"Todo mundo odeia o Chris…"

Eu, amo!

-Quem? Eu?!…
-Exatamente! Não ouviu mal.

Minha admiração pela série, só não é maior que minha paixão por House.

Escrita, produzida e narrada pelo ator e comediante Chris Rock, os episódios são baseados em sua adolescência vivida no Brooklyn, nos anos 80.
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Criador e criatura, juntos!
O adolescente Chris é interpretado pelo histriônico ator-mirim Tyler James Williams.
Não há como não se identificar com a família de Chris. Todo mundo conhece, tipos assim: 
O pai trabalha em 2 empregos e sabe muito bem o valor de cada centavo suado.
A mãe é controladora e adora repetir que não precisa trabalhar fora: “meu marido tem 2 empregos!”
O irmão fortão leva as garotas mais a sério que os estudos.
A irmã mais nova é encrenqueira e mimada; sua maior diversão é “aprontar” e jogar a culpa nos irmãos.


Chris é o irmão mais velho. Para estudar, precisa pegar 2 ônibus: sua mãe o matriculou numa “escola de brancos”, longe de casa, porque acha que assim ele teria mais chances de se desenvolver.
 

Até aí, nada incomum. Fora do comum é que, seja onde for, Chris sempre se dá mal: em casa, nas ruas do bairro ou na escola, a Lei de Murphy sempre lhe cai, como uma luva(…de ferro, sobre a sua cabeça!):
 Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais: dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível!”


Mas não pensem que eu, e mais uma legião de fãs da série somos algum tipo de pervertidos, com sérias inclinações sado-masoquistas: o engraçado é justamente a narração desses contratempos, vividos pelo adolescente Chris, pelo próprio, já adulto. 
Chris seria uma versão( real, de cor e de calças), da famosa personagem de ficção infanto-juvenil Pollyanna. Ele parece ter levado a sério, o ditado: “se a vida lhe der um limão, faça dele uma limonada”.
Boa parte das histórias se passam na escola: o lugar, idealizado pela mãe de Chris como a chance que ele teria de algum sucesso na vida foi, justamente, sua maior fonte de dor de cabeça(literalmente, muitas vezes!). Além do preconceito racial, Chris sofria constantes ameaças e agressões de Caruso, o fortão da turma.


Caruso cresceu mas, não sabemos quem é e nem, por onde anda.
Chris, tornou-se rico e famoso, fazendo graça das próprias mazelas. 
A série já chegou ao fim( não, aqui no Brasil!), mas poderia muito bem ter servido como catarse pública, uma releitura dos traumas de infância que o ator sofreu: apesar de, tantas vezes derrubado “levantou, sacudiu a poeira e deu a volta por cima”, com muito humor…
Continua…

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38 Comentários

  1. Olá Laély, aqui em casa todo mundo adora e assiste todos os dias, no início meu marido dizia: – Vocês não se cansam de assistir isso todo dia?
    Mas agora até ele tem sentado para assistir e com certeza tem se divertido com as aventuras e desventuras do Chris.
    bjs

  2. Ás vezes fico morrendo de vontade de poder assistir esse show, queria ter tempo pra todos, mas esse em especial me parece ingênuo, sei lá, sinto uma coisa muito legal quando vejo alguma cena.

    Agora, não tem jeito, House é paixão mesmo… Assim como Moderm Family que descobri recentemente.

  3. Vi alguns episódios e é mesmo muito bom!! Beijo grande, Laély!
    PS desculpe a demora em te responder…imperdoável: os cupcakes sofreriam um bocado para chegarem aí…mas eu vou pensar em uma alternativa. Beijo!

  4. Oi Laély bom dia!!!
    Faz tempo que não deixo um comentário, mas eu passo sempre que tem post novo viu
    Eu adoro o Cris! E aquela mãe dele? Ela é pervertida rsrsrsrs…karma pra 200 reencarnações. Pior é a professora…o que será que ela imagina que seja o Brooklin?
    Tenha um lindo dia.
    Beijos doces e perfumados.

  5. Não que eu odeie o Chris, nem sequer a série, Laély, mas não gostei! Acho incrivelmente racista e os exemplos de bullying, demasiado grosseiros.
    Desaparecia um clip na sala da aulas? Foi o Chris, porque é negro!
    O pai não podia ir à reunião de pais porque estava a trabalhar( no tal 2º emprego)? A professora não acreditava e insistia – Diz a verdade, Chris, o teu pai é viciado em crack, não é?
    O Caruso não gostava da sobremesa da cantina? Porrada no Chris!

    Acho excessivo e supostamente sendo uma série cómica, nunca me arrancou uma gargalhada. Antes pelo contrário!

    Talvez este não seja o meu tipo de humor.

    Um abraço, Lá.

  6. La, tbm gosto muito da série, mas já tem um tempinho que não vejo! A que horas está passando mesmo? Ou vc está assistindo aos DVDs?
    Beijão
    Helena

  7. La, eu AMO o Chris, amo! Não canso de ver e rever e rever (pq repete, né); é uma delícia!
    Até chamamos meu marido de "Julius" hahahahaha…
    Grande beijo!

  8. Nossa!

    Foi a melhor Sinopse Até agora desse Seriado XD

    Sério!

    Eu e meu Noivo também Amamos esse seriado! paramos pra assistir sempre que podemos.

    Outro seriado que e gente gosta é
    "Eu, a patroa e as Crianças" Victor da Gargalhadas ao vê-la.

    Abraços Laély!

    Su.

  9. Aqui em casa,everybody loves Chris!!!Tem algo mais renovador e constestador do que rir de si próprio.Porque escolher o drama ou a comédia é questão de opinião,tem gente que só sabe reclamar…

    Bjs,

  10. Fernanda, antes de mais nada queria lhe pedir: calma!
    Deve ter reparado que o post não terminou. Continua…
    Foi justamente uma introdução ao tema a seguir, que ainda vou desenvolver.
    Dou-lhe razão, em todas as observações que fez, mas…
    …Avaliando isoladamente a série, vejo-a com muitos méritos. Quer tentar vê-la, com outros olhos?…
    -A começar, pela prórpia históra de Chris.
    Devemos levar em conta que é uma comédia de situações: há uma tendência ao exagero mas, são vivências do autor, contadas sob o ponto de vista dele.
    Não é o Caruso, contando: "como se dar bem na vida, abusando dos mais fracos". É Chris, dando seu testemunho: apesar de negro, morando num subúrbio, com uma vida nada fora de série e, enfrentando as maiores dificuldades, ele conseguiu encontrar seu espaço.
    O contexto americano da década de 80 deve ser levado em conta, também. Quando se imaginaria, àquela época, que em poucos anos os EUA seria dirigido por um negro, de ascendência islâmica?!
    Os tempos mudam. Nem por isso devemos mudar a História, porque ela tem justamente a função educativa de nos mostrar essa dinâmica.
    -A série é entretenimento, portanto, não tem pretensão educativa, a não ser, nas entrelinhas.
    Como diria Nelson Rodrigues (mesmo com cacófato): é "a vida, como ela é".
    Chris não inventou o preconceito e o bullying. Eles sempre existiram e, se há um mérito nessa história é justamente expor essa situação.
    Chris também perdeu um irmão, ainda jovem, para o alcoolismo.
    Problemas existem, porém, há pessoas que optam pela auto-comiseração e, enveredam pelo escapismo, como o irmão de Chris; já outras, são especiais e reagem de forma surpreendente.
    Outros famosos sofreram bullying na infância, como: Bill Clinton, Madonna, Tom Cruise, o nadador Michael Phelps, David Beckham e tantos outros que, apesar disso, encontraram meios de suplantar tais dificuldades, tornando-se expoentes na sua área de atuação.

    Nós, por exemplo, não assistimos House com o filho mais novo por considerar que o doutor, não seja lá um exemplo de ética, mas, se ele quisesse assistir conosco não veria problema algum, pois o menino já tem discernimento suficiente pra saber o que é certo, ou errado, o que é ficção, ou realidade. Os pontos polêmicos poderiam ser um motivo para discutir com ele, o que seria mais adequado.
    Do contrário, não poderíamos deixar que nossos filhos vissem quase nada na TV, deveríamos abolir praticamente todos os games de PC, a maioria das brincadeiras e, assim por diante…
    -Não defendo, hora nenhuma, os abusos sofridos por Chris, mas admiro a capacidade do autor em ter vislumbrado outras saídas, mesmo no mundo difícil onde cresceu.
    -Até mesmo na família dele, mesmo cheia de defeitos como todas as outras( incluindo a nossa!), podemos enxergar o quanto o pai e a mãe foram importantes na sua formação ética e moral. Tanto que, a série termina, logo antes da morte do pai de Chris.
    Mas obrigada por ter tocado na ferida, Fernanda, pois era justamente essa a minha intenção.
    Prometo: o assunto ainda continua, ok?
    Abraço!

  11. Laély, também gosto muito desta série. Eu me divirto muito com o Chris e a família dele. Meus primos pequenos não perdem um episódio (até mesmo os repetidos). Tenha uma excelente quinta-feira. Beijos.

  12. Milena, captou o espírito!
    Admiro pessoas que conseguem rir de si mesmas.
    "A Vida é Bela" não poderia tratar de assunto mais triste e espinhoso, mas, que belo filme rendeu, sem deixar de expor as verdades feias da guerra, não é mesmo?
    Abraço!

  13. Helena, torço para que resolvam lançar a série em DVD, o que não deve demorar, já que chegou ao fim.
    Passa todos os dias, às 16:30h, na Record e é maratona "Todo mundo Odeia…": uns 4 episódios seguidos!
    Claro que não dá para acompanhar, mas, eventualmente permito-me jogar-me no sofá e assistir um pouquinho, ainda mais naqueles dias em que estou meio desanimada. Mas já soube que há reprises, nas manhãs de domingo: ótimo dia para lagartear em frente à TV!

  14. Oi Laély, aqui em casa assistimos sempre esta série e apesar do preconceito e racismo que ela apresenta( diga-se de passagem bem reais não só nos Estados Unidos)é muito divertido. Gosto de ver como apesar de tudo ele nunca desiste. Adoraria que existissem novos episódios. Beijos.

  15. Aqui tb amamos Chris…meus meninos são praticamente ¨viciados¨na série..rsrs
    Estou atenta para continuação do assunto..adoreiii…
    E qto a série do magnífico dr.House eu sou fã tb..e admito que pra Gaby de 6 anos ainda não dá pra assistir,já Pedro de 12 adora assistir comigo e quase sempre debatemos as polêmicas e acabo explicando os pontos que ele não entende bem…e por conta disso já tivemos algumas boas conversas sobre alguns temas ..que diga-se de passagem o melhor de tudo na série sempre é o tema que vem subentendido né..repare que sempre tem uma grande lição por traz de tudo…me identifiquei super com post de hj por isso,as vezes meu marido questiona se Pedro deve assistir comigo ou não e estava explicando a ele isso…que os temas que vem por traz são muito enriquecedores..na minha opnião é claro…
    Super beijooo..ótima quinta..

  16. Oi, Laély!!
    Bem, apareço aqui sempre, mas quase nunca comento. Mania mesmo… é assim com todos os meus blogs q estão em favorito! uahua
    Mas é q hj nem dava pra não comentar.
    Adoreeeei o post! Também, neh, minhas duas séries preferidas também são House e Everybody hates Chris (pena que acabou inesperadamente =/). O House todo mundo associa logo a Sherlock Holmes, agora o Chris eu nunca tinha comparado com Pollyanna… só agora fui ver o quanto são semelhantes! Muito mesmo!

    Beijo!

  17. Láely, dei a impressão de ter ficado zangada?! Espero que não, não era essa a minha intenção. Simplesmente dei a minha opinião.

    Ok…tentei ver através dos seus olhos e ainda assim acho que o exagero ( que é para supostamente ter graça), leva à ofensa. A rir, a rir ele vai dizendo que todos os brancos são racistas, e ele a eterna vitima.
    Não que eu seja contra as críticas sociais e raciais, acho isso muito saudável -eu própria sou uma praticante inveterada- mas nesta série acho que passa os limites. Realmente Chris não inventou o preconceito, nem bullying, mas a vida também não é assim!

    Ou é e eu vivo noutro mundo?! Ou era nos 80?! Não, assim dessa forma não creio.

    Mas claro que ficarei atenta ao próximo post, como aliás fico habitualmente!

    E estou calma, totalmente zen…
    Ahhhaahhahah…

    Abraço.

  18. Eu tb adoro essa série,aqui na Europa ela ainda passa, as vezes vejo na TV suiça italiana,na italiana, na alemã,passa nos canais de vários países, e eu gosto muito,mesmo em alemão que eu não entendo nada,ainda assim assisto,acho que é pq já conheço os episódios de cor,rsrsrsrs.
    Beijos!

  19. Minha linda,
    como vc EU ADORO O CRIS, varias vezes me vejo nele, simplesmente ele é muito fofo e realista!
    otima postagem.
    Amei tambem os passarinhos originais para colocar na parede,hummm
    bjs
    Lulu Sol

  20. Oie Laély,
    Também adoro o Chris, apesar de ter poucas oportunidades de assistir a série, quem ama mesmo de paixão é meu trio de sobrinhas. As pequenas ficam coladas na tv do começo ao fim do episódio, um incrivél momento de silêncio e sossego da casa, não perdem um dia.
    Mas, prefiro mesmo o House, um héroi às avessas, sem falar que acho o ator um gato(abafa! kkkk)
    Obrigada pelo seu comentário no meu bloguito.
    bjs

  21. O Laély!
    Eu comecei prestar atenção na série, porque sou professora de rede municipal, e a escola onde trabalhava (mudei de cidade) fica em uma comunidade muito carente. E os alunos só falavam de um "tal de Cris", eles se identificam MUITO com o personagem, e o interessante, é o incentivo e valorização que a família do Cris dá aos estudos.
    Virei fã da série através dos meus alunos e alunas.
    Beijão,Aline Coelho.

  22. Luciana, acho que faz muito certo, discutindo esses assuntos com o filho. Aí então, assistir TV deixa de ser passivo e alienante e passa a ser um programa estimulante e provocante, não é?

    Fernanda, não achei que estivesse zangada, não. Era uma provocação minha, tentando chamar sua atenção para que revisse seus pontos de vista mas, não serei eu a defensora do Chris, porque nem "todo mundo é obrigado a amá-lo"(rs).
    Eu, por exemplo, odeio o Pica-pau e Tom &Jerry! Sei, lá! Pura antipatia, porque acho que seja cruel e coisa, e tal…

    Como é uma obra autoral, não tem como ele não dar uma "puxadinha para a própria brasa", não é?
    Mas eu continuo batendo na tecla de que é necessário contextualizar.
    O preconceito racial, em qualquer lugar, é uma via de duas mãos: de brancos contra negros e, vive-versa.
    É o que dá, partidarizar: o fruto disso é intolerância, de ambas as partes.

    Até por um certo saudosismo, gosto do clima de "revival" dos anos 80, época em que também vivia a minha adolescência. Talvez também por isso me identifique tanto com a série.

    Aqui o Brasil, um programa que tem boa audiência há muitos anos é o Chaves. Fala, se há personagens mais estigmatizados do que esses!…Mesmo assim, o garoto abandonado que vive num barril caiu no gosto popular e ganhou o coração do público( incluo-me, entre os fãs).

    Mas vamos estender essa conversa, ainda…
    Abraço!

    Ana Carolina, já me declarei ao House, no post onde falei sobre ele. É um charme!…(rs)

    Abraços!

  23. Laély,adorei o tema do teu post! Já assisti a série, até o final, duas vezes.
    Uma lição a cada capítulo, não é?Crítica social bastante intensa, verdadeira mas com um tom humorístico e comovente.
    O Cris é como muita gente real: cai, levanta, sacode a poeira, lambe as feridas e continua…porque tem coragem, fé e esperança.
    Para mim todos os personagens são demais mas a professora dele, que depois se torna diretora, é a ignorância+preconceito= típico americano bonzinho e complacente com as outras etnias.
    O post tem 2ª parte…oba vou esperar!Bjos.

  24. Aqui em casa todo mundo ama o Chris, até o caçula já decorou algumas falas, de tanto que assiste, acho interessante que mostrem as dificuldades dele, acho a série muito esclarecedora, criança sempre tem a mania de "ninguém me ama, ninguém me quer", e depois da série meus filhos entenderam melhor, as diferenças, e respeito pelos outros.
    E a frase dos dois empregos virou mania aqui em casa, só q quem tem dois empregos aqui, sou eu!!!

    Beijos

  25. Oi menina, praticamente não assisto TV e não conheço a série (devo ser alguma espécie de ET)…rsrsrs. Portanto não posso emitir opinião. Mas concordo contigo quando põe em seu comentário/resposta para a Fernanda que: O preconceito racial, em qualquer lugar, é uma via de duas mãos: de brancos contra negros e, vive-versa. Mas quem leva a pior normalmente são os negros, portanto considero "natural" essa aversão ao opressor. Passar por cima de anos de humilhações e seguir sem recentimentos não é fácil. Como exemplo cito a história do Dr. Ben Carson, vivido por Cuba Gooding Jr no filme “Mãos Milagrosas”, provalmente você já conheça. O filme é biográfico e muito, muito bonito. Definitivamente, passar por cima de marcas tão profundas em busca de algo maior não é para qualquer um. Beijocas!

  26. Oi Lá… sou muito sua fã.. amo seu blog…

    Gosto de absolutamente tooodos os assuntos que vc aborda.. de craft a política..

    Já cheguei ao absurdo de achar q te vi pelas ruas de vix..rs.. quem sabe!

    Sobre este post.. tenho q comentar…

    Minha filha tem 12 anos e nasceu pra mim há 2… ela vê o Cris todos os dias.. eu e meu esposo nos divertimos muito com a série…
    A forma como o Cris lida com os problemas (tipo Pollyana) contribui muito para a superaçao de muitas situaçoes constragedoras que ela mesma não sabia lidar…

    A série é porta escancarada pra muitas conversas em minha casa..

    Amamos o Cris tbem…rs

    Bjos,

    Giselle Dutra
    Cariacica/ES

  27. Cara! Eu simplesmente AMO esse seriado!!!! Me identifico completamente com as histórias, que apesar de serem contadas de forma exagerada, retratam exatamente esse período conturbado da vida: a adolescência. Não só a adolescência, mas como também a vida cotidiana das pessoas, seja qual for o país, ou região.
    O que eu mais gosto na série é da forma realista que os fatos são contados, porém sem perder o tom de comédia.
    Eu amo Cris Rock, e principalmente amo o ator-mirim que o interpreta!!! Sem dúvida essa série vai ficar como a que mais marcou a minha vida!!!!! Ótimo Post!!!!! Bjusss…!!!!!
    Lorena Tavares

  28. eu adoro essa serie e uma das melhores que eu ja vi em toda a minha vida elha e guase a minha preferida aminha preferida as visãoes da revim mas todo mundo odeia o cris e muito legal

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