Inspiração floral

Catei umas imagens no Pinterest, com arranjos supercoloridos e alegres para um almoço, ou jantar especial.
Lembrando que, logo estaremos comemorando o “dia das mães” e, em seguida, o “dia dos namorados”.
Não há como negar, que flores à mesa valorizam qualquer reunião informal.
Os arranjos vão de singelos a mais luxuosos. Neste, a delicadeza do degradê de cores:
 centerpiece umbre
Tons e sobretons de rosa:
.
Vermelho, verde, turquesa e branco:
shower
Tons pastéis, em diferentes alturas:
Pretty table setting
Vermelho, branco e rosê em potes de vidro:
pretty table

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"Histórias pra gato dormir"

Estrelando: Pingo e Nina

(Se existe história, até para nanar um boi, por que não, para GLS: Gatinhos levados e Simpatizantes?!…)

Não simpatizantes que me perdoem, mas, desde que passei a conviver com a espécie, pra mim, “quem não gosta de gatos bom sujeito não é…” ( Licença médica, somente aos que têm rinite alérgica!)

Só pra descontrair, que ontem foi “pauleira”, chegou a melhor hora do dia…
(Chegar em casa depois de um plantão é bom, especialmente quando lembro que filhos me esperam com “carinhos e beijinhos”, porém abraçar, apertar e amassar bolinhas de pêlo é prazer indescritível! Quem tem o diga!)

“Então, senta que lá vem história!” (De gatos!…)

Gato enquadrado

Gatinho enquadrado( eu que fiz!)

Quem acompanha a história desde o princípio( e seus desdobramentos melodramáticos) poderia estar se perguntando como andam Nina e Pingo.
Vão bem, obrigada!
Pingo voltou a ser o rei da casa mas, um rei dos tempos feudais, aceitando a presença da plebeia em suas terras, à troco de vassalagem.

A tolerância custa caro( não à Nina, que não paga suas contas, mas a mim): o gato concordou com a convivência forçada ao perceber que poderia tirar vantagens disso…

Desde que ficou doente ano passado, precisamos mudar a ração do Pingo para outra, especial para gatos com problema renal. Estava satisfeito, até então ou, até Nina chegar em casa:

“Obaa! Carne nova no pedaço!” comemora Pingo, com o focinho enterrado no pote de ração…da Nina!

Ele, voltou a fazer o que mais gosta: comer, dormir e fiscalizar o quintal, seu território.
Ela, faz o mesmo( o mais importante, na ótica de uma filhote): brincar e dormir, não necessarimente nessa ordem, não importando o lugar!

Aconchego
O caçula fica todo convencido! Vive se gabando de que a gatinha o escolheu( e gatos escolhem, mesmo!):
“Mãe, quantas vezes a Nina já dormiu com você?” pergunta ele, só pra ter o prazer de ouvir minha negativa!
( Ok. Quem torceu o nariz pra essa história de “prazer em dormir com bicho”, pula essa parte!)

“Mas nem só de sono viverá o gato”, diz a Bíblia dos felinos.
Qualquer papel no chão, bolinha, pedaço de linha ou, até o próprio rabo: tudo vira brinquedo! Nada, que se compare a uma lagartixa: o “game de última geração dos gatinhos”, grandes ou pequenos!
Como filhote saudável já incluiu na sua rotina diária, além de “arremesso à distância de lagartixa morta”, exercícios ao ar livre:
Escala muretas no jardim, pula janelas, foge do Pingo turrão, explora o terreno do “grande monstro labrador Hulk” e, de volta à segurança do lar, pratica “relaxamento em almofadas fofinhas”…

Capotei...
Mas, não podemos esquecer que (mau) “costume de casa vai à praça”: achada nas ruas, Nina ainda comete pequenos delitos (resultado de sua falta de educação), impensáveis a nobres da estirpe “viralatesca” de Pingo!
Perturba a hora sagrada da refeição dos humanos, chegando a “pedir esmola no cruzamento”: qualquer migalha serve mas, se for um pedaço de filé, agradece! Hábito alimentado( literalmente) pelo protetor humano pequeno. Flagrados, ambos são repreendidos severamente( “pero no mucho!”…) pela PM( Patrulha Materna):
“Assim, não pode! Assim, não não dá! Querem me desmoralizar de vez?!”

Apesar disso, ela ainda provoca:
“Eu sou o rei do Mun-dooo!”

'
“Isto é uma ver-go-nha!”
Mamães gatas: tirem seu gatinhos da sala!
Essa pirralha enlameia o bom nome dos felinos!
Não quero ver isso!…
Não perturbe!
-Por que não aprende noções de etiqueta comigo, sua menor delinquente?
Precisa ver o mundo de cima, como todo gato nobre faz!
Suprerioridade
(Quadro “Olívia”, Andrea Guim)

-Sim, tio! Quero fazer parte desta nobre família!
Então, me ensina a ser elegante?
Olha só, como já sei ficar na pontinha dos pés!
Olha que elegância, em duas patas!
Posso brincar de esconder com você?
Brinca comigo?...
Se não quer brincar comigo, não precisa!
Tenho meu próprio arranhador gigante e você, não!…
Tomando conta do sofá
Que foi? Vai encarar?
Também, não precisa gozar da minha cara!…
Oi!
Eu não queria brincar, mesmo!…
Pausa para o cochilo
Veja o que encontrei por aqui: uma amiguinha coruja!
Mas, que chulé!
(Uhm…Mas ela tem chulé!…)
Só eu, sou a fofa da casa!
Enquanto isso, na sua cat-caverna…
Escondido
“Antes de esmagar um inimigo é necessário conhecê-lo”…
'Analisando
-Crianças: comportem-se e não briguem!
-Sim, mamãe, prometemos
!
À espreita
-Sua menor infratora: seu lugar é na rua!
Este arranhador é meu, desde “a criação do mundo!
Chispa daqui!!
Disputa de mercado
-Tenho patinhas, garrinhas e unhinhas, mas são todas, bem afiadinhas! Quer ver?!…
Pequena e petulante
-Ok. Você venceu. Não quero me rebaixar a esse nível de conversa( mesmo porque, minhas costas doem…).
Mas não se meta a besta porque é só por hoje, viu?!
Agora, será que pode me ceder um pedacinho do seu arranhador 2 em 1?…
-Oh, sim! É conversando, que a gente se entende.
Deixo você dormir no meu sofá-flex: além de ótimo arranhador de garras é um excelente massageador de costas!
'Enfim,
Uhm…Acho que sono é contagioso. Depois dessa história de gato e rato( ops), digo, gato e gata, eu também quero uma cama; mas não precisa esse luxo de ser flex, plus, king! Macia, já é de bom tamanho…
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Vai um kitsch, aí?…

Phillippe Stark e seu banquinho kitsch

Quando se é mais novo e inseguro, a tendência é não arriscar, pelo menos, no quesito moda e decoração.
Interessante é que, ao mesmo tempo que alguns jovens são capazes de se lançar em aventuras de final imprevisível e, até perigosas, na hora de vestirem a casa e o corpo costumam ser caretas.
Meu filho do meio, por exemplo: de vez em quando surge com alguma ideia mirabolante.
Filhos
Ano passado cismou que faria de bicicleta os 60km que separam nossa casa, em Santa Teresa, do sítio da avó, em Colatina. A estrada é perigosa, cheia de curvas, sem acostamento, com muitas subidas e descidas. Respirei aliviada quando ele desistiu do plano.

Logo, veio com outro: contou que gostaria de passar as férias na roça, sem TV, sem internet, sem celular ou telefone. Quando perguntei sobre o motivo do isolamento, respondeu que tinha a ver com o seu futuro profissional(?!).
-Como assim?! continuei.
-Eu quero saber como é viver da terra…Talvez, faça Agronomia…
Quase tive um chilique. Nada contra a profissão mas, não me parecia que tivesse algo a ver com o perfil dele.
Enfim, resolvi deixar o vento soprar no barquinhho dele pra ver em que porto, finalmente, irá atracar. Ele é “sabido”.
Mas, em relação à arrumação da casa e moda o rapazinho é bem mais tradicional que eu. Vez ou outra implica com alguma roupa que coloco ou, com alguma das mudanças que faço na casa.
Quando não sabe exatamente que argumento usar para explicar seu desagrado, resume: “tá brega!” diz assim, “na lata!”
Não esquento. Levo em consideração a opinião dele mas, se não tiver nenhum embasamento, toco pra frente: “brega” porém, convencida.

Cada dia, aprendemos um pouco; mudamos paradigmas. Se isso pode acontecer comigo, mais avançada em idade, muito mais com ele, um menino de 16 anos!

Isso tudo pra mostrar um pedaço da minha sala, avisando de antemão: é meio brega, meio kitsch.
Durante a semana ela vive “às moscas” mas, no fim de semana, transforma-se em estúdio de música ou, local para receber os amigos mais íntimos:

sala
Os instrumentos-violão, violino, teclado-ficam todos lá, sempre à mão. Aliás, todos não, porque o menino do meio gosta de chegar da escola e tocar violão no próprio quarto. O meu, que uso menos, resolvi colocar numa capa colorida e integrá-lo à decoração.
A capa de patchwork é da Farm Rio:
Capa de violão
Mãozinha felina ajudou a sustentar o instrumento:
Gatinho dá uma mãozinha
Acima do gatinho pendurei uma casa de passarinho porque, nesta casa, diferenças devem ser toleradas e diferentes, tolerantes.

Casa de passarinho
Capa de violão
Apesar de gostar de cor, não escondo meu desgosto por este sofá. Em breve deverá ser trocado por outro, mais neutro.
O banquinho, feito por artesão aqui de Santa Teresa, é resultado do reaproveitamento de árvores caídas na mata. Aqui, virou mesa de centro:
Mesinha de árvore reciclada
Mas, entre os meus sonhos de consumo para a casa, o banquinho de anão de jardim do Philippe Starck não poderia faltar(além, daquela cadeira transparente)!

Como diz, naquela música dos Titãs:
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

E você: tem medo de quê?…

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Saindo da rotina…

Déjeneur sur l’herbe – Claude Monet

Aproveitando o calor ou, fugindo dele, uma boa alternativa neste fim de semana é sair e almoçar fora…de casa.
Achei esta ideia muito simpática, na última edição da Viver Bem:

Como é uma foto da foto, não ficou muito nítido, mas os guardanapos de algodão floral, dão o tom de todos os detalhes na arrumação da mesa.
Atenção, para os arranjos de flor nas cadeiras.

( Para ampliar a imagem, clique nela)

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