Search results

3 results found.

Brunch para Vinícius

Escrevo este blog há quase 5 anos. Nesse período, muita coisa mudou( outras, nem tanto): a casa, os gatos que passaram por ela, o corpo, a família…
Pra quem me acompanha há mais tempo, a história já é sabida. Pra quem não, entenderá melhor este post se, antes, ler um outro: “De mãe pra filho“.
Resumindo: tenho três filhos, quase todos, de barba na cara. Pra quem não acredita, olha os “meninos”, aí:
DSCN1148
A verdade incontestável da vida: os filhos crescem. E, se vão…
Conosco, apenas o mais novo, que acabou de completar 14 anos. O mais velho faz faculdade, na capital, e o do meio resolveu ir pra mais longe, bem longe…O tempo não para: são quase 2 anos…
Há uma semana ele voltou, para uma visita rápida. E, como não poderia deixar de ser, a gente quer mimá-los, de todas as formas!
A avó materna não pôde vir ao seu encontro. Mandou, lá de Belém, delícias regionais, que ele tanto gosta.
No seu último sábado no Brasil saboreou frango com jambu, no tucupi e, de sobremesa, açaí.

“Será que meus filhos terão alguma reminiscência da maneira como tempero nossa comida? A gente nunca sabe o momento, exato ou inexato, em que vai entrar para o rol de lembranças de alguém. Qualquer ação ou atitude podem virar protagonistas; preciso me lembrar disso, para caprichar mais nas coisas.
Será que, n’algum momento da vida, eles tentarão recuperar algum sabor de suas infâncias? Experimentarão, quando grandes, algo que não tenha sido feito por mim, fecharão os olhos por alguns segundos e se pegarão dizendo ‘Parece a torta de legumes da mamãe’ ou ‘É igual ao creme de abóbora que ela fazia’?
No fundo, a gente quer é ser lembrada. E o alimento é a memória afetiva mais forte que existe. É o primeiro presente que ganhamos, ao nascer. Onde fica a boca do mundo?”

Foi o que a Silmara Franco escreveu, no último post.
Concordo com ela! Trago algumas recordações gustativas e olfativas da infância, como um pão de canela que minha mãe costumava fazer.
Acredito piamente que, cozinhar é uma forma de acarinhar. Uma das formas. Cada um tem a sua…
Um bom compositor faz música, eu, embora não me considere tão boa cozinheira, comida. É a minha sonata, para olhos e paladar.

Então, antes mesmo dele chegar, decidi por uma despedida em volta da mesa, junto com alguns amigos. E foi, assim:
DSCN1113
Depois de uma semana de tempo fechado, chuvoso e frio a manhã de domingo estreou, com um belo dia de Sol: perfeito, pra montar a mesa no quintal!
DSCN1088
As opções salgadas do cardápio: sanduíche, no pão integral, de atum e pepino*, quiches( tomate seco/cogumelos frescos), cuscuz marroquino, focaccia integral com tapenade de azeitonas, receita do Panelinha.
*Para o recheio do sanduíche piquei pepino japonês em cubinhos bem pequenos, acrescentei um pouco de sal e deixei escorrer numa peneira. Depois, sequei o excesso de água em papel toalha e acrescentei ao recheio de creme de ricota e atum. Acertei o sal e a pimenta. Os pedacinhos de pepino dão uma textura crocante ao creme.
DSCN1108
Opções doces: torta de ricota( com geleia de morango e geleia de goiaba), bolo gelado de abacaxi, bolo de mamão e aveia, biscoitinhos de nata.
As bebidas servidas foram suco e chocolate quente.
DSCN1090
DSCN1107
DSCN1091
Flores na mesa, colchas no varal, mix de louças: se você gosta de cores, não há contraindicações!
DSCN1125
Como ele viajaria à tarde, a ideia do brunch foi a mais viável: um café da manhã mais tarde, com cara de almoço.
DSCN1122
O importante era deixar todos à vontade.
DSCN1109
DSCN1086
DSCN1087
DSCN1094
DSCN1099
DSCN1105
E teve música especial, de despedida…
DSCN1132
E um breve momento de reflexão, dirigido pelo nosso pastor:
DSCN1129
Ficar longe até que não é tão difícil, hoje em dia. Difícil, mesmo, é dizer “auf wiedersehen”!

“Dê a quem você Ama :
– Asas para voar…
– Raízes para voltar…
– Motivos para ficar… ”
(Dalai Lama)

Leia Mais

Noite de Talentos, quarta edição!

Pelo quarto ano consecutivo fizemos, no início deste mês, nossa tradicional “Noite de Talentos“.
A ideia é juntar os amigos da igreja para uma noite descontraída, com comida típica da época, música e representações.
Desta vez o tempo colaborou: nada de chuva e o frio, moderado, ideal para uma comemoração ao ar livre!
Arrumei a mesa no quintal, com tudo de mais colorido que tinha em casa:

Colchas, de crochê e fuxico, serviram de pano de fundo e a chita cobriu a mesa.
Servi primeiramente os alimentos quentes e salgados: foram dois tipos de caldo, agnoline e creme de aipim com carne seca, acompanhados por focaccia e pipoca.

Depois, os doces: mini-pretzels de canela, broinhas alemães, bolo de fubá, bolo de mamão, queijadinhas, canjicão, mini-tarteletes de banana com chantilly.
Para beber, refrigerantes e chás.

Tão corrido, que não deu pra fotografar todos os detalhes mas, uma dica, pra quem planeja algo parecido: faça uma lista dos ítens do cardápio e adiante o que puder.
Preparei antecipadamente os pretzels, focaccia e broinhas alemães já que, obrigatoriamente, devem ser servidos, assim que saírem do forno. Para isso, já congelei tudo nas fôrmas. Na tarde da festa tirei tudo do freezer e deixei descongelar, à temperatura ambiente, crescer para, depois, assar( é bom planejar, para sincronizar com o horário de servir).


Depois do lanchinho coletivo, a hora do “show”, que começou com a exibição de um vídeo, produzido pelo marido para o evento, com a participação especial do filho mais novo, como dublador do Lula.

Histórias, cantoria…

Música instrumental…


E, para os que não foram, a ideia do que perderam:

Leia Mais

Resumo da semana

Mais uma semana corrida e, de corrida!
Porém bateu o desejo de fazer uma outra, direto pra minha cozinha, assistindo ao programa da Rita Lobo(guru e musa!), o Cozinha Prática, no GNT!
Ela tem essa capacidade: transformar o ato de cozinhar, em algo aparentemente simples!
Já era noite, mas a vontade, imperativa. Resultado: desliguei o forno, perto das 23h. O resultado valeu a pena!
Focaccia Integral com tapenade de azeitonas
A focaccia deve ter um sério problema de personalidade, digno de terapia: parece uma pizza, mas não é; um pão, mas não é.
Independente de nomeações burocráticas, surpreendeu-me a crocância e sabor desse “pão com cara de pizza”.
Para acompanhar, uma pastinha de sabor acentuado: tapenade de azeitonas.
Focaccia Integral com tapenade de azeitonas
A receita da focaccia integral com tapenade de azeitonas pode ser acessada no site do GNT( com o vídeo do programa), aqui.
Lá a Rita explica tudinho mas, as minhas dicas são:
Cuidado na finalização, com o sal grosso: beem pouquinho!
Para a tapenade ficar menos salgada é aconselhável lavar as azeitonas e alcaparras, escorrendo-as antes de usá-las.
Se não tiver nozes, use castanhas. Também acrescentei 2 filezinhos de anchovas( em vez do molho shoyu).
A focaccia é deliciosa, quando recém-tirada do forno! Para recuperar a crocância e gosto de massa fresquinha é só esquentar alguns pedaços numa chapa, ou até mesmo, frigideira( sem untar!).

O almoço de sábado foi dica de outro queridinho dos programas de culinária: Claude Troisgros, no “Que Marravilha-Romance“: risoto de petit pois e pera, com redução de vinagre balsâmico.
Risoto de petit pois e pera, com redução de vinagre balsâmico
Essa temporada está imperdível: o chefe recebe um casal famoso em sua cozinha, enquanto prepara um prato especial para eles.
O risoto serviu à Cynthya Howlett e Du Moscovis, que não comem carne.
Não é o nosso caso: acompanhei com filé mignon.
Foi o melhor risoto que já fiz! ( Usei arbório, no lugar de “arroz envelhecido”.)
Receita, aqui!

Da meia maratona do ES, semana passada…

Pegamos a estrada novamente, dessa vez, para uma corrida de 10 Km, em Guarapari(com uma turma de gente boa, do “Clube do Corredor de Santa Teresa“):

Amanhecendo em Vitória, o Sol prometia…

Mas, chegando em Guarapari, chuva fina e um belo arco-íris nos receberam!

Nada que levasse nossa animação por água abaixo!

Quem não gosta nada de esforço é a Chanel!
Meu nome é Pregui...ops! Chanel!
Ela também prefere Sol à chuva.

Leia Mais