Bolo de chocolate

Nada mais reconfortante que chegar em casa, depois de um dia cansativo de trabalho, e ser recebida com carinho, às vezes, na forma de bolo( não fôrma, também serve).
Foi assim, ontem. A Rose, minha fiel ajudante preparou uma receita própria que, de tão fácil e gostosa preciso compartilhar com vocês:
Um bolo de chocolate muito digno, para acompanhar o café da tarde! Macio e fofinho, na medida certa.
Bolo de Chocolate
Bolo de chocolate da Rose
1 xícara de achocolatado
2 xícara de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
1 xícara de chá de leite
3 colheres de sopa de manteiga, em temperatura ambiente
4 colheres de sopa de açúcar refinado
3 ovos grandes( gemas e claras, separadas)

Modo de fazer:
Pré-aqueça o forno em temperatura média.
Unte com manteiga e enfarinhe uma fôrma de furo no meio( ou, tabuleiro).
Peneire os ingredientes secos, todos juntos.
Bata as claras em neve bem firme.
Bata as gemas, manteiga e açúcar juntos, até ficar um creme mais claro.
Acrescente o leite e misture, alternadamente, com os ingredientes secos peneirados.
Por último, acrescente as claras em neve à mistura, delicadamente.
Deite a massa sobre a fôrma preparada e leve-a ao forno, por aproximadamente 40′ ou, até que enfiando um palito no meio, esse saia limpo.
Sirva simples assim, ou com calda de chocolate.

Posso fugir da dieta, de vez em quando, embora o bolo não tenha durado mais que um dia. Sobrou este último pedaço, só pra fotografia( relevem o fato de ter usado um pratinho com motivos de azeitonas: nada a ver!).
Bolo de Chocolate
Primeiro a gente limpa a fôrma. Depois, cuida da forma: já me inscrevi em outra meia maratona, pra fechar o ano correndo.
Chamo o Hulk pra me acompanhar, nos treinos…
Quero passear!
“Tudo bem mas, eu dirijo!”
“Eu também vou!” ronronou preguiçosamente o Pingo.
"Vou de táxi!"

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3…2…1…

De repente bateu uma carência fora de hora no Pingo, uma “força estranha no ar”…
Colo
Desejo de ficar mais pertinho…
“Não se vá!…”
Carente
A afoita Chanel foi mais clara, na proposta:
Delivery
“Mas não posso levá-la comigo, Chanel: ‘é dia de corrida, bebê’!”
fazendo as malas
Estou aqui, entre o mar de Ipanema e os Dois Irmãos, na contagem regressiva para a prova de domingo…
Eu e os "Dois Irmãos"
( Foto: Lucia Simões)
Conferindo, que o “Rio de Janeiro continua lindo…”

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Rebelde sem causa

Pra começar, uma historinha triste:
Você vê os bichinhos nascerem, crescerem dentro de casa, trata com a melhor ração, remédio, vacina, leva para castrar e, no final das contas, não tem garantia nenhuma! Assim é o amor. E quando estamos falando de amor aos animais, a insegurança é maior ainda! Porque você ama e investe mas, nem todos.

Já contei aqui a história do Pretinho, um de nossos gatinhos, encontrado morto na frente de casa há uns meses.
Dos filhotes da Nina, sobrou-nos o Tinoco, irmão do Tonico( o “Pretinho”).
Ao contrário do que se foi, Tinoco era rebelde: não gostava de conversa, afagos e estava numa fase (terrível!) de marcar território dentro de casa. Nada lhe escapava, inclusive, nossas pernas: um mau hábito que irritava demais, não vou mentir! Mas a gente entende que cada gato é único, diferente, como um filho: não é porque se comporta mal, que deva ser abandonado.
Tentamos a castração, como saída digna para melhorar o comportamento do gato. Após o procedimento, pareceu mais esquivo ainda! Mas não deu para saber se era algo temporário, ou não: está sumido há quase 1 mês.

E o caçula, que se ligara mais a esse depois da morte do Pretinho, reiniciou a fase de tristeza pela mais recente perda. Desde então tem me cobrado uma história para o Tinoco: uma descrição do que foi a nossa curta convivência com ele, o “Rebelde sem Causa” mas, sim: um gatinho, tão amado quanto os outros!

Fica a dúvida sobre o que realmente lhe aconteceu: o filho quer crer, que ele possa estar vivo por aí, miando em outra freguesia. Sou mais cética, em relação a previsões otimistas: há inimigos próximos e, na rua, contra os quais não podemos lutar…
Independente de seu destino, resta-me render-lhe uma pequena homenagem.

Chuvisco era o único que ele permitia maior aproximação. Melhor, ainda: “full contact” era comum entre os dois!
Full contact no chão
Lamento pelo desaparecimento dele, mas admito que a harmonia voltou a reinar na casa depois disso, especialmente, em relação ao Pingo: talvez para evitar combates com o “filhote marcador de território”, o gato mais antigo da casa evitava entrar e ficar.

Chuvisco perdeu um amigo, mas acabou fazendo outro. Está tranquilo…
Full contact no edredom
Agora, os dois são os mais recentes amigos de infância e Pingo está, nova e completamente à vontade, dentro de casa!
Não é ressaca da pinga, mas ressaca do Pingo:
Ressaca
Porque a folia, para esses gatos, dura o ano todo!
Ressaca
Em ritmo de preguiça e languidez…
Ressaca
Nina não perde a pose:
Altiva
E a vida continua…

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“Carpe diem!”

Domingão rima com macarrão:
Macarrão do domingão
Mas não combina com complicação:
Almoço de domingo-“macarrão de strogonoff” porque, como bem descreveu minha amiga Silmara Franco, outro dia:
“Só massa salva!” ( Principalmente, mulher “desempregada” há 2 semanas!)
Mais cliques do domingo:
DSC09370
DSC09371
Não perturbe! Pingo tirando uma sesta:
Pingo na sesta
A quaresmeira-anã desabrochou:
Quaresmeira-anã
Quaresmeira-anã
Quaresmeira-anã
E um texto traduzido e postado pela Vivianne Pontes, Dcoração, que compartilhei no Facebook e gostaria de aqui, também:
Filhos, pais, Carpe Diem e os tempos

Tocante! Inspirou meu domingo e, espero: inspire a semana de todos!
Plantem boas sementes e colham, o que de melhor encontrarem pela frente!

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Ócio criativo

A gente corre e se cansa tanto no dia a dia, que deveria aprender com os gatos a explorar a preguiça de maneira criativa e respeitosa: no frio ou calor, conseguem escolher os melhores lugares para uma “siesta”. Se frio, o ideal é ao Sol. Se calor, sombra.
Hoje estou cansada demais para conversa; prefiro relaxar como eles.

Chuvisquinho é o mais folgado de todos e desbancou Pingo, no título de “Senhor das Camas da Casa”.
Chuvisco na cama
Chuvisco na cama
Parece bem à vontade, não?
Chuvisco na cama
À tarde, é comum flagrar os gatos aproveitando a fresca sob a murta.
Pingo até abriu exceção e permitiu dividir espaço com a Nina:
Dividindo a mesma sombra
“Se não pode combater um inimigo, una-se a ele!”
Preguiça
Nina
O Tinoco, apesar de amiguinho do Chuvisco, anda em fase de pura rebeldia: mesmo castrado, mantém-se arisco e selvagem, avesso a contato humano, motivo de sua ausência neste post.

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