Sem palavras…

O dia é de luto coletivo.
Até difícil falar sobre o que aconteceu ontem, no Rio.
Mas é necessário!


Ninguém entende o porquê!

Mas, depois do ocorrido, pistas de uma possível psicopatia, ou esquizofrenia do assassino começam a aparecer. Talvez, a gênese dessa tragédia.

Mas o que justificaria essa fúria avassaladora, como um tsnunami, ser direcionada justamente contra a escola de origem? E, inegavelmente, a “preferência” pelas meninas?

“Esquisito”, “instrospectivo”, “sem amigos”, “estranho” são algumas descrições de ex-colegas e vizinhos, que conviveram com Wellington de Oliveira. Uma provável vítima de “bullying” na infância, que se transformou nesse monstro vingador na juventude.

Numa triste coincidência, ontem o programa Mais Você falou de “bullying”, novamente.
E aqui no blog também, lembram?

Não estou defendendo a tese de uma simples vingança, afinal, tratava-se de uma mente doente, perturbada talvez por fantasmas do passado. Não se sabe ao certo, o que puxou o gatilho da patologia.

Mas, não é o que ele fez. É o que podemos fazer!
Fiscalizar e cobrar da escola, medidas coibitivas e punitivas contra atos de covardia e desrespeito entre as crianças.
Participar da vida escolar dos filhos e estar atentos a sinais de possíveis agressões. Mais que isso: pensar que, em vez de seu filhinho ser a vítima, poderia ser ele um agressor.

Talvez, se familiares e a antiga escola de Wellington, ontem palco de tanta violência, tivessem percebidos os sinais que ele apresentava( e sempre existem!), essa história não teria acontecido.
Como escutei, hoje, no programa Bem-Estar:
“Quando a boca cala, o corpo fala.
Quando a boca fala, o corpo sara.”

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