Almoço do Pará, na sala da La…

Mal despedi a Jane com a Rosana, e dessa vez, foi minha mãe que chegou.
Como de costume, além da bagagem normal, traz um isopor repleto de sabores do norte: polpa de açaí, cupuaçu, farinha de tapioca, bombom de cupuaçu e castanha, farinha para farofa, pirarucu desitrado, tucupi e jambu.
Tô falando em língua estranha, para alguns?…
Não se trata de dialeto indígena, mas a origem dessas comidas tem os dois pés na aldeia.
Com tantos ingredientes, resolvemos fazer um almoço com sabor regional.

Chamamos alguns amigos para a confraternização.
Não consegui comprar flores, indispensáveis à essas ocasiões festivas. Colhi então algumas do meu quintal, como estes raminhos de lavanda, deixados no lavabo:
O jarro vintage, foi minha última aquisição da Tok&Stok: Em cima da mesa dispus umas florzinhas, bem simples:O cardápio foi dividido em duas etapas, como opção àqueles menos ousados no apetite.
Como entrada fria, uma refrescante salada de feijão fradinho. O toque, que fez toda a diferença: talo de salsão, além de palmito cru, tomate, cebolinha e azeitona picados. Ficou uma delícia!
Assei um chester e fiz um escondidinho de pirarucu, que, de tão escondido, não dá pra ver, debaixo deste purê de mandioca:

O pirarucu é o maior peixe de água doce, conhecido como o bacalhau do norte.
A mandioca é chamada de macacheira, por lá.
Agora, para os de “mente aberta”, o sabor forte e único do tucupi com jambu. O líquido amarelo é extraído da mandioca-macacheira através do tipiti, um tubo de palha trançada criado pelos índios.
O prato típico da região é o pato no tucupi, mas em casa usamos coxa e sobrecoxa de frango.
O sabor é ácido, picante, além de muito perfumado.
Para acompanhar, somente farofa e arroz branco, segundo orientação da nortista, minha mãe.
A sobremesa, não poderia fugir à proposta:
Creme de cupuaçu/açaí com tapioca: Com o perdão da comparação, senti-me como uma ganso, superalimentado para a produção de foie gras, depois de todo esse banquete.

Parabéns às mulheres, nesse dia especial, com direito à essa refeição regional!

Atualizando:
Nos comentários, a Kátia Bonfadini gostou do creme de cupuaçu, que é uma fruta do norte, parente do cacau, de sabor muito ácido.
É bem fácil de fazer, como uma mousse. Se alguém encontrar uma boa polpa, sem diluição, ou muito gelo no meio, pode experimentar esta delícia:
-Levar 1/2 Kg de polpa de cupuaçu para esquentar numa panela( só pra cortar um puco mais a acidez da fruta). Antes de ferver, retirar e bater no liquidificador com 1 lata de creme de leite e 1, de leite condensado, mais uma colher de sopa de gelatina sem sabor, hidratada e dissolvida.
-Montar, como um pavê: creme e biscoito champagne, umidecido em leite.
-Finalizo, com biscoito triturado por cima e levo à geladeira por 6 horas
.
Leia Mais

"Olhar 43"

Não acompanho BBB, mas ontem tive meu momento “celebridade-instantânea”: voltando da minha caminhada com o Hulk, fui parada por uma família, num carro, vindos de Colatina. Estavam visitando a cidade serrana e fugindo do calor. A mulher ( Desculpa: eu esqueci o seu nome. Será que era Renata?…) me disse, animada em me reconhecer e conhecer, que era minha “fã” e que acompanhava o blog, todos os dias. Imaginem, a minha sem-graceza…Quem tem fã é artista!

Artista então, somos todos nós, que damos conta de um monte de coisas ao mesmo tempo, combinado?

Já pensaram eu, precisando usar óculos escuros para não ser reconhecida, até em lugares fechados e durante a noite?

Quero nem pensar…


Mas na última noite, acabei usando óculos exatamente assim: num lugar fechado e escuro. Fugindo ao assédio? Também, nem tanto. Estava só me divertindo.

Depois de muito ensaio e promessa, finalmente ontem, conseguimos programar as agendas, dos adultos super-ocupados com a dos filhos super-desocupados( estão com as férias contadas)
: descemos à tarde para Vitória, arriscando assistir Avatar em 3D. Disse “arriscando” pois, conseguir ingresso para a família toda era tarefa meio difícil. Chegando ao cinema: assentos, apenas para a sessão das 21:40h. Eu, teria desistido e me contentado com Sherlok Holmes, mas a turma topou a espera. Fizemos uma horinha, no apartamento do filho.

O filme ameaça quebrar o recorde de bilheteria do próprio Cameron: até agora, já arrecadou mais de US$ 1,6 bilhão, superado apenas por “Titanic”, que rendeu US$ 1,8 bilhão.
( É muito dólar pro meu caminhãzinho!)

Apesar do horário, custamos a encontrar um lugarzinho bom numa sala de exibição lotada.

Depois, foi sentar na cadeira, colocar nossos óculos especiais e…viajar para Pandora, o planeta fictício criado pelo visionário Cameron.

Pandora é um planeta hostil para humanos que, não se contentando em explorar e destruir o próprio, resolvem dominar o povo nativo usando métodos, digamos assim…muito “humanos”.


Paradisíaco, selvagem, psicodelicamente colorido e fluorescente: assim, foi o planeta idealizado por Cameron.

A relação dos Nav’i com a natureza é, quase que literalmente, umbilical. Nota-se até, uma filosofia panteísta permeando a história.

Análises à parte, se o objetivo principal do filme era entreter e divertir, isto foi alcançado com louvor!

Terminada a sessão( às 00:25h), achei até que poderia levar os óculos como lembrança. Quem sabe assim, poderia enxergar o mundo à minha volta com outros olhos, tão coloridos quanto Pandora?…Quebrei a cara: já na saída, a moça do cinema recolheu minhas más intenções numa caixa, cheia de outras.

O jeito é improvisar, e tentar ver as coisas com estes “olhos que a Terra há de comer”, mesmo.

Estava então, sentada na sala acompanhada pelo filho mais velho, quando ele fez uma observação durante o fim de semana:

-Você não acha que esta sala está cheia demais, não?

-Cheia de quê? contra argumentei.

Ele não soube explicar: apenas, apontou as paredes e os detalhes sobre a lareira, que parecia preferir vazias…

Admito que sou mulher de fases: sou capaz de passar uma tarde toda pintando, ou pendurando quadros e, chegando ao fim, concluir que ficou tudo uma droga! Aí, é recomeçar o trabalho, depois de pendurar a plaquinha: “sob nova direção”.

Então, sugiro que todos coloquem seus óculos de lentes coloridas, para poder julgar com mais condescendência alguns dos meus “excessos” na sala da La( na versão do meu filho)
.

Depois que guardei o presépio de natal, ocupei a lareira com gaiola e um passarinho fake:
Este passarinho já sobreviveu à algumas quedas, precisando de “cirurgias reparadoras”: As flores são fake, como os passarinhos: Mantive as luzinhas de LED, cobertas por fuxicos:Iluminaram a minha tarde:Outro ângulo: Pra ampliar, cliquem na imagem: Os gatinhos e ursinhos, encomendados à Mara Porto, ficaram em cima da lareira, numa convivência pacífica com os passarinhos da gaiolinha rosa: A mesinha de canto: Troquei espelho (novamente!) de lugar: Uma parte da minha parede de quadros( deu pra notar, que sou compulsiva por passarinhos e flores?!): Este quadro de moldura vermelha, foi um antigo trabalho de patchwork que fiz há tempos e, acabei não concluindo o bloco( afinal, não tenho a agilidade das minha amigas Cecília e Helena). A proposta do trabalho é uma aplicação de tecidos, imitando vitrais. Gostava tanto dele, mas estava guardado, sem uso. Não virou panô. Ao menos, virou “quadrô”.

O quadro de Klimt,
O Beijo, na verdade é uma bela reprodução, bordada pela Sandra Bessi: uma almofada, que também resolvi enquadrar.Até o momento( 18/01/2010, às 18:00h), minha sala está assim: Mas um comichão nas mãos já me “obriga” a pintar a parede, atrás do sofá ( odeio essa cor do móvel, que eu mesma escolhi! Vai entender…).

A cor pretendida para a empreitada? Uhm…Digamos, que estou pensando em algo que lembre isto:

Tá gostoso?…

Leia Mais

"Detalhes tão pequenos…"

Ainda respirando o natal, encontrei esta foto, que saiu na Gazeta do estado, hoje: ( Foto: Nádia Rasseli)
Pelas ruas de Santa Teresa, uma bicicletata de papais e mamães noéis. Ho, ho, ho!
Proposição de ano novo: estudar uma forma de melhorar minhas fotos.
Enquanto isso não acontece, mostro em detalhes o presépio de tecido, que ficou injustamente embaçado, nas fotos anteriores:

Quando eu era pequena ( “mais” pequena ainda, “lá em Barbacena…”), decorei um poeminha de um dos livros da coleção Mundo da criança. Peço licença, para declamá-lo pra vocês:
“Vejo a noite uma estrelinha
No céu piscando, piscando.
Mamãe diz que ela de longe,
Pisca, pisca me chamando.

Quando eu crescer
E papai me comprar um avião,
Vou te buscar, estrelinha,
Na palma da minha mão.”

Eu não cresci( muito…), papai não me comprou avião, mas busquei uma das estrelinhas, que estavam piscando na minha noite de natal:
Um bom dia!
Leia Mais

Natal Land

Este ano, meu natal foi atípico: não comprei presente pra todo mundo( fora alguns, que mandei para amigas, antes de viajar), não arrumei a casa com antecedência, viajei de férias, cheguei às vésperas e dei plantão no dia 24, portanto, depois de muito tempo, um natal longe de casa e da família. Nossa comemoração foi atrasada em um dia.
Também atrasada, foi minha decoração natalina. Deixei tudo pra última hora, literalmente!
Acabou, sendo melhor: na sexta, eu já havia me recuperado do resfriado, o clima estava ameno, ao contrário do dia anterior, e tive um dia a mais para preparar tudo.
Não sou muito de festa, mas faço questão de pelo menos no natal, comemorar conforme a tradição. Em casa, com a família e amigos mais íntimos, fazemos um culto e depois, nos reunimos em volta de uma boa mesa. Ah! E tem a parte do abrir os presentes e a conversa, sem hora marcada para acabar!
Não poderia deixar de dividir um pouco desse clima de festa com vocês, a começar pela arrumação da casa.
Assumo a inspiração lúdica e a cada ano, um ou outro detalhe é acrescentado.
Este ano, não usei todos os enfeites, nem montei a árvore( tudo, por falta de tempo!).
Na porta da sala, a guirlanda já adianta o clima infantil: Esta, recortada em madeira, tratei de personalizar, acrescentando bonequinhos de tecido.
O ursinho em xadrex vermelho, foi encomendado à Mara Porto.
No espelho, logo à entrada, pendurei uma guirlanda de flores secas, presente da amiga Rosana Sperotto:
Este panô natalino fofo, foi obra da Sandra, que faz outras coisas lindas em patchwork:
Recepicionando as visitas, um papai noel e alguns de seus ajudantes: Acrescentei um vaso de flores secas, regador e material de jardinagem, para um Noel que gosta trabalhar na terra( como nós, aqui em casa): Detalhe da bolsa da ursinha: gatinho à tiracolo e pazinhas… (Os gatinhos e o ursinho vermelho, também são da Mara Porto)
Pulando para a sala…
Detalhes da noite de natal: Como não pude montar a árvore de natal, improvisei esta, atendendo a um pedido do meu pequeno: na verdade, um pinheiro de madeira que é um brinquedo. Ao pé da árvore, Papai Noel em família: Cobri luzinhas LED com fuxicos e enfeitei o espelho, sobre a lareira: A lareira ganhou uma utilidade, nesta época de calor. Abrigou o estábulo e a manjedoura com o menino Jesus: Este presépio foi montado ha vários anos, a partir de um tecido americano.
Acrescentei mais bichinhos: ovelhas, gatinho, galo, galinha, pintinhos até, angolas! (Clica na imagem para ver melhor)
As estrelinhas são de papel, dobradas com técnica de origami. Presente da Karen Lommez.
O marido providenciou uma lâmpada de luz negra, escondida atrás do estábulo.
Colei algumas estrelas fluorescentes no fundo da lareira e uma amiga, ajudou a enfiar uma linha em cada estrelinha de papel, também fluorescente.
O resultado: quando se acende a lâmpada, as estrelas brilham.
Um detalhe, que esqueci de providenciar: linha invisível, ou nylon fininho, para que não aparecesse na luz negra. Mesmo assim, ficou bonito.
Os anjinhos da anunciação:Um duende, no seu cavalinho: Ao lado da lareira, mandei fazer uma placa com o nome da família: Uma certa irreverência… Além dos detalhes infantis, muitos passarinhos: Ainda na sala, sob a janela:A bonequinha ganhou um amiguinho: E o boneco de neve, tomou conta da bicicleta:Admito que minha paixão por Papai Noel, beira a patologia!
Ao abrir a caixa de enfeites, não paravam de sair: um, atrás do outro. Pensei que serei redundante, espalhar tantos pela casa.
Optei por agrupá-los num aparador, à entrada, como numa exposição de colecionadora apaixonada: Quem disse que ele mora no Pólo Norte?!…E não é só por aí, que estão…
À porta da cozinha, mais representantes:Este padeiro chegou este ano e, muito adequadamente, ficou como o sentinela da cozinha:Detalhe da roupinha de cozinheiro: avental, chapéu e balde, com bisnagas de pão.
E os ajudantes: bonecos de biscoito de gengibre e o gnomo porta-biscoito, com biscoitos de verdade.

Únicos detalhes, acrescentados à minha cozinha: urso polar…
…Boneco de neve e pinguim, na tigela da sorvete:
A ceia de natal foi perfeita!
Há tempos, não conseguia acertar em tudo: o peru ficou bem temperado e suculento, o bolo de chocolate e o pudim, maravilhosos e a quiche ( ou, o quiche?…) de bacalhau, estava um espetáculo! Sem falsa modéstia: foi a melhor que já fiz!
Querem experimentar fazer no ano novo?
É o seguinte, bem resumidamente:
Para a massa, uso 125g de manteiga gelada, cortada em cubinhos.
Acrescento aos poucos, 2 xícaras de trigo, esfarelando com as pontas do dedos, até formar uma farofa úmida. Se preferirem, podem usar o processador( é bem mais rápido!).
Acrescento 1 colher de sopa de água gelada, apenas para dar liga( se não for suficiente, acrescentem mais 1/2 colher de água).
Esta massa é “podre”( quebradiça) portanto, não deve ser sovada.
Deixar descansar numa vasilha coberta por 30′, ou enquanto preparam o recheio.
Pré aquecer o forno, em temperatura média.
Forrar o fundo de uma forma de 25 cm de fundo removível e levar para pre assar por 20′, ou até que o fundo da torta fique mais claro. Retirar do forno e reservar.
Dessalguei e desfiei o bacalhau e refoguei no azeite. Acrescentei salsinha picada.
Forrei o fundo da torta com o bacalhau, já frio.
Mais uma camada de requeijão Catupiry( só para ficar “pior”…).
A cobertura:
Bati 3 claras em neve e reservei.
Bati 4 gemas, até ficarem claras e espumosas.
Acrescentei 4 cs de maionese, 4 cs de amido de milho( mais conhecido como Maizena) às gemas. Por último, acrescentei 1 colherzinha de café com fermento químico.
Misturar delicadamente a gemada às claras em neve.
Espalhar sobre a quiche, salpicar queijo ralado por cima e levar para assar, por aproximadamente 30′-40′, em forno médio, ou até corar.
Se quiserem dar uma olhadinha neste post, o da torta de limão, dei o PAP da crosta, com fotos.
Ainda em clima de festa, voltarei com mais notícias, aqui mesmo: neste mesmo bat lugar.
Vamos combinar…
Leia Mais

"Casa de ferreiro, espeto de pau"

Em contagem regressiva para a viagem e natal, não sei o que dar conta primeiro.
Ando falando, respirando, mostrando ideias para o natal, mas a casa ainda não entrou no mesmo clima. Ano passado, uma época dessas, a casa parecia parque de diversões. É que, ano passado, eu não tinha blog…
Fiz um almoço especial neste domingo para receber alguns amigos. Era aniversário do marido. Detalhe: não pude adiantar nada! ( Culpa do blog?! O blog agora,virou “irmão caçula”: tudo o que acontece de errado, ele é o responsável. Acho que a (ir)responsável, sou eu…)
Apenas com a manhã do aniversário para preparar tudo, concentrei-me em missão, quase impossível! O primeiro passo, foi a escolha do cardápio( a única coisa, feita antecipadamente): nada complicado e opções, que já estava acostumada a fazer.
Queria ser mais chique e servir os pratos, com direito à cardápio individual marcando lugar. Acabei desistindo, por falta de tempo e de espaço à mesa. Como o sábado foi de muita chuva, deixei de lado a ideia de fazer ao ar livre.
Imprimi o cardápio e fiz montagem com uma figura de piquenique vintage, retirada daqui. Colei no espelho, próximo ao aparador, onde ficariam as bandejas de comida:
A figura é de um calendário de 1956, ano anterior ao nascimento do aniversariante:

Acertei na escolha do cardápio simples, pois ficou tudo muito gostoso( é bom, que eu mesma me encarrego de me elogiar…):
Entrada quente
Creme de batata baroa com gengibre
( Apenas, cozinho a batata em caldo de legumes, reservando um pouco do caldo do cozimento para bater com as batatas, juntamente com creme de leite, pedacinhos de gengibre e alho poró refogado. Fica ótimo, também com abóbora!)
Salada de grão de bico e palmito cru.
Fiz um molho para acompanhar, usando a receita de sopa de pepinos , da Luciana Bentenson.
Risoto de tomate seco e mussarela de búfala.
Duas opções de carne:
Medalhão de filé mignon, ao molho de geleia de jabuticaba
( Levei ao fogo: geleia e o caldo de carne. Acrescentei uns raminhos de tomilho, ao final.). Menino mais novo reclamou do sabor adoçicado e ligeiramente ácido na carne, mas eu achei que combinou muito bem!
Filé de salmão grelhado, com alcaparras na manteiga.
A sobremesa, optei por encomendar uma torta de limão e nozes à minha amiga chef Kamila. (Também dela, a ideia do acompanhamento agridoce da carne e o creme de abóbora)
Para acompanhar o bolo, sorvete da Kibon.
Ainda deu tempo de fazer uns bolinhos de chocolate que vi no blog da Léia e encasquetei que precisava muito deles:
A receita original leva recheio de framboesas, mas nesse verão tropical brasileiro, não encontrei nem os morangos nacionais! Mesmo assim, ficaram muito bons! Para chocólatras, uma ótima opção!
Para cobri-los: fiz uma ganache com chocolate meio amargo e creme de leite. Cerejinha, só pra dar um up na produção.
Os bolinhos, rechearam algumas marmitas e ainda sobraram( fiz receita dobrada):A lembrancinha de anivesário que os convidados levaram para casa, foi esta marmitinha de natal:
Queria ter embalado com a técnica de furoshiki mas o tempo, simplesmente não permitiu.
Como costuma dizer minha sogra: “Barriga cheia, coração contente!”
Acabei não comprando presente para o aniversariante. Ainda bem, que o Flamengo colaborou comigo e o hexacampeonato foi um bom prêmio para ele.
Despedidas as visitas, já no final da tarde, fui arrumar algumas das minhas bagunças na sala.
Vi um relógio no prato, no blog Knack: ma-ra-vi-lho-so!
Há outros pratos, mais lindos ainda por lá.
Infelizmente, não dá pra encomendar porque é gringo.
Inconformada, resolvi arriscar:
Separei um prato bonito que havia comprado na Le Lis Blanc, mas que deu uma “lascadinha”, durante o transporte para casa. Levei-o a uma vidraçaria e pedi que fizessem um furo, bem no meio do prato. Eles ficaram temerosos de quebrar a peça, mas eu autorizei a aventura: “manda brasa, que eu garanto!”
Encaixei uma maquininha de relógio, colei com adesivo de silicone e montei os ponteiros. Ficou assim: Hoje pela manhã, pendurei mais pratos na parede da sala de jantar e ficou, assim:
Então: “quem arrisca, não petisca!”Para encerrar, como comecei: com ditado popular.
( Para ampliar as imagens, é só clicar nelas)
Leia Mais