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Queijadinhas de festa!

Num falei, que que não ia demorar nadinha?
Aproveitando o gancho da festinha retrô mostrada no post anterior, fiz um pedido virtual à Simone Scharamm, do blog Festas e etc…, que preparou um docinho que amo pois, além de gostoso, lembra infância!queijadinhas

Queijadinhas lindas e superfáceis de fazer!
Ela prontamente me atendeu porque, assim como eu, gosta de cozinhar, receber e compartilhar receitas!
Já éramos contato no Facebook, mas só fui conhecer a Simone, pessoalmente, na casa da Kátia.
Deixarei, então, que ela mesmo se apresente:

“Sou a Simone: casada, apaixonada pelo marido e pelas duas filhas.

Fui professora e, após 20 anos de trabalho, deixei as salas de aula e resolvi me dedicar à minha família.

Mas não consegui ser totalmente feliz sem ter nenhum trabalho, então, comecei a fazer artesanato, festas, comidinhas diferentes e tudo o mais que eu pudesse aprender. Nessa busca por conhecimentos, conheci os blogs, me tornei blogueira e encontrei muitas amizades virtuais, que acabaram se tornando amizades reais.

A queijadinha aqui em casa, é uma das receitas preferidas. Mas não as faço sempre. Acredito que pratos especiais não podem se tornar corriqueiros,rs, isso tiraria o prazer de apreciá-los… Descobri que o ‘quitute’ está em completo desuso, para minha surpresa, se tornou ‘retrô’ e há quem não conheça as tais queijadinhas e ainda as chame de quindins.Vamos desmistificá-las então?”

Receita de Queijadinhas

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

2 gemas

50g de queijo ralado

50g de coco ralado

1 colher(sobremesa) rasa de manteiga

Forminhas de papel para mini-cupcakes(que possam ir ao forno)

Forminhas de empada ou tabuleiro de mini-cupcakes

Modo de fazer:
Preaqueça o forno a 180 graus. Bata no liquidificador apenas o leite condensado, a manteiga e as gemas.

Incorpore a essa mistura o queijo e o coco ralados, porém não bata mais. Apenas misture.

Coloque as forminhas de papel dentro de forminhas de empada e encha 2/3 da forminha com a massa.

Leve para assar até ficarem levemente douradas. 

Se esse docinho tão brasileiro é “retrô”, não sei. Só sei que, o bom é atemporal!
Receita compartilhada, promessa minha cumprida e um agradecimento especial à Simone, pela generosidade. 
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Noite de Talentos, quarta edição!

Pelo quarto ano consecutivo fizemos, no início deste mês, nossa tradicional “Noite de Talentos“.
A ideia é juntar os amigos da igreja para uma noite descontraída, com comida típica da época, música e representações.
Desta vez o tempo colaborou: nada de chuva e o frio, moderado, ideal para uma comemoração ao ar livre!
Arrumei a mesa no quintal, com tudo de mais colorido que tinha em casa:

Colchas, de crochê e fuxico, serviram de pano de fundo e a chita cobriu a mesa.
Servi primeiramente os alimentos quentes e salgados: foram dois tipos de caldo, agnoline e creme de aipim com carne seca, acompanhados por focaccia e pipoca.

Depois, os doces: mini-pretzels de canela, broinhas alemães, bolo de fubá, bolo de mamão, queijadinhas, canjicão, mini-tarteletes de banana com chantilly.
Para beber, refrigerantes e chás.

Tão corrido, que não deu pra fotografar todos os detalhes mas, uma dica, pra quem planeja algo parecido: faça uma lista dos ítens do cardápio e adiante o que puder.
Preparei antecipadamente os pretzels, focaccia e broinhas alemães já que, obrigatoriamente, devem ser servidos, assim que saírem do forno. Para isso, já congelei tudo nas fôrmas. Na tarde da festa tirei tudo do freezer e deixei descongelar, à temperatura ambiente, crescer para, depois, assar( é bom planejar, para sincronizar com o horário de servir).


Depois do lanchinho coletivo, a hora do “show”, que começou com a exibição de um vídeo, produzido pelo marido para o evento, com a participação especial do filho mais novo, como dublador do Lula.

Histórias, cantoria…

Música instrumental…


E, para os que não foram, a ideia do que perderam:

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"Comida para quem precisa…"

No domingo, tenho me permitido ficar na cama até mais tarde. Uma opção, que implica em “perdas”: perda de tempo, a principal delas.

Acordar no meio da manhã é luxo para poucos porque, se num momento posso sentir-me como uma diva, lagarteando na cama enquanto o Sol lá fora já está alto, logo depois, a “fichinha cai” e descubro que estou mais para gata borralheira: casa e cozinha, por minha exclusiva conta e risco!
Aí, fica aquela dúvida: o que fazer, que seja algo rápido e gostoso?
CaDerno CooLinário

Iludindo-me com a ideia de que nesse domingo não precisaria fazer almoço, já que havíamos tomado café no meio da manhã, fui pra cozinha sem pressa, tentar repetir um docinho que foi um sucesso, na nossa noite de talentos: adaptei uma receita antiga, retirada da embalagem de amido de milho, para fazer uma queijadinha diferente, com abacaxi.

Queijadinha cremosa de abacaxi


Para o doce de abacaxi com coco:

Na primeira etapa desta receita, bati 1 abacaxi no liquidificador, junto com 2 copos( requeijão) de açúcar.
Depois, juntei 1 coco fresco ralado e levei tudo ao fogo, mexendo de vez em quando, até reduzir e aparecer o fundo da panela:

Para a queijadinha:
Separar 3 copos( requeijão) do doce de abacaxi, já pronto, acrescentar 1 lata de leite condensado, 2 cs de manteiga sem sal, 1/2 cc(chá) de fermento químico e 1 cs de amido de milho.
Voltar com a panela ao fogo e proceder, como se estivesse fazendo um brigadeiro: mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela.

Esperar esfriar, acrescentar 4 gemas, passadas pela peneira, 1/2 x de creme de leite, 4 cs de queijo ralado( usei o pecorino, mas pode ser o parmesão), 4 cs de amido de milho e misturar tudo.
Acomodar fôrminhas de papel em fôrmas de alumínio, próprias para muffins(ou, de empadas).
Distribuir a massa, preenchendo até um pouco mais da metade das fôrminhas:
Não tinha muitas fôrminhas de papel e acabei enchendo mais que o necessário, mas essa receita pode render até 30 queijadinhas.
Levar ao forno médio, pré-aquecido, por aproximadamente 30′, ou, até corar por cima e, enfiando um palito, que saia limpo.

E as queijadinhas douradas ficaram assim:
Queijadinha cremosa de abacaxi
Um close, na cremosidade do doce:
Queijadinha cremosa de abacaxi
E, enquanto assava o doce e arrumava a cozinha, aproveitei pra fazer pães:
Lanche da tarde
Pão de fubá e integral para receber o filho, que iria chegar de Vitória.
Lanche da tarde
Casa habitada por homens, a cozinha costuma ser invadida somente em 2 casos “emergenciais”: quando, guiados pelo cheiro de algo apetitoso ou, quando a barriga costuma roncar.
E foi o segundo caso que fez o caçula aparecer na cozinha, passando das 14:00h, cobrando o almoço.

Ops! Esqueci do almoço?!
O jeito foi recorrer ao tradicional “macarrão salva-mãe”: fiz um molho branco e mergulhei uns pedacinhos de requeijão, queijo brie e pecorino, até derreterem. Reaproveitei um resto de brócoli, do dia anterior e, tchan-ram!:

Macarrão do domingão
Menino encheu os olhos e o prato, 2 vezes!
Como costuma dizer minha sogra: “barriga cheia, coração contente!”
Atenção:
Domingo também é dia de esquecer das calorias…

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