Domingão rima com macarrão:

Mas não combina com complicação:
Almoço de domingo-”macarrão de strogonoff” porque, como bem descreveu minha amiga Silmara Franco, outro dia:
“Só massa salva!” ( Principalmente, mulher “desempregada” há 2 semanas!)
Mais cliques do domingo:


Não perturbe! Pingo tirando uma sesta:

A quaresmeira-anã desabrochou:



E um texto traduzido e postado pela Vivianne Pontes, Dcoração, que compartilhei no Facebook e gostaria de aqui, também:
“Filhos, pais, Carpe Diem e os tempos”

Tocante! Inspirou meu domingo e, espero: inspire a semana de todos!
Plantem boas sementes e colham, o que de melhor encontrarem pela frente!
Arquivados em 'meu quintal' Categorias
“Carpe diem!”
Banquete da tarde
Como pode alguém, mesmo ausente, ser tão presente?
Acho que a isso os poetas chamam, de: saudade.
Quando o filho do meio despediu-se de mim, no aeroporto internacional do Rio, colocou a mão no meu ombro e, olhando nos meus olhos, fez-me uma recomendação solene: que eu tomasse conta da horta dele. Também deveria fotografar a alface e cenoura ali plantadas, para que ele pudesse acompanhar o crescimento, mesmo de longe.
Dividindo a responsabilidade com o filho mais novo, o resultado já pode ser conferido e levado à mesa:

A concorrência com as lagartinhas é feroz, mas o primeiro desbaste rendeu uma deliciosa salada de alface baby. As cenouras ainda não cresceram o suficiente.

Numa dessas idas ao quintal, o que podemos encontrar:

O marido se encarrega de colocar alpiste, canjiquinha e frutas para alimentar visitantes comuns por aqui:

Os sanhaços andam em bando e se deliciam com o banquete oferecido.


Canarinhos, rolinhas e bem-te-vis também fazem a festa.
Limpando as vistas

É um sentimento difícil de explicar.
Minha mãe mora distante desde que me casei, há mais de 20 anos. Mas quando nos falamos, depois dela passar uma temporada conosco, repete a mesma coisa…
Até estranho. Era de se esperar que já estivesse acostumada. Mas a danada incomoda, não importa a quem!
Não chega a ser tristeza mas faz chover nos olhos, só em pensar!

A vida segue seu curso normal, lembrando aquela música do muso da infância, o Ronnie Von:
“A mesma praça,
O mesmo banco,
As mesmas flores…”
As mesmas paredes…

Os mesmos quadros…

Tem um diferente, ali no cantinho!

Lembrança, de uma amiga querida.

Lembranças que nos ligam, mais ainda!

“Tudo é igual, mas estou triste
Porque não tenho você perto de mim.”
( O post não deve ter feito muito sentido mas, o pensamento viaja pela Alemanha: pela primeira vez, desde que o filho partiu, a saudade apertou. Mas isso é normal. Anormal seria não sentir. Acho…)
Reunindo a família
No último fim de semana foi aniversário da minha mãe. É bom poder comemorar essa data juntas, pois uma grande distância geográfica nos separa, a maior parte do tempo(ela mora em Belém e costuma visitar-nos essa época do ano).
Na quarta ela se despede do ES mas, sempre que passa por aqui, deixa um rastro de benfeitorias, na casa e na alma da gente: costura roupas e lençóis rasgados, com paciência de Jó( aliás, acho que mãe deve vir de fábrica com visão de super-homem, para enxergar o que a maioria não vê!), cuida, conversa, escuta, elogia, puxa a orelha, quando necessário…
Não sei se, em homenagem a ela, a chuva deu uma trégua; tempo suficiente, para animar uma almoço no quintal. Porque, dia ensolarado e ameno, não se pode desperdiçar!

Montamos a mesa no quintal, à sombra mutante de um grande cipreste( a sombra muda de lugar, conforme a hora do dia).
O almoço foi simples e regional: frango no tucupi, arroz branco e farofa.
Porém, o mais gostoso é poder bater papo com os amigos.

Foto não-oficial:

Cores e flores, para completar o clima de descontração:

As sobremesas são as minhas preferidas. E, a preferida das preferidas dela, é a torta de limão que faço!

Misturei bolo fudge de chocolate, receita do Panelinha, e a tentação calórica ficou mais irresistível ainda( sem falar, no açaí do Pará)!
O cardápio não seguiu nenhuma combinação ou lógica, apenas, o “querer agradar a todos”!

Mas achei que laranja e marrom combinavam bem:

Um descuido e minha torta teria queimado mas, consegui salvá-la a tempo!

E a dupla do barulho:

Um presente a mais, além do dia ensolarado, foi a coincidência na floração da cerca viva de murta:

O muro verde já alcança quase 3 m de altura e circunda toda a casa, abraçando-nos com seu delicado perfume, quando em flor.
Aproveitei, para deixar um buquê no lavabo:

E foi assim que mais um dia terminou por aqui:

Quero pensar que, da próxima vez que minha mãe voltar, a família estará toda reunida, inclusive, com o Vinícius, “que está na Alemanha”…
Passeio pelo(s) jardim(s)


Café dos pais
E o fim de semana foi assim:


Pais Rehab from Limo Inc on Vimeo.
Arraial de talentos
Mas a confiança de que, até a noite o tempo firmaria não nos desanimou. Tratamos de arrumar o quintal, palco das apresentações e comedorias:
Esconde -esconde
Inverno colorido

Santa Teresa é uma cidade privilegiada, com temperaturas amenas o ano todo: não derretemos no verão, nem congelamos no inverno-no ponto, eu diria! Um resumo das cores da bandeira brasileira, encravado na serra capixaba: o amarelo ouro, representado pelos dias ensolarados, o verde bandeira, pela mata atlântica que a circunda, o azul anil, pelo céu sempre limpo, o branco, pela paz que é morar numa cidade de interior.
Talvez por esse somatório de qualidades o inverno por aqui fique longe de ser uma estação cinza. Há cores vivas, nem que estejam escondidinhas sob uma árvore, como esta pequena espécie de orquídea, em frente à casa:


Camiseta e blazer: Cantão
Calça: ELLUS
Sapato: UZA
Café na serra



Perfil

Médica e blogueira nas horas vagas, não necessariamente nessa ordem. Adepta do "faça você mesma". Casada com um colega de profissão, mãe de três meninos, humana de 1 cachorro de pedigree com alma viralata e, de 4 gatos viralatas com alma de lordes. Um pouco de mim, simples assim.Tradutor
Seguidores
Newsletter
Arquivo

















































































