Guirlanda espacial

Depois que o filho do meio viajou pra Alemanha, o caçula pediu para ocupar o quarto do irmão. Deixou para trás, a parede colada com adesivos de naves espaciais e estrelas fluorescentes. Enfim, tá crescendo.
A guirlanda tridimensional inovou essa antiga ideia:


Muito simples de fazer!
Tutorial, aqui.

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Veranico

Direto ao ponto, quer dizer, aos looks:
Chocolate e petróleoChocolate e petróleo
Cardigã: Cantão
Regata
Saia evasê
Sandália Luz da Lua
Bolsa: Uncle K
Sandália Luz da Lua
Há 1 semana o tempo voltou a esquentar, ocasião para usar vestidinho leve, como este:
Fina estampaFina estampa
Vestido: Totem
Carteira: Schutz
Sandália: Ferrucci
Verde e azul
Aliás, os dias foram de vestidos…
Vestido estampadoVestido estampado
Vestido e cinto: Folic
Carteira de palha
Sandália anabela purpurina: UZA
Vestido estampado
Estampados, lisos…
BrancoBranco
Bata: Le lis Blanc
Rasteira: Luíza Barcelos
Bolsa: DUMOND
Branco, ou colorido:
LaranjaLaranja
Vestido de linho: Totem
Cinto bordado
Bolsa: Uncle K
Peep toe: UZA
Cinto bordado
Hoje, nada de vestido!
DouradoDourado
Camisão lurex
Legging: Track&Field
Bota cano longo
Bolsa: Dumond

Hoje fui de poucas palavras. Fico sempre assim, em véspera de viagem. Volto à Manaus, depois de mais de 10 anos, para rever parentes e amigos. Será uma visita curta, apenas, 1 semana.
Enquanto isso, o blog não ficará parado: deixarei algumas postagens programadas e espero, de lá, mandar notícias quentinhas( literalmente: 36°C, à sombra).

Rua da Alfândega alagada, na maior enchente dos últimos anos, em Manaus. Foto, daqui.

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“Importância do gato na meditação”

Costumo não dar atenção aos escritos do Paulo Coelho. Puro preconceito, talvez…mas quando li o título desse texto, publicado no jornal A Gazeta, domingo passado, imediatamente minhas orelhinhas ficaram em pé e a curiosidade felina falou mais alto.
Leitura gostosa, como carinho na barriguinha de gato.
Folga

Importancia do gato na meditação

by PAULO COELHO on JANUARY 21, 2010

Paulo Coelho

Tendo recentemente escrito um livro sobre a loucura ( Veronika decide morrer) , vi-me obrigado a perguntar o quanto das coisas que fazemos nos foi imposta por necessidade, ou por absurdo. Por que usamos gravata? Por que o relógio gira no “sentido horário”? Se vivemos num sistema decimal, porque o dia tem 24 horas de 60 minutos cada?
O fato é que, muitas da regras que obedecemos hoje em dia não tem nenhum fundamento. Mesmo assim, se desejemos agir diferente, somos considerados “loucos” ou “imaturos”.
Enquanto isso, a sociedade vai criando alguns sistemas que, no decorrer do tempo, perdem a razão de ser, mas continuam impondo suas regras. Uma interessante história japonesa ilustra o que quero dizer:

Um grande mestre zen budista, responsavel pelo mosteiro de Mayu Kagi, tinha um gato, que era sua verdadeira paixão na vida. Assim, , durante as aulas de meditação, mantinha o gato ao seu lado – para desfrutar o mais possível de sua companhia.
Certa manhã, o mestre – que já estava bastante velho – apareceu morto. O discípulo mais graduado ocupou seu lugar.
– O que vamos fazer com o gato? – perguntaram os outros monges.
Numa homenagem à lembrança de seu antigo instrutor, o novo mestre decidiu permitir que o gato continuasse frequentando as aulas de zen-budismo.
Alguns discípulos de mosteiros vizinhos, que viajavam muito pela região, descobriram que, num dos mais afamados templos do local, um gato participava das meditações. A história começou a correr.

Muitos anos se passaram. O gato morreu, mas os alunos do mosteiro estavam tão acostumados com a sua presença, que arranjaram outro gato. Enquanto isso, os outros templos começaram a introduzir gatos em suas meditações: acreditavam que o gato era o verdadeiro responsavel pela fama e a qualidade do ensino de Mayu Kagi, e esqueciam-se que o antigo mestre era um excelente instrutor

Uma geração se passou, e começaram a surgir tratados técnicos sobre a importancia do gato na meditação zen. Um professor universitário desenvolveu uma tese – aceita pela comunidade acadêmica – que o felino tinha capacidade de aumentar a concentração humana, e eliminar as energias negativas.
E assim, durante um século, o gato foi considerado como parte essencial no estudo do zen-budismo naquela região.

Até que apareceu um mestre que tinha alergia a pelos de animais domésticos, e resolveu tirar o gato de suas práticas diárias com os alunos.
Houve uma grande reação negativa – mas o mestre insistiu. Como era um excelente instrutor, os alunos continuavam com o mesmo rendimento escolar, apesar da ausencia do gato.
Pouco a pouco, os mosteiros – sempre em busca de idéias novas, e já cansados de ter que alimentar tantos gatos – foram eliminando os animais das aulas. Em vinte anos, começaram a surgir novas teses revolucionárias – com titulos convincentes como “A importancia da meditação sem o gato”, ou “Equilibrando o universo zen apenas pelo poder da mente, sem a ajuda de animais”.

Mais um século se passou, e o gato saiu por completo do ritual de meditação zen naquela região. Mas foram precisos duzentos anos para que tudo voltasse ao normal – já que ninguém se perguntou, durante todo este tempo, por que o gato estava ali.


trecho do meu livro “Ser como um rio que flui”

Paulo Coelho’s Blog

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Não aprendi dizer adeus…

Não sei se vou me acostumar
Olhando assim nos olhos teus…
Maizena
Sei que vai ficar nos meus
A marca desse olhar…
Meu programa preferido!
Não tenho nada pra dizer
Só o silêncio vai falar por mim…
Camuflagem: Maizena no edredom
Não aprendi dizer adeus mas
Tenho que aceitar que amores
Vem e vão são aves de Verão…
Colinho
…Se adeus me machucar
O inverno vai passar, e apaga a cicatriz.
Camuflagem: Maizena no edredom
Essa é a forma que escolhi pra me despedir da Maizena, vítima de uma acidente doméstico, hoje. Embora não seja fã de Leandro e Leonardo, foi a música que me veio à cabeça nessa hora triste.
E não adianta filosofar sobre a efemeridade e fragilidade da vida, ainda mais, de um gatinho: despedidas são sempre dolorosas. A gente não acostuma!
Nem adianta perguntar: “por quê”? Não há resposta que conforte.
Mas há uma certeza: foram dias felizes, tanto pra ela, quanto pra nós.
Nosso lar e nosso coração continuam abertos para receber mais um gatinho, e:
Começar de novo…
Vai valer a pena…
Ter me machucado, ter sobrevivido…

Atualizando:
Queria agradecer o carinho e solidariedade de todos mas, gostaria de esclarecer o seguinte: não faço adoção irresponsável, nem faço tipo, aqui no blog ou Facebook, visando despertar a simpatia alheia.
Tenho mais dois gatos, que estão conosco há bastante tempo.
Meus animais são bem tratados, vacinados, castrados, acarinhados…Apenas um, tenho certeza de que foi envenenado. Outros 2 sumiram, sem deixar provas ou pistas.
Minha casa e quintal são grandes: impossível cercar tudo, ainda mais, em se tratando de gatos! Eles vivem soltos. Gosto, assim. Acho que eles, também.
O que aconteceu com a Maizena foi uma fatalidade, um acidente, dentro de casa, que me reservo o direito de não entrar em detalhes.
Acabei de receber um e-mail, no mínimo, cruel: recebi “conselhos” para não adotar mais, como se eu fosse uma louca, a “louca dos gatos”, uma irresponsável!
Mas acredito piamente que podemos fazer a vida um do outro, humanos e gatinhos, um pouquinho melhor!
Os bichos não me assustam. As pessoas ainda, sim.
Beijo pra todos!
Obrigada pelo apoio!

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