Festinha retrô

No esporte, quanto menos você treina, pior é o seu desempenho: assim, também, o ato de escrever.
Vendo sob esse prisma poderia ser considerada uma blogueira sedentária. Preciso praticar mais, por isso estou aqui, tentando desfazer a impressão de que larguei o blog e os leitores de lado, pra recomendar um post muito bacana!
Trata-se de uma festinha temática organizada pela Katia Bonfadini, juntamente com outras amigas blogueiras: Simone ScharammMarta Riba, Milena Orlando e Ana Paula Carneiro.

Conheci a carioca Milena já faz um tempo, aqui, nos comentários do blog. De amiga virtual à real não demorou muito e agora, sempre que vou ao Rio, demos um jeito de nos reencontrar.
Com a Kátia, mesma coisa: acompanhávamos o blog, uma da outra, trocávamos e-mails, até nos encontrar pessoalmente, numa viagem que ela fez à Vitória.

Um mês após a maratona no Rio, voltei,  para fazer a Meia Maratona Internacional. Por uma coincidência, a data da prova era justo no fim de semana programado para a festinha retrô, quando conheci as demais meninas!

A Kátia caprichou em tudo: na escolha do local, um antigo apartamento da família no bairro do Leme que foi todo reformado, mas que se optou por manter o chão de taco( nada mais retrô!), na identidade visual da festa*, nas comidinhas e, como não poderia faltar,  na animação e simpática recepção!
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*A Kátia preparou um kit digital Festa Retrô que ajudou na decoração, mas cada uma de nós levou alguma contribuição: foi uma pequena recepção, à 12 mãos!
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Figurinos, bebidas e cardápio adequados a uma divertida viagem no tempo!
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A mesa ficou impecável e eram tantos os quitutes que, confesso, em véspera de prova importante, acabei não provando tudo.
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O pinguim foi o mascote!
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E a Ana fez as fotos lindas que ilustram este post e outras mais, que podem ser conferidas no blog da Kátia: Casos&Coisas da Bonfa.
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Despedi das meninas e voltei para o hotel mais cedo. Dia seguinte, minha festa seria na pista, do Leblon ao Aterro do Flamengo:
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E depois desse desafio fora do estado um outro, por aqui: a mais tradicional prova do ES, a “10 Milhas Garoto”, corrida de 16 Km pelos pontos mais charmosos de Vitória e Vila Velha!
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Disciplina nos treinos, relaxo no blog. Faço aqui a mea culpa e, ao mesmo tempo, reitero o convite a quem quiser acompanhar postagens mais curtas, no meu perfil do Facebook: lá encontrarão looks, quase que diários, meus gatinhos, receitas, charges e tudo mais que gosto. É só mandar um pedido de adição para a Laély Fonseca.
Mas pretendo tirar o Sala da La do sedentarismo e programar atualizações mais frequentes. Palavra de corredora!
Té mais! 😉

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A rede social Facebook e os relacionamentos

Fazemos amigos pela internet: acredito nisso, piamente! Nesta semana, inclusive, devo ir ao encontro de umas amigas virtuais, no Sul. Mas é preciso saber filtrá-los, os virtuais, e não descuidar dos que estão perto, os reais.
A Denize foi uma dessas amizades que surgiu através do blog e agora é fomentada com conversas, nos bastidores do Facebook. Foi ela que me indicou o video a seguir. Como curti, compartilho com vocês, usando uma linguagem “facebookeana”.
É justamente sobre esse assunto que trata a palestra do Pr. Kleber, da Nova Semente, ramo da igreja que frequento: “relacionamentos”.
O blog não tem vocação proselitista, nem é esta a minha intenção, mas como tudo que publico aqui reflete alguns dos meus pontos de vista, preferências e admirações, aproveito o início do fim de semana pra convidá-los à reflexão.
São 48′, bem empregados!
Espero que lhes seja útil, como foi pra mim:

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Como domar um gato

Essa semana passei pela traumatizante tarefa de dar um comprimido à Chanel. Não, que nunca tivesse feito isso antes: com os outros, mais dóceis, achara que fosse capaz. Mas a gata é praticamente uma selvagem!
A situação foi desanimadora. Tentei, sozinha, enfiar-lhe o comprimido goela abaixo: entre mortos e feridos saí arranhada e ela, assustada, correu pra longe, depois de cuspir o remédio.
Segunda tentativa…também frustrada.
Então, pedi ajuda aos universitários!
O Facebook é praticamente um oráculo! Um reduto de gateiros, onde fui ganhar confiança e dicas que me ajudassem.
As orientações foram diversas. Houve até quem sugerisse usar uma armadura( minhas mãos agradeceriam!), mas em uma coisa foram unânimes: não é “fácil, extremamente fácil” como parece!
Chanel e o raio de Sol
(Mó cara, de: “tô nem aí, tô nem aí!…”)

Então a Fátima Zapella compartilhou um texto, muito interessante, que aproveito pra dividir com vocês:

“COMO DAR COMPRIMIDO A UM GATO”

1. Pegue o gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebê.
Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir.2. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo.3. Vá buscar o gato no quarto e jogue fora o comprimido meio desfeito.

4. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda.
Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez.

5. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guardarroupa. Chame a sua esposa.

6. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás.
Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra.
Deixe cair o comprimindo ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato.

7. Vá buscar o gato no trilho da cortina e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar
outra régua e consertar as cortinas.
Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde.

8. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima de forma que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco.
Coloque o comprimido na ponta de um canudinho de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido do canudinho para dentro da boca do gato.

9. Leia a bula inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mal a humanos, beba uma cerveja para retirar o gosto da boca.
Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue do carpete com o auxílio de água
fria e sabão.

10. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido.
Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até o pescoço de forma que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize um elástico como estilingue para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.

11. Vá buscar uma chave de fendas na garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba a cerveja.
Vá buscar uma garrafa de whisky.
Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando tomou a última vacina contra tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfetar. Beba mais um copo.
Jogue a camiseta fora e vá buscar uma nova no quarto.

12. Telefone aos bombeiros para virem retirar o desgraçado do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpa ao vizinho que se espatifou contra o poste, enquanto tentava desviar-se do gato em fuga.
Retire o último comprimido de dentro da embalagem.

13. Amarre as patas da frente às patas de trás do filho da puta do gato, com a mangueira do jardim, e em seguida prenda firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para trabalhos de jardinagem na garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela abaixo para que o comprimido desça.

14. Beba o restante whisky.
Peça à sua esposa que o leve ao pronto-socorro e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe costura os dedos, o braço e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa ligue para a loja de móveis para encomendar uma nova mesa de jantar.

15. Trate de tudo, para que a sociedade protetora dos animais venha buscar o gato mutante fugido do inferno.
Telefone para a loja de animais e pergunte se têm tartaruguinhas.

Não precisa levar ao pé da letra. É só uma brincadeirinha.
Mas, resumindo a história: desisti do comprimido. Apelarei a outra forma de apresentação, mais fácil de aplicar.
Se todas as dicas anteriores não ajudarem, a Suzan Afonso enviou-me um video( dessa vez, sério!), com dicas úteis de uma veterinária:

Que tipo de gato é o seu: anjo, demônio?
Todos iguais: indispensáveis!
Aninhados

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“Mãe desnecessária”

A semana foi tão corrida que nem percebi o tempo passar, assim como 18 anos, desde o nascimento do meu segundo filho.

Ao completar a maioridade longe da casa, faço um balanço sobre esse tempo de convívio com alguém tão especial:
A maioria dos pais reivindicaria os méritos por empreender tanto esforço na educação de um filho, na formação um homem. Eu, ao contrário, admito que foi fácil. Só tenho a agradecer esse presente divino: ser escolhida sua mãe, assim como Maria foi, de Jesus.

Então a Margarete Aguiar enviou-me um texto, via Facebook, da psicanalista Márcia Neder Bacha, que ilustra bem essa minha atual fase:

Mãe desnecessária

“A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.

Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser ‘desnecessária’ é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos,como uma droga,a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.

Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado,o conforto nas horas difíceis.

Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser ‘desnecessários’, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar.”

(Márcia Neder Bacha é psicanalista e pesquisadora da UFMS e da USP/NUPPE. Doutora em Psicologia Clínica e autora de Psicanálise e Educação – Laços Refeitos e A arte de formar: o feminino, infantil e o epistemológico.)

Eles, os filhos, nessa fase da vida acham desnecessário, constrangedor até, mas sempre bom reafirmar o quanto os amamos.
O dia hoje é dele: Vinícius!

“Dê a quem você Ama :
– Asas para voar…
– Raízes para voltar…
– Motivos para ficar… ”
(Dalai Lama)

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Curtinhas do Face

“Filosofias”, filhas de filho:

“Mãe, sabe qual o problema do Brasil? É que os i-pads chegaram mais rápido que as calçadas!”( Filho mais novo, argumentando que cidadania deveria vir antes de tecnologia. Aqui, só no Aurélio!)

“Estou tentando ser aquilo que quero ser, independente dos outros.” (Filho do meio, crescendo…)

“Não há tarefa tão grande, que não caiba no dia seguinte.”*

“Se a culpa é minha, eu coloco ela em quem eu quiser.”*
(*Mesmo autor)

“Filosofias”, filhas da mãe:

A certas pessoas interessa manter sua má reputação como destemperados ou maluquetes, assim, acabam adquirindo direitos e privilégios, com a nossa anuência e conivência:
“Ah, nem adianta querer mudar Fulano…Melhor deixar pra lá!”
Como diria o Chapolin Colorado:
“Aproveitam-se da nossa nobreza!”
Já o meu sogro costumava dizer:
“Quem faz de cachorro gente tem de ficar segurando no rabo…”

“Pai nosso…as alegrias nossas de cada dia, dá-nos hoje: ron-ron de gatinho, sorvete de casquinha, vento na cara…mas agradeço pelo maior presente, o mais delicioso de todos: sorriso no rosto de um filho! Amém!”

Quer me curtir, lá no Facebook? Então, manda um recado pra Laély Fonseca.

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