“Cinnamon rolls” pra te fazer feliz!

Daquelas propagandas que chamam a atenção, essa, do Pão de Açúcar, com a Clarice Falcão:

Não é um produto que se vende, ali, mas, uma ideia: de que somos os maiores responsáveis pela nossa felicidade, de que podemos( e devemos!) interferir, agir, assumir-nos donos do próprio destino. Ficar de braços cruzados, esperando que um Chapolin Colorado venha nos salvar é cilada, um convite à frustração.
Atitudes simples podem mudar a vida, o entorno, torná-la mais leve.
E a perguntinha básica da música chiclete pode parecer boba mas, não é. Antes, um exercício de autoconhecimento:
O que faz você feliz e, você feliz, o que é que faz?
Parou, pra pensar?:
Quando, a última vez que deu gargalhadas( sem preocupar em parecer ridículo!) relaxou, gozou, gritou de excitação, deu pulinhos, fez dancinha, fechou os olhos e, sorriu por dentro…
Que ocasião foi isso, há quanto, quem, ou o que provocou?…
Porque felicidade não se resume num momento, euforia, ou devaneio. Antes, sim, uma atitude e compromisso em relação à vida e ao que nos traz, de bom e/ou ruim.
Você pode estar triste e, ser feliz. Pode estar alegre e, ao contrário…Pode se sentir feliz, em fazer alguém feliz e, ao contrário, de novo…quando estamos bem, como é mais fácil fazer com que os outros também se sintam!…
É simples, mas não é fácil, como se costuma dizer.
Então, proponha-se esse pequeno exercício:
“O que me faz feliz e, feliz, o que faço?”
É diferente, pra cada um. Pessoal, intransferível!
Eu, por exemplo, viajo numa música que me toca…na lembrança de um momento especial…sorrio, quando minha gatinha vem aninhar-se aos meus pés…converso numa linguagem infantil com ela, quando lhe acaricio a barriguinha peluda…sofro e me canso, numa corrida de longa distância, mas abro um sorriso, de orelha à orelha, quando ultrapasso a linha de chegada…
Assim, uma das ocasiões em que me defino “feliz”: ora corpo suado, molhado, esforçado num treino ou prova, ora coberto de trigo, à beira do balcão da cozinha, fazendo pão, ou outra receita gostosa…
Sovar a massa, esperar que levede, moldar pãezinhos como quem esculpe uma Pietà, depois, vê-los corar ao forno, como se fossem corpos de mulheres gostosas bronzeand0-se na praia de Ipanema…E o perfume, que invade a casa?…
Felicidade tem cheiro?
Tem. Muitos! Cheiro de pão, um deles! Mas pode ser cheiro de mato, cheiro de gente( uma “gente”, em especial…), cheiro de capim gordura( no caso do meu gatinho, que costuma embrenhar-se no mato)…

Quem me conhece um pouco sabe que me faz feliz falar de comida, de cozinha, trocar receitas, dicas…
Fez-me feliz fazer esta receitinha de “cinnamon rolls de um site que, só de olhar as fotos, ler o texto delicioso que a Paula escreve já levanta o astral de qualquer mortal!
cinnamon-roll
(Foto: “The Cookie Shop“)

Meus rolinhos de felicidade, sem fondant:
CInnamon rolls
Isto é panificoterapia!
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Massa levinha, que desmancha na boca!
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Tá esperando o que, pra ser feliz?!

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Uma pitada de energia


(Foto, dAqui)

Final do mês passado, quando Cléo Pires completou 30 anos, concedeu entrevista ao site Extra. Perguntada se temia “envelhecer” deu uma resposta ambígua: primeiro, disse que, sim. Depois, que estava “gostando muito de envelhecer”.
Eu, mera mortal, sem nem metade da beleza de Cleo e, com muitos anos a mais( às vésperas de completar 44!) fiquei injuriada!
“Como, assim? A pessoa acaba de fazer 30 anos e diz que está ‘gostando muito de envelhecer’?!” É algum tipo de gozação conosco, mulheres normais?!…
Particularmente, acho que se envelhece quando se abdica dos sonhos, quando se desiste dos planos…
Por isso, embora o tempo aponte-me uma ruguinha aqui, uma flacidez ali sinto-me uma jovem empreendedora, no terreno dos grandes e pequenos sonhos.
Completar uma maratona é um desses.
É um caminho longo, que faz aos poucos.

Domingo passado: uma corrida intermunicipal saindo da minha cidade, Santa Teresa, e chegando em Santa Maria, 28 Km distante.

Esse é um tipo de projeto que exige preparo físico, mas também e, principalmente, preparo psicológico. É preciso ter confiança na sua capacidade, sem deixar de levar em conta as incapacidades e limites do corpo.

Citando uma outra frase de “Alice no País das Maravilhas”:
“A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível.”

Mas não sou uma lebre. Só quero chegar ao fim, como a tartaruga…

E uma hora ele chega….

Outro dos pequenos sonhos é fazer Gastronomia…
Mas antes, um curso de fotografia…
(Peraí, que eu tenho de consultar minha agenda, no tópico: “Planos a cumprir, a médio e longo prazo”!…)

Talvez por isso tenha ficado encantada com o blog e me identificado com a autora, de: Suvelle Cuisine.
Mãe, escritora, bailarina, apaixonada por fotografia e pela boa cozinha:
“Acredito piamente que somos aquilo que comemos e encontro um prazer tremendo em procurar incessantemente alternativas deliciosas para que a minha família e eu possamos ter uma alimentação saudável e equilibrada.”

As fotos são simplesmente ma-ra-vi-lho-sas! As receitas, simples, mas que dão água na boca!
Querem uma prova?:

Quando vi os( poucos) ingredientes e a maneira( simples) de fazer esse pão tipo pita duvidei que desse certo. Mas, arrisquei. E fiquei feliz com o resultado!

É tão simples, mas tão simples de fazer, que também vai duvidar!

Mas é tão fofo, tão macio, que não vai se arrepender!
Usei a máquina de fazer pão, como o post sugere, mas quem não a tem pode fazer manualmente, também.
Pode acompanhar o lanche da tarde ou, como entradinha, servido com azeite, acompanhando um caldo, nessas noites frias.

Pão tipo pita“, receita, aqui!
Minhas dicas e adaptações:
-Usei 3 colheres de chá de fermento seco granulado para pão+1 colher de sopa de açúcar+1/2 colher de sopa de sal.
-Ela orienta que se assem os pães( depois de, novamente crescidos) em forno brando. Achei que os meus ficaram mais branquinhos que os dela por conta disso, além de demorar mais para assar. Próxima vez deixarei em forno médio a alto.
-Apesar de branquinhos ficaram muito bem assados e muito levinhos.

Falando em corrida e carboidratos( duas coisas que combinam muito bem!), minha próxima dica é um macarrão cremoso energético e aromático, superfácil de fazer, assim como esse pão pita, para salvar o seu (e o meu!) almoço de domingo!…

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Para agradar o estômago e coração!

Temporada de férias com meninos em casa é trabalho dobrado, na cozinha: atividade exercida com prazer, ainda mais, se for pra mimar um filho.
Como a cevar um porco, desde que chegou da Alemanha tenho testado receitas novas e repetido pratos que ele aprecia(embora um dos pedidos especiais tenha sido a trivial dobradinha arroz com feijão): torta de limão, pavê de cupuaçu, bolo de cenoura, cookies integrais, alfajores, pudim, bolo de mamão e de maçã, sem falar nos pães caseiros…
Algumas dessas gostosuras( fáceis e saudáveis!) foram tiradas do livro e/ou site Panelinha. E desta vez, de uma tacada só, indico 3 receitas imperdíveis, de lá:
Bolo de banana integral com aveia

Pode substituir o pão e, como sugestão da Rita Lobo, ser servido quentinho( ou, tostado na torradeira), com manteiga.

Como tinha uma bandejinha de mirtilos na geladeira resolvi aproveitá-los, acrescentando-os à massa.
Rende uma fôrma de bolo inglês. Não durou mais que uma refeição.

Já dei umas duas receitas de panquecas, aqui, mas gostei da praticidade e facilidade desta:

Receita, aqui.
O menino gostou tanto que pediu bis, hoje. E pedido dele é uma ordem!
Se quiser fazê-las para o café da manhã pode adiantar serviço deixando a massa preparada na geladeira, de um dia para o outro.

A última receita do dia é um pão integral, leve e fofinho:

Pão integral com nozes

Como não tinha nozes em casa usei um mix de frutas secas e castanhas: ficou uma delícia!
Outra dica que recebi de uma amiga do Facebook foi acrescentar mais 3 colheres de sopa de óleo, além daquelas solicitadas na receita, pra deixar o pão ainda mais macio.
Espero que se animem pra o fim de semana!
( Todas as receitas têm link no post!)

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Resumo da semana

Mais uma semana corrida e, de corrida!
Porém bateu o desejo de fazer uma outra, direto pra minha cozinha, assistindo ao programa da Rita Lobo(guru e musa!), o Cozinha Prática, no GNT!
Ela tem essa capacidade: transformar o ato de cozinhar, em algo aparentemente simples!
Já era noite, mas a vontade, imperativa. Resultado: desliguei o forno, perto das 23h. O resultado valeu a pena!
Focaccia Integral com tapenade de azeitonas
A focaccia deve ter um sério problema de personalidade, digno de terapia: parece uma pizza, mas não é; um pão, mas não é.
Independente de nomeações burocráticas, surpreendeu-me a crocância e sabor desse “pão com cara de pizza”.
Para acompanhar, uma pastinha de sabor acentuado: tapenade de azeitonas.
Focaccia Integral com tapenade de azeitonas
A receita da focaccia integral com tapenade de azeitonas pode ser acessada no site do GNT( com o vídeo do programa), aqui.
Lá a Rita explica tudinho mas, as minhas dicas são:
Cuidado na finalização, com o sal grosso: beem pouquinho!
Para a tapenade ficar menos salgada é aconselhável lavar as azeitonas e alcaparras, escorrendo-as antes de usá-las.
Se não tiver nozes, use castanhas. Também acrescentei 2 filezinhos de anchovas( em vez do molho shoyu).
A focaccia é deliciosa, quando recém-tirada do forno! Para recuperar a crocância e gosto de massa fresquinha é só esquentar alguns pedaços numa chapa, ou até mesmo, frigideira( sem untar!).

O almoço de sábado foi dica de outro queridinho dos programas de culinária: Claude Troisgros, no “Que Marravilha-Romance“: risoto de petit pois e pera, com redução de vinagre balsâmico.
Risoto de petit pois e pera, com redução de vinagre balsâmico
Essa temporada está imperdível: o chefe recebe um casal famoso em sua cozinha, enquanto prepara um prato especial para eles.
O risoto serviu à Cynthya Howlett e Du Moscovis, que não comem carne.
Não é o nosso caso: acompanhei com filé mignon.
Foi o melhor risoto que já fiz! ( Usei arbório, no lugar de “arroz envelhecido”.)
Receita, aqui!

Da meia maratona do ES, semana passada…

Pegamos a estrada novamente, dessa vez, para uma corrida de 10 Km, em Guarapari(com uma turma de gente boa, do “Clube do Corredor de Santa Teresa“):

Amanhecendo em Vitória, o Sol prometia…

Mas, chegando em Guarapari, chuva fina e um belo arco-íris nos receberam!

Nada que levasse nossa animação por água abaixo!

Quem não gosta nada de esforço é a Chanel!
Meu nome é Pregui...ops! Chanel!
Ela também prefere Sol à chuva.

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Pão de cenoura

Sabe aquela época de entressafra? Tô na minha, de criatividade: muito cansaço e pouco tempo têm me afetado negativamente. Resultado: desânimo. Pra piorar, um quadro gripal.
Independente do nosso estado de humor a vida continua com as suas demandas. Uma delas: satisfazer a necessidade das crianças. Não é preciso muito.
Meu menino mais novo cobrou-me, esses dias: em fase de crescimento ele anda ávido por novidades na cozinha. Provador exigente, aprovou este pão de cenoura, receita trazida pela minha ajudante Rose:

Hoje foi dia de ir pra cozinha afinal, domingo o filho mais velho completará 21 anos.
Da padaria caseira saíram: massas de pizza, bolo de chocolate, torta de ricota, além de bolo de maçã e os pães da foto( australiano e de cenoura)-todas, receitas já postadas aqui no blog.
Pão de cenoura
Ingredientes:
-1 batata média cozida
-3 cenouras médias cozidas
-2 colheres de sopa de margarina
-1/3 de xícara de óleo
-4 colheres de sopa de açúcar
-1 colher de chá rasa de sal
-2 colheres de sopa rasas de fermento para pão( granulado seco)
-2 ovos

Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento. Derramar a mistura numa vasilha funda, acrescentando o fermento e o trigo, aos poucos, até dar ponto e sova. Sovar a massa, colocar para descansar e crescer em local protegido. Moldar os pães( rende 2) e acomodá-los em fôrmas de bolo inglês. Após crescer novamente levar a assar em forno médio, pré-aquecido, por aproximadamente 30′, ou até corar levemente na superfície.

Esperando que o fim de semana prolongado seja suficiente para refazer nossas forças.

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