Metamorfoses

(Via Flickr)

Ontem à noite estava de plantão e, entre uma zapeada e outra pela TV, parei no SBT, durante a entrevista que a Marília Gabriela fazia com o Lucas Lima( mais conhecido como o “marido da Sandy”), no “De Frente com Gabi”.
Para minha surpresa e, derribando preconceitos bobos que nutria pela família dos músicos gaúchos( incluindo os sertanejos Lima, herdados do lado da mulher) conheci um Lucas diferente do que imaginava: desembaraçado, engraçado e inteligente, resumindo, um fofo! 
O que me fez pensar na polêmica tola em torno da declaração de Sandy à revista Playboy.

Adriane Galisteu fica pelada, mas, quem se despe de preconceitos e, sem tirar uma única peça de roupa, chama muito mais a atenção pela declaração( não se sabe ainda o contexto)foi a “boa” menina Sandy.
No início do ano já fora motivo de alarde a propaganda que a cantora(ex?) fizera para uma marca de cerveja de duplo sentido.
Não entendo a estupefação provocada pelas últimas aparições na mídia, da menina que cantava com o irmãozinho:
“O que que você foi fazer no mato, Maria Chiquinha?”
E será que ela precisava ficar no mato, depois de grande?…
Sandy cresceu, tornou-se uma linda mulher, mas continua sendo: Sandy. Não, a Maria Chiquinha.
Alguns apegam-se à imagens que a mídia vende, esquecendo-se de que as pessoas passam por mudanças, têm suas opiniões, amadurecem. Não precisam ser iguais( quem disse?), mas continuam sendo as mesmas(entende?).
O negócio é abrir os olhos e ver que há variações, tão sedutoras quanto à imagem original que projetamos, de uma pessoa ou objeto. E são essas nuances que tornam a vida mais interessante: uma boa surpresa, como a que tive com o “marido da Maria Chiquinha”.

O mesmo olhar poderia ser aplicado à decoração.
As imagens a seguir são do vol.III do livro de Casa Cláudia-“150 ideias de decoração”, lançamento da Abril:

Lançamento Abril

As fotos escolhidas mostram objetos antigos que, renovados, ganharam importância na composição de um ambiente, sem contudo perder a essência do que sempre foram: doces recordações do passado.

Regina Strumpf misturou o tom verde cítrico da parede com almofadas e roupa de cama em tons vermelhos, para criar um clima acolhedor neste quarto feminino:
Quarto cítrico
Destaque para o criado-mudo renovado:
Quarto cítrico
Também renovada foi esta minicômoda, que ganhou pintura e novos puxadores para servir como mesinha de cabeceira, noutro quarto:
Minicômoda na cabeceira
 A partir de um louceiro de madeira herdado da avó e reformado, a arquiteta e designer Adriana Yasbek definiu os matizes desta cozinha:
Cores vibrantes na cozinha...
Mais vibrante e ousado, impossível!
(A mancha branca na parede não é nenhuma falha na pintura, nem manifestação sobrenatural: apenas reflexo do flash da máquina, já que a foto foi feita à noite, com pouca luz.)

Falando em mudanças, da decoração para a moda: Há dias em que a gente está bege, básica, “Renda”. Em outros quer ousar, experimentar algo diferente, como o Hippie Rua, da Impala:
"Hippie rua"
Num dia a gente acorda meio moleque:
Xadrez
Calça: Animale
Sapato liberty e chapéu: Richard’s

Camisa de linho: acervo pessoal
Óculos: Folic
Bolsa: Cantão
Xadrez
Noutro, mais mocinha…
Romântica
Vestido: Açúcar Moreno
Cardigã de linha
Sandália: Ferrucci
Romântica, até…
Romântica
Se fosse sempre igual seria chato.
São pinceladas que damos na vida, mudando as nuances a cada dia…
Tarde de Sol
Agora, releve a viajada na maionese nesse final de post(só para contextualizar a última foto) e vamos  direto ao túnel do tempo:

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