Paredes que falam

No post de ontem, citando a Vivianne Pontes, comentei sobre aquelas coisas capazes de provocar o olhar.
O que me provocou foi esta parede:

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Destaque, no apartamento do casal de artistas Myriam e Dominique, em Nimes, no sul da França. O prédio foi construído em 1835.
Ao retirarem o antigo papel de parede, revelou-se-lhe a verdadeira idade: maturidade assumida pelo casal, que preferiu deixá-la assim. Mas, nem por isso, triste.

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Mais imagens, no the style files.

O que me fez lembrar o consultório de Lionel Logue( Geofrrey Rush), terapeuta da fala, no filme “O Discurso do Rei“:

A sala ficava num prédio tão antigo, que o piso rangia. A parede, descascada pelo tempo, parecia uma aquarela em tons terrosos; servia de moldura a uma elegante poltrona luís XV, onde se assentava o futuro rei da Inglaterra, o gago George( Collin Firth), durante as sessões de “tratamento”:
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O “especialista” usava métodos nada convencionais…
O importante é que funcionou, como as paredes do apartamento francês.

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