Noite de Talentos, quarta edição!

Pelo quarto ano consecutivo fizemos, no início deste mês, nossa tradicional “Noite de Talentos“.
A ideia é juntar os amigos da igreja para uma noite descontraída, com comida típica da época, música e representações.
Desta vez o tempo colaborou: nada de chuva e o frio, moderado, ideal para uma comemoração ao ar livre!
Arrumei a mesa no quintal, com tudo de mais colorido que tinha em casa:

Colchas, de crochê e fuxico, serviram de pano de fundo e a chita cobriu a mesa.
Servi primeiramente os alimentos quentes e salgados: foram dois tipos de caldo, agnoline e creme de aipim com carne seca, acompanhados por focaccia e pipoca.

Depois, os doces: mini-pretzels de canela, broinhas alemães, bolo de fubá, bolo de mamão, queijadinhas, canjicão, mini-tarteletes de banana com chantilly.
Para beber, refrigerantes e chás.

Tão corrido, que não deu pra fotografar todos os detalhes mas, uma dica, pra quem planeja algo parecido: faça uma lista dos ítens do cardápio e adiante o que puder.
Preparei antecipadamente os pretzels, focaccia e broinhas alemães já que, obrigatoriamente, devem ser servidos, assim que saírem do forno. Para isso, já congelei tudo nas fôrmas. Na tarde da festa tirei tudo do freezer e deixei descongelar, à temperatura ambiente, crescer para, depois, assar( é bom planejar, para sincronizar com o horário de servir).


Depois do lanchinho coletivo, a hora do “show”, que começou com a exibição de um vídeo, produzido pelo marido para o evento, com a participação especial do filho mais novo, como dublador do Lula.

Histórias, cantoria…

Música instrumental…


E, para os que não foram, a ideia do que perderam:

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Pendente de naperons

Minha avó materna crochetava muito bem. Assim como minhas tias. Mas elas não costuravam.
Minha mãe, que costurava muito bem mas não crochetava nada, não me ensinou a costurar, muito menos a crochetar! ( Mãe, eu perdoo essa pequena falha!)

Antigamente, casa de mulher prendada tinha centrinho de mesa, toalha, capa para filtro, botija de gás e até para liquidificador, tudo de crochê, lembram?
(Imagem, dAqui)

De lá para cá o crochê caiu no limbo dos trabalhos manuais, assim como o ponto cruz. 
Mas voltou repaginado e com força total na decoração.
Exemplo disso são as diferentes formas de reutilizar naperons, termo que aprendi no de(couer)ação, com a Vivianne Pontes.
Fiquei absolutamente apaixonada por este pendente, um lindo patch de naperons:
As sombras produzidas dão um certo ar dramático ao ambiente:
doilylamp3.jpg
Vendido, aqui: reMade USA
Querem tentar reproduzi-lo? 
Não tem PAP, mas eu daria um chute:
Os naperons poderiam ser montados e costurados, um a um, sobre uma bola. 
Concluída a costura, seria a hora de impermeabilizar ou engomar, a fim de que o pendente de crochê mantivesse a forma, depois de estourada a bola que o sustenta. 
Se alguém conseguir fazer algo parecido, ensine para nós, ok?

Mais fotos:
The Styles Files: blog e Flickr.



Atualizando:
O Casa de Valentina é um dos sites que costumo acompanhar, mas confesso não ter visto o mesmo tema, lá. 
A Lucila mostra uma sequência de imagens com o PAP do pendente de naperons, aquiAo menos, não chutei longe.
A Sheila deu a dica e a Beth deixou uma frase Shane Waltener sobre naperons:

“Naperons são como filtros de sonhos, cada nó segurando um pensamento, uma memória. A soma disso faz parte da história de um lugar.”  
Obrigada pela contribuição nos comentários.
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"Imortais"

Dizem que “o que é bom, dura pouco!”
Discordo: o que é bom, dura e, para por aí!

Mas o antigo pode ser reciclado, ganhar um “plus” e se transformar em algo “cool”.

Desde que comecei a frequentar a blogsfera, um termo que aprendi e amo repetir, pois a palavra me soa bem aos ouvidos, é: vintage!
O vintage é o antigo que envelheceu dignamente, como Fernanda Montenegro, mas não perdeu seu charme.

Assim o crochê, que até bem pouco tempo era “coisa de titia, ou vovozinha”, voltou a merecer lugar de destaque na decoração e vestuário.

Mas vamos combinar que, a moda agora é descombinar: um novo jeito, de usar o antigo.
E é dessa forma que ele aperece por aqui: num centro de mesa…
centro de mesa
Ashley Ann ensina como fazer esse patch de crochê. É só clicar no link.


E, numa delicada composição na parede:

Flor de Papel


Um exemplo de clássico que nunca sai de moda é Chico: há décadas compondo, cantando e encantando, enquanto Lambada, É o Tchan!, Bonde do Tigrão, Calypso…já passaram e outros, passarão!
Como escreveu Mário Quintana, em seu Poeminha do Contra:

Todos estes que aí estão
Atravancando meu caminho,

Eles passarão.
Eu Passarinho!

Então, ganhemos as asas da imaginação, para voar alto na voz e música deste, que é um “highlander“, nas terras de todo coração sensível:


Atualizando:

Havia esquecido de explicar, mas a Cecília Helena, nos comentários, chamou-me a atenção sobre qual seria o nome desse delicado círculo em crochê.
A Vivianne, do dcoração, há algum tempo fez até uma promoção, para encontrar um nome em Português que equivalesse ao doily, inglês. Venceu, quem lembrou o nome: naperon.
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Rumpelstiltskin

Rumpelstiltskin é um conto dos irmãos Grimm. O personagem, um duende de nome impronunciável, foi adaptado para o cinema e aparece na última versão de Shrek 4, ainda inédito pra mim.

A Vivianne foi uma das responsáveis por me chamar a atenção para a beleza desse lugar frio, no clima, mas quente, nas formas e cores. Vez em quando ela nos mostra algo sobre o design desse país, tão-tão-distante, como aqui e aqui.
A língua para nós é mais estranha que a do povo Na’vi, de Avatar, mas as imagens captadas nos blogs de lá têm linguagem universal: a do coração. Pelo menos, a do meu.
Sou capaz de esquecer as horas viajando pelos blogs escandinavos e, tudo me encanta, principalmente, a maneira espontânea e democrática como lidam com as cores: sempre o branco fazendo a base, do piso ao teto, mas, a variedade de tons nos detalhes, nas formas, impressionam-me!

Lykke og Lykkelliten: um nome impronunciável encantou-me, nesses últimos dias.
Tove, a autora do blog, é uma norueguesa de 30 anos que mora com o marido e uma filha de 5 anos numa casa adorável. Ela também tem uma loja virtual, a Nett Pynt.no, onde é possível encontrar várias das peças que ajudam a decorar a casa.

A seguir, um breve tour:
Costura, crochê, tricô são estrelas na decoração.

O quartinho da menina é simples, mas único:
Um móbile artesanal:

Segundo o que vi, foi a própria menininha que montou o móbile.
A armação, pode ser encontrada no
site da mãe.

Um cantinho de leitura simpático:
Atenção, às gavetas da escrivaninha.

Ainda, o quarto da menina:

A sala mescla moderno e vintage, sem medo:
Não parece casinha de conto de fadas?
O tapete verde é fantástico!
Ou, melhor o vermelho?
Deu vontade de fazer um abajur fofo, como este:
Baú e almofada:
Colmeia de cores:
Almofada de fuxicos:
Mais detalhes, fotos maiores: na galeria de Tove Michelle, do Flickr.
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