Menino de fases…

Há pouco tempo comprei um livro de tirinhas de Calvin&Haroldo.
À medida que ia lendo, ria sozinha das peripécias desse menino de 6 anos, que tem como conselheiro e companheiro de aventuras um tigre de pelúcia. Nada mais infantil(no bom sentido)!

Apesar da diferença de idade entre o personagem da ficção e o real, as tiras que achei mais engraçadas, foram justamente aquelas que me remetiam à situações que passo com o filho pequeno. Algumas atitudes do personagem parecem uma transcrição literal da realidade!

O menino de 10 anos está numa fase perguntadora.

Crianças costumam ser curiosas, mas, elevem o grau de questionamentos à uma potência estratosférica e terão uma ideia do quanto somos bombardeados a toda hora com perguntas difíceis!

Se fosse imaginar, qual personagem de história em quadrinhos e animação meu filho seria, daria um híbrido, entre: Mafalda, Pink&Cérebro e Calvin&Haroldo, com a verborragia da primeira, a capacidade de elaborar teorias conspiratórias do segundo e a tendência à fuga da realidade do terceiro, respectivamente.

Ele já passou por várias fases, como assistir repetidas vezes a série “Stars Wars”, a ponto de conhecer falas e diálogos de cor, ler apenas livrinhos de Astronomia, passando aos atlas de Geografia, Ecologia, só pensar em Pokémom e, a mais recente: a fase dos questionamentos políticos.

Enquanto se fala em globalização, para ele, não há meio termo: o mundo se divide entre bom e mau, capitalismo X comunismo, Obama X Hugo Chávez, Lula X povo brasileiro…

Ah! Confesso que o mundo já foi bem mais simples de se entender… As “perguntas que não querem calar“( e, quem consegue calar?!…) começam no café, acompanham-nos, caminho para escola, continuam durante o almoço(fazendo uma pausa, enquanto ele brinca e faz os deveres, à tarde) para continuar, janta afora…

Outro dia recomendei que lesse “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell(1944): uma fábula, satirizando a liderança comunista, ou qualquer outra forma de governo opressor.
A tarefa não lhe custou mais que uma tarde e à noite, lá estava ele, repetindo à exaustão, as palavras de ordem da “revolução”:
“Quatro pernas bom, duas pernas ruim! Quatro pernas bom…”


Mas as perguntas continuam…E todas, de caráter metafísico-subjetivo-filosófico-político:

“Mãe, e se a gente mostrasse ao Karl Marx o que aconteceu com o mundo comunista, ele mudaria de ideia?”

“Como o governo chinês explica as execuções na praça?”

“Se não fosse proibido sair de Cuba, todo mundo fugiria de lá?”

“O que os políticos dizem, a respeito da proliferação das favelas no Brasil?”

“Mãe, quem vai pagar a multa do presidente Lula?”

“Se a Dilma ganhar, o Brasil vai virar comunista?”

Ufa! Alguém aí teria resposta para essas e outras quinhentas perguntas que o menino costuma disparar, a cada segundo?…

Só citei algumas, não para provar que tenho em casa um promissor-salvador-da-pátria, ou, uma criança prodígio. Para ele, isso tudo deve ser uma grande viagem: ficar imaginando, imaginando e deixando a gente maluco, de tanto pensar em possibilidades e probabilidades!…

Outro dia, o irmão do meio (que é o meu modelo de paciência e gentileza) acabou apelando! Cansado, de tanto ouvir o menino falar e perguntar, desabafou:

-Quando eu tiver um filho e ele começar a perguntar demais, vou trancá-lo dentro de um armário!

Como a ameaça não surtiu o efeito-intimidatório desejado, emendou:

-Melhor! Eu não vou trancá-lo no armário, porque ele continuaria falando. Vou amordaçá-lo, para depois, trancá-lo no armário!

Todos riram, mas sabem que, pensando bem, às vezes sinto-me tentada a experimentar o tal “método silenciador”?!…(Brincadeirinha, brincadeirinha! É só imaginação de mãe estressada.)
O sábio “personal-educator” Chapolin Colorado, recomenda:
“Calma, Calma! Não criemos pânico!”
Afinal, todo pai ou mãe já deve ter passado por isso!

O gato da casa também “sofre” investidas do pequeno. Pingo vive uma relação de amor e ódio com ele, pois, apesar de gostar de companhia, destesta ser incomodado e ter sua privacidade invadida!
Mas a primeira pergunta que o menino faz, assim que chega em casa, é:
“Mãe, cadê o Pingo?”
Às vezes ele até ensaia um desentendimento, lamuriando-se:
“Mãe, o Pingo me xingou de: miau!”

Para logo em seguida se enroscar no colo do gato, novamente…

E, pra não perder o mote, pergunto-lhes:
Este, não seria um quarto encantador, para um garotinho voador? emmas designblogg

(Assim não vale! Essa pergunta é bem mais fácil de responder!…)

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30 Comentários

  1. Ai, Lá, tô aqui ouvindo todas as perguntas na voz forte e bem articulada do teu pequeno e chorando de rir… Olha, por melhor que descrevas, acho que só quem conhece a figura de perto é capaz de dimensionar o nível das perguntas e a quantidade delas. Lembrei de um papo sobre cinema, escolha de filmes, que ele levantou num passeio nosso, lembra? e que rendeu todo o percurso da volta, numa sucessão de "sim, mas por quê…" Incorporamos aqui algumas de suas expressões eloquentes, como chamar Bibi, assim como ele chama o Pingo, de "exterminador de ração" (rsrs)… Beijinho pra ele! Beijo pra ti!

  2. Laely, sem dúvida, este é o melhor post do blog todo. Encantador! E olha que este blog [e maravilhoso!).

    (Ah, tenho os livros do Calvin há anos e tenho um pequeno Calvin de 5 anos que se chama Guga, então sei bem as saias-justas que ele te faz passar!)

    Bjs

  3. he, he, he! Rosana, já fizeram o filme "A história sem fim", mas quem participou e presenciou a "discussão sem fim", fomos nós! rsrs
    Pois, é! Vez em quando, ele ainda volta àquele ponto de partida. Eu, joguei a toalha, há muito tempo!…rsrs
    Outra frase, que ele gosta de repetir:
    "Mãe, o Pingo tá pingado!"
    rsrs

    Fernanda, ao fazer o blog, um de meus objetivos era deixar registradas algumas impressões e situações que experimento em família.
    Contando assim, parece até engraçado, mas no dia-a-dia, a gente precisa de paciência e disposição pra dar essa atenção que filhos exigem.
    Então, eu fico muito lisonjeada com o seu elogio, mas espero sinceramente que o melhor post seja sempre o próximo, o que eu ainda não fiz, ou experenciei.

    Beijo, para as duas!

  4. Laely, as perguntas são mesmo mais complexas hj do que já foram…. quem de nós conhecia Fidel aos 10 anos de idade, embora ele estivesse em pleno poder…. quem já tinha lido Revolução dos Bichos, 1984. Às vezes temo estar sacrificando certas coisas da infância deste pessoal com tantas informações, porque eles e nós, acabamos achando que são mais adultos do que realmente são.
    Mas, forçando a barra ou não, eles já elaboram tudo de uma forma mais complexa que nós. Têm opinião formada, tiram conclusões e usam argumentos inquestionáveis. Dias atrás, meu Vinícius de 10 anos, estava 'desrespeitando' Bush, Obama, Lula, a prefeita da cidade, o governador, o Bin Laden. FAlei que ninguém precisava concordar com estes figurões, mas também deveríamos pensar que a Bíblia nos diz que 'toda' autoridade é constituída por Deus. Ele simplesmente responde: 'é nada. eles compram voto ou fazem terrorismo para ter poder'. Tive que respirar fundo e buscar conhecimentos para sair da saia justa….
    Acho lindo, mas tenho medo porque são Pink&Cérebro estimulados pelos acontecimentos, eles veem como o mundo funciona com muita facilidade e têm a ousadia de dizer: este Alexandre Nardoni foi muito burro de deixar tantas pistas… Isso acontece com os meus, deve acontecer com todos os outros. Não sei se sempre temos os argumentos mais adequados para estimulá-los a pensar que burrice é ter feito e não não ter conseguido esconder…. a lógica deles é maluca e, muitas vezes, perto deles sinto como se eu não tivesse passado pela infância, não tivesse uma referência a altura, para discutir dentro da lógica deles… até inverterem tudo e pedir: mãe esfrega minhas costas; mãe, ora comigo; mãe, acende a luz que tô com medo do escuro…. "Menino, escuro não faz nada, não tem olhos, nem pernas, nem braço….". "É mesmo, boa noite, mãe, dorme com Deus".

  5. Acredito que a molecada seja bombardeada por informação as quais ainda não estão aptos a compreender. Eles perguntam sem necessariamente se interessar pela resposta. Isso porque o mais importante é o questionamento em si. Enquanto nos preparamos para responder uma, já têm três/quatro na fila de espera. Quando minhas crianças eram pequenas fui a uma palestra cujo palestrante dizia que um modo interessante para sair dessas saias justas era devolver a pergunta para ver qual o grau de conhecimento e argumentação da criança. O que muitas vezes dava em nada e aí sim os pais poderiam devolver um, é isso. E esperar que a criança tenha idade suficiente para absorver certas respostas. Hoje com uma mulher de 21, um menino de 17 e uma menina de 15 temos acaloradas discussões sobre todo tipo de assunto nos cafés da manhã nas férias. Gosto disso, pois aprendo muito com eles e muitas vezes quem faz a pergunta sou eu. Beijocas!

  6. ahahaha imagino o apuro nas respostas… É perguntador, quem sabe será futuro cientista social, ou líder de centro acadêmico da faculdade. Mas uma coisa é certa, é uma graça esse seu caçulinha rs. Thierry ainda é Charlie Brown, mas temo que vire um bakugan em breve rs…
    beijos

  7. Ana B. um grande beijo você, outra mãe experiente e consciente!
    É intimidador, realmente, a quantidade de informações que as crianças de hoje estão expostas, mas não há como fugir, não é?
    A questão é saber colocar os "pingos nos is", pra que elas possam aprender, o certo, do jeito certo.
    Acho que a Taia fez uma observação muito pertinente, pois é isso mesmo: eles querem mais é questionar, para, no segundo seguinte, já ter esquecido e pensar em outra coisa.
    Reconheço que são reações bem de criança, mesmo!
    Às vezes preparo um discurso e, quando vou responder, ele parece nem me escutar: "O quê?"
    Quando estou cansada de responder, faço o que a Taia escreveu: devolvo a pergunta e digo que ele tem condições de responder à própria pergunta.

  8. he, he! Não tenho muitas ilusões, Cynthia. Isto são fases.
    O que a gente precisa é não extinguir a chaminha da curiosidade de dentro deles, pois é a partir disso que eles podem desenvolver interesse por alguma área mais específica, no futuro.

  9. Genial, Laély! Ao mesmo tempo em que é difícil buscar respostas para tantas perguntas, é bonito de ver o cérebro dos filhos da gente trabalhando sem parar. Que menino inteligente, "benza Deus"!
    Beijo
    Helena

  10. Laély,
    Como não tenho filhos vou apenas responder a segunda questão, realmente o quarto é lindo para um menino voador, mas considere a possibilidade de trancar o menino voador nesse quarto com as asas amarradas e amordaçado. kkkkkk
    😉

  11. Essa foi "ótema" Ozenilda…kkkkk. Adorei. Sempre falo que filho deveria vir com controle remoto. Ah Sorry Laély não resisti em comentar. Beijocas nas duas.

  12. Helena, às vezes, menino deveria vir com um botãozinho "pause", também!

    Ozenilda, eu ri muito! E olha, que você cansou, só com a descrição, hein?
    Não vou passar a ideia para o filho do meio, não. Vai, que ele ache interessante…rsrs

    Taia, suas observações, e observações das observações, são sempre bem vindas e enriquecem os comentários!

  13. Ô Lá, imagino a sua paciência de mãe e ao mesmo tempo, quando fica sozinha ri baixinho ao se lembrar de tudo… o de casa ainda não tá na fase de perguntador, mas inventa uma história, que nem te conto…bjinho querida!!

  14. Bom dia Laély, fiquei encantada com seu post, mas não surpresa. Tenho uma garotinha de 5 anos que me surprende a cada instante com o nível de suas perguntas e suas argumentações ainda são mais surpreendentes. Fico orgulhosa dela, embora realmente me deixe, muitas vezes exasperada. Ela vive atrás de mim falando, falando sem parar. Meu filho de 13 não chega a um décimo de se parecer com ela. Nem em sua fase "perguntadora". Eui achava que as meninas já nasciam mais interessadas e questionadoras. Me enganei. Seu filho deve ser um encanto.

    Parabéns. Paciência e bjm

  15. Oi Laély,

    Fiquei aqui lendo e rindo…mas ao mesmo tempo feliz.
    Eu explico…
    As crianças (e não só as crianças, infelizmente) estão tão anestesiadas diante da tv e das vitrines que ás vezes é impossível dialogar sobre qualquer coisa que não seja BBB ou revistas de fofoca.
    Não que eu esteja criticando quem vê BBB ou lê as revistas de fofoca, mas se a pessoa só faz isso…sim, estou criticando…
    Com certeza, ouvir questionamentos o tempo todo deve ser bem cansativo, mas tenho certeza que você sabe (tirando os dias em que os ouvidos estão cansados) que é bem melhor ter um questionador em casa do que um alienado.
    Conheço algumas pessoas que precisam de um tempo com seu filho para se situar na realidade do país e do mundo…rs
    Beijo e ótimo fim de semana

  16. Lá, lembra dos replicantes do Blade Runner?? Acho que tem um replicante do seu filho aqui em casa rsss, versão menor e menos politizada (ainda), mas de dar nó em cabeça de parafuso, o que tá acontecendo com esses meninos meu Deus rsss, beijos e adorei o post!!

  17. Oi, Laély, lembrei de um amigo que diz que criança é igual a video game: a cada fase fica mais difícil.rsrsrs. Eu sei que as vezes é difícil mas ao mesmo tempo é tão encantador tudo isso que você falou.
    Um ótimo final de semana!
    Berê

  18. aia, quando lançar o seu manual, ficará rica, menina!
    Pode me colocar como co-autora?

    Cris, é tudo um exercício de imaginação.

    Márcia, cada filho é diferente. Não lembro de ter passado por nada parecido, com os outros 2.

    Andreia, no caso dos meus meninos há uma diferença, porque eles não têm costume de assistir tv, mas têm acesso à livros e internet. Acho que isso os deixa, ao contrário de anestesiados, elétricos e inquietos nas ideias.

    Ana B., tem alguma coisa a ver com a época em que os filhos foram criados?…

    Roberta, Blade Runner é um filme cult que eu gosto muito.
    Esses meninos de hoje dão nó em muito adulto. rsrs

    Berê, pelo menos, conforme o jogo fica mais difícil, os jogadores ganham mais experiência…rsrs

  19. Oi Laély,

    respondi lá e pra facilitar vou responder aqui também…rs

    Moro em Blumenau, SC e aqui está friozinho já…e chovendo.
    Quanto aos seus meninos…é disso que precisamos, jovens inquietos nas ideias e questionadores.
    O futuro do País e do mundo agradece :)

    Beijo

  20. Amei esse menininho. Mais do mesmo dizer que sou sua fã, né linda? Sabe lembrei dessa música, que outro dia escrevi no blog:
    Filho Que Eu Quero Ter

    Toquinho
    Composição: Toquinho/ Vinicius de Moraes

    É comum a gente sonhar, eu sei, quando vem o entardecer
    Pois eu também dei de sonhar um sonho lindo de morrer
    Vejo um berço e nele eu me debruçar com o pranto a me correr
    E assim chorando acalentar o filho que eu quero ter
    Dorme, meu pequenininho, dorme que a noite já vem
    Teu pai está muito sozinho de tanto amor que ele tem

    De repente eu vejo se transformar num menino igual à mim
    Que vem correndo me beijar quando eu chegar lá de onde eu vim
    Um menino sempre a me perguntar um porque que não tem fim
    Um filho a quem só queira bem e a quem só diga que sim
    Dorme menino levado, dorme que a vida já vem
    Teu pai está muito cansado de tanta dor que ele tem

    Quando a vida enfim me quiser levar pelo tanto que me deu
    Sentir-lhe a barba me roçar no derradeiro beijo seu
    E ao sentir também sua mão vedar meu olhar dos olhos seus
    Ouvir-lhe a voz a me embalar num acalanto de adeus
    Dorme meu pai sem cuidado, dorme que ao entardecer
    Teu filho sonha acordado, com o filho que ele quer ter.

    A vida é linda mesmo, né? Difícil é enxergar quando tudo parece tão nublado.

    Um beijo cheio de enormes vibrações de carinho

  21. Ô, Juju! Que linda! A música e sua declaração.
    Eu já ouvi essa pérola, mas faz tanto tempo, que nem lembrava mais.
    Obrigada e abraço!

    Andreia, mas até esses questionadores crescerem, dá um trabalho!…

  22. La, realmente, um botãozinho de pause cairia bem… a daqui de casa às vezes me deixa de cabelo em pé!
    Beijão e bom fim de semana!
    Helena

  23. kakakakak…eu acho o máximo um menino assim! Pode ser cansativo, certo, mas é sinal que os neurónios dele não são preguiçosos!

    Falando sério,Láely, a quantidade de crianças apáticas é enorme, pois vivem um regime de reclusão ( escola-casa), onde nem sempre a interacção é bem-vinda ou há com quem, entende? Então eles jogam psp, nintendo, pc, sempre solitários, e tornam-se "cerebrozinhos" meio-paradinhos; então eu realmente prefiro assim, crianças vivas, inteligentes, contestatárias!
    Eu adoraria conhecer o seu pequeno! Já estou a a vê-lo interagir com o meu, seria…digno de ser visto e ouvido!

    Bom fim de semana.
    Bjosssss

  24. Esse negócio de vida moderna, vertical, isolada, "segura", dentreo de apartamentos, feito castelos medievais, é meio claustrofóbica, mesmo, Fernanda! As crianças de hoje em dia, já não sabem mais brincar em grupo.

  25. Oi, La!
    As vezes, lendo blogs de mães me assusto com aidéia de ter filhos, mas logo em seguida vejo que na verdade ter filhos é "bão dimais"! "Bão dimais" também é o jeito como você escreve! Amo ler suas histórias do dia-a-dia!
    Beijins e boa semana!

  26. O Ministério da Saúde Mental das Mães recomenda: desligue a TV ou coloque no Cartoon Network quando começar o jornal.
    Menina, onde ele lê e ouve tudo isso???
    Como responder a tantas perguntas?
    Só Deus mesmo!
    O pior é que os psicólogos e educadores dizem que: se não sabemos a resposta, devemos dizer que vamos procurar saber para responder… mas para certas perguntas não há resposta.
    Ai ai…
    Boa sorte (para você, com ele, e para mim que estou no caminho para ter um dia um perguntador em casa!)!!!

  27. Ih, menina
    Sabe que meu sobrinho (um deles, já que tenho nove sobrinhos, pasmem!) ganhou um tigre de pelúcia e se comportava como o Calvin. Achava que ele era seu amigo e sempre conversavam. Muitas vezes eles o fazia de fantoche e colocava-o para falar com os adultos. Uma figura!
    Bjs

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