Batendo ponto

Sabe criança, quando é pega fazendo “arte”?…
Entrega à domicílio
Assim fico eu, de sorriso amarelo, quando não dou conta de todos os compromissos assumidos.
Siiim! Porque, pra mim, embora não encare o blog como “obrigação”, vejo-o como um compromisso( sutil diferença, mas que muda todo o sentido!): antes de tudo, feito comigo mesma, de escrever com frequência sobre as coisas que mais gosto, ou que me impressionam de alguma forma.
Falando em compromisso, tá de pé o meu com vocês de explicar o porquê dos posts mais espaçados ultimamente. Mas vamos deixar essa conversa pra depois do feriado, porque não é hora para DR( discutir relação).
Por enquanto, uma ideia DIY simples e elegante para personalizar vasos de temperos:

No Design*Sponge há um PAP bem fácil, inclusive, com os moldes para marcar as tags de lousa nos vasos.

É golpe baixo apelar como o ex-presidente, mas a carne é fraca…
Ficheiro:Fernando collor.jpg
“Minha gente! Não me deixem só! Eu preciso de vocês.”

Voltamos em breve. (Mais breve que o retorno de Collor à política.)
(Mas se bater uma saudade fora de hora, pode procurar a Laély Fonseca no Facebook.)

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Sala da La no Lá…

Já tinha falado sobre a chef Heloísa Bacellar , ao indicar os 2 livros dela como ideia de presentes para o dia das mães, ano passado.
Quando soube que ela havia transformado um antigo galpão, em Vila Madalena, em um restaurante com jeito de loja de interior, tratei de incluir no meu roteiro turístico por São Paulo.

Coincidentemente, o Lá da Venda ficava a poucos metros do pequeno restaurante onde almoçamos com a Jane:
( Para ver melhor os detalhes, é só clicar nas fotos)
O lugar é muito simpático. Faz parecer possível uma viagem no tempo, “em algum lugar do passado”.
O espaço reune objetos, expostos à venda, e área para saborear quitutes, misturados assim, sem cerimônia, como se fosse numa daquelas mercearias de antigamente, onde se encontrava de tudo: de papel à panela, de queijo da roça à pano de prato.
A lojinha tem um pouco de tudo: objetos que lembram infância, com um arzinho vintage.

A Silmara Franco, na crônica de ontem, escreveu sobre o rabo do gato:
Esses aí, em ferro, servem para pendurar coisinhas e alegrar o dia.
Nos fundos da loja-restaurante há uma claraboia com mesas e cadeiras, espalhadas num pequeno jardim:
Há uma árvore no centro e o chão é coberto com pedriscos:A parede de tijolos à vista foi pintada de branco, contrastando com a cor roxa das janelas e prateleiras, onde ficam expostas latas antigas:
O “jardim suspenso” já foi mostrado na Casa&Jardim e revista Make:Uma ideia simples, mas simpática: foram plantados temperinhos diferentes em várias latinhas comuns.Uma guirlanda de mini-flores de plástico. Uma delicadeza kitsch:Ampliando as duas fotos acima é possível ver com mais clareza a parede, com cobogós diferentes. Não sabe o que é isso? A ‘fessora Vivi explica melhor, aqui.

Só depois, ao editar as fotos, percebi a sutileza: foi reproduzido o mesmo padrão de cobogós, mostrado acima, na porta de vidro que separa a loja da claraboia. Os cobogós fakes são adesivos:
Sobre cada mesa, um vidrinho simples com astromélia. Não precisa muito pra fazer diferença, não é?
Aqui, no interior da loja, uma sequência de luminárias:
Ampliando a foto dá pra notar os chapéus, na parede vazada de cobogós, e até uma peça de bacalhau, pendurados.
A visão para os fundos do restaurante:
Balança antiga, astromélias e muitas lâmpadas:
Por trás do balcão de comidinhas, estantes que lembram às de “pharmácia”, pintadas de roxas, expõem os artigos para vender. Tudo muito colorido:
Não dispensei a oportunidade de provar um delicioso pão de queijo:
Sobre o balcão, os livros de Heloísa, que tive o privilégio de cumprimentar.
Quem for de SP e desejar conhecer o Lá da Venda:
Rua Harmonia, 161 – Vila Madalena – São Paulo – SP
Tel: (11) 3037-7702
Aproveitem pra dizer que foi indicação da Lá..
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Comprinhas, nada básicas…

Tudo bem, que a hora é de arrocho, que preciso apertar o cinto, pois a prioridade é manter o filho em Vitória, mas, deslumbramentos à parte, fiz umas aquisições fofas nas últimas semanas. Precisar, não precisa, mas que uma boa comprinha é melhor que Prozac, ah, isso é! Só não pode substituir o ter pelo ser, de resto, não vamos nos torturar por pequenezas, pois levar a vida com equilíbrio e leveza, é um dos segredos do bem-viver.
Por exemplo: o meu anão de jardim, que não vive no jardim, mas na área de serviço, estava meio solitário. Até que, encontrei boa companhia para ele: um príncipe-sapo, ou um sapo-príncipe, talvez. O cantinho que ficou meio “kitsch”, mas acho que nasceram, um para o outro:
O sapinho, é um regador de plástico que encontrei na Tok&Stok; não resisti e levei pra casa. ( Só não quis experimentar dar um beijo nele. Vai, que ele vira o Jude Law…)

Gente! Mas, o que isto faz por aqui?!
Foge ao tema “coisinhas de casa”, mas tem tudo a ver com uma das minhas paixões: sapatos. Esse, da Luíza Barcelos, estava paquerando a estação toda, mas achei meio caro. Como entrou na promoção, fugi ao regime que me impus, de não comprar nada pra mim, enquanto não acabasse de montar o apartamento em Vitória. (Dá pra perdoar? Abafa o caso, tá?!)
Voltando ao assunto…
Tigelinhas com arzinho oriental:
( Gostei da caixinha de madeira que veio junto. É claro, que vou reciclar e usá-la de alguma forma!)

“Meu pintinho amarelinho” ( Não! É branquinho!)
Saleirinho, da Tok&Stok. Não levariam para casa, também?
Já mostrei o meu lavabo, aqui. Apenas, um detalhe a mais: a lata antiga, serviu para guardar o papel higiênico reserva ( Jarbas está ai, pra isso mesmo!).
Achei interessante o lavabo na casa da Lucila, do Casa de Valentina. Não tenho vergonha de confessar que colei a ideia dela, já que resolvi dar um toque de humor ao lavabo e brincar um pouco com as visitas:
A plaquinha, também foi aquisição recente:
O armário de metal que consegui montar, na cozinha do novo apartamento:
Ainda não chegou o sofá-cama do apê, mas tem banquinho: pai e filhote.
O maior, comprei na Tok&Stok e o nanico, no Carrefour. Lembrou-me o banco Goma, design da Renata Moura, mostrado no blog da Ana Cláudia Cavalcanti.
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Comprinhas, nada básicas…

Tudo bem que a hora é de arrocho, que preciso apertar o cinto, pois a prioridade é manter o filho em Vitória mas, deslumbramentos à parte, fiz umas aquisições fofas nas últimas semanas. Precisar, não precisa, mas que uma boa comprinha é melhor que Prozac, ah, isso é! Só não pode substituir o ter pelo ser, de resto, não vamos nos torturar por pequenezas, pois levar a vida com equilíbrio e leveza, é um dos segredos do bem-viver.
Por exemplo: o meu anão de jardim, que não vive no jardim, mas na área de serviço, estava meio solitário. Até que, encontrei boa companhia para ele: um príncipe-sapo, ou um sapo-príncipe, talvez. O cantinho que ficou meio “kitsch”, mas acho que nasceram, um para o outro:
O sapinho, é um regador de plástico que encontrei na Tok&Stok; não resisti e levei pra casa. ( Só não quis experimentar dar um beijo nele. Vai, que ele vira o Jude Law…)

Gente! Mas, o que isto faz por aqui?!

Foge ao tema “coisinhas de casa”, mas tem tudo a ver com uma das minhas paixões: sapatos. Esse, da Luíza Barcelos, estava paquerando a estação toda, mas achei meio caro. Como entrou na promoção, fugi ao regime que me impus, de não comprar nada pra mim, enquanto não acabasse de montar o apartamento em Vitória. (Dá pra perdoar? Abafa o caso, tá?!)
Voltando ao assunto…
Tigelinhas com arzinho oriental:
( Gostei da caixinha de madeira que veio junto. É claro, que vou reciclar e usá-la de alguma forma!)
“Meu pintinho amarelinho” ( Não! É branquinho!)

Saleirinho, da Tok&Stok. Não levariam para casa, também?

Já mostrei o meu lavabo, aqui. Apenas, um detalhe a mais: a lata antiga, serviu para guardar o papel higiênico reserva ( Jarbas está ai, pra isso mesmo!).

Achei interessante o lavabo na casa da Lucila, do Casa de Valentina. Não tenho vergonha de confessar que colei a ideia dela, já que resolvi dar um toque de humor ao lavabo e brincar um pouco com as visitas:
A plaquinha, também foi aquisição recente:

O armário de metal que consegui montar, na cozinha do novo apartamento:

Ainda não chegou o sofá-cama do apê, mas tem banquinho: pai e filhote.

O maior, comprei na Tok&Stok e o nanico, no Carrefour. Lembrou-me o banco Goma, design da Renata Moura, mostrado no blog da Ana Cláudia Cavalcanti.
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