7 pecados capitais

O filme é antigo, de 1995, mas só neste fim de semana pude assisti-lo: 

Seven” é um suspense policial com sérias contraindicações a cardiopatas: taquicardia e apneia são prováveis efeitos colaterais. 
E filme policial que se preze não funciona sem uma boa parceria:
O detetive Somerset( Morgan Freeman) é um experiente investigador, prestes a aposentar-se, desencantado com a violência e solidão da cidade grande e ansioso por trocar Nova Iorque por algum lugar mais tranquilo no interior.
O jovem detetive Mills(Brad Pitt), ao contrário, acaba de chegar em Nova Iorque, vindo do interior, para assumir o primeiro trabalho como investigador, ansioso por mostrar serviço.
Um estranho caso de assassinato acaba unindo o destino dos dois. Mais que isso: sela o destino deles!
Apesar de improvável, a dupla combina bem, como queijo e goiabada, petit gateau e sorvete de creme, pipoca e guaraná: Somerset é cabeça Mills, o coração!
A princípio parece apenas mais um filme sobre serial killers psicopatas, como em “O Silêncio dos Inocentes“, mas a tensão cresce à medida que se desenrola a história:
Uma série de assassinatos, com clara alusão aos 7 pecados capitais são investigados pelos 2 policiais.
Depois de anos lidando com o “mundo cão”, o solitário Somerset( Freeman) não nutre nenhuma ilusão sobre a bondade humana. Mas, em meio a esse caos, consegue vislumbrar um oásis ao ser convidado a conhecer a família do parceiro. 
E é exatamente essa, a sensação que o espectador tem a respeito do irrequieto Mills
( Pitt): a casa é seu refúgio, os braços da resignada mulher(Gwyneth Paltrow) seu consolo, brincar de rolar no chão com os cachorros sua maior alegria. 
O apartamento passa a impressão de um lar em construção. Ainda há caixas de mudança, espalhadas pelos cômodos. Mas não é por descaso. A arrumação é metódica.
A pequena cozinha tem uma abertura que faz comunicação com a sala de jantar, um passa-pratos. O charme especial especial fica por conta das xícaras e canecas, que foram ali penduradas.

 
A Nova Iorque retratada é sombria, decadente, implacável com seus moradores. 
Contrastando com isso, o lar do detetive do Mills, ou, aquele que Somerset nunca teve e sempre desejou.
A sequência final é de tirar o fôlego: dali por diante, a vida daqueles personagens nunca mais seria a mesma!


Ainda impactada pelas cenas do filme tentei fazer um paralelo, mais light: 
Quais seriam os 7 pecados capitais na decoração?
Seguindo a ordem de Seven, 
começaríamos com:
Gula
Para ilustrar o exagero do consumismo, um convite a mais…consumismo:

Repetindo a frase da propaganda e aplicando-a à decoração:
“Já parou para pensar no que a gente compra sem pensar?”
Adquirir um objeto para casa somente por impulso pode transformar-nos em acumuladores e não, em decoradores.

-Cobiça
Este segundo pecado geralmente vem antes do primeiro. 
Hoje em dia o acesso à revistas, blogs sites de compras e decoração, moda, celebridades levam-nos a um mundo de fantasia, nem sempre acessível ao nosso bolso. 
Desejar não é pecado, mas o “ter”, apenas para mostrar que “tem” determinado objeto da moda é bobagem( um pecado?!…).
-Preguiça
Inimigo n°1 de mudanças e melhorias na casa. Inclui, também: desinteresse em buscar informações e alternativas viáveis para caprichar no visual da casa, sem comprometer o orçamento da família. 
O investimento em tempo, trabalho, informação é custoso, mas compensa.
-Vaidade
A casa não é mais importante que seus moradores. Deve ser um complemento, capaz de abrigar os anseios e necessidades de uma família. 
Objetos não são mais importantes que pessoas, nem são os que formam um lar. 
Há casas que se assemelham a museus, ou templos: impecáveis, sagradas, inexpugnáveis, aptas a visitações públicas a qualquer hora e dia da semana, mas onde seus moradores não tem liberdade e não se sentem à vontade. 
Casas sem sentido ou razão, usadas apenas como prova da “competência” de seus donos em administrá-las.


-Luxúria
Relacionado ao pecado anterior, afinal, um não vive sem o outro.
É gostoso caprichar na arrumação, mas há quem faça da ostentação uma necessidade. A casa passa a ser o seu troféu, um símbolo de status.


Falando em filmes, ainda não assisti “2 Filhos de Francisco“: 

O Sílvio Santos também não viu mas diz que recomenda, que “é bom, muito bom”! 
Tentando deixar de lado meus preconceitos contra a dupla, e a música que fazem, prometo algum dia esforçar-me para incluir o filme na minha lista de tarefas, mas antes, preciso ver e rever uma lista interminável de outros…


Há poucos dias folheava uma revista Caras e encontrei a Zilú, mulher do Zezé, mostrando a casa, que mais parecia um palácio dos tempos do rococó. 
Nem preciso falar mais nada. As imagens são eloquentes:

Em casa, em Alphaville, onde mora há 16 anos, Zilú exibe o décor bem pessoal. Na parede, pintura da letra de É o Amor, o primeiro hit do marido, Zezé Di Camargo.
A partitura pintada na parede corresponde ao “hit” da dupla: “É o Amor…”

Mais interessante ainda foi a forma como a revista descreveu a extravagência: um “decor bem pessoal”. 
Mas acho que o casal tem estilo: o estilo Zezé&Zilú!
Qualquer espetada seria motivada apenas pelo penúltimo pecado capital: 
-Inveja!
(Coisa feia, Laély!)

O último pecado, o da ira, substituiria por:
-Impaciência-
Nós, adeptos do faça-você-mesmo não podemos sucumbir ao desânimo.

Semana passada, por exemplo, comprei um pendente novo para a cozinha.
Sem piscar os olhos apliquei tinta spray em uma das peças. Ficou uma “meleca”, com o perdão da expressão.
Para corrigir o erro, tentei aplicar removedor de tinta. O produto derreteu o material de acrílico, mas não removeu a tinta. 
Resultado: parte do meu pendente novo ficou imprestável.

Mas decorar a casa é trabalho de formiguinha: Muito erro, e acerto, e conserto, e trocas… 
O importante é ser paciente, persistente e pensar que sempre dá para melhorar!

Mas falar desses erros e pecados é falar dos próprios. Todo mundo, vez ou outra incorre num deles.

E você? Pode confessar: 
Qual o pecado na decoração que já cometeu, ou, vê os outros cometerem com mais frequência?…
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"Casa de gente maneira"

“Apenas algumas gotinhas de Chanel n°5.”
(Marilyn Monroe, em resposta provocante a um jornalista que quis saber o que ela usava para dormir, em 1955.)

Certas pessoas têm um charme, um algo especial, uma capacidade de impressionar e atrair inexplicável! Pode-se dizer que têm carisma, estilo, alguns, que têm “borogodó”; ou simplesmente, pode-se chamá-los de “maneiros”. 
Esses raros invejáveis( pois, se todos fossem “maneiros”, não seria nada cool!) conseguem fazer do simples, algo especial. Para eles o “menos é mais”, mas o “mais” pode ser ainda mais surpreendente!
Calvin, na sua perspicácia infantil conseguiu resumir a coisa, a seu jeito. Segundo ele: “Pessoas sofisticadas usam óculos escuros”.
Na dúvida, então, se quiserem parecer “cool” apareçam de óculos escuros( ou, com o corpo de Marilyn e Chanel n°5).


O conhecido site do fotógrafo Todd Selby mostra pessoas que fazem da própria casa um lugar único e especial porque, antes de tudo, o são.


Annie e Jonathan Zawada são exemplo disso: Artistas, designers e diretores de arte, o casal reside em Sydney. 
A casa deles-pop, colorida e com muitos toques de humor foi destaque no The Selby:

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Uma bem dosada mistura do moderno com o clássico.
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O “fofo” e o gótico.
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A sala de jantar é minimalista mas, quem precisaria de mais detalhes, com essa mesa Saarinen e a vista ampla?
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Selby registra detalhes da intimidade da casa e moradores que poderiam passar desapercebidos, o que seria uma pena:
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As telas são a única referência de cor, no quarto do casal( além das flores na janela):
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Também diferente, a forma como os quadros foram pendurados na parede:
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Mas recomendo “beber” as fotos na própria fonte, no The Selby, porque lá estão em tamanho maior( É maneiro. É cool!).
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Lá na Ladeira, aqui!

Correndo pra bater um pênalti nos últimos minutos da prorrogação, esperando cumprir o prometido no post anterior: conhecer um pouco da Joana, irmã e sócia da Julia no ateliê Lá na Ladeira
Aqui, a Joana está à D na foto( mas eu não saberia distingui-las, caso não fosse advertida):

"Lá na Ladeira"

Julia é formada em Desenho Industrial e Joana, administradora. Elas trabalham no garimpo e renovação de móveis antigos desde outubro de 2009, paralelamente às suas outras atividades, até se organizarem e abrirem o negócio oficialmente em maio de 2010.

Passando a bola para a Joana:
Sempre AMAMOS decoração e na verdade foi na reforma do meu loft aqui na Casa da Glória, reaproveitando móveis da casa (que eram dos avós do meu marido). Depois de uma venda de móveis descartados do Copacabana Palace começamos a pensar em negócios. Fui repaginando os móveis e a decoração da minha casa ficou demais! E com o que não usei na minha casa (a venda foi tão bacana que compramos MUITOS móveis) fomos brincando, fazendo móveis e dando pra amigos e a brincadeira virou negócio!”

E é neste belo sobrado de 1770 que mora Joana, João( o marido) e o pequeno Vicente( o filho):

Casa-da-Gloria

Também lá, funciona o ateliê das irmãs:

Lá na Ladeira

Agora, uma “tabelinha” com a Joana:

-Morando no mesmo local onde trabalha, como faz para manter a privacidade e não deixar que um, interfira na rotina do outro?
O casarão tem 1000m2, umas 6 salas enormes no 1o e 2o andares que são alugadas para ensaios de teatro, dança, música etc. Uma das salas ocupamos e hoje é nosso showroom. (aqui é um Centro Cultural. Casa da Glória) e no 3o andar fica nosso espaço (meu, do João e do Vicente – meu bebê). Temos uma entrada independente pelos fundos da casa e conseguimos privacidade sim. Mas trabalhar em casa é muito bom por um lado mas por outro, se trabalha mais! A impressão que tenho as vezes é que trabalho muito! Já acordo trabalhando. E ainda tem meu bebê…enfim…uma luta! Mas super vale a pena!

Um privilégio para poucos é poder trabalhar em casa, num escritório com vista para o jardim:

Casa da Joana

-Como fazem a composição e criação das transformações nos móveis e objetos?
A gente geralmente usa uma das salas que esteja vazia, leva os tecidos, os móveis e fazemos as montagens na hora! Olhamos pros tecidos, olhamos pros móveis e as idéias vão brotando. No final, é tecido pra tudo quanto é lado! É uma zona mas uma delícia! Nos móveis que são laqueados, a gente pega o catálogo e tb vai criando na hora, imaginando a cadeira que irá compor, os puxadores que iremos usar…e vai dando certo!

A casa da mãe Joana( no melhor dos sentidos!):

Casa da Joana

Amei o verde bandeira e as cadeiras!

Casa da Joana
Casa da Joana

-Quais são suas referências e inspirações?
Se a gente te falar que não temos tempo nem de folhear resvistas, você acredita? Bolamos tudo nós duas e vamos vendo o que vai ficando bonito. Pra não falar que não temos NENHUMA referência, quando viajei pra Europa ano retrasado, conheci uma loja DE CAIR PRA TRAS onde fotografei muitas coisas e usei isso no início como referência mas depois a gente achou que tínhamos tato pra isso e agora confiamos no nosso gosto. Que graças a Deus ta dando certo!

-Qual foi o trabalho mais difícil ou, o mais curioso?
Fizemos um programa piloto pro GNT em que precisávamos restaurar e repaginar um sofá imenso e um futon (ambos detonados) em 2 dias. Foi uma luta mas conseguimos! E ficaram o MÁXIMO!*

O quarto do pequeno Vicente, filho de Joana e João, foi um dos destaques desta edição da Casa Cláudia Bebê:
O quarto amplo, de pé direito alto e piso de peroba ganhou um toque do Lá na Ladeira, com móveis de cores primárias:
Lugar pra sonhar, não é?

Só mais uma perguntinha, que está mais para pegadinha:
-Vocês fazem de cada objeto transformado, uma peça exclusiva e diferente. Isso é por que a sua mãe as obrigava a se vestirem iguais, quando pequenas? (rs)
Hahahaha…Pode ser Laély!!!! Freud explica! 

Nem tinha pensado nisso…


E então, não acham que essas meninas estão com a bola toda?

*Tanto, que a GNT produziu um programa com as duas e, uma interessante proposta: elas deveriam transformar 2 grandes peças de mobiliário, trocadas entre 2 voluntárias, escolhidos previamente.


Atualizando:
Em virtude de exigências de contrato entre as meninas e a produtora, resolvi retirar os vídeos do programa piloto, já que ainda não foi ao ar.
Então, esperando que me compreendam: quem viu, viu, quem não viu, precisará aguardar a programação sair na GNT! 
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Lá na ladeira

Há pouco Hugh Hefner, o dono da Playboy, anunciou seu casamento com uma garota de 24 anos, “apenas” 60 anos mais jovem que ele.
O magnata encara a idade como algo relativo( será que a “dona artrose” acha o mesmo?…) e se declarou ainda “muito jovem”.
Com o perdão do trocadilho: velho combina com novo?
Se estivermos dispostos a nos desvencilhar de preconceitos e ver, além do que a idade mostra, sim! 
Como diria a raposa ao pequeno príncipe:
” Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.”
(A noiva de Hefner deve ter decorado e aplicado essa frase de Exupéry à risca…)

Desde pequenas as irmãs gêmeas Julia e Joana, à frente do Lá na Ladeira vêm exercitando uma forma diferente de “olhar”, principalmente, garimpando móveis e objetos antigos e, reformando-os:
"Lá na Ladeira"
“Nunca gostamos do óbvio. Mesmo quando crianças, nossas escolhas tanto para roupas quanto para a cor do quarto em que dividíamos eram bem peculiares. Frequentemente nossa mãe chegava em casa e se surpreendia com nosso armário pintado de rosa ou, com colagens que fazíamos nas paredes. Sem qualquer influência, já tínhamos um olhar diferente da maioria das pessoas que ainda hoje se limita ao que podemos chamar de ‘normal’.”

Apaixonadas por decoração, as duas criaram uma loja de sonhos coloridos num casarão do bairro histórico da Glória, no Rio.
Foi a mudança para o sobrado de 1770, propriedade do marido de Joana que inspirou as primeiras aventuras em reformas de móveis, modernizando-os, sem descaracterizá-los. 

A paixão virou negócio sério e, desde maio de 2010, a atividade( antes, paralela) virou ofício exclusivo das irmãs. 
Em menos de 1 ano o Lá na Ladeira já foi destaque em várias publicações nacionais.

Depois de mencionar o trabalho delas aqui, a Joana entrou em contato comigo e programamos um post especial. O material que me enviou era tão rico que, apenas um post seria pouco para mostrar.

Elas renovam qualquer coisa: cadeiras, mesas, sofás, pufes, luminárias, criados…Tornaram-se especialistas, as “pitanguys” da movelaria! Tudo que passa por suas mãos ganha um toque ousado e alegre misturando estampas, tecidos e cores berrantes, sem medo ou parcimônia!
"Lá na Ladeira"
O patchwork é base para, praticamente todas as criações.
Impossível não notar este sofá azul “bic” com estampa de oncinha:
"Lá na Ladeira"
Um toque artesanal em todos os detalhes, incuindo as cúpulas da sala:
"Lá na Ladeira"
Na parede ao fundo, a ilustração das gêmeas feita pela artista Jana Magalhães.
Outros ambientes da casa-loja-ateliê:
"Lá na Ladeira"
"Lá na Ladeira"
"Lá na Ladeira"
Uma das coisas que me encanta no Rio, além das belezas naturais e do povo hospitaleiro é o privilégio de poder caminhar sobre a história: Ruas, igrejas, monumentos, casarios antigos são testemunhas mudas do tempo.
“Bairro da Glória muito antes da praia do Russel ser aterrada para dar lugar ao Parque do Flamengo.” (Foto, de 1894-dAqui)

Encantou-se com a casa das meninas e mora na cidade maravilhosa? De terça à quinta, das 11h às 17h é possível conhecê-la. Nos demais dias elas terão o maior prazer em receber visitas, desde que, previamente agendadas.

Mais alguns trabalhos encantadores:

Se você for de Brasília, Belo Horizonte ou São Paulo e desejar adquirir um móvel exclusivo Lá na Ladeira, poderá encomendar, para recebê-lo com a garantia do Waldecyr, fiel escudeiro de entregas da loja. 
No site há mais opções, todas lindas!
Mas, não é só isso!
A Joana concedeu-me uma pequena entrevista, falando sobre o trabalho e mostrando outras imagens da casa que não encontrarão no site, só aqui! Aguardem o próximo capítulo…
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É "cor de rosa choque"

“Direto do túnel do tempo”, já que falamos em programas de TV no último post, a música de Rita Lee e Roberto de Carvalho foi tema do TV Mulher, programa matinal exibido pela Globo no início dos anos 80. Marília Gabriela, sua principal apresentadora e, entre outros comentaristas, uma sexóloga com ideias bastante modernas para a época: Marta Suplicy, conhecem?…
Só uma pequena viagem para chegar à figura espalhafatosa do designer anglo-egípcio Karim RashidNascido no Egito, criado no Canadá, trabalhando em Nova Iorque, Rashid ganhou o mundo, inclusive o Brasil, onde já fez diversos trabalhos e exposições
O designer que adora formas orgânicas e cores fortes, principalmente o rosa choque, imprime nos produtos que assina o espírito dos anos 80 e o futurismo da era espacial.
(imagem, dAqui)

Nada discreto e convencional, Rashid não dispensa o rosa no vestuário.
Também fez de sua residência um laboratório de formas e cores psicodélicas, lembrando o lar da família Jetsons, desenho da década de 70.
No Design&Inredniningsbloggen é possível fazer um tour pela casa e conhecer um pouco da intimidade do famoso designer:
Acrílico e plástico são a matéria prima preferida, inclusive, uma de suas parcerias foi com a nacional Melissa:
O móvel da casa que mais gostei foi este armário em acrílico, perfeito para guardar meus sapatos( não sei, se todos…):
Decoração é algo muito pessoal; acima de tudo, precisa combinar com o estilo de vida dos moradores da casa. 
Ambientes tão assépticos não “fazem a minha cabeça”, mas, sem dúvida esta casa é a cara dos Rashid:
Fotos: Michael Moran

Mais fotos aqui, no Sköna Hem.
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