Padaria Laelia

Não se trata de amnésia temporária, nem de erro ortográfico. É, o que é.Quem tem um nome fora do comum como o meu, deve saber o quanto é complicada a hora da apresentação:

-Seu nome?

-Laély.

-Laélia?

-Não: LA-É-LY!

-Pode soletrar?

-L-A-É-L-Y.

-Ah! Laene…

Tudo bem. A esta altura geralmente, já estaria mostrando a minha identidade…

Pior, foi no dia do meu casamento:

O pastor convidado, era um antigo amigo do noivo. Não me conhecia. Durante a cerimônia, não acertou, nenhuma única vez, a pronúncia do meu nome: uma hora era Jaéli, noutra, saía Naene…Não lembro, de nada do que ele deve ter falado sobre casamento, apenas suava frio, cada vez que ensaiava falar meu nome…

De lá pra cá, a situação não mudou muito.

Um outro exemplo: aqui em Santa Teresa, a maior padaria da cidade tem o nome de Laelia, (lê-se: lélia, em latim) gênero de orquídeas. Imaginem, a confusão! Pra quem não me conhece, preciso explicar que o meu nome, não é aquele mesmo da padaria, etc e tal.

Minha esperança é algum dia ser tão famosa( e rica, proporcionalmente), a ponto da “padaria precisar explicar” que não tem o mesmo nome que eu…

Laelia e Laély portanto, são
parônimos( gostaram, da aulinha de Português?). Outra diferença entre nós: uma, faz pão pra ganhar dinheiro, visando o lucro; a outra, faz pão por amor ( como compensação, poderá ganhar uns quilinhos a mais!).

Talvez precisasse competir em paixão, apenas com a mulher severino Eliene , amiga virtual que tive o prazer de conhecer pessoalmente. Disputaríamos no brioche: um deles seria lançado para o alto e, a primeira a pular e agarrar, seria a vencedora. Decisão justa, sem contar minha ligeira vantagem, no momento: a pobrezinha está com o braço machucado. ( Tudo bem: eu divido uma migalhinha com ela…)

Desde o natal, estava com vontade de comer uma rosca de laranja, receita que não fazia há anos. Demorei quase que “anos” para encontrá-la, escrita num pedaço de papel velho e, perdida no meio das minhas bagunças( não espalhem…).

Há uma semana, tirei uma tarde para colocar a “mão na massa”, literalmente. Como não me lembrava o quanto rendia, resolvi dobrar a receita. O resultado do exagero: Só esclarecendo: além do pão de laranja, fiz também o pão de leite ( na forma de bolo inglês, no canto superior direito) e ainda, aproveitei as sobras de panetone das festas para um pudim( na forma redonda, no canto inferior esquerdo).

O pudim de panetone é muito fácil. Apenas, uma adaptação à receita de pudim de pão:

Untei uma forma com margarina e preenchi o fundo com fatias de panetone;

Umideci as fatias, com a mistura seguinte:

-1 e 1/2 xícara de creme de leite fresco;

-3 cs de conhaque;

-1/4 de x de açúcar( se desejar mais doce, pode colocar 1/2 x);

-3 gemas, passadas na peneira.

Como tinha maçãs sobrando na geladeira, resolvi aproveitá-las:

Fatiei algumas, o suficiente para cobrir o panetone na fôrma.

Despejei a mistura de creme de leite por cima de tudo, polvilhei um pouco de açúcar e canela( opcional) e cobri a fôrma com papel alumínio.

Levei ao forno pré-aquecido, em banho maria, por +/- 40′. O papel alumíno pode ser retirado, para corar um pouco mais por cima.

Enquanto o “pudim” estava no forno, adiantei a massa do pão doce:

Pão de laranja

-25 g de fermento fresco para pão( usei o seco, granulado: 1 pacotinho de 10g, daqueles individuais)

-1/2 x de água morna;

-1 x de açúcar;

-5 e 1/2 x de farinha de trigo( ou mais, se necessário. O importante, é que seja acrescentado aos poucos, até dar ponto de sovar);

-1 tablete( 100g) de manteiga ou margarina culinária;

-3 ovos;

-1/2 x de suco de laranja.

Se optarem pelo fermento fresco, deverão dissolvê-lo na água morna, acrescentando 1 cs de açúcar e 2 cs de trigo. Essa mistura deve ser deixada a crescer por 30′. Como eu quero tudo pra ontem, optei por usar o fermento granulado de pacotinho. Aí, é só acrescentar direto à massa.

Ainda porque sou muito preguiçosa, não tirei foto do PAP. Não é muito diferente da forma como costumo fazer pão. Se quiserem dar uma olhada, há fotos e explicações mais detalhadas aqui e aqui.

Como não tenho uma batedeira profissional, própria para massa de pão, bati tudo no “muque”, mesmo.

Coloquei pra crescer e, depois: dividi a massa, abri com um rolo, espalhei manteiga, polvilhei açúcar e fechei como um rocambole. Cortei pedacinhos do rolo, de mais ou menos 5 cm, e coloquei-os para crescer, novamente, em forma untada. Como havia sobrado umas maçãs fatiadas, aproveitei-as no recheio de alguns pães.

Acabei fazendo umas doações, pois o rendimento foi muito.

A mesa para lanches, ficou recheada:

Poderia ser até uma mesa de chá, mas com esse calor que vem fazendo ultimamente, o acompanhamento ficou por conta de suco de laranja e leite, gelados.

Aqui, um pedaço da torta-pudim de panetone com maçã: Isso tudo já acabou. Hoje, estou fazendo pão integral.

Lembrei, que havia deixado de fazer essa receita, por achar que levava muita manteiga e ovos. Para quem come pão como eu, não é a melhor opção de se fazer no dia a dia. Estou ainda à procura da receita de pão doce de laranja ideal( além de uma boa, de pão de batata). Aceito indicações, porque eu não me remendo…

ImageShake

Quanto à dieta…bem, não estou perdendo tempo, reclamando: voltei às minhas caminhadas diárias com o Hulk. Mas algumas coisinhas ainda me irritam, dentre elas: ser chamada de Laélia e, ser proibida de comer pão. Entenderam, né?…

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42 Comentários

  1. Oi Laely, adorei este post.
    Eu simplesmente AMO pão tb ! Se não tem em casa, fico até de mau humor.
    Já fiz duas vezes sua receita de pão de leite e ficaram ótimas.
    Acho que tudo deve ser moderado, mas nos privar dessas delicias, é horrível!!
    Ah, adorei o esmalte do post anterior.

    Bj
    Patricia Tedeschi

  2. eu ja to fugindo da minha dieta celiaca direto e tu ainda me poe essas fotos ai, pronto, é agora que vou morrer de piriri. Vou correndo procurar minha receita de rosca p fazer

  3. Ai que dureza prá quem gosta de um paõzinho hein? E o cheirinho então quando tá saindo do forno? Tô na empresa com uma fome de lascar… é muito masoquismo!!! Vou ter que fazer esta receita, e se tiver dúvidas, vou bater aí, hein? Bjo LAÉLY…rsrsrs!

  4. Oi Laély!
    Adorei o texto divertido!!! hehehe
    E espero que um dia a padaria tenha que se explicar!
    OS pães estavam lindos, pareciam muito saborosos! É de ficar babando!
    Bjuu
    Pri

  5. Ah, esqueci de uma coisinha… Sobre o nome, eu sou nipônica então sei muito bem o que é isso, também suava frio quando rolava uma chamada na frente de todo mundo na escola, eles sempre engasgavam no Isobe! Afffeee! Bjo!

  6. E eu aqui(contradizendo meu post de fuga do fogão com o calor), fazendo um bolinho de laranja, dou uma fugida enquanto ele assa e encontro essa mesa de confeitaria (ou seria padaria?) recheada de delícias! Lá, acho que esse traço de fartura só pode vir do Y. Minha mãe, que também passa por equívocos de identidade desde que nasceu, chama-se Donelly (imagina: Dona Eli? – Não! – Donelly – Ah, Donéli? – Não!!…), é igualzinha: sem economia na cozinha. E eu adoro essa abundância que reflete tantas outras generosidades. Vou dar uma pesquisada na numerologia…

  7. Eita nós!!vc arrasou na receita,mas adorei e quase morri de ri das confusões com seu nome!!
    Eu também adoro pães,afff!!de todos os sabores e esse de laranja,fquei com vontade.bjão!!!

  8. Querida Laély,
    Já pensou em um dia comprar a padaria?
    Coloque definitivamente o seu nome e garanto que os pães serão sucesso absoluto.
    Pense com carinho!
    Beijocas.
    Fátima.

  9. Que pães es-pe-ta-cu-la-res, Laély… daqui a pouco vai deixar a Laelia no chinelo… ai, que fominha! Fiquei daqui imaginando o cheiro!
    Beijo
    Helena

  10. Ah amiga isso é sacanagem
    eu vendo todos esses pães com o cheiro "suportávelmente maravilhoso" (sim porque pra quem tem fraco por pão e precisa emagrecer cheiro de pão assando é o fim)kkkkkkkkkkkkkk…a minha casa está cheirando a pão, SOCORROOOOOOOOOOOO
    eu inventei de vir te visitar, ai JEsus.
    já resolvi, vou juntar uma grana, quem sabe daqui uns cinco anos consiga te visitar e quando eu chegar aí por favor, me faça cada um desse pãozinho, tá?
    QUERO TODOS.
    sÉRIO SÓ QUEM AMA PÃO PODE ENTENDER ESSA PAIXÃO.
    Eu gosto tanto de pão que casei com o filho do padeiro, acho que sou a Magali,rsrs.
    Deve ser culpa do sangue italiano e português que tenho nas minhas veias,kkkkkk…massa…hummmmmmmmmmm
    e quanto ao nome, faz que nem eu
    eu digo: sabe a letra L e N? Pois então, junta e sai meu nome, foi assim que meu pai escolheu, tão original,kkkkk
    te adoro
    braço está melhor, só não consigo esticar, mas já marquei médico lá na capital.
    se um dia eu engravidar e por acaso desejar um pão desses, você manda pra mim pelo sedex?
    rsrs
    beijos
    te adoro

  11. tô bege com a sua disposição de fazer essas delicias de pães e brioches… Não é porque esta calor que não adore as gostosuras não, mas, não me sinto nenhum pouco animada a ir para o fogão.
    Só tenho comido saladas e sucos (nem pra emagrecer viu!ô raiva!
    L a é l y convenhamos não é fácil pronunciar. Mas sendo o nome de uma orquidea é compreesnsivel.
    Parabéns pelas delicias receitas devidamente anotadas!
    bjus

  12. Laely…imagino que deve passar por esse problema a vida toda..aqui em casa temos um caso parecido, meu marido chama Sandor, um nome hungaro, imagina qual e sempre a confusao ne?!! SANDRO???
    bjs!

  13. Lá, o Lucien meu marido( que se fala "Luciã") também sobre desse mal. Ele diz o nome e a pessoa fala: ah luciano? e ele fica rebatendo o corrigindo. Um dia me deu nos nervos e quandoa moça da casa de sucos perguntou o nome dele pra chamar qdo o suco ficasse pronto eu dise: é joão. E assim nasceu meu segundo marido, o joão rs.
    Eu gosto de laély, adoro o Y no final. Minha mãe enfiou tudo o que podia no meu nome e americanizou, ninguém escreve certo também…
    Fiquei com vontade do pãp de laranja, amo tudo com gostinho de laranja… Adorei esse post!
    beijos

  14. Então, amiga de nome diferente, eu também passo por esses apuros de explicações, principalmente quando vão escrever o meu nome… nem é tão difícil, mas longo e diferente do que seria o lógico… se é pode haver lógica na escolha de um nome… Poderia ser mais simples, mas meu nome quem escolheu foi minha irmã… e era um nome especial pois era o nome de uma amiga dela de infância… hehehehe só podia pois ela não era muito grande quando eu nasci. Meu nome inteiro é Joseliane e eu convivo com algun enganos, tipo, Josiane, Josilene e assim vai… então cortei e encurtei e falo só Josi, e chega. Agora, quanto ao pão… humm esses teus pães ficaram com uma carinha ótima! Pena que vc não poderia abrir uma panificadora com o nome tão parecido, hehehehe. Aqui em casa o Edno é quem faz o pão e eu só me seguro pra não comer demais, pois esse pão sustenta e engorda….
    Beijinhos Laély e até mais

  15. La, isso pra mim é puro sofrimento. Venho aqui, te fazer uma visitinha de bom grado e me deparo com isso?
    Santa tortura, Batman!
    Amo pão, amo de todo o meu coração. E me dói ficar sem!
    Mas tenho tentado, pelo bem das minhas calças jeans, que ainda hão de voltar a me servir! hehe!
    E dá-lhe, spinning!
    Beijos

  16. Oi, La!
    Ri um bocado com seu texto. Como escreve bem!!! E fiquei desejando um tasquinho de seu pudim de panetone! Hummm!!!
    Passei para ver as novidades e desejar boa semana!
    Beijins!

  17. Patrícia, a receita de pão de leite é infalível!

    Ô, Manuela, procura uma receita especial. Não deve faltar opção. O que não pode faltar é o pão nosso, de cada dia. Como é que a gente vai poder orar, sem ele?…

    Cris Isobe: dentre os nomes japoneses, o seu até que nem é tão difícil.
    Eu sei que a preguiça me impediu de dar maiores explicações, mas se tiver dúvidas, pode perguntar.

    Ô, Rosana…proponho uma troquinha, pois eu amo bolo de laranja!
    Esse negócio de numerologia é engraçado. Pode não ser científico, mas é engraçado…

    Bruna, fica um gosto muito bom. Pode experimentar.

    É, Fátima…já me falaram isso. Quem sabe, um dia?…

    Fernanda, eu tô firme e forte nas caminhadas. Espero que consiga deter o avanço das gordurinhas…

    Helena, segredinho: eu não compro o pão da padaria. Prefiro o meu e os meus meninos, também.

    Eliene, vamos disputar esse brioche?
    Olha, com certeza, se você vier por aqui, vou lhe fazer uns pãezinhos e, se vier herdeiro, trato de lhe mandar amostra, pelo correio.

    Yvone, como a empregada não aprendeu a fazer o pão, sou eu mesma que preciso fazer. Ela só cuida de assá-los.

    Ah, Vanessa…seria mais fácil, se fosse Zé da Silva, né?

    Cynthia, sabe que eu já parei de corrigir meu nome, com certas pessoas? Dá mais trabalho.
    Uma profissional de outra área, que trabalha comigo há anos, teima em me chamar de Laélia, apesar de já ter cansado de ver meu nome escrito. Adianta corrigir, ou brigar?…

    Dricca, sobre dieta, eu não garanto, mas as caminhadas, sim.

    Josi, e quando a mãe resolve dar um nome, escrito da maneira mais complicada possível, só porque acha chique? Joseliane, poderia ter sido escrito, assim: Josellyanny.
    Agradeça à sua irmã, por não ter complicado mais ainda a sua vida. rsrs

    Ah, Carol…tanto que gosto do meu nome, que fico chateada quando me chamam de um jeito errado.

    Ana, eu tô tentando colocar em prática a mentalização da ex-feiticeira:
    "Sai, celulite! Este corpo não lhe pertence!"
    Espero ganhar ritmo e voltar a correr. Então, posso comer meu pão, sossegada.

  18. Priscila, podia não ter a mesma fama, mas pelo menos, um pouco mais de dinheiro, né? rsrs

    Andrea, obrigada!
    O pudim, ou torta, é muito fácil de fazer!

  19. Menina, quanta gostosura…e eu aqui tendo que me virar com um microondas. Ninguém merece. Ainda bem que de noite tem janta no restaurante, caso contrário estaria f$%@&.. Oh sorry madam! Esse é um blog sério que não admite impropérios…hehehe. Quanto ao nome, marido sofre do mesmo problema. Imagine só: Elielson. Sai de tudo, Eleson, Elson, Eli, Elierso (esse são as tias que o chamam assim) eu rolo de rir…hehehehe. É isso aí, cada qual com o seu. E dá-lhe soletrar. Beijocas!

  20. Taia, "Elierso" é tão mineiro, tão acolhedor! Deixa de bubiça, uai, e chama do seu "Erso" de: "vem cá, meu bem!"!

    Elen, a carne é fraca, ou seria: o pão é forte?!…

  21. Olá!
    Amei o comentário sobre o seu nome. Meu marido se chama Darwin e fica irado, pois de cada dez pessoas, uma consegue pronunciá-lo corretamente.
    Seu blog é muito legal e está na minha lista de blogs que me inspiram.
    Beijos!!!

  22. Ih, Lá, pelo jeito somos muitas com essas desventuras, meu primeiro nome é Lia, e (hoje não que é mais comum)quando eu era pequena dava um "upa" para explicar que Lia não era abreviação, rsrrsrs.
    Quanto aos pães, realmente a padaria ai de perto que se cuide, afinal o nome é próprio e a sua mão é abençoada, lindos seus pães.
    Delicia de post. E o garfield, meu ídolo.
    bjus.

  23. Ester: vai com fé, "que a fé não costuma falhar…"

    Fernanda, Darwin não é difícil, mas é pouco comum, com certeza!
    Obrigada pelo elogio.

    Upa, Pepa não é corruptela de Lia, não é?
    Na padaria, eu só pego o pãozinho francês, uma vez por semana.

    Susi, suspende temporariamente.

  24. Meu Deus… o que é isso??? Dá vontade de ir voando para sua casa e saborear todas essas delícias. Isso é que é saber manter um lar acolhedor. Por isso que faço questão de visitá-la todos os dias. Pena que é virtualmente… e tenho que saborear apenas com os olhos… rsrsrs
    Bjs

  25. Amiga, também tenho o mesmo problema com o nome, até fiz um post lá no blog sobre isso…
    O meu é Rosimary (le-se Rosimarí, como se tivesse um acento no í), mas sai qualquer coisa menos isso: Rosemeri é o mais comum.
    Aí uso só Rosi, mas como é com i, as pessoas tem a mania de falar Rosí. ódio, ódio, ódio.

    Agora deixa eu te avisar: quando te der essa vontade louca de fazer pães, me chama que eu ajuda a experimentar todos. Amo de paixão. E que mesa mais linda é essa. Deu água na boca.
    Bjs

  26. Ah, marido achou estranho meu nome até que o primo dele veio apresentar a nova namorada (hoje esposa), aí ele mudou de opinião. Ela se chama Amarílis, sim o nome da flor.
    A coitada sofre também pois a chamam de Marise, Marília, Marisa e todos os derivados….
    Ela contou que a mãe dela queria um jardim em casa e colocou o nome da irmã de Suzana que é o nome de uma Erva Daninha.

  27. KKKK!
    Rosimaryyy! Cada história com nome, né? Olha, se eu fosse anotar todos os nomes esquisitos que costumo atender por aí, renderia um livro.
    Há uns nomes que as pobres crianças devem sofrer, até aprender a escrevê-los.
    De plantão no PA de Sta. Teresa, costumava eu mesma, abrir a porta da sala de espera e chamar os pacientes pelo nome.
    Certa vez, peguei uma ficha e, ao ler o nome, passei a tarefa à enfermeira: o nome da moça, que eu tive vergonha de chamar, era Chana. ( Na minha infância, era feio falar isso no meio dos outros…)
    Eu não sabia que Suzana era erva daninha. Puxa! Tenho uma amiga com esse nome, que é tão legal!…rsrs

    Márcia, que fofa!
    Pelo menos virtualmente, a gente divide. Mas, se fosse de verdade, não daria conta. Fiz uma fornada de pão integral ontem à tarde. A turma de casa, quase acabou com tudo, logo no jantar!

  28. Oi moça!

    Menina dorei o post. Engordei só de imaginar o sabor dos pães…mas foda-se os quilinhos a mais…vou experimentar fazer as receitas uhmmmmmm delicia.

    As fotos ficaram lindas, vontade de morder a tela do pc ahaha.

    Olha seu nome não é dificil ou incompreendivel.É bonito e simples eu acho. Acredito que as pessoas não prestam atenção, com uma pitada extra de cera no ouvido com aulas de portugês a menos, só pode!

    Agora imagine ter o nome de Bucetildes (é sério eu conheci uma quando criança no interior de Goiás)…já em Poços de Caldas-MG conheci um Anaxodônio e uma Brutális…
    Tenho uma amiga pediatra, ela trabalha em Sampa…um dia ela recebeu uma ficha com o nome de Hímen. ela toda hora ela chamava pelo nome e ningu´m vinha, ela passava para o nome seguinte, até que uma senhora irritadissima disse: – o Dotora, a senhora não vai chamar meu filho?
    E ela: Desculpe-me senhora qual o nome do seu filho?
    A dona: – Hímen (ela falou he-man)…

    Bjokas

  29. Ai, Silvana…Tô desanimada de ir à praia, este verão.

    Simone, putz! A gente não sabe se ri, ou se chora.
    Quanto ao nome de Buce…( ai, que vergonha de falar!), uma professora minha conta que já teve aluna com esse triste nome, porque, fala sério: isto é um constrangimento para a pessoa. Graças, que a legislação de hoje em dia, já não permite isso, embora haja exageros, ainda. Agora, o He-man…quase tive um ataque de riso!
    Uma amiga minha conta de uma criança, com nome de Smile( pelo menos, o significado é mais bonitinho). Mas, isso é mania de pais, querendo inventar nomes diferentes.
    Outro "maravalilhoso":
    Warley Washinton, irmã da Kimberly alguma coisa…

  30. La, imagine o que enfrento com esse nome diferente. Quando estou ma sala de espera de algum consultório, fico esperando para ver "com que nome " vou ser chamada, se a atendente olha p/ ficha, franze a testa e olha mais de perto, eu me levanto e digo: sou eu!!!rssss.
    Minha tia é escrivã de um cartório de registro civil, que pertencia aos meus avós maternos. Eu gostava de ficar ouvindo as histórias de meu avô, que ficava "meio nervoso", quando apareciam pais querendo registrar seus filhos com nomes do tipo…Projeto Rondon, Sagrado Coração de Jesus,
    Frutine, etc.

  31. KKKK!
    Nárriman, confesso: eu às vezes precisava reler seu nome, antes de responder, pra não escrever errado.
    Imagina: você lê até pensamentos!…

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