Carregando lembranças…

Já levou “gato por lebre”?… FFFFOUND!



No caso das compras de viagem, o problema seria levar tanto um, quanto outro, na volta pra casa: o entusiasmo consumista releva esse “detalhe” até o embarque, quando falta uma mãozinha, ou mais, para ajudar a carregar…



Conforme prometido no post anterior, mostro algumas das comprinhas, feitas no
Empório Canela , que não poderiam ser deixadas para trás.

Latinha com estampa vintage:

Lata vintage

Lado A e B:

Lata vintage

O Empório trabalha com artesãos locais e encontrei por lá estas riquezas:

Bruxinha fofa

Freud deve explicar minha paixão por bonequinhas e bichinhos em tecido…

Tanto a bruxinha, quanto o ursinho( para aumentar a família de ursos, que já tenho), foram feitos pela mesma artesã:

Ursinho de pano

A Prefeitura de Gramado, junto ao SEBRAE, reuniu artesãos de 4 cidades da serra gaúcha para desenvolver produtos, inspirados nas flores mais comuns da região: é o projeto Flores, Cores e Aromas.Bonequinha de tecido

Esta lindinha, com direito a casaquinho de crochê e cabelinhos de amor perfeito, é a representante de Nova Petrópolis:

Cabelinho de feltro...

Debruçada sobre o balcão, enquanto conversava com a moça da loja, um espelho com molduras de fuxicos, na parede do restaurante, chamou minha atenção…

Espelho de fuxicos

Fiquei surpresa ao saber que, praticamente tudo exposto no Empório era vendável. Então, pedi para que tirassem o espelho de florzinhas e o embrulhassem para viagem. Nem pensei como seria o transporte!

Outra lindeza foi este galo multicolorido, não de verdade, mas de patchwork, aplicado num pano de prato:

Galo multicolorido

Este canecão, para sopa, veio na bagagem:

Caneca pra sopinha

Também trouxe uma lata antiga, com visor de vidro, onde guardei o que pude, torcendo para que o resto da família não me considerasse maluca, por ter comprado uma lata velha! Somando-se às comprinhas, na loja da Lu Gastal(post futuro), voltei pra casa como uma retirante nordestina, mas não reclamei da sorte… É assim mesmo!

Como disse, Saramago:



“Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória”.

Usamos de subterfúgios mnemônicos para reforçar a memória sentimental, desejando transformar essas experiências, em marcas para toda a vida:

Tiramos fotos, escrevemos um diário( virtual, no caso), fazemos relatos verbais, carregamos “tralhas”, buscamos os cheiros e sabores, que nos remetam àquela época e local.

De que valeria viajar o mundo e não poder carregar tudo isso, junto?!

Depois então, de 2 tentativas prévias frustradas, ontem ganhei coragem e refiz a receita do bolo de mamão, saboreado na Aldeia dos Sonhos, em Canela: Bolo de mamão e aveia

Graças à persistência da parceira gaúcha, também empenhada em reproduzir a experiência gustativa, pude relembrar o gosto suave desse bolo, úmido e macio:

Bolo de mamão e aveia

Quem quiser fazer a mesma viagem, no sabor, precisa antes de outra pequena viagem, até à cozinha, para preparar esta receita fácil, ensinada no blog da Rosana.

Para acompanhar o bolinho, outra novidade que aprendi no RS: chá de abacaxi e hortelã.


Uma boa tarde!

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Empório Canela

Precisaria passar “sebo nas canelas” pra dar conta de mostrar todos os lugares interessantes que ainda faltam, da minha última viagem ao RS.
Empório Canela foi uma das visitas que rendeu:
No centro de Canela, próximo à Catedral de Pedra
Catedral de Pedra
Fica a pequena, mas simpática loja, de fachada vermelha:
Empório Canela
Como o nome antecipa, Empório Canela parece uma daquelas mercearias antigas, à beira da estrada, onde se encontra de tudo um pouco: comida, uma pequena livraria, sebo, objetos antigos ou artesanais à venda.
Logo à entrada, nota-se que se trata de um lugar diferente, que valoriza o passado:
Entrada
Encantei-me com este espelho bisotado, de linhas curvas e moldura de flores, entalhadas em madeira:Espelho à porta do Empório
Meus olhinhos não sabiam pra que lado olhar! Não queria deixar passar nenhum detalhe, como esta luminária, em cima do balcão de recepção:
Abajur
Apesar de não fumar, achei interessante o aproveitamento de caixas de charuto importadas, coladas à base do abajur.

Ou às vitrolas antigas, onde quem sabe(?) poderíamos ouvir Tim Maia, cantando: “Me dê motivo, pra ir embora…”
Vitrolas
Mas, não vá embora, ainda não!
Reparou, no detalhe da florzinha, no chão de cimento queimado?
Então, “oia pra cê vê”, como alerta em bom mineirês:
Detalhe no piso
Na vitrine, a máquina da vovó:
Máquina antiga na vitrine
Em um dos ambientes da casa, transformada em loja, uma parede com pratos e espelho antigos:
Espelho e pratos
Apaixonei neste bandô de cortina, todo feito em fuxicos:
Bandô de fuxicos
Fuxicos, do tamanho de uma bolacha Maria, feitos em tecido de estofamento, ganharam a forma lúdica de grandes pirulitos coloridos:
Fuxico em detalhe
O banheirinho, vale uma visitinha, mesmo àquele que não esteja apertado…
Plaquinha do banheiro
Ah! Eu me mudaria para este banheiro fofo, vintage, retrô, mulherzinha, puro galmour!…
DSC07248
A cortina com guirlanda de flores artificiais é kitsch, mas, dentro do contexto, ficou “chikhis”:
Cortina do Banheiro
E o pendente vintage virou um detalhe rico, dentro do banheiro!
Pendente vintage
A pia foi amor à primeira vista!
Pia de louça
Olha, que louça!
Pia de louça
Banheirinho com direito à tina, para um banho vintage:
Tina para banho
Saí de lá com as mãos recheadas de comprinhas, nem tão pequenas assim, mas resolvi deixar para um próximo post, para não encompridar a conversa…
Mais fotos, no meu Flickr
.

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500 dias…

Isto não é déjà vu!

Explicando: quem não entendeu a republicação deste post, dê uma lidinha no ante-penúltimo: reeditando, pela milionésima vez, o post já pronto, perdi-o todo, na hora da publicação. Refiz, com algumas pequenas modificações. Quem leu o primeiro, vale conferir o que mudou. Quem não leu, outra oportunidade terá, agora. Os comentários feitos anteriormente, não foram perdidos. Estudarei uma forma de republicá-los. Quanto a mim, aliviada de ter conseguido salvar esta cria virtual, para não ser esquecida, em algum limbo de lixo eletrônico por aí.

Boa leitura!




À medida que o tempo passa, fazer aniversário deixa de ser uma data simplesmente festiva para se tornar, também, reflexiva. “Coloca as barbas( brancas) de molho” e pondera: se até a Poupança Bamerindus não continuou numa boa, quanto mais, você?!…

Pesa o que fez e o que deveria ter feito, o que tem e gostaria de ter, o que é, e gostaria de ser…



-Gostaria de ser como Carolina Dieckmann, mas se acha bem distante desse “ideal”.

-Gostaria de ter a conta bancária do Bill Gates, mas se vira nos trinta( dias) como assalariado.

-Gostaria de ser hexacampeão do mundo, mas não tem muita certeza das reais possibilidades…

-Gostaria de ter uma emprego dos sonhos mas, resigna-se: ao menos, tem emprego!



-Gostaria de ser o namorado de Angelina Jolie, mas Brad chegou primeiro…

E, se fôssemos medir o grau de satisfação de cada um desses “modelos”, todos, sem exceção, teriam algo a queixar:

Carol, poderia dizer que se acha muito magrinha, Bill, que não tem muitos amigos, Angelina, que Brad costuma roncar…

Insatisfação e sentimento de inadequação, fazem parte da natureza humana. Não fosse por isso, ainda estaríamos habitando como índios uma terra sem nome.

“-Andar na Lua?! Pra que isso, meu filho?! Vai pegar uma friagem!…” Provavelmente teria aconselhado, a sábia e previdente vovó do Neil Armstrong. Ele nem era brasileiro, mas não desistiu (nunca!) até entrar na Apollo 11( por via das dúvidas, levou um sapatinho de lã na bagagem…).

Sonhar é preciso. Objetivo, imprescindível!

Quem não tem rumo, segue qualquer um, como o fez a desnorteada Alice:
de(couer)ação

Onde você quer chegar?

O Gato apenas sorriu quando viu Alice.

Parecia de boa índole, ela pensou, mas não deixava de ter garras muito longas e um número respeitável de dentes, por isso ela sentiu que devia ser tratado com respeito.

– “Gatinho de Cheshire”…começou um pouco tímida, pois não sabia se ele gostaria do nome, mas ele abriu mais o sorriso.

– “Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?”

– “Isso depende bastante de onde você quer chegar”, disse o Gato.

– “O lugar não me importa muito…”, disse Alice.

– “Então não importa que caminho você vai tomar”, disse o Gato.”

– … desde que eu chegue a algum lugar”, acrescentou Alice em forma de explicação.

– “Oh, você vai certamente chegar a algum lugar”, disse o Gato.. “se caminhar bastante”…

(Lewis Caroll)



Apenas sonhar, não faz de ninguém um “descobridor dos 7 mares”.

Ícaro foi vítima de sua própria insensatez e arrogância: auto-confiança em excesso, sem levar em conta a realidade, é assumir riscos desnecessários; um atestado de tolice.

“Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.”

Para não viver, de frustração em frustração, querendo o que não se pode ter, ou ser, é necessário equilíbrio, entre expectativas e limites.

“Se todos fossem iguais a você”…o mundo seria um tédio!



E eu, como Alice, rodando, rodando sem chegar a lugar algum. Talvez seja a mudança de idade recente, o motivo das elucubrações, como costuma fazer a Cecília.

Certamente caminhei bastante até aqui, só para comentar uma historinha que muito me tocou, relembrada esses últimos dias:

Tom é um amarfanhado e recém-formado arquiteto que na prática, não arquiteta nada além de cartões comemorativos para a empresa em que trabalha.

Não é um emprego dos sonhos de ninguém, nem dele.

Vidinha, zero-glamour!

Nenhuma perspectiva de melhora, à vista.

Até que…enfim, avista uma luz no fim do túnel…e é azul! Azul da cor do mar, do céu……Um limpo céu de verão, nos olhos de Summer!

Todo mundo merece compensações e a de Tom foi conhecer, no insosso trabalho, a mulher nada insossa, que mudaria sua vida para sempre! ( Bem, assim esperam os românticos. Tom é um deles!)



A lindinha, a delicada, a vintage-girl Zooey Deschanel, cantora-atriz que, junto com o parceiro Mr. Ward forma a dupla She&Him, mencionada aqui, é a protagonista de 500 Dias com Ela Gagueja, cada vez que precisa falar-lhe algo.

Ensaia à frente do espelho, alguma observação espirituosa.

Sente palpitações.

Tem vertigens.

As mãos suam…

Não precisa ser nenhum Dr.Dráuzio Varella para entender que “mal” sofre, nosso romântico Tom.

( Se achou que estava descrevendo você, pode ser que esteja apaixonado, também…).

Summer ilumina a vida cinzenta e sem graça de Tom, trazendo novos tons, coloridos e alegres.

Não é necessário muito tempo, para que ele chegue à mais absoluta certeza: está diante, do único e verdadeiro amor da sua vida! Além dos sintomas acima descritos, apresenta outros, patognomônicos de “paixonite aguda”:

-“Borboleteamento” na barriga;

-Passarinhos, pousando sobre os ombros;


-Roupa Nova cantando Todo Azul do Mar, cada vez que vê a pessoa amada:



Foi assim como ver o mar

A primeira vez que meus olhos

Se viram no seu olhar…




Quando eu dei por mim

Nem tentei fugir

Do visgo que me prendeu

Dentro do seu olhar…



Esquece que tem plateia e canta junto, desafinadamente, a plenos pulmões:



Quando eu mergulhei

No azul do maaar

Sabia que era amooor

E vinha pra ficaaar…
Parece ridículo, mas foi apenas uma pálida tentativa de descrever uma das melhores cenas do filme:

Tom “sofre”, em plena praça pública, quase um arrebatamento literal de paixão, depois de sua primeira noite com Summer.
Com exceção, da música de fundo nada-contra, mas nada-a-ver do Roupa Nova.

A trilha sonora, aliás, é imperdível! Remete ao clima leve e nostálgico dos anos 80. Tudo, delicioso! Como o romance de Summer e Tom. Mas…

Ah! Tinha de ter um “mas”!…

Propositadamente até aqui, passei a falsa impressão de que 500 Days of Summer( título apropriado) seria mais um romancinho, água com açúcar: previsível e enjoativo.

Enganam-se!

Desde o início é possível perceber, que esta comédia romântica foge de estereótipos e clichês( mesmo a cena da praça, há uma ternura tão exagerada, que chega a ser cômica!).



Tom é passional. Summer, racional.

Apesar da aparente fragilidade, reforçada pelo visual girlie, a garota sabe exatamente o que quer: fugir de compromissos e ser independente.

Tal descompasso, seria motivo suficiente para um romance ter os dias contados?…

Acontece que, essa não é uma história de amor, única e particular, mas sim, uma história sobre o amor, e o que é capaz de fazer com suas “vítimas”…

Achava que havia recebido uma “revelação”, quando entendi esse detalhe mas, lendo outros comentários sobre o filme, vi que alguém chegara à mesma conclusão, antes de mim. Tudo bem. O que importa é captar a mensagem.

E, quem nunca teve um amor não correspondido?! Quem nunca sofreu, por causa disso?! Fez bobagens, humilhou-se, correu atrás, e levou “porta na cara”?!…

Quem nunca viveu, provavelmente.

E essa história, poderia ser concluída por qualquer um que tenha passado por isso.

As tentativas de superar as frustrações da vida, assim como do amor, provocam reações muito previsíveis; fases que se revezam, e que às vezes, misturam-se:

-Incompreensão:”O que fiz de errado?!”

-Negação: “Não posso mais viver sem isso( ele/ela)!”

-Raiva:”Não quero mais saber disso( dele/dela)!”

-Ignorância afirmativa:”De que(m) estávamos falando, mesmo?!” ( A Arte e a Fragilidade , de(coeur)ação)

Depois de expor ridiculamente as vísceras, o coração machucado cria armadura e, finalmente, encontra tranquilidade e segurança. Seguramente, não mais ouvirá musiquinhas bobas tocando, passarinhos azuis voando, coração, descompassadamente batendo…



CLAP! CLAP! CLAP! Parabéns a você, se consegue!

Ou, seria: sinto, que não sinta?!…

Àqueles que, como Tom, consideram-se participantes desse time de “sofredores”, de “perdedores”, de “sonhadores”, que se esquecem facilmente de inviabilidades e limitações da vida, quando apaixonados: solidarizo-me! Não estamos sós!

No fundo, no fundo, do peito, românticos como Tom são uns incorrigíveis: desafinados, descompassados, nesse mundo moderno de “ficantes”.

Um outro romântico Tom, não o do filme, mas o nosso, compôs uma música que poderia muito bem fazer parte dessa trilha sonora:

Desafinado

…O que você não sabe nem sequer pressente

É que os desafinados também têm um coração…



“…No peito dos desafinados também bate um coração.”



Um coração de marshmallow…

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Recadinho

Só pra não queimar meu filme com vocês, retifico o aviso, feito no final do post anterior:

A entrevista feita comigo, sairá no blog revista.AG, no dia 02 de julho. No Dia 04, deverá sair matéria na revista.AG, caderno especial de domingo do jornal A Gazeta.

Ao longo da semana a gente confirma as datas, ok?

Um fim de semana de paz!

Cachoeira do Caracol
Cachoeira do Parque do Caracol, Canela-RS

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Salvando o dia…

O dia começou tenso, hoje.
Uma conspiração, universo-virtual foi engendrada contra mim. O plano, levado a termo…

“Santa paciência, La!”

“Santa neurose persecutória!”

“Santo dramalhão mexicano!”

CAA-LA-DO, Robin!!
Como não sou menina-prodígio e até paciência de super-herói tem limite, quase parti com sopapos pra cima do PC, com direito a muitos:

POW!

SPLASH!

CRASH!

SOCK!

“CALEM-SE, CALEM-SE, CALEM-SE!!”
Tantas onomatopeias, já seria o suficiente para deixar qualquer um de mau-humor!

“Acho que preciso de um sal de fructas…”Internet lerdíssima e falhas no salvamento do Blogger provocaram a perda de todo o post, feito no dia 21:
“500 Dias…” foi parar “na chon”! Sumiu, em algum buraco negro virtual!

Cada post demanda sempre algum esforço, mas esse, foi quase um trabalho de parto virtual, pra mim! E depois, perder uma cria virtual dessa forma besta, sem despedidas?!
É triste…
Vintage Kids Books

Depois de muito chorar e espernear, e perceber que, chorar e espernear não trariam meu post de volta, recompus-me para produzir, o que o tempo e a velocidade da internet permitiu-me, hoje.

Levou uma tarde inteira para conseguir baixar algumas fotos no Flickr e recuperar as imagens e fontes, perdidas.

Ah!…Se pudesse recomeçar meu dia, hoje! Bem que poderia ser, assim:
Acordo sem pressa de sair da cama, mas faminta para saborear um delicioso café da manhã, na Aldeia dos Sonhos
Café da manhã
Relevo as 2 tentativas frustradas de repetir em casa o bolo de mamão, saboreado em Canela.
Lembro, que a companheira gaúcha insistiu mais um pouquinho e obteve sucesso, por mim.
Tá servido?
Começando bem o dia
O pequeno, mas aconchegante refeitório, mostra em detalhes todo o capricho e prazer em receber:
Café da manhã
Parece renda, que a vó fez.
Parece móvel, que o vovô deixou…
Café da manhã
Parece louça, herdada dos antepassados…
Utensílios à vista
Lembranças, que decoram paredes…
Coleção de colheres na parede
E deixam marcas profundas…
Estantes entalhadas
Fazendo-nos sentir, em época mais glamourosa…
Pendente vintage
Uma volta ao passado: quando, despreocupadamente brincávamos
como criança…
Menininha vintage
E nem sonhávamos, a possiblidade de algum dia, vir a brigar com máquinas…Contemporizando:
Entre tapas e beijos, não dá pra ignorar a tecnologia.
Prova disso, estou aqui: fazendo, refazendo e usufruindo vantagens e facilidades que ela nos proporciona.
A internet já é um poderoso veículo de comunicação.
Contando com isso, e a fidelidade dos que acompanham este blog, aviso:

Amanhã, sexta-feira, terão a oportunidade de ver a autora do sala da la, como nunca viram antes!…

Mas, não corram( de medo!)!
Não sairei em poses comprometedoras, no site Paparazzo!

A Raquel Martins, do jornal A Gazeta, aqui do estado, entrevistou-me para o blog da Revista AG, que é a extensão virtual, do suplemento do jornal de domingo.
Convido-os a fazerem uma participação especial, por lá: vale festa, torcida organizada, dizer que sou linda, inteligente e sempre, muito humilde( ao menos, para lhes pedir esse apoio, na maior cara de pau!)…

Tchau! Que agora tenho um outro post para salvar…

The Ephemerist

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