Para recordar

Meninos pequenos
“Irmãos”

O filho do meio veio me comunicar os planos para o dia seguinte:
-Amanhã vou cortar o cabelo com aquela mesma mulher, da última vez. Além de cortar melhor que o outro, cobra mais barato.
-Pois eu não cobro nada e ainda corto melhor que os dois.
-Mãe, o que importa não é que você acha: e acho, que é a minha aoutoestima que está em jogo, não a sua.

Filhos são assim: instantâneos e espontâneos. Pena não conseguirmos registrar tudo, guardar numa caixinha de memórias, abrir um arquivo para cada fase da vida deles com as histórias, piadas, imagens que, como numa foto antiga vão se esmaecendo, perdendo os contornos, até esquecermos de toda riqueza de detalhes…
Mal ele acabara de falar já não me recordava de todas as palavras ditas, tim-tim por tim-tim. Foi mais ou menos isso.
Mas, nem tudo se perde. Acumulamos recordações, impressões, ideias…
Como esta, de quadro, aproveitando as “obras de arte” dos grandes arteiros da casa:
A impressão e colagem dos desenhos, no tamanho de um cartão de visitas, é obra da designer Jan Eleni, mostrada no Remodelista.

Outra ideia, no oh dee doh, do quarto de uma pré-adolescente: 

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Velvet&Linen

Nesse mundo nada se perde. Vira lembrança.

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