O acaso…

-Imagino Isaac Newton sentado sob uma macieira e, atingido na cabeça por uma maçã:

Fato corriqueiro para nós mas, o suficiente para um físico como ele elaborar as bases da Teoria da Gravidade.

-Arquimedes teria saído às ruas de Siracusa pelado, gritando “eureka, eureka!” após o insight que teve durante um banho: 
Archimedes Cries Eureka!
Observando o transbordamento da água da banheira ao entrar nela, estabeleceu as leis fundamentais da Estática e Hidrostática com o Tratado dos Corpos Flutuantes.
-O bacteriologista Alexander Fleming poderia ter jogado fora uma placa de cultura de bactérias contaminada por fungo, esquecida no seu laboratório durante as férias. Porém notou que, em volta da colônia contaminante as bactérias da placa não se desenvolveram, ao contrário: foram destruídas.
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Mero acaso, mais o espírito curioso do cientista, contribuíram para surgimento da penicilina, um dos mais importantes acontecimentos do século XX, o que rendeu a Fleming o prêmio Nobel pela descoberta.
Segundo outro importante cientista, Pasteur:
“O acaso só favorece aos espíritos preparados e não prescinde da observação“.
Ninguém precisa ser um cientista, nem mesmo amador, para saber aproveitar as boas oportunidades que o acaso lhes apresenta. Só lhe é indispensável: praticar o conselho acima.
Mas, falando sério, quantos poucos têm esse tal “espírito preparado” além de, uma baita sorte?!

Esta triste mesinha, por exemplo, foi encontrada no lixo por uma “sortuda”:

(Às vezes, fico injuriada com a minha sorte ou, falta dela! Por que, não encontro nada que me sirva jogado assim, no lixo?! Nem R$1,00 pra contar história?!…)

Julgou-se sortudo, quem jogou o “traste” da triste mesinha fora. Ou: os tantos outros que passaram por ela e, como na parábola do “bom samaritano”, a ignoraram.

Mas a pessoa de “espírito preparado”, a “boa samaritana”, a “Chapolin Colorado” que apareceu, para salvar a pobre mesinha do “cemitério do esquecimento dos móveis” foi esta bela mocinha:

A Thalita já deve ter ouvido isto, pelo menos umas 1.534 vezes!: “Achei-a parecida com a atriz Nathália Rodrigues.”
Mas a verdade é que a moça, não a atriz, mas a Thalita, é uma publicitária bombril: faz “1001 utilidades”!
Como está montando um apartamento sozinha, tem se esmerado em deixá-lo gracioso, mesmo sob SRO(Sérias Restrições Orçamentárias).
Foi o acaso que a colocou no meu caminho: ela deixou um recadinho aqui nos comentários e, ao visitá-la, deparei-me com um blog “cheirando a leite” e, mais ainda: tinta fresca, pó de serra, cola e um astral leve, que ela imprime ao que escreve e mostra.

O que me alegra em ver esses exemplos de gente, apaixonada por casa, decoração e crafts é porque me identifico: “é gente como a gente”, que trabalha em outro ramo, mas se interessa em aprender sempre mais.

Quando se junta interesse, criatividade, bom-gosto e algum talento para manualidades, poderá até não render um prêmio Nobel ou, uma mudança importante na História da Ciência mas, dar um salto na qualidade de vida de quem possui tais predicados.
Querem alguns exemplos disso?
Já vi muitos usos para caixas de feira, mas achei charmosa a transformação que a Thalita fez, nesta aqui:

Algumas demãos de tinta, rodízios, um tampo de vidro e: tchan-ram! Os livros antigos e raros que a moça coleciona ganharam uma “casa”, cheia de bossa!
O extreme make-over dessa “abóbora, que virou carruagem de Cinderela” podem conferir, aqui.

Adesivos podem cansar, se não aprendermos a diversificar seu uso. Como o fez, a Thalita: comprou uma cartela, pela bagatela de R$2,99…
(Reparem, na parede “rosa queimado” atrás dela: outra arte da moça!)
…E mudou a entrada do apartamento:
A esta altura, devem estar se perguntando:
“E o que aconteceu com a mesinha, achada no lixo?”
“Não contavam com a minha astúcia!”
Deixei-a para o final!

Depois de passar uns dias na UTI da Thalita, a mesinha virou esta paixão em vermelho:

(Ô, Thalita…tô pensando seriamente em jogar no seu lixo umas cadeiras e armário, que estão há meses na minha garagem, esperando por uma “samaritanagem” como essa. Depois, pego de volta. São meus! Ninguém me tira!…)
E o detalhe do puxador:
Para ver todos os detalhes dessa transformação, além de conhecer o simpático Casa de Colorir da Thalita, acessem aqui.
Fico torcendo, que se demore ainda em terminar de decorar o pequeno apartamento.
Depois, que se case, mude para uma casa maior e, comece tudo de novo, para nosso deleite…
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Banco de entrada

Um projeto executado por Angela Ferdig e mostrado no Remodelista:
Banco rústico
Para o banco rústico, Angela usou apenas uma prancha de madeira reciclada onde foram fixados pés de metal. Ganchos na parede, espelho e cestos complementaram a entrada da casa:
Banco rústico

Simples e acolhedora.
Para conhecer o blog da Angela: Kriselkeeper

Aproveitando o mote, darei uma paradinha de descanso pra tomar um fôlego.
Bom fim de semana!

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Capacho de pedras

Manchete do dia, no…
“Período de mais de 1 mês de estiagem no ES prejudica a agricultura.”
O que falta por aqui, parece que foi sobrar lá em SP:
“Há um mês e meio, os 10 milhões de habitantes de São Paulo vivem um drama que parece não ter fim – e nem solução. Diariamente, a cidade é castigada por temporais intensos, que duram em torno de duas horas e instauram o caos. A pergunta que todos se fazem é porque chove tanto em um único lugar.”
O assunto, é matéria de capa da última edição da revista Veja, a ser conferida aqui.
Quem não tem uma arca pra se salvar nesse dilúvio, é melhor evitar saídas desnecessárias e se refugiar em casa.
Ficar de molho assim, pode “causar mofo nas ideias”.
Para arejar um pouco:
oh dee doh
Também pra arejar, uma música da década de 50, mas infelizmente atual, falando das mazelas que uma simples chuva pode causar, numa cidade grande mal projetada.
Na belíssima voz de Mônica Salmaso: Cidade Lagoa

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Será que eu consigo?…

Esta semana, como de costume, fui fazer uma visitinha ao canto da Ruby e dar uma espiadinha no que ela andava “aprontando”.
Deparei-me com uma almofadinha bordada que ela fez, inspirada em uma imagem do ohdeedoh(amo, amo!), usada neste post sobre o dia do amigo, aqui mesmo no blog.
Não sei como a Ruby faz parecer tão fácil: a cada semana surge com alguma novidade fofa, saída de suas mãos caprichosas.
Ela, e tantas outras pessoas nessa blogosfera, continuam me inspirando a colocar a mão na massa a deixar o meu lar mais aconchegante; afinal de contas, quem não tem muito dinheiro pra decorar a casa, precisa compensar com talento e criatividade.
Mas aí, bate até uma mini-crise existencial ao me sentir incapaz, ou sem tempo de fazer o que gostaria de fazer. Sei bem que não é simples assim, como a gente imagina depois de ver um trabalho pronto. Demanda tempo e dedicação. Mas, geralmente as pessoas mais ocupadas, são as mais produtivas, também. Então, será que não estou conseguindo me organizar o suficiente e é por isso que não me sobra tempo?
Talvez, esteja me demorando muito em cuidar do meu exterior, enquanto o interior( o da minha casa) estaria ficando em segundo plano.
Isso é o que dá: “ser modelo internacional, celebridade que vive na mídia, participando de conferências e concedendo entrevistas”…( Vamos lá, gente: no campo dos sonhos, tudo é possível!) Não seria recomendável descuidar da aparência, afinal, algum paparazzi poderia fazer um flagrante como este:
(Fica entre nós: essa, vazou na imprensa, num daqueles dias em que você resolve dar um trato no visual e fazer faxina na casa, ao mesmo tempo!)
Tanto esforço, deve valer a pena…

Será?…
Voltando à pequena crise existencial, tentei exorcizá-la, escarafunchando meu baú de projetos inacabados: encontrei um panô esquecido há anos, muito simples, com aplicação de tecido, mas faltando o acabamento.
Lembrei que a Sandra, bem mais preparada que eu, ensinou como fazer um acabamento perfeito nesses trabalhos de patchwork, tim-tim por tim-tim, aqui. Mas isso não serviu à minha pressa, né? Por pura comodidade( desculpei à minha cinsciência, dizendo que não teria tempo), resolvi dar uma solução mais instantânea: fazer um quadrinho, até minha mãe aparecer por aqui e me ajudar com um acabamento decente.
Coloquei na entrada da sala: um cantinho que reservei para exibir meus dotes de mulher prendada( “mulher tupperware”)…
Almofada e panôs de patchwork/quadrinhos em ponto cruz: eu mesma fiz ( já posso casar?!).
Aqui, o resultado da minha preguiça no acabamento:
Tinha um colar de florzinhas de crochê que nunca usei. Como achei a moldura branquinha demais, resolvi colar mais esse frufruzinho.
As mini-cúpulas, revesti de tecido:
Saindo, ou entrando…
Lembram desse espelho, onde havia colocado uma das minhas matrioshkas, mostrado aqui?
Pois, é: resolvi mudá-las de lugar. Achei que tinha muita informação. Colei um adesivo de passarinho e mantive o vasinho de cerâmica:
A bolsa da E foi feita pela Ana Sinhana e a outra, pela minha mãe.
Detalhe do espelho:
Agora, sim: entrando…
Meu panô, antes de ser enquadrado:
Fuxicos e aplicação, usando tecido e termocolante.
Detalhe do meu quadro de borboletas em ponto cruz:
Outro quadrinho de patinhos: Aqui, um vaso na entrada que gosto muito:Esse, eu não fiz, mas uma coisa quero fazer: deixar minha casa charmosa, como essa moça de olhos puxadinhos.
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Será que eu consigo?…

Esta semana, como de costume, fui fazer uma visitinha ao canto da Ruby e dar uma espiadinha no que ela andava “aprontando”.
Deparei-me com uma almofadinha bordada que ela fez, inspirada em uma imagem do ohdeedoh(amo, amo!), usada neste post sobre o dia do amigo, aqui mesmo no blog.
Não sei como a Ruby faz parecer tão fácil: a cada semana surge com alguma novidade fofa, saída de suas mãos caprichosas.
Ela, e tantas outras pessoas nessa blogosfera, continuam me inspirando a colocar a mão na massa a deixar o meu lar mais aconchegante; afinal de contas, quem não tem muito dinheiro pra decorar a casa, precisa compensar com talento e criatividade.
Mas aí, bate até uma mini-crise existencial ao me sentir incapaz, ou sem tempo de fazer o que gostaria de fazer. Sei bem que não é simples assim, como a gente imagina depois de ver um trabalho pronto. Demanda tempo e dedicação. Mas, geralmente as pessoas mais ocupadas, são as mais produtivas, também. Então, será que não estou conseguindo me organizar o suficiente e é por isso que não me sobra tempo?
Talvez, esteja me demorando muito em cuidar do meu exterior, enquanto o interior( o da minha casa) estaria ficando em segundo plano.
Isso é o que dá: “ser modelo internacional, celebridade que vive na mídia, participando de conferências e concedendo entrevistas”…( Vamos lá, gente: no campo dos sonhos, tudo é possível!) Não seria recomendável descuidar da aparência, afinal, algum paparazzi poderia fazer um flagrante como este:
(Fica entre nós: essa, vazou na imprensa, num daqueles dias em que você resolve dar um trato no visual e fazer faxina na casa, ao mesmo tempo!)
Tanto esforço, deve valer a pena…

Será?…
Voltando à pequena crise existencial, tentei exorcizá-la, escarafunchando meu baú de projetos inacabados: encontrei um panô esquecido há anos, muito simples, com aplicação de tecido, mas faltando o acabamento.
Lembrei que a Sandra, bem mais preparada que eu, ensinou como fazer um acabamento perfeito nesses trabalhos de patchwork, tim-tim por tim-tim, aqui. Mas isso não serviu à minha pressa, né? Por pura comodidade( desculpei à minha cinsciência, dizendo que não teria tempo), resolvi dar uma solução mais instantânea: fazer um quadrinho, até minha mãe aparecer por aqui e me ajudar com um acabamento decente.
Coloquei na entrada da sala: um cantinho que reservei para exibir meus dotes de mulher prendada( “mulher tupperware”)…
Almofada e panôs de patchwork/quadrinhos em ponto cruz: eu mesma fiz ( já posso casar?!).
Aqui, o resultado da minha preguiça no acabamento:
Tinha um colar de florzinhas de crochê que nunca usei. Como achei a moldura branquinha demais, resolvi colar mais esse frufruzinho.
As mini-cúpulas, revesti de tecido:
Saindo, ou entrando…
Lembram desse espelho, onde havia colocado uma das minhas matrioshkas, mostrado aqui?
Pois, é: resolvi mudá-las de lugar. Achei que tinha muita informação. Colei um adesivo de passarinho e mantive o vasinho de cerâmica:
A bolsa da E foi feita pela Ana Sinhana e a outra, pela minha mãe.
Detalhe do espelho:
Agora, sim: entrando…
Meu panô, antes de ser enquadrado:
Fuxicos e aplicação, usando tecido e termocolante.
Detalhe do meu quadro de borboletas em ponto cruz:
Outro quadrinho de patinhos: Aqui, um vaso na entrada que gosto muito:Esse, eu não fiz, mas uma coisa quero fazer: deixar minha casa charmosa, como essa moça de olhos puxadinhos.
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