Princesas modernas

Era uma vez…numa terra muito distante…uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico…
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: –Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre…
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
-Eu, hein?…nem morta!

(Luís Fernando Veríssimo)

Não se fazem mais princesas como antigamente, não é verdade?…

Que bom!

Há quem considere a cerimônia de hoje como mise-en-scène, um espetáculo para inglês ver( e brasileiro, e americano, e japonês e alguns milhões de pessoas, espalhadas pelo mundo!), depois do fracasso que foi o último grande casamento principesco( por sinal, o dos pais do noivo): o príncipe fez propaganda enganosa, pois estava mais para sapo.

Mas não há como resistir a uma espiadinha! 

Nem que seja, para admirar a simplicidade e elegância da noiva( e a cara de apaixonada feliz?!):
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(Imagem, dAqui)

Kate demonstrou ter confiança no próprio brilho, optando por um modelo clássico de vestido que lembrou em muito o de outra estrela classuda, Grace Kelly:
(imagem, dAqui)

“Daqui pra frente, tudo vai ser diferente” para os recém-casados, mas, numa coisa todos são iguais: “quem casa, quer casa”.
Em relação a isso, o casal de pombinhos não tem com o que se preocupar: a residência oficial dos noivos será a antiga moradia londrina da rainha Elizabeth, a  Clarence House, avaliada em US$ 76,68 milhões(Fonte: O Globo):
Agora, ao “ninho de amor”, nós, meros plebeus não temos acesso.
Mas imaginar como seria a cama de uma princesa não é proibido.
Apesar de plebeia Kate estudou em boas escolas, pois é de família rica. É jovem, bonita, elegante, esportista. Não duvido que seja uma romântica, que espera enfim ter encontrado seu “príncipe encantado”.
Para românticas princesas, uma cama coberta de flores, literalmente:


Apartment Therapy

É uma romântica mais sóbria?
Que tal esta outra opção, então?:

(Imagem, dAqui)

Podem dizer que isso é piegas mas, o amor é lindo, na riqueza ou na pobreza, na beleza ou na feiura…

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E que sejam “felizes para sempre!”
(Suspiros…)
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Brincando é que se aprende

(Imagem, dAqui)

Início da semana fiz um post despretensioso, analisando superficialmente algumas propagandas voltadas ao público feminino e/ou, usando a figura feminina.
O assunto foi motivo para alguns interessantes comentários, ratificando a ideia de que “mulheres evoluídas” não se rendem a “feminismos”. Nem “machismos”. Substituir um paradigma por outro é trocar “seis por meia dúzia”.

A Vivianne Pontes foi uma das mais enfáticas. Escreveu:
“…passa-se a velha mensagem de que os trabalhos domésticos são tarefa feminina — não por imposição da sociedade, não por construção cultural, mas simplesmente porque os homens não são talhados para isso. Coitadinhos. Eles são sujos, são seres das cavernas, são bestas. As mulheres, ao contrário, são naturalmente limpinhas e organizadas. Elas se regozijam com cheirinho de eucalipto. Nada mais óbvio do que notar que aí passa-se também um padrão de comportamento: ei, você, mulher desorganizada, você não é feminina o suficiente.”

Culpa é o combustível que move a maioria de nós, mulheres.

Então penso( “logo, existo!), no quanto somos responsáveis por confirmar, fundamentar, sustentar alguns comportamentos viciados, maus costumes…
Querem uma prova disso?: 
-Qual mulher não se sente a “superpoderosa” ao ser chamada com urgência para trocar uma fralda suja, porque o “papai não tem muito jeito pra isso”? 
É o superpoder limpafralda!
-E, quando o filho já grandinho, apela para a mamãe fazer aquele “ovinho frito, que só mãe sabe fazer”?! 
Lá vem ela, toda faceira, com seu superpoder de cozinheira.
Afaga nosso ego de mãezona e mulherzona fazer esses “servicinhos”, que só mulher sabe fazer tão bem!
Nada contra os tais “serviços”, que fiz, faço e faria com todo o prazer! A questão é, que: Seria isso, uma atribuição específica feminina?

Mea culpa! (Olha ela aí, de novo!)

Outro dia o filho mais velho, já um universitário, morando sozinho, confessou-me, em tom de pedido de socorro:
“Preciso aprender a fazer arroz, feijão e fritar um ovo!”

Simples, não?…
Devo tê-lo ensinado a fazer coisas muito mais difíceis, mais complexas, mas não: arroz, com feijão e ovo frito!
Ainda há tempo!

Talvez por isso tenha encantado-me tanto, esta cozinha de brincar:
Brincadeira, para criança, é coisa séria. 
E a mãe do Harry, o menininho da foto na moldura vintage, parece ter lembrado disso ao montar esta graciosa cozinha: 
A pia com fogãozinho, assim como a cadeirinha colorida são da IKEA. (Oh, IKEA! Como I queria que você viesse pra cá!…)
Mas todos os detalhes, das prateleiras com aplicação de sainha de renda, até os utensílios de cozinhas e embalagens de comida foram cuidadosamente pensados para deixar a brincadeira, o mais próximo possível do real!

E para que tirem suas dúvidas, se o pequeno Harry gostou de brincar na cozinha, ou não…
Negócio sério! 
Negócio fofo!
Quero uma dessas pra mim!
Fonte: Dos Family
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Comentando as notícias

Sabem aqueles caras chatos, que não nos deixam ouvir ou ler o noticiário em paz porque têm de  emitir opinião a cada tópico?…Prometo tentar não ser mais um! 
Em breve voltaremos aos assuntos frugais de sempre, mas, permitam-me comentar algumas notícias que chamaram minha atenção:
-Ser artista é uma profissão como outra qualquer, com o “inconveniente” de viver sob os holofotes, dentro e fora dos palcos. 
Como diria o Roberto: “é preciso saber viver”, debaixo de tanta cobrança! 
Mas, não quero falar da atitude da artista Danielle Winits e sim, da mãe Danielle Winits:
Danielle Winits e Jonatas Faro
(Fonte: A Gazeta)

Que fumar faz mal, todo mundo sabe! 
E se não soubessem disso(ou, ainda que não fosse por uma questão de saúde!), mulheres deveriam ficar longe desse vício, ao menos por uma questão estética: Fumar envelhece! Tá na cara, na voz, nas mãos, nos cabelos…
Agora, mulher grávida fumar é uma irresponsabilidade não apenas com ela mas, principalmente, com o feto!
Está provado que grávidas que fumam têm maior chance de parto prematuro, além de gerarem um bebê de baixo peso.
Leia a matéria, aqui!

Outro dia escrevi sobre o quanto é preocupante e perigosa, a relação íntima dos jovens com o álcool e as drogas. 
Na noite de festa em que dei plantão atendi uma moça, grávida de 6 meses e, bêbada de cair! Lamentável, deprimente. 
Como escrevi no post, ninguém quer se privar de nada, nem que seja por um tempo predeterminado, no caso, 9 meses!

-Depois de arrancar o gravador das mãos de um jornalista que lhe fez uma pergunta “inconveniente”, o senador Roberto Requião ocupou o plenário ontem para fazer um discurso, que mais o implicou do que o desculpou.

Enquanto alguns tentam chamar a atenção para a seriedade do tema “bullying“, vem o Requião dar uma de vítima e tratar do assunto de forma leviana.
O chargista Amarildo, do jornal A Gazeta, não perdeu o mote:

E para que ninguém tenha pesadelos ou indigestão com essas notícias tão pesadas, concluo com uma boa:
-O cachorrinho Pinpoo, famoso aqui no estado depois de sumir nos arredores do aeroporto de Porto Alegre antes de embarcar para Vitória, foi encontrado, finalmente, e agora, retorna definitivamente ao Espírito Santo, onde fixará residência( o estado terá um ilustre novo morador).
Aqui, o “dogstar” quando encontrado, sendo devolvido à sua feliz e aliviada dona:

(Foto, dAqui)

E quando vejo a feiura, quer dizer: a fofura do Pinpoo e a alegria da dona Nair, concluo que, realmente: “o amor é cego!” (E que bom, que é cego! E feliz!)
Leia a matéria, aqui!
Bo-a noi-te!
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Lanternas personalizadas

Diferentes formas de customizar lamparinas e abajures, como nesta lanterna de papel, tipo japonesa:

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Mini bandeirolas, costuradas num viés e aplicados com cola:
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Fonte: Oh dee doh
Tutorial, aqui: You had me at bonjour
Castiçais coloridos ganharam instalação elétrica( bocal e lâmpada comum) e cúpula com fru-frus:
Nesta outra luminária, sobras de couro foram montadas como uma saia em volta da lâmpada:
Imaginei que tiras de feltro e até pedaços de gravatas não usadas substituiriam muito bem a ideia original.
O inconveniente do projeto anterior, apesar do bonito efeito em cascata é que o lustre vedaria completamente a passagem de luz pelas laterais.
Marido é do contra, dizendo: “primeiro coloca a luz, pra depois tirá-la!”
Mas acho que os projetos seguintes seriam aprovados:
Uma bonita e escultural cúpula antiga foi desnuda, para ser coberta posteriormente com retalhos de tecido e adereços:
Lampshade DIY
Lampshade DIY
Ideia similar, com aplicação de contas de madeira:
Ou este lustre bacana, reaproveitando potes de vidro:

Easter Pastels - Summer Nights Shimmering Shooting Stars Sparkling Clear Glass Fruit Harvest Ball Mason Jar Chandelier Lights - UpCycled ReCycled Hanging Pendant Lighting Fixture Swag Light - Wedding - Party - Holiday - Mothers Day Treat
Etsy

Falando em iluminação e reciclagem, curiosidade foi encontrar esse vídeo mostrando uma ideia literalmente luminosa, ecológica e a custo zero-a transformação de garrafas pet em “lâmpadas”:
Gostou da ideia? Explicação mais detalhada, aqui.
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A "evolução" das mulheres

É possível ter uma ideia da mudança nos costumes, analisando algumas propagandas. 

Essa não é do meu tempo, mas, já “tomou seu Toddy, hoje?”
Nesse ponto, a maioria das cervejas nacionais estacionou em 1958, data da estreia do Toddy na mídia: mulheres rebolativas recomendam…
Falando em “mulheres recomendam”, a última campanha da Bombril foi um salto(sem trocadilhos)!
Tô mais perdida, que “cego em tiroteio”: 
Em qual perfil deveria encaixar-me? 
Entre as rebolativas de outrora, ou, entre as “superiores, as mulheres que evoluíram e adestram seus cachorri…(ops!)seus maridos?”
Avisem-me quando mulheres como eu, as “normais”, forem citadas.
Ainda acho que Carlos Moreno, o garoto propaganda dos “1001 personagens”, foi o que mais se aproximou das donas de casa comuns:
Mas o mundo evoluiu e eu devo ter ficado pra trás…
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