Hoje foi um dia agradável. Ainda mais pela folguinha, bem no meio da semana.
Proponho então um passeio pelo Jardim Botânico, no Rio.
E não esqueçam a máquina Polaroid!
Ah, não têm?
“Seus problemas acabaram!”
Com os recursos do Pixlr.com, até uma ignorante como eu consegue efeitos que imitam fotografias antigas, como as deste post.
A mudança da família imperial portuguesa para o Brasil, fugindo de Napoleão Bonaparte, provocou uma série de melhorias no país, principalmente no Rio de Janeiro, capital àquela época.
A criação do Jardim Botânico foi uma ideia de D. João VI, registrado nesta placa, à entrada do parque:

Esta não é a Vieira Souto, mas também, uma das avenidas mais famosas do Rio, cercada de centenárias palmeiras imperiais:

E se tiverem sorte, podem até encontrar um esquilinho arisco, escondido entre as árvores:
Ops! Mas isso não é esquilo!
Parece-me familiar…
E este não é o Rio, mas o Rio Doce, em Colatina-ES:
E as imagens, a partir do abacaxi ornamental, não foram tiradas no Jardim Botânico, mas em volta desta casa, quase engolida pela mata…
A minha.
Não precisa ir tão longe, para belos instantâneos.























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