Delírios de consumo de uma sapatista (as)sumida…

Hoje, é post tampão

Porque em dia de plantão,
Nem sempre dá programação.

(E a professora
Teve uma convulsão,
Por esta aluna padrão
Ter esquecida a lição
Que não se faz refrão,
Assim: de supetão! )
(Riminha pobre, né? Tá bom, que poesia, nunca foi o meu forte. Desconta aí, dos meus créditos…)

Esta semana, no ritmo de Cinema em Casa, peguei alguns filmes pra assistir. Dei conta de um que pretendo comentar, como dica para o fim de semana. Aí, animei e peguei mais dois. Um deles, é um filme pra divertir: “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”. Infelizmente, vou precisar devol…porque o ver, não deu. Por enquanto, o meu maior delírio de consumo, é: tempo( but…time is money and money, is work!)
Aqui, a mulher que lhes escreve, num delírio de manequim, fazendo pose “não sei o que estou fazendo aqui e nem, onde enfiar a mão”:
( Será, que eu posso usar a desculpa das artistas da Globo e dizer, que: “tela de computador engorda?…)
Se me permitirem, vez em quando mostrarei a cara por aqui. E as roupas, e os sapatos, e as bolsas porque, vez em quando, u’a mulherzinha insiste em “baixar” em mim pra falar dessas frivolidades, como esta batinha fresca e romântica que usei no fim de semana:Além de incentivar a vaidade, esta que lhes escreve, num delírio sapatista( não, zapatista!), estimula ainda o consumismo, assumindo publicamente sua verdadeira paixão( que Pingo, que nada!): sapatos!
Liquidação, de: sa-pa-tos!
Não resisti. É mais forte do que eu.
“Olá, meu nome é Laély, tenho 40 anos e sou louca, por: sapatos, sandálias, rasteiras, peep toes, plataformas…Preciso me tratar.”
Já repararam, que o humor de uma mulher poderia ser medido pelo tipo de roupa ou sapato que usa no dia-a-dia? Por isso, a diversidade na sapateira
( entenderam, maridos?…).
Enquanto eu não me curo, vamos aos créditos:
-Meia pata em verniz preto, da Luíza Barcelos
( para os dias de “poderosa”…)
-Peep toe rosa choque, da UZA( para os dias de “colorida”…)
-Peep toe nude, com detalhes em dourado, da Luíza Barcelos
( para os dias de “romântica”…)
-Sandália gladiador cereja, da Dumond( “Cuidado: não brigue com ela!”…)
E aqui, para os delírios de calor: rasteiras, rasteiras e mais rasteiras!

No sentido horário:
-Com faixa de elástico listrada, da Dumond;
-Lacinho vermelho, da Colcci;
-De origami goiaba, da Schultz
( liinda!);
-Lacinho estilizado turquesa, também da Schutz;
-Croco verniz, com fivela dourada, da Luíza
( já somo íntimas).

É claro, que eu não comprei isso tudo de uma só vez! Foram chegando aos poucos, de fininho, para não chamar a atenção…
Será, que se eu disser que lembrei da mãe e da irmã na hora da promoção, meu delírio consumista seria julgado com mais brandura?…( Falando nisso, hoje, ainda, é aniversário da minha mãe. “Mãe, pelo menos você me entende, né?…”)

(Taia, em sua homenagem , eu mostrei as pernas, viu?…)

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Filme pra encher os olhos e a barriga…

Bem que eu fiquei esperando a inspiração chegar pra mostrar algo de decoração hoje, mas não adianta! Se não estou inspirada pra isso, como posso inspirar outros?!
Então, vou escrever sobre um filme que fisgou meu coração esta semana, tá bom? Esse, deixou-me inspirada…
Fui ao Omelete ver a ficha técnica e fiquei decepcinada com a crítica, que não gostou muito desse, que foi o primeiro trabalho em inglês do cineasta chinês Wong Kar Wai. Não sei quem assina o comentário, mas dou um chute que foi homem. Vai ver, ele ficou tão preocupado em ver o filme pra comparar com trabalho anterior do chinês, que esqueceu de se deixar envolver pela história. Suponho então, que não “pegou o espírito da coisa”…Mas vou deixar de trololó, como diria a minha amiga Lidiane, porque não tô aqui pra fazer a crítica da crítica; só abri parêntese, para que não se deixem influenciar pelo comentário desestimulante do site especializado.
Então, “mulheres do meu Brasil varonil”, que amam Jude Law desde a época de “O Amor Não Tira Férias“( suspiros…Ai, que filme lindo!), podem tirar o babador do armário, pedir licença ao marido e se deliciar com esse projeto de homem perfeito( pelo menos, no cinema…), neste filme com título muito óbvio, mas história, nem tanto:
“Um Beijo Roubado”
(Atenção, homens: podem assistir o filme também, mas ao menor “pio”, não se assustem se a mulher embasbacada ao lado, gritar: “CA-LA-DO!”)
Ai, tadinho…Por que será que está tão tristinho assim?

-Ei, ei! Esta não é a maravilhosa cantora Norah Jones(Elizabeth)?!
-Sim, sim, mas nesse filme, ela não canta, só encanta o nosso lorde Jude( Jeremy).
Seguinte: Jeremy é dono de um charmoso bar em Nova York. Numa de suas insones noites de trabalho, conhece Elizabeth que, passando por desilusão amorosa, encontra ali, lugar ideal pra esquecer as mágoas: ao mesmo tempo que tem o belo Jeremy pra lhe ouvir, pode se empanturrar de uma torta que ela gosta muito( daí, o título do filme). Bingo! “Dois coelhos, numa tacada só!”
Mas o interesse entre os dois é sutil, platônico e, tadinho do moço: assim como entra pela porta uma noite, ela sai, pra nunca mais aparecer…Some no mundo! Vai “lamber as feridas”, bem longe daquele que poderia ser o seu “tabajara”( “seus problemas acabaram!”). Mas na prática, a gente sabe que não é assim: coração machucado, exige retirada estratégica, não é?
E é assim, que nossa heroína desaparece sem deixar rastros, a não ser, alguns postais que ela escreve, de vez em quando, enviando-os àquele que foi sua última referência da vida que ela queria esquecer.
Enquanto isso, fica lá o pobrezinho, vendo o tempo correr e correndo atrás de informações sobre a sua futura-ex-paixão, sem sucesso.
Sadismo da moça?…Masoquismo do moço?! Não! Isto não é uma sinopse de novela mexicana, apesar da narrativa, um tanto quanto apelativa( perdão, Jude!)! Mas, como diria Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”!
E, por esse motivo, assim, sem ninguém explicar, só o coração, é que Lizzie resolve voltar; depois de ir o mais longe que pudesse ir, trabalhar dia e noite pra driblar a insônia e comprar um carrinho, conhecer personagens interessantes, ela entra pela mesma porta que saiu, tempos atrás…pra ver seu grande e verdadeiro amor?! Que nada, ela quer mesmo é comer aquela torta que tanto gosta( bobinha…)! Como costuma dizer minha sogra: “barriga cheia, coração contente”.
O filme tem aquele clima noir, tão charmoso quanto os cabelos, sempre desgrenhados, e a barba, sempre por fazer, de Jude Law.
Para os fãs de Norah Jones:
-Ela sim, sim, convence interpretando!
-Ela não! Não faz a trilha sonora!
-Sim, sim! Na cena principal e mais esperada do filme, a música é na voz dela! Obviedade esperada, né?!
Suspiros e…suspirem!
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Filme pra encher os olhos e a barriga…

Bem que eu fiquei esperando a inspiração chegar pra mostrar algo de decoração hoje, mas não adianta! Se não estou inspirada pra isso, como posso inspirar outros?!
Então, vou escrever sobre um filme que fisgou meu coração esta semana, tá bom? Esse, deixou-me inspirada…
Fui ao Omelete ver a ficha técnica e fiquei decepcinada com a crítica, que não gostou muito desse, que foi o primeiro trabalho em inglês do cineasta chinês Wong Kar Wai. Não sei quem assina o comentário, mas dou um chute que foi homem. Vai ver, ele ficou tão preocupado em ver o filme pra comparar com trabalho anterior do chinês, que esqueceu de se deixar envolver pela história. Suponho então, que não “pegou o espírito da coisa”…Mas vou deixar de trololó, como diria a minha amiga Lidiane, porque não tô aqui pra fazer a crítica da crítica; só abri parêntese, para que não se deixem influenciar pelo comentário desestimulante do site especializado.
Então, “mulheres do meu Brasil varonil”, que amam Jude Law desde a época de “O Amor Não Tira Férias“( suspiros…Ai, que filme lindo!), podem tirar o babador do armário, pedir licença ao marido e se deliciar com esse projeto de homem perfeito( pelo menos, no cinema…), neste filme com título muito óbvio, mas história, nem tanto:
“Um Beijo Roubado”
(Atenção, homens: podem assistir o filme também, mas ao menor “pio”, não se assustem se a mulher embasbacada ao lado, gritar: “CA-LA-DO!”)
Ai, tadinho…Por que será que está tão tristinho assim?

-Ei, ei! Esta não é a maravilhosa cantora Norah Jones(Elizabeth)?!
-Sim, sim, mas nesse filme, ela não canta, só encanta o nosso lorde Jude( Jeremy).
Seguinte: Jeremy é dono de um charmoso bar em Nova York. Numa de suas insones noites de trabalho, conhece Elizabeth que, passando por desilusão amorosa, encontra ali, lugar ideal pra esquecer as mágoas: ao mesmo tempo que tem o belo Jeremy pra lhe ouvir, pode se empanturrar de uma torta que ela gosta muito( daí, o título do filme). Bingo! “Dois coelhos, numa tacada só!”
Mas o interesse entre os dois é sutil, platônico e, tadinho do moço: assim como entra pela porta uma noite, ela sai, pra nunca mais aparecer…Some no mundo! Vai “lamber as feridas”, bem longe daquele que poderia ser o seu “tabajara”( “seus problemas acabaram!”). Mas na prática, a gente sabe que não é assim: coração machucado, exige retirada estratégica, não é?
E é assim, que nossa heroína desaparece sem deixar rastros, a não ser, alguns postais que ela escreve, de vez em quando, enviando-os àquele que foi sua última referência da vida que ela queria esquecer.
Enquanto isso, fica lá o pobrezinho, vendo o tempo correr e correndo atrás de informações sobre a sua futura-ex-paixão, sem sucesso.
Sadismo da moça?…Masoquismo do moço?! Não! Isto não é uma sinopse de novela mexicana, apesar da narrativa, um tanto quanto apelativa( perdão, Jude!)! Mas, como diria Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”!
E, por esse motivo, assim, sem ninguém explicar, só o coração, é que Lizzie resolve voltar; depois de ir o mais longe que pudesse ir, trabalhar dia e noite pra driblar a insônia e comprar um carrinho, conhecer personagens interessantes, ela entra pela mesma porta que saiu, tempos atrás…pra ver seu grande e verdadeiro amor?! Que nada, ela quer mesmo é comer aquela torta que tanto gosta( bobinha…)! Como costuma dizer minha sogra: “barriga cheia, coração contente”.
O filme tem aquele clima noir, tão charmoso quanto os cabelos, sempre desgrenhados, e a barba, sempre por fazer, de Jude Law.
Para os fãs de Norah Jones:
-Ela sim, sim, convence interpretando!
-Ela não! Não faz a trilha sonora!
-Sim, sim! Na cena principal e mais esperada do filme, a música é na voz dela! Obviedade esperada, né?!
Suspiros e…suspirem!
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