus olhos brilharam quando vi a moça descendo as escadas com aquele lindo e tão esperado vestido, ele me escolheu, não precisei fazer nenhum ajuste, ficou perfeito em mim! Não pude comprá-lo, mas estrá sempre em minha lembrança e claro no meu album de fotos!!”

Daniela Aiello:
“Minhas roupas de apresentação de balé da infância: ao vestí-las eu era transportada para um mundo mágico, no qual eu era uma princesa! O balé me ajudou muito a ter auto-confiança, disciplina, entre outras coisas que carrego até hoje… Aquelas roupas e sapatilhas fazem parte de quem eu sou, mesmo não seguindo pelo caminho da dança…”

Ivanete:
“Uma das roupas que marcaram minha história também foi um vestido. Minha mãe tinha mania de vestir minha irmã e eu (não somos gêmeas) com roupas iguais, em cores diferentes. Certa vez ela comprou rosa e azul e nós duas brigamos pelo rosa. Acabei ficando com o azul, muito chateada, claro.”

Andréa Santos:
“O que marcou minha vida foram umas luvas de renda preta, sem dedos, tipo Madona anos 80, que eu usava para ir pro Colégio quando eu era adolescente rebelde. Parece que foi em outra vida! kkk”

Juliana:
“Uma regata branca, dessas bem simples. Estava com ela quando conheci meu esposo, que ao me ver disse que eu era a criatura mais linda e deslumbrante que ele já havia visto na vida. Sempre que conta p alguém como nos conhecemos, ele fala da regata branca, e de como ela me deixou ainda mais linda. Então percebo que não é preciso mto esforço p chamar a atenção de alguém, se for o momento certo a mágica acontece, estando vc vestindo Valentino ou uma simples regata branca sem marca.”

Alba Jacobina:
“Foi um casaco de tricô azul royal da minha mãe. Era um casaco lindo com botões pretos. Eu insisti, no auge dos meus 13 anos, pra usar na escola, o meu lugar de convívio social, e minha mãe muito relutante me emprestou. EU PERDI o casaco! Nesse dia eu entendi a relação de desejo, vaidade e carinho das mulheres com suas roupas: Chorei muito, minha mãe ficou muito chateada e nos custou alguns longos dias de silêncio entre nós, os únicos da nossa vida.”

Ana Caroline:
“Uma meia calça rendada que ganhei da minha mãe quando tinha 8 anos (hoje tenho 37). Fui para o colégio usando-a no meu aniversário e me senti tão adulta! Ficava cruzando as pernas e admirando a renda branquinha num quase êxtase! Até hoje quando olho para meias brancas rendadas me lembro daquele dia.”

Ana Maria:
“Durante os primeiros anos da infância faziamos uma apresenta ção religiosa chamada “Coroação de Nossa Senhora” a minha avó fez a roupinha de anjo que usei durante uns 6 anos na apresentação, incrivel como ainda consigo sentir a emoção daqueles dias e o olhar de orgulho da minha avó. (ainda tenho o vestido as vezes gosto de olhar p/ ele e contar histórias da minha avó para as minhas filhas.”


A ganhadora do livro “Amor, perdas e meus vestidos” selecionada pelo Contest Machine, foi:
Elenara, que escreveu:
“Oi! Guria,
A única vez que fui fazer compra com meu pai e comprei um jardeira de sarja verde musgo, nossa adorei! e usei até não servir mais e ainda guardei por mais dois anos até que tive coragem de doar.
Espero ganhar esse livro!
Beijos”

A Elenara provavelmente deve ser gaúcha( o “guria” a entregou!) e será notificada por e-mail.
Lembrando que há mais um sorteio do mesmo livro, no meu perfil do Facebook. O ganhador deverá ser revelado apenas amanhã. Portanto, quem ainda não participou tem uma chance por lá!
Pra quem não quer depender da sorte o livro “Amor, perdas e meus vestidos” está com preço bastante simpático, nas melhores livrarias!

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“Amor, perdas e meus vestidos”

Já imaginou contar sua história de vida, recordando as comemorações em volta da mesa?
A ceia de natal, na casa da avó.
O bolo de chocolate que a mãe fez, no aniversário de 10 anos.
A inesquecível festa de 15 anos.
O primeiro encontro amoroso, na pizzaria.
A entrada na universidade e a comemoração com os amigos.
O bolo de casamento.
O nascimento do primeiro filho…
A perda de um ente querido…

Lembraria de todos os detalhes relacionados? As datas exatas, sabores, cheiros, a apresentação dos pratos, sensações experimentadas, pessoas envolvidas, situações engraçadas, ou tristes?…

A forma original que a escritora e ilustradora americana Ilene Beckerman usou para contar a própria história foi, mais ou menos, assim: desenhando alguns dos vestidos e peças de vestuário que a marcaram, de alguma forma.
O relato começa na década de 40, quando ainda menina, e vai até os anos 90, já avó da pequena Allie:

Apesar de parecer despretensioso( uma forma lúdica que a autora encontrou de se apresentar à netinha), a leitura desse livro pode se transformar numa deliciosa viagem no tempo!
Mesmo que não se considere um fashionista, certamente se identificará com as transformações na moda e costumes, revendo passagens da infância e adolescência( eu, por exemplo, lembrei da minha mãe usando bobes nos cabelos, “escondidos” sob um lenço de seda colorido. O penteado era mantido armado e, no lugar, à base de muito laquê. Seria até capaz de sentir o cheiro forte do fixador penetrando minhas ventas!).

Assim como a minha mãe, a de Ilene costumava costurar vestidos, para ela e a irmã, sendo a primeira referência de elegância.

Mas a escritora conseguiu muito mais, que desenhar e falar de moda. A memória afiada permitiu-lhe lembrar de detalhes interessantes, como: endereços, números, nome de esmaltes e cores de tecidos, a evolução dos materiais, do tafetá ao jersey…Além de, numa sutil passagem de tempo, contar sua história: os amores, amizades, perdas, mudanças importantes…

Carreguei o livrinho na minha bagagem de mão e, antes que o avião pousasse em Manaus já o havia devorado por completo.

E, quer saber da boa notícia?
Temos um exemplar dele para sortear, aqui no blog!

É só participar, preenchendo a caixinha do Contest Machine logo abaixo com o nome, e-mail e respondendo à seguinte pergunta:
Qual roupa, ou peça de vestuário marcou sua história?”

A promoção dura 1 semana, portanto, até quinta-feira que vem, dia 28.
Válido, apenas para participantes com endereço no Brasil.

Se quiser aumentar suas chances de ganhar pode divulgar a promoção no Facebook, ou Twitter. Depois é só voltar aqui e deixar o link de divulgação na caixinha do Contest Machine. ( Atenção: os comentários deixados neste post não participarão do sorteio. Somente os que estiverem registrados na caixinha da promoção!)

Irei sortear mais um exemplar do livro, para quem me acompanha no Facebook.
Caso queira participar por lá, também, é só enviar uma solicitação de “amizade” ao perfil pessoal da Laély Fonseca e comentar no post de divulgação da promoção.

Amor, perdas e meus vestidos” é da Editora Rocco e já está disponível nas melhores livrarias.
“O livro vendeu milhares de exemplares, alcançou a cobiçada lista dos mais vendidos do The New York Times, e serviu de inspiração para um espetáculo em Nova York, na Off-Broadway.”

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Dicas de beleza

Algumas marcas passam a fazer parte da nossa rotina de tal forma, que acabam virando sinônimo do produto! Basta pensar, em: lâmina de barbear, esponja de aço, sabão em pó, amido de milho, achocolatado que alguns nomes se destacam, automaticamente! 

Porque, além da confiança do consumidor na tradição do produto, tais marcas não pararam no tempo: estão sempre inovando, aumentando o leque de opções e conquistando novos espaços.


Pense então, numa das marcas líderes de mercado em: cama, mesa e banho…
Garanto que Karsten foi uma das primeiras a vir à lembrança! 
Muito provavelmente você deve ter produtos em casa e nem se dá conta, de tão usual que é!
Quer ver alguns?:

Estampas variadas…
Para todos os gostos, necessidades e idades:
Dizem, que: “beleza não põe mesa”, mas a Karsten provou que isso é possível!
Além de beleza, qualidade que você já conhece!
Tudo prático e usável!
Quer mais?
Além de deixar sua casa linda, a Karsten quer deixar você mais lindaPorque gostamos de cuidar da casa, mas também, de ser bem cuidadas!
Por isso, a Karsten está com uma promoção nacional que premiará 30 pessoas com 1 ano de beleza grátis
Funciona assim:
A cada R$120,00 em compras de produtos Karsten Cama, Mesa e Banho, você recebe uma chance de concorrer. Após a compra, você acessa o hotsite da promoção e cadastra o número da nota fiscal, assim você recebe seu número da sorte. Daí em diante, basta cruzar os dedos e pensar positivo!


O sorteio será no dia 4 de janeiro de 2012 e presenteará 30 mulheres do Brasil inteiro com um ano de salão de beleza, no valor de R$ 5.000,00 cada. (Promoção válida de 20/09 a 24/12.)


Deixamos a casa mais bonita, com Karsten. Ela retribui, deixando-nos mais bonitas:
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Guerra das panelas

A extinta TV Pirata fez humor, numa era APC( Antes do Politicamente Correto). Alguns personagens ficaram marcados na memória do povo, como o impagável Barbosa, interpretado por Ney Latorraca:
Um dos quadros mais engraçados do semanal era o TV Macho(fazendo paródia ao TV Mulher, na década de 80). Os tipos mais ogros, mais desajeitados, mais rudes eram os seus apresentadores: o arquético do “macho”, no sentido mais pejorativo possível!
Inesquecível era a sessão culinária: 
Nem a Palmirinha era tão desajeitada! 
Mas o quadro é apenas uma caricatura, que não retrata totalmente a realidade: os grandes e mais famosos chefs da atualidade são homens. E, basta observar os programas de culinária da TV paga ou, àqueles relacionados à gastronomia, para constatar que a maioria é estrelada por…homens.
Mas isso não prova que “eles” cozinham melhor que “elas”. 
Segundo participantes da promoção lançada no último domingo, comidinha boa não precisa de técnica culinária sofisticada, inovadora e, preparada apenas por chefs formados na Cordon Bleu de Paris. Comidinha boa mesmo tem tempero de mulher; tem pitadas de mãe. 
Mesmo que não tenha muita intimidade com as panelas dá sempre um jeito de agradar, nem que seja descobrindo o telefone de restaurante pra encomendar um rango especial, como no caso do nosso apresentador do TV Macho.
A promoção relâmpago provocou a memória olfato-gustativa dos participantes. 
As comidas de mãe mais relembradas nos comentários não foram nada sofisticadas: de macarrão do domingão a arroz doce, de bolinho de chuva à carne de panela, o que mais marcou a infância dessas mulheres foi o tempero, o toque de Midas, o toque de mãe. Este foi o único diferencial, pois, como diz o ditado: “mãe, só tem uma!” Tempero dela, também.

E foi justamente a filha que lembrou da carne de panela da mãe, que ganhou o brinde da promoção: um caderninho de receitas para registrar as preferidas, como no tempo da mamãe.
Caderno de receitas
Fiz uma lista com os nomes das participantes, por ordem de entrada, desconsiderando comentários duplicados. Por uma questão de justiça com quem cumpriu o que foi pedido nas poucas regras da promoção, também não considerei os comentários sem endereço de e-mail. Considerei todos aqueles que entraram, até a hora de eu fazer o sorteio, no total: 54 comentários válidos.

Agradeço de coração a quem dividiu um pouco da sua memória conosco.

E a escolhida pelo sistema Random foi uma blogueira muito querida, assídua aqui no blog:
Parabéns, Josi!
Escreva aí no caderninho, uma receita com gostinho de alegria!
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Promoção relâmpago!

Hoje pela manhã meu caçula chamou-me à varanda, para ver o Sol dissipando a neblina sobre a mata. Ele acha qualquer manifestação do frio, algo fantástico! Até repreendeu-me, por ter demorado a trazer a máquina, e registrar um evento que ele considera raro:

Manhã de outono

Na verdade eu acordara mais cedo que ele e, pela janela do banheiro, vira a mata escondida sob o manto branco.

Escondida também estive nos últimos dias, mas a culpa não foi da neblina na serra: comprometi-me a ajudar na confecção de lembrancinhas para o dia das mães, na igrejinha onde congregamos. Dividi o trabalho com uma amiga e até o filho do meio, mesmo adoentado, colaborou.
Foi uma correria pra dar conta, mas o resultado agradou:
Caderno de receitas
A ideia era fazer um simples caderninho de receitas, com capa de tecido.
Caderno de receitas
Imprimimos algumas receitas daqui do blog para inaugurá-lo:
Caderno de receitas
Alguém poderia dizer que isso é coisa do passado, diante da atual facilidade de encontrar boas receitas na internet. Mas, sabe aquela receitinha de mãe, aquela dica, passada de geração a geração, que não encontramos no Google? Com certeza deveriam ser registradas!

Faz algum tempo escrevi sobre a possível origem da minha paixão por pães: a culpa deve ser dela, minha mãe, e dos cheirosos pãozinhos de canela que fazia para nós, quando ainda éramos pequenos. Ela também usava um caderninho de receitas.

Então, só como brincadeirinha de “dia das mães”, proponho aqui um desafio que deve ser respondido nos comentários deste post:

Qual comidinha de mãe é inesquecível pra você?

Apenas como incentivo, sortearei um dos cadernos de receitas, mostrado logo acima, entre os que responderem à pergunta. 
-Só vale uma participação por pessoa, porque, como diz o ditado: “mãe, só tem uma!”
-Se você não tem blog deve deixar nome e sobrenome, e-mail de contato, cidade e estado de origem.
-Para residentes no país.

Já que falamos nelas, duas respeitáveis representantes: 
Mãe minha e mãe Nina
Mãe Nina, no colo de mãe minha.

( Foto tirada, quando minha mãe esteve por aqui, início do ano. Nina estava no pós-operatório imediato de uma castração.)

E como também sou mãe coruja, os filhotes mais fofos e peraltas do mundo:
Duplinha dinâmica
Corra para participar, pois a promoção é relâmpago: só até terça-feira, dia 10 de maio!

Quer fazer um caderninho para você e/ou a sua mãe?
Aqui tem um PAP explicadinho.
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