Pernas de fora

Sexta é sempre tão corrido pra mim, mas finalmente chego aqui, aos 47 do segundo tempo, só para mostrar o visual do dia. Espero, ao menos, conseguir dar um chute em direção ao gol.
Falando em pernas, hoje à tarde o tempo esquentou. Escolhi uma bata fresquinha para sair.
Depois de cumpridos os compromissos de trabalho, passei em casa e troquei a calça jeans por uma bermuda surradinha e confortável:
Esquentou!Esquentou!
Bata: Farm
Bermuda: Missbella
Bolsa: Cantão
Tamanco: Schutz


Pronta, para as compras de supermercado e hortifruti:

Clog
O tamanco é pesado, mas a bata é leve:

Bata nude

Bom fim de semana!
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"O preto que satisfaz"

Hoje em dia a gente pode fazer tudo e, ao mesmo tempo, quase nada, repararam?
Na era do “politicamente correto” a expressão que nomeou o post, por exemplo, poderia ser malvista.
Porém os mais antigos, como eu, devem se lembrar da música de Gonzaguinha, abertura de uma novela da Globo no final dos anos 70, com as Frenéticas cantando:
“Dez entre dez brasileiros preferem feijão…”
Não é desse tempo? Então, confira:
A música é tão gostosa quanto o grão-tema, mas, se alguns consideram Monteiro Lobato racista, o que diriam de Gonzaguinha?
Enquanto isso, a Rihanna compete com outras dublês de cantoras rebolativas para ver quem choca mais: seja com letras de músicas e/ou performances sensuais no palco. Pra mim isso não faz diferença alguma: tenho a opção de não ver, não ouvir, não indicar, não comprar e, pronto!
Mas, comparando-se com o patrulhamento citado, acabo achando tudo uma grande hipocrisia!


Falando em patrulhamento, em “pode-não-pode”, nos comentários do post de ontem a Izabelle Costa me fez uma pergunta, curiosa:
“…você não está comendo nem pão integral? Nem mesmo o que você faz?”
Para quem ainda não sabe, estou de dieta. A nutricionista restringiu( bastante!) carboidratos, nesse primeiro mês: “boazinha”, permitiu-me comer 1 fatia de pão integral( com queijo minas) no meio da manhã, e 1 torrada( com cottage) no meio da tarde( mais: 2 cs de arroz integral, no almoço)Confesso que esse é o momento mais esperado do dia. 
O pão caseiro, que costumava acabar em pouco tempo, agora, duuura!…
Apesar de, em algumas refeições eu ter trapaceado e saído da dieta, tenho me patrulhado. Mas não é fácil resistir. Principalmente, se for este pão preto( ou: “pão afrodescendente”?!), tão macio e fofinho:

Pão australiano

O pano, com biquinho de crochê e bordado com meu nome também é fofo! Presente do RS, feito pela amiga Rosana Sperotto. (As abelinhas devem ter sido atraídas pelo mel.)

Essa é uma adaptação à receita de “pão australiano” que já dei aqui. 
Mas agora descobri, que a máquina pode fazer todo o trabalho duro por mim enquanto saio para a corrida, queimar as calorias que tanto preciso( Ah, se existisse uma máquina que fizesse isso por mim!…).
Fiz pequenas modificações à receita original, substituindo a margarina por óleo de canola, acrescentando fibra de trigo e outros detalhes, que ajudam a dar essa maravilhosa cor e textura ao pão:
Pão australiano

E se eu, que estou de dieta, posso, muito mais, vocês!
Para quem não tem máquina de pão é só fazer artesanalmente, no “muque”, que também dá certo.
Vamos às dicas:
-Programe sua máquina, na função: “8-bater massa”.
(Acho melhor bater a massa na máquina e, depois de crescida, retirar, moldar os pães, deixá-los crescer novamente nas fôrmas para depois, assá-los em forno comum. Mas isso é uma opção pessoal.)
-Coloque os ingredientes líquidos primeiro, depois o sal, os trigos e, por último, o fermento biológico.
-Acompanhe os primeiros momentos da máquina funcionando, ajudando, se necessário, a juntar os ingredientes em volta do batedor, com uma espátula. Se estiver grudando nas laterais, polvilhe mais trigo até formar uma bola homogênea no centro, como aqui:
-Gosto de bater 2 vezes, portanto: reinicie o programa, se preferir.
-Depois de terminado o tempo de crescimento, retiro da máquina, moldo os pães e coloco-os para crescer nas fôrmas, por aproximadamente 30′. 
Polvilho fubá sobre eles.
-Pré-aqueço o forno em temperatura média e asso-os, por +/- 30′.

Vamos à receita, então?:
Pão australiano
( Rende 2 pães médios)
-1 e 1/2 xícara de água morna;
-1/2 xícara de mel;
-1/2 colher de chá rasa de sal;
-1/4 de xícara de óleo de canola;
-3 colheres de sopa de açúcar mascavo;
-2 colheres de sopa de cacau em pó;
-1 colher de chá de canela;
-1 colher de chá rasa de café solúvel granulado;
-1 xícara de trigo integral;
-1 xícara de farelo de trigo;
-3 xícaras de farinha de trigo( geralmente acrescento mais um pouco na hora de sovar a massa, até que desprenda das mãos ou, da vasilha da máquina);
-2 colheres de chá, cheias, de fermento biológico seco.

Acrescento os ingredientes, pela ordem acima. 

Para fazer à mão, no primeiro post sobre esse pão tem PAP, com fotos. Se, na máquina, proceder como explicado.
Na hora de moldar os pães, polvilho fubá sobre eles.
Espere esfriar, para fatiá-los.
 Pão australiano

Fica até melhor, que o do Outback!

Pão australiano

A  minha fatia, do lanchinho de amanhã, já está separada. 
Não é, mesmo, um “preto que satisfaz”?
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"Malwares malditos!"

Por causa do malware no domingo, postagens atrasaram e os looks, acabaram se acumulando.
Aproveitando o mote dos dois últimos, inspirados em Glee, farei referência a uma de minhas personagens preferidas da série, a professora Sue Sylvester( Jane Linch):

Sue é a treinadora do time de torcedoras do colégio Mckinley. 
Como o malware que invadiu vários blogs no fim de semana, ela quer ver “tudo dominado”! Não aceita perder!
Mas, por trás do “trator-Sue” existe alguém, carente e solitária. A relação com a irmã, portadora de síndrome de Down, revela o que ela faz questão de esconder: fragilidade e docilidade( “Pode ficar tranquila, Sue: isso é um segredo entre nós!”)
O humor cáustico(do tipo: “perco o amigo, mas não perco a piada!”) é outra de suas características; o que a aproxima, de um outro preferido: Dr. House. 
Seria interessante e divertido imaginar um enfrentamento de egos, entre os dois; uma versão, na TV paga, de Duelo de Titãs, PredadorXAlien, JasonXChuck! 
Seria Sue, uma House de saias?
Nem tanto. No guardarroupa dela não existe essa peça do vestiário feminino! Há espaço, apenas, para: tênis, calça e abrigo esportivo!
Tadinha?
Que nada! Sue não se abate com limitações, nem se prende a firulas para “causar”.
Mas, vamos combinar: eleger apenas um tipo de roupa, ou peça de vestuário para usar é quase um assassinato de estilo!
E olha, que isso não é só na ficção: Encontramos por aí, todos os dias, mulheres que parecem ter escolhido, como “uniforme”, um conjunto de moletom e tênis( e o dia pode ser, de muito Sol e calor!), outras, que saem desfilando de roupa de academia( nem a atleta Daiane dos Santos deve usar tanto!), ou a mocinha que só usa microshort e camiseta baby look( apesar de fazer um frio, de doer!). “Assim, não pode! Assim, não dá!” 
Não, que essas ou aquelas pessoas sejam melhores ou piores por conta disso, mas, convenhamos: se temos à nosso favor uma boa ferramenta a usar( a moda), por que não? Contrato de casamento e promessa de fidelidade (“na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na beleza e na feiura, na magreza e na fofura…”) fazemos ao companheiro de vida, não à peças de roupas, cores, estilo!
Isso tudo para justificar a minha escolha, como o “uniforme” da semana: a calça comprida, peça preferida de Sue.

No fim de semana o tempo mudou, e o domingo foi bastante frio. 
Quase desisti de almoçar fora, preocupada em resolver o problema no blog, mas acabei saindo, e com a maior cara de “mal”(ware):
Suéter e cachecol
Suéter: ELLUS
Calca, bolso faca: Calvin Klein
Bota cano curto: Luz da Lua
Bolsa: Cantão
Para proteger-me do vento frio, suéter macio e cachecol:
Domingo frio
Nos pés, uma bota com salto recortado e detalhe de metal:
Salto recortado
Salto recortado
Na segunda o frio continuou, mas nem tanto:
Azul e amareloCostas
Casaquinho de linha: Richard’s
Camiseta e bolsa: Cantão
Calça: Calvin Klein
Bota cano curto: Luz da Lua
Amareloi e azul
Mochila Cantão
Terça foi dia de abrir o Sol e reinar o azul:
DSC05937DSC05951
Camisa: Calvin Klein
Cinto imantado, calça flare e bolsa: Cantão
Bota: Luz da Lua


Este tom de azul é tendência para o verão:
DSC05959
A calça flare é uma releitura, mais comportada, da conhecida “boca de sino”: ela tem cintura discretamente mais alta, pernas mais ajustadas e boca menos aberta que a inspiração original.
Deve-se ter cuidado com o comprimento da calça: nem muito curta( só a ponta do sapato deve aparecer), nem muito longa(evitando, que se arraste pelo chão).
Como sou baixinha e tenho pernas grossas, o truque para alongá-las foi usar a calça com um mocassim no mesmo tom, de bico fino:
DSC05955
Finalmente o look de hoje, mais colorido e fresco:
LaranjaLaranja
Blusa e bolsa: Cantão
Calça: Colcci
Sandália meia-pata: Luíza Barcelos


A estampa, com a cara e as cores do verão:
Estampa
Um salto e uma cor, pra chamar de seus:

Color
Color

Falando em “uniforme”, alguém poderia perguntar  o que eu costumo usar no trabalho. 
Aboli o branco total, desde a época da faculdade. Prefiro um jaleco, sobre a roupa. 
Aqui, cercada por parte da equipe de enfermagem do hospital onde trabalho, no café especial da “semana da enfermagem”:
Com a equipe de enfermagem:
Detalhe importante: fiz pão integral para levar, mas não comi dele, nem de outras coisas à mesa. (Carreguei o lanche da dieta numa lancheirinha.)  
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Natal precoce

Ops! Ainda estamos em setembro e eu, já falando em natal? Mas se existe carnaval fora de época, por que não?…

Acontece que algumas coisas exigem preparo antecipado, como estes enfeites de feltro, mostrados no Posie Gets Cozy

Group-labeled
A artesã Alicia Paulson preparou kits com todo o material necessário, moldes, assim como tutorial, àqueles que se animam a colocar a mão na massa (quer dizer: na agulha) para deixar a casa mais bonita no natal.

Mexer com feltro e costurar à mão é uma verdadeira terapia. Mas, para não ficar com cara de “trabalhinho de escola” e parecer grosseiro é necessária a paciência de fazer um acabamento perfeito, como nestes:
Cottage2
Os kits da Alicia estão disponíveis no site dela, mas a dificuldade para adquiri-los ( já que são importados) não é desculpa: linhas, agulhas, miçangas, lantejoulas, sianinhas, feltro de várias cores são bem fáceis de achar, por aqui. 
O desenho dá para imprimir e fazer os moldes. Depois é só recortar, montar e costurar.
Inspirações não faltam:

SnowyTree
HotCocoaOrnament3inLabel
GingerbreadGirl3inLabel

Mais opções de lindas ideias, no Posie Gets Cozy.
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I love Emma!

Broches vintage, pérolas, laços, cardigãs, cores suaves, babados, saias, vestidos, estampas delicadas, batom nude ou rosa: “lady like” é como definiria melhor o estilo de Emma Pilsbury(Jayma Mays), de Glee.
Nos comentários do post de sexta a Déia, de A Casca da Cigarra, resolveu fazer-me um desafio. E eu, aceitei. 
Já que o tema era Glee, sugeriu-me que montasse um look inspirado na professora Emma.
Imagens: dAqui
A orientadora do Colégio McKinley é doce, meiga, justa, verdadeiramente interessada no bem estar de seus alunos, solidária e ética com os colegas. Só um defeitinho: é obssessiva-compulsiva por limpeza e tem verdadeira fobia de germes!
Apaixonada pelo diretor do coral, professor Will Schuester, o primeiro beijo entre os dois só aconteceu no capítulo final da primeira temporada:
Suspirei pelos dois, mas também, pelo trench coat verde e a boina que ela usava, numa produção muito fofa.
O romance não durou muito, mas afinal, o que seria da história se não tivéssemos por quem torcer?…
Nesse clima de conto de fadas, gostaria começar o look do sábado pelos pés…
O tamanco nude, da coleção Vivienne Westwood para Melissa foi amor à primeira vista: ao colocá-lo no pé senti-me a própria Cinderela, calçando seu sapatinho de cristal.

Melissa nude

Parece até confundir-se com a cor da pele.
Pura coincidência, o tamanco combinou com uma clutch que eu já tinha, também da Melissa( coleção Isabela Capeto):
Lady like
Vestido: Farm
Clutch e tamanco nude: Melissa
Clutch Melissa-Isabela Capeto
Para complementar o visual lady like, nada mais adequado que um vestido delicado e maquiagem suave: 
Lady likeLady like
Logo cedo o tempo exigia um cardigã, dispensável mais tarde.
Então: desafio cumprido?…
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