Pisando firme…

Explicando meus posts-relâmpagos da última semana, resumidamente: estive longe de casa mas já “estou, de volta pro meu aconchego…”Tive o privilégio de chegar numa tarde ensolarada em Vitória, sobrevoando a Terceira Ponte, com o Mestre Álvaro * a me receber, quando o avião tocou o chão:
*( Ao fundo, na foto abaixo)

Mas esta é uma história, começada de trás pra frente, que será contada aos poucos, ao longo desta semana.
Falando em “tocar o chão de casa”, lembrei de alguns pisos de inspiração retrô, porque ando numa fase “vintage de ser”:

Purple Area
Preto no branco, ou verde no branco: MamaMekko
Ou, mais variações, como nesta versão pintada com estêncil, é o que parece: Martha Stewart
Ainda estou meio “mareada” da viagem, mas assim que firmar os dois pés no chão, mostrarei alguns detalhes dessa mais nova aventura…
Abraço e boa semana!
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Chique em preto e branco

Post, tipo “a volta dos que não foram” pois estou sumida desde a quarta. É que não parei em casa desde lá e hoje, pra variar, estou de plantão. “Ossos do ofício”, como diz o dito popular. Por sinal, hoje é o dia do médico.
Comecei a escrever na quinta um post mais elaborado, mas a correria não me permitiu concluí-lo. Optei por deixar para amanhã, já que todo mundo deve estar na praia uma hora dessas.

Depois de tanta cor na sala da la, aproveito para mostrar um hotel muito chique, em Florença: Floroom2: um contraponto de neutralidade, mas nada de “semgraceza”! Os ambientes são uma mistura de rústico e moderno, em preto e branco.
Gostei especialmente da parede com este mosaico de fotografia: Repararam no piso espinha de peixe?!
Outro detalhe neutro mas de grande efeito, o castical recortado 3D:

Será que o meu menino ia achar este aqui “brega”?!
“Você decide!”
Imagens: Remodelista
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Se quiser, pode pular…

Mas, que tal brincar um pouquinho?

Amarelinha
(por Silvio Lourenço, em setembro de 2005)

Tem céu,
tem também inferno.

A pedrinha,
lançada com fé
procura o céu
mas uma geografia perversa (parece que o Coisa-Ruim trama isso)
faz o inferno alargar
e por um largo pequeníssimo
cai o sortilégio
um pouco pra lá de onde deveria.

Aí a gente tem que pular
os pedaços marcados
coisas lindas e desejos gozosos
quedam ao lado.

Há uma pedra,
sim,
que a lançadeira tem por dever de obrigação recuperar.

O poema parece amarelinha
se jogar a palavra uma vez ou duas
longe do céu desejado, encanto não há.

Palavra-pedrinha,
o poeta tem fé que ela cumpra uma sorte,
se o poema não é de todo agrado,
pula o de que não goste,lê só o desejado.

Pulando o poeminha…
Chegando direto no céu:
Apartment Therapy

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Se quiser, pode pular…

Mas, que tal brincar um pouquinho?

Amarelinha
(por Silvio Lourenço, em setembro de 2005)

Tem céu,
tem também inferno.

A pedrinha,
lançada com fé
procura o céu
mas uma geografia perversa (parece que o Coisa-Ruim trama isso)
faz o inferno alargar
e por um largo pequeníssimo
cai o sortilégio
um pouco pra lá de onde deveria.

Aí a gente tem que pular
os pedaços marcados
coisas lindas e desejos gozosos
quedam ao lado.

Há uma pedra,
sim,
que a lançadeira tem por dever de obrigação recuperar.

O poema parece amarelinha
se jogar a palavra uma vez ou duas
longe do céu desejado, encanto não há.

Palavra-pedrinha,
o poeta tem fé que ela cumpra uma sorte,
se o poema não é de todo agrado,
pula o de que não goste,lê só o desejado.

Pulando o poeminha…
Chegando direto no céu:
Apartment Therapy

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