Breve circuito por Domingos Martins

Essa história de administrar casa(s) a distância, uma em Vitória, outra em Sta Teresa, não dá muito certo, não. Os dois lados ficam mal-atendidos. Como não tem clone de mãe, vou precisar “me transformar em outras”…( Lembro então, da música que abre o excelente cd de Zélia Duncan, Eu me Transformo em Outras– Universal, 2004: “Quem Canta Seus Males Espanta”, que poderá ouvir, aqui!)
Para não passar o dia em brancas nuvens, mostrarei algumas fotos da minha pequena grande viagem, feita no fim de semana: pequena, porque foi um trecho bem curtinho e graande, porque consegui fazê-la com o meu carrinho.
Como “depois da tempestade vem a bonança”, pude fazer a viagem tranquila com a família. (Toc! Toc! Toc! Nossa, mas porque eu fui mencionar tempestade?! Tô traumatizada até com garoa, depois daquele incidente com chuva, que me deixou sem o carro por 4 meses!…),

Mas não pense que fomos a passeio. Na verdade, era compromisso de igreja.
Demos uma escapulida, no início da tarde, e tirei algumas fotos desta simpática cidade da serra capixaba: Domingos Martins.
Colonizada por alemães, é uma cidade que investe no turismo.
Os hotéis da região de Pedra Azul são os melhores do estado. Vez em quando, aparece alguma notícia dos famosos, na revista Caras, aproveitando o frio por lá. Mas, isso não é para o meu bico. Ficamos pelo centrinho mesmo e retornamos, final da tarde de sábado.
Aqui, algumas imagens da pracinha da cidade:
O meu pequeno, como sempre, muito entusiasmado com o passeio! O mesmo, não se poderia dizer do menino do meio: adolescente se entedia facilmente…

A sede da prefeitura:
“Era uma casa muito engraçada”…
Graciosa, eu diria.
Quer alugar um castelinho por lá?: Viajei no tempo:

“Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear…”
E eu, nas minhas meias vermelhas( motivo de debate com o filho do meio, que morre de vergonha de tudo que chame a atenção!). Com o frio que estava fazendo, as meias me serviram, como uma luva!( O caçula, faz o tipo: “tô nem aíí, tô nem aííí!”…)
Nessa mesma rua de lazer, vi por aí:
“Detalhes tão pequenos…”
…São coisas muito grandes pra esquecer!”…
Enfeitando uma porta:Não resisti e entrei numa loja de coisinhas para casa:
Mas resisti e não comprei nada!
As casinhas são nesse estilo:
Um cachorrinho parou o meu pequeno, na rua:
“Me leva pra casaa…Me pega no coloo…me conta uma históriaa..me fala de amoooor…”
Parece que o apelo não adiantou muito:
“Já tenho 2 bichinhos pra cuidar…”
Capricho em coisas tão simples, como uma trepadeira sapatinho de judia, plantada junto ao telhado da lojinha:
Aqui, quem conduziu a primavera florida, foi o cipreste:
Chafariz da pracinha:
Porque cidade pequena sem igreja e praça, não é cidade de verdade:Brincando de estátua:
Praças me encantam:
Canteiro de sálvias e termômetro, nos lembrando o frio do início da tarde( imagine isso à noite!):
Árvore antiga, com muitas bromélias e orquídeas( perdão, pela péssima fotógrafa aqui!):
Parei para ver a apresentação das crianças, em danças típicas alemães( Ah…Eu queria uma roupinha dessas!)E os grandes também têm balé de danças típicas:
…Tão típico, quanto turista metida a besta, pedir pra tirar foto! Foram muito simpáticos e, imediatamente, puseram-se a postos para mais uma pose, fazendo um sanduíche de turista:
Espero que tenha gostado da pequena viagem e, se puder, conheça o Espírito Santo: tem praia, tem serra, tem muita belezura!
Guten Nacht!

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