"Brad para Presidente!"

Marina, Dilma, Serra, Aécio, Obama…Esqueçam! Brad é o homem ideal!
“Ah. Novidade…” devem estar se dizendo. Vocês( as mulheres, e Angelina Jolie) já haviam descoberto isso, há muito tempo!
Ok. Ok. Sei que sou meio lerda, atrasada até nessas coisas, mas apenas ontem, consegui assistir a
“O Curioso Caso de Benjamin Button”.
Nem me proponho a dar detalhes desse tão falado filme( todos, já devem ter visto!), mas não posso deixar de registrar minhas impressões sobre ele e: Brad, é claro!
Até agora, achava que o ator era “apenas mais um rostinho bonito”, mas, depois de vê-lo atuando( não o tinha reparado, ainda!), fiquei encantada: com ele e com a história!
Então, estamos combinados assim: depois de Hugh Grant ser desbancado por Jude Law, na categoria das minhas paixões cinematográficas platônicas, este último, acaba de ser deposto para colocar no lugar: Brad, o Pitt.
Já pensou que inveja seria, você sair para o salão de beleza e dizer às amigas que não pode se demorar, pois deixou as crianças em casa com o Brad? ( Angelina pode, né?!)
FFFFOUND!
A plateia masculina lá de casa, acompanhou o filme junto comigo e também gostou. A única observação, é que o acharam muito longo-2:30h, mas eu, nem percebi o tempo passar. Tão absorta estava que nem me dei conta!

Tive dificuldade de catar as lágrimas, que insistiam brotar no cantinho do olho, à medida que o filme se aproximava do desfecho. Começaram devagar, aos poucos, mas foram se atropelando, até se transformarem em cachoeira! Precisei me conter para não soluçar. Afinal, um chorinho discreto, a plateia masculina até admite, mas, rasgar-me em lágrimas por uma história?! É, que eu sou assim: histórias boas e bem contadas, ainda me emocionam.
Particularmente porque, cheguei a comentar com uma amiga virtual, estou passando por uma crise existencial tardia, justificada talvez, pela chegada aos 40: não sou nova, nem sou velha. Estou na “adolescência da senilitude”.
O filme trata dessa passagem de tempo e suas implicações; só que, um tempo às avessas.
Falando em tempos que se cruzam, encontrei esta foto, representando 4 gerações:
Meu pequeno, com a bisavó materna.
Ela tem mais de 90 anos e ainda trata dos gatos, das galinhas, da casa…Não fala, nem entende, quase nada do Português. Apesar de ter nascido no Brasil, é de um tempo em que as mulheres pomeranas, povo emigrado da Alemanha, ficavam em casa, enquanto os maridos se encarregavam das causas externas. Até hoje, aqui pelo interior do ES, há muitos que ainda se comunicam nessa língua, considerada morta.
Voltando à história de Benjamin Button, daqui a pouco eu volto mais recomposta, porque agora, vou procurar pelo romance que inspirou o fime.
“Emoção pouca, é bobagem…”
( Filmes, com assuntos afins: Cocoon e Conduzindo Miss Daisy. Mas, nem se comparam, em emoção!)

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