Vamos combinar?

"Não perturbe!"
Às vezes sinto-me uma incompetente ao constatar que minha cama vive meio desalinhada, descombinada e, muito frequentemente, com resquícios de pêlos, denunciando a liberdade dos gatos. 
Tudo bem, eu entrego: é cama de gato. Quando eu virar gente, me ajeito.

Vendo os detalhes de uma casa na Noruega
( sempre eles!), chego a invejar a capacidade que têm de dominar as cores, tão bem! E assim, parecendo tão despreocupados em cumprir regras!

A diversidade de estampas dos tecidos é de apaixonar: uma, mais linda que a outra!
A combinação descombinada deixou o quarto suave e acolhedor, com um jeito bem retrô.
Notem que apesar de usar o amarelo, um tom quente, a combinação ganhou harmonia com o tom mais frio, o azul.
Fundo branco e cores pastéis conferiram suavidade ao ambiente.
Mais detalhes, aqui.
O quarto da criança, na mesma casa, não foge ao tema retrô:

Aqui, optou-se por tons quentes, alegres. 
Mais uma misturinha boa!

A dona da casa é frequentadora de brechós e mercado de pulgas. 
O carrinho de bebê em perfeito estado foi um achado! Seria uma réplica, daquele usado numa das cenas mais inesquecíveis do cinema, em “Os Intocáveis”?…
Apenas divagação minha, mas o quartinho convida…

Quer ver mais? 
Aqui!
E o que parece ser o mesmo quarto, numa outra arrumação e combinação de estampas e cores:


Muito rico, não?

Quer aprender mais, de cores e combinações?
Cíntia Essinger, arquiteta e urbanista, foi uma das convidadas do De(couer)ação que deu uma aulinha sobre como usar o disco de cores
Corre !
O blog norueguês também vale uma visita demorada( e olha, que não sou Caco Antibes!): Mamma Tamo.
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Pão diferente

Na última sexta republiquei uma receita de bolo de mamão.
Na onda do “remake” hoje refiz uma receita de época: a do caqui.
Batido com iogurte natural rende um creme delicioso. 
Amassado e misturado com bicarbonato de sódio, ovos, açúcar, trigo e especiarias: um bolinho simples, mas gostoso.  

Bolo e iogurte de caqui

Além do iogurte e bolo de caqui, fiz também pão integral. Variei um pouco e, em vez de açúcar mascavo usei mel.
Bolo de caqui e pão integral
Por causa da reação com o bicarbonato o bolo adquire uma cor escura.
Usando-se metade do açúcar que consta na receita o bolo fica de sabor mais neutro, como um pão, que poderia ser acompanhado com geleia de frutas e queijo branco.
Bolo de caqui
A receita do bolo está neste link. (Apenas troquei a fôrma e usei uma de bolo inglês.)
O pão não é de época. É rotina da casa, mas para quem ainda não conhece, receita aqui.
( Usei 1/2 x de mel, em vez do açúcar. Também diminuí a quantidade de água morna, de 2 cps para 1 e 1/2 cp.)
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"A hora de pendurar as chuteiras"

Ainda não é a minha, mas o assunto é atual.
Como adiantei no post “Os ganhos das perdas” pretendo desacelerar aos poucos, mas não, parar. Apenas, mudar o ritmo.
(Despedida de Pelé da seleção brasileira, no Morumbi, em 11/07/1971)

Só teme a velhice, quem não se prepara para recebê-la.
Costumo ouvir de pacientes a seguinte declaração, tentando justificar possíveis doenças adquiridas( e evitáveis):
“É porque eu já passei dos 50, doutora!”

Pura balela!
É fato: colhe-se na velhice, o que se planta na juventude.

Cuidar de si inclui, principalmente, preservar e promover a saúde mental.
Àqueles que fazem do trabalho o único motivo e objetivo na vida, como se não existissem sem ele, a aposentadoria pode ser traumática. 
É o cargo que faz deles alguém, não o contrário. Se lhe “tiram” isso, tiram-lhe sua própria essência.
“E agora, o que vou fazer?”
A pergunta que, para alguns recém-aposentados seria motivo de apreensão não me parece assim tão difícil de responder( afirmo isso, do alto da minha imaturidade e, ainda longe de me aposentar…)
Há tantos projetos e sonhos que temo não ter tempo hábil, nem saúde para executá-los.

O Ronaldo(“Fofômeno”, segundo o Agamenon) foi maroto. Depois de passar as últimas temporadas tendo um desempenho pífio, restou-lhe a saída pela direita, ou melhor, pelo gogó: “a culpa é da tireóide”…

Outro recém-aposentado famoso é nosso ex-presidente Lula.
Se não fossem os R$200.000 que tem cobrado por palestra, mais a aposentadoria que recebe do INSS como anistiado político, mais os ganhos como ex-presidente, além de valores repassados pelo PT, eu até que sentiria peninha dele. 
Já explico.
É sabido que Lula recusou convite para participar do almoço em homenagem ao presidente americano.
Se ele fosse, teria de apertar a mão de Fernando Henrique, presente à mesma cerimônia. Seria uma demonstração de civilidade( de ambos!).
“Para não ofuscar” a presidente Dilma(ou seria, o presidente Obama?!) Lula não teria aparecido.
Sua ausência, ao contrário do que pretendia, “causou”!
Das duas, uma:
-Ou o ex-presidente tem ego inflado e uma super auto-estima, a ponto de achar que ofuscaria alguém;
-Ou, ele sofre do contrário: de baixa auto-estima, portanto, não suportaria não ser mais o centro das atenções, evitando assim, um golpe na própria vaidade.
Qualquer uma das opções seria uma pena( mas, lembrem-se da gorda aposentadoria que ele tem recebido, antes de deixarem escapar alguma lágrima!).

Não sei como estarei daqui a alguns anos. Gostaria de, se não com “muito dinheiro no bolso”, ao menos com “saúde pra dar e vender”. 
E tempo de sobra para executar alguns projetos. Um deles, voltar a fazer patchwork e aprender a costurar.
Inspirações não faltam, como estes elefantes de patchwork, que até nome têm:
Ernest
Claude
As criações são de Alexis, da loja:  
Reverie day dream

Se um elefante “incomoda” muita gente.
Mais elefantes incomodam, incomodam…muito mais!


Stevens Happy Accidents

Segundo fontes “confiáveis”( meu filho caçula, “especialista” em Geopolítica), o próximo famoso a “pendurar as chuteiras” será o atual senador, outrora presidente, José Sarney, no dia 1° de abril.
Ou então, façam suas apostas…
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