Será que eu consigo?…

Esta semana, como de costume, fui fazer uma visitinha ao canto da Ruby e dar uma espiadinha no que ela andava “aprontando”.
Deparei-me com uma almofadinha bordada que ela fez, inspirada em uma imagem do ohdeedoh(amo, amo!), usada neste post sobre o dia do amigo, aqui mesmo no blog.
Não sei como a Ruby faz parecer tão fácil: a cada semana surge com alguma novidade fofa, saída de suas mãos caprichosas.
Ela, e tantas outras pessoas nessa blogosfera, continuam me inspirando a colocar a mão na massa a deixar o meu lar mais aconchegante; afinal de contas, quem não tem muito dinheiro pra decorar a casa, precisa compensar com talento e criatividade.
Mas aí, bate até uma mini-crise existencial ao me sentir incapaz, ou sem tempo de fazer o que gostaria de fazer. Sei bem que não é simples assim, como a gente imagina depois de ver um trabalho pronto. Demanda tempo e dedicação. Mas, geralmente as pessoas mais ocupadas, são as mais produtivas, também. Então, será que não estou conseguindo me organizar o suficiente e é por isso que não me sobra tempo?
Talvez, esteja me demorando muito em cuidar do meu exterior, enquanto o interior( o da minha casa) estaria ficando em segundo plano.
Isso é o que dá: “ser modelo internacional, celebridade que vive na mídia, participando de conferências e concedendo entrevistas”…( Vamos lá, gente: no campo dos sonhos, tudo é possível!) Não seria recomendável descuidar da aparência, afinal, algum paparazzi poderia fazer um flagrante como este:
(Fica entre nós: essa, vazou na imprensa, num daqueles dias em que você resolve dar um trato no visual e fazer faxina na casa, ao mesmo tempo!)
Tanto esforço, deve valer a pena…

Será?…
Voltando à pequena crise existencial, tentei exorcizá-la, escarafunchando meu baú de projetos inacabados: encontrei um panô esquecido há anos, muito simples, com aplicação de tecido, mas faltando o acabamento.
Lembrei que a Sandra, bem mais preparada que eu, ensinou como fazer um acabamento perfeito nesses trabalhos de patchwork, tim-tim por tim-tim, aqui. Mas isso não serviu à minha pressa, né? Por pura comodidade( desculpei à minha cinsciência, dizendo que não teria tempo), resolvi dar uma solução mais instantânea: fazer um quadrinho, até minha mãe aparecer por aqui e me ajudar com um acabamento decente.
Coloquei na entrada da sala: um cantinho que reservei para exibir meus dotes de mulher prendada( “mulher tupperware”)…
Almofada e panôs de patchwork/quadrinhos em ponto cruz: eu mesma fiz ( já posso casar?!).
Aqui, o resultado da minha preguiça no acabamento:
Tinha um colar de florzinhas de crochê que nunca usei. Como achei a moldura branquinha demais, resolvi colar mais esse frufruzinho.
As mini-cúpulas, revesti de tecido:
Saindo, ou entrando…
Lembram desse espelho, onde havia colocado uma das minhas matrioshkas, mostrado aqui?
Pois, é: resolvi mudá-las de lugar. Achei que tinha muita informação. Colei um adesivo de passarinho e mantive o vasinho de cerâmica:
A bolsa da E foi feita pela Ana Sinhana e a outra, pela minha mãe.
Detalhe do espelho:
Agora, sim: entrando…
Meu panô, antes de ser enquadrado:
Fuxicos e aplicação, usando tecido e termocolante.
Detalhe do meu quadro de borboletas em ponto cruz:
Outro quadrinho de patinhos: Aqui, um vaso na entrada que gosto muito:Esse, eu não fiz, mas uma coisa quero fazer: deixar minha casa charmosa, como essa moça de olhos puxadinhos.

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