Estúdio colorido

O blog Thompson Family está nos meus preferidos há bastante tempo.
Os anos 60 são referência para o trabalho e decoração da casa de Danielle Thompson, a autora do blog.
Neste projeto pessoal, um quartinho virou estúdio e brinquedoteca: liberdade para misturar cores e estampas criando um ambiente alegre, lúdico e bem feminino.
A seguir, um resumido tour pelo estúdio:
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Lembra algumas imagens de casas escandinavas que costumamos ver por aqui, com paredes brancas, salpicadas de cores e flores.
A poltrona com pés de ferro é cheia de graça.
Papel, tecido, estampas vintage: tudo junto e misturado!
Cortinas pra todo lado: em cima(bandô florido vermelho e estampa gráfica contrastante), em baixo( sob a mesa de trabalho escondendo baguncinhas, muito provavelmente).

Ah, mas o que me deixou mais apaixonada foi este lustre de vime, com aplicação de pompons gigantes:
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O armário é bem antiguinho. Danielle aproveitou as portas de vidro para expor seus materiais coloridos e aplicou papel estampado nas laterais, amenizando assim o ar sisudo da madeira escura.
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Mais cortina e pompons:
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Ela gosta de bonecas, e a casinha delas não poderia ficar de fora dessa reforma:
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Noutro armário antigo, o toque de cor e alegria ficou por conta da aplicação de botões de flores de plástico nos puxadores de madeira:
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Detalhe exclusivo e fofo!
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Amei tudo!
Mais detalhes, aqui!

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Empório Canela

Precisaria passar “sebo nas canelas” pra dar conta de mostrar todos os lugares interessantes que ainda faltam, da minha última viagem ao RS.
Empório Canela foi uma das visitas que rendeu:
No centro de Canela, próximo à Catedral de Pedra
Catedral de Pedra
Fica a pequena, mas simpática loja, de fachada vermelha:
Empório Canela
Como o nome antecipa, Empório Canela parece uma daquelas mercearias antigas, à beira da estrada, onde se encontra de tudo um pouco: comida, uma pequena livraria, sebo, objetos antigos ou artesanais à venda.
Logo à entrada, nota-se que se trata de um lugar diferente, que valoriza o passado:
Entrada
Encantei-me com este espelho bisotado, de linhas curvas e moldura de flores, entalhadas em madeira:Espelho à porta do Empório
Meus olhinhos não sabiam pra que lado olhar! Não queria deixar passar nenhum detalhe, como esta luminária, em cima do balcão de recepção:
Abajur
Apesar de não fumar, achei interessante o aproveitamento de caixas de charuto importadas, coladas à base do abajur.

Ou às vitrolas antigas, onde quem sabe(?) poderíamos ouvir Tim Maia, cantando: “Me dê motivo, pra ir embora…”
Vitrolas
Mas, não vá embora, ainda não!
Reparou, no detalhe da florzinha, no chão de cimento queimado?
Então, “oia pra cê vê”, como alerta em bom mineirês:
Detalhe no piso
Na vitrine, a máquina da vovó:
Máquina antiga na vitrine
Em um dos ambientes da casa, transformada em loja, uma parede com pratos e espelho antigos:
Espelho e pratos
Apaixonei neste bandô de cortina, todo feito em fuxicos:
Bandô de fuxicos
Fuxicos, do tamanho de uma bolacha Maria, feitos em tecido de estofamento, ganharam a forma lúdica de grandes pirulitos coloridos:
Fuxico em detalhe
O banheirinho, vale uma visitinha, mesmo àquele que não esteja apertado…
Plaquinha do banheiro
Ah! Eu me mudaria para este banheiro fofo, vintage, retrô, mulherzinha, puro galmour!…
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A cortina com guirlanda de flores artificiais é kitsch, mas, dentro do contexto, ficou “chikhis”:
Cortina do Banheiro
E o pendente vintage virou um detalhe rico, dentro do banheiro!
Pendente vintage
A pia foi amor à primeira vista!
Pia de louça
Olha, que louça!
Pia de louça
Banheirinho com direito à tina, para um banho vintage:
Tina para banho
Saí de lá com as mãos recheadas de comprinhas, nem tão pequenas assim, mas resolvi deixar para um próximo post, para não encompridar a conversa…
Mais fotos, no meu Flickr
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"Na taipa do fogão"

Quem acompanha o blog, nem precisa ser há muito tempo, já deve ter percebido que eu gosto de uma boa mesa. E não estou aqui falando de mesa de qualidade, design ergonômico-espacial-modernoso-chique. É daquela mostrada ontem, na casa da Natasha: com alguma coisa gostosa pra comer em cima e um bom papo ao lado, pra acompanhar.

Depois dos posts dessa última viagem, acharão que eu só penso nisso: co-mi-da! Um tanto de fotos onde apareço, estou sempre em volta de uma mesa, ou então, comendo alguma coisa.

Mas, falando sério: quando a gente recebe visita em casa, fica cheio de cerimônia, manda arrumar a casa, fazer faxina, esconde a bagunça atrás da porta mas, quando é algum amigo muito chegado, daqueles que entram e vão abrindo a porta da geladeira, a gente já leva direto pra cozinha, não é verdade? Lá, prepara-se um bom lanche, mesmo que simples, e já aproveita a falta de cerimônia pra “mandar” o amigo lavar a louça. As melhores conversas são sempre em volta de uma boa mesa, cercada de bons amigos.

Então lembrei das histórias impagáveis do saudoso Pe. Leo, parecendo que sempre tinha um causo engraçado pra contar, como se estivéssemos em volta da taipa do fogão.

Foi assim com a Silmara Franco, que conheci na primeira noite em Campinas. Já a admirava virtualmente, como escritora de crônicas deliciosas. Depois do nosso encontro, marcado numa cafeteria, passei a admirá-la mais ainda. Pode ser meio clichê descrevê-la de tal forma, tão lugar-comum, nada-a-ver com a pessoa dela, mas a verdade: é uma mulher muito bonita, por fora e por dentro.
Isso não tem nada a ver com a comida, mas se a gente quer se sentir à vontade com alguém, logo convida pra uma refeição juntos, não é?
Então, não estranhem as vezes que me verão com alguma comida na mão. É porque eu estava me sentindo à vontade…

E, mal saí da casa da Natasha, fui recebida assim, na casa de uma amiga blogueira: ( Repararam no prato, combinado à toalha Rosenbaum? Que “chiqueza”!…)
Alguém poderia dizer que essa pessoa me conhece muito bem e sabe que amo pão e não dispenso uma Coca Zero! Ofereceu-me até a geleia de cupuaçu, que acabara de ganhar! ( Apesar do pão não precisar de nenhum complemento: estava perfeito!)
Essa pessoa não me “conhecia”, pelo menos, não pessoalmente. Prova, que é possível haver empatia e sintonia, mesmo que virtual, e isso transcender para o real. Aconteceu com a Rosana, também. Muitos poderão se identificar, contando histórias semelhantes: do virtual, mesclando-se ao real.

E foi bem real isso tudo. Apesar de um tanto surreal, conhecer lugares e pessoas que só tinha “visto” antes, virtualmente.

O mais interessante, porém, foi confirmar “in locco” que a realidade pode ser até mais encantante que a virtualidade.

Quem, teria a delicadeza de me servir um pão de limão, tão perfumado e gostoso, à sombra de uma árvore de lichia do seu quintal?… Quando essa pessoa especial entrou na minha vida virtual, através da promoção “Que cara tem sua casa?” , não imaginaria que a casa dela, seria tão a “cara dela”!

Porque lá é tudo assim: miúdo, delicado, acolhedor, familiar…mas, pessoal e criativo! Alguns detalhes do ateliê:Aqui, no meio de tecidos,linhas e botões ela trabalha…
Reparem na riqueza de detalhes dessa cortina:Simplesmente linda! E simples. Detalhes meigos. Outros:Ela lembra um pouco esta bonequinha… À esta altura, quase entreguei o jogo…
A lanterna vermelha foi presente meu, mas o armário amarelo foi arte dela:
Se Papai Noel existe, não sei; muito menos, se tem uma fábrica, lá no Pólo Norte! Nunca ninguém viu. Mas sei que daqui saem bichinhos muito fofos, de verdade: Confesso que não vi nenhum gnomo escondido embaixo da mesa. Talvez pudesse me explicar, como que ela consegue produzir estes encantos…A coruja gorducha à E, levei pra casa. O gatinho de matrioshka rosa, foi presente pra mim.
Quem gritou “bingo”, antes? Sim, sim!
“Meninos, eu vi”!
Estive lá, com a Ana Sinhana, e fui tão bem recebida, que quase me achei uma princesa! Consegui até convencê-la a superar a timidez pra posar aqui, ao lado de outra tímida, mas juro que não combinamos a mesma cor da blusa! Era uma questão de sintonia, além de nos sentirmos à vontade, como na “taipa do fogão”…
( E aguardem, pois dessa parceria bacana sairá a próxima promoção do blog…)
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Patchwork de cortinas

Porque eu tô sem inspiração hoje, resolvi recorrer à cromoterapia do patchwork.
Esta, foi feita pela minha mãe para o quarto do meu pequeno:
Uma chuva colorida, no ateliê da Ana Sinhana:

Aquele seu armário está tão velho, que a porta caiu? Uma cortininha daria uma outra vida!
Sfgirlbybay
As ideias seguintes foram pinçadas lá do Desire to Inspire e penduradas aqui!
Mostruário de lenços virou cortina diferente:
Aqui, a fixação no bastão é que é diferente:
Horizontal, em meia janela:
Mais Patchwork:
Esta, é para as crocheteiras:
Aceito doações…
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