Batendo ponto

Sabe criança, quando é pega fazendo “arte”?…
Entrega à domicílio
Assim fico eu, de sorriso amarelo, quando não dou conta de todos os compromissos assumidos.
Siiim! Porque, pra mim, embora não encare o blog como “obrigação”, vejo-o como um compromisso( sutil diferença, mas que muda todo o sentido!): antes de tudo, feito comigo mesma, de escrever com frequência sobre as coisas que mais gosto, ou que me impressionam de alguma forma.
Falando em compromisso, tá de pé o meu com vocês de explicar o porquê dos posts mais espaçados ultimamente. Mas vamos deixar essa conversa pra depois do feriado, porque não é hora para DR( discutir relação).
Por enquanto, uma ideia DIY simples e elegante para personalizar vasos de temperos:

No Design*Sponge há um PAP bem fácil, inclusive, com os moldes para marcar as tags de lousa nos vasos.

É golpe baixo apelar como o ex-presidente, mas a carne é fraca…
Ficheiro:Fernando collor.jpg
“Minha gente! Não me deixem só! Eu preciso de vocês.”

Voltamos em breve. (Mais breve que o retorno de Collor à política.)
(Mas se bater uma saudade fora de hora, pode procurar a Laély Fonseca no Facebook.)

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Rebelde sem causa

Pra começar, uma historinha triste:
Você vê os bichinhos nascerem, crescerem dentro de casa, trata com a melhor ração, remédio, vacina, leva para castrar e, no final das contas, não tem garantia nenhuma! Assim é o amor. E quando estamos falando de amor aos animais, a insegurança é maior ainda! Porque você ama e investe mas, nem todos.

Já contei aqui a história do Pretinho, um de nossos gatinhos, encontrado morto na frente de casa há uns meses.
Dos filhotes da Nina, sobrou-nos o Tinoco, irmão do Tonico( o “Pretinho”).
Ao contrário do que se foi, Tinoco era rebelde: não gostava de conversa, afagos e estava numa fase (terrível!) de marcar território dentro de casa. Nada lhe escapava, inclusive, nossas pernas: um mau hábito que irritava demais, não vou mentir! Mas a gente entende que cada gato é único, diferente, como um filho: não é porque se comporta mal, que deva ser abandonado.
Tentamos a castração, como saída digna para melhorar o comportamento do gato. Após o procedimento, pareceu mais esquivo ainda! Mas não deu para saber se era algo temporário, ou não: está sumido há quase 1 mês.

E o caçula, que se ligara mais a esse depois da morte do Pretinho, reiniciou a fase de tristeza pela mais recente perda. Desde então tem me cobrado uma história para o Tinoco: uma descrição do que foi a nossa curta convivência com ele, o “Rebelde sem Causa” mas, sim: um gatinho, tão amado quanto os outros!

Fica a dúvida sobre o que realmente lhe aconteceu: o filho quer crer, que ele possa estar vivo por aí, miando em outra freguesia. Sou mais cética, em relação a previsões otimistas: há inimigos próximos e, na rua, contra os quais não podemos lutar…
Independente de seu destino, resta-me render-lhe uma pequena homenagem.

Chuvisco era o único que ele permitia maior aproximação. Melhor, ainda: “full contact” era comum entre os dois!
Full contact no chão
Lamento pelo desaparecimento dele, mas admito que a harmonia voltou a reinar na casa depois disso, especialmente, em relação ao Pingo: talvez para evitar combates com o “filhote marcador de território”, o gato mais antigo da casa evitava entrar e ficar.

Chuvisco perdeu um amigo, mas acabou fazendo outro. Está tranquilo…
Full contact no edredom
Agora, os dois são os mais recentes amigos de infância e Pingo está, nova e completamente à vontade, dentro de casa!
Não é ressaca da pinga, mas ressaca do Pingo:
Ressaca
Porque a folia, para esses gatos, dura o ano todo!
Ressaca
Em ritmo de preguiça e languidez…
Ressaca
Nina não perde a pose:
Altiva
E a vida continua…

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Ócio criativo

A gente corre e se cansa tanto no dia a dia, que deveria aprender com os gatos a explorar a preguiça de maneira criativa e respeitosa: no frio ou calor, conseguem escolher os melhores lugares para uma “siesta”. Se frio, o ideal é ao Sol. Se calor, sombra.
Hoje estou cansada demais para conversa; prefiro relaxar como eles.

Chuvisquinho é o mais folgado de todos e desbancou Pingo, no título de “Senhor das Camas da Casa”.
Chuvisco na cama
Chuvisco na cama
Parece bem à vontade, não?
Chuvisco na cama
À tarde, é comum flagrar os gatos aproveitando a fresca sob a murta.
Pingo até abriu exceção e permitiu dividir espaço com a Nina:
Dividindo a mesma sombra
“Se não pode combater um inimigo, una-se a ele!”
Preguiça
Nina
O Tinoco, apesar de amiguinho do Chuvisco, anda em fase de pura rebeldia: mesmo castrado, mantém-se arisco e selvagem, avesso a contato humano, motivo de sua ausência neste post.

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Olhos coloridos

Domingo de Sol pede uma roupa mais descontraída, ainda que seja para trabalhar.
Hoje resolvi tirar do armário uma moça, preparada para enfrentar um dia como esse…

Atrás da porta
Ops! Não é bem essa…

Camiseta e leggingOlhar felino

Camiseta: Redley
Legging: Lupo

Sapatilha: New Order
Mochila de lantejoulas: Cantão


Como a camiseta era meio transparente fiz uma sobreposição, deixando aparente a barra do vestidinho de malha.


O mais legal dessa estampa é que o tecido dos óculos é termossensível, ou seja, muda de cor, conforme a temperatura:

Camisa Redley
Estampa termossensível
Isso é que é ver o mundo colorido!
Sempre achei(só aqui, com os meus botões!) que mulher deveria vir de fábrica com espelho retrovisor instalado, só para dar aquela conferida na retaguarda, antes de sair de casa. Esta, veio com olhos:
Olhos atrás?...
E a Nina, que estava tomando um solzinho na varanda, interrompeu o descando para conferir o brilho da mochila:
Brilho sedutor
Parece até que ficou hipnotizada…
Vai encarar?...
Não a culpo, Nina! Também fiquei.
Um brilho
(O look de ontem, fica para depois. Esqueci a roupa na casa da sogra, onde almoçamos.)
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Na pátria do Zé Carioca

Tenho desenvolvido teoria, nada científica, de que, nesta plaga verde amarela a lógica funcionaria ao inverso…

verde e amarelo

Ao contrário do que apregoa a redundante obviedade do verso de Aquarela do Brasil: “esse coqueiro” não dá coco.  Dá pizza, dá abacaxi, mas coco, mesmo, deve dar em pé de moleque!
Ou então, a maioria dos políticos viveria em país diferente do nosso! A cor da bandeira deles seria cor de rosa, a presidente, Pollyanna, no Senado, o Chapeleiro Maluco e o ministro mais importante, Pinóquio: enfim, um país de faz de conta, que Alice adoraria conhecer!
Enquanto por aqui, no país real do Real, analisando os acontecimentos políticos mais recentes, retrospectivamente, procuro por subsídios que sustentem minha tese esdrúxula da “lógica reversa”. Se não, vejamos:
-Quando um ministro, acusado de enriquecimento ilícito, abdica alegando não querer atrapalhar o “debate político” significa, que: o debate que ele deseja evitar é…em torno de si mesmo, lógico!
Blog do Amarildo

-Outro ministro alega ter ótima relação com a presidente, pouco antes de ser exonerado. Seu nome é sumariamente ignorado pela presidente “amiga do peito”, na cerimônia que empossou o ministro substituto. 
Entenderam?…

E quando se diz, que: “nesse mato tem coelho”, “onde há fumaça há fogo” e “isso não está me cheirando bem”…
Cheirinho
Em nossa humilde lógica parece haver algum sentido. Não, na do ex-ministro da Agricultura:
Após semanas de rumores de corrupção em sua pasta, desmente aqui, acusa ali e, numa entrevista à imprensa afirma, todo serelepe: “Tô firme como uma rocha”. 
Ou seria: como gelatina, em caminhão de mudança?…
Flexibilidade
É coisa de maluco, mesmo…
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