Salada de cores

Segundo os últimos desfiles do São Paulo Fashion Week, cores fortes, como as fluoradas, estarão na cabeça e no corpo das mulheres no próximo verão. ( Eu, vou ficar quietinha e esperar essa moda passar, assim como os anos 80 passaram. Prefiro, usar cores nos detalhes: bolsas e sapatos)
Mas, para quem gosta de acompanhar as tendências da moda, algumas imagens do desfile da Neon para se inspirar:
Revista: Estilo
Mas o post não é pra falar de moda, apenas, uma entrada light pra mostrar as imagens a seguir, cheias de emoções fortes.
Se como eu, é convencional na escolha das cores de vestir, que tal, investir em cores fortes na decoração?
Prova de que, cores intensas podem se combinar:
Carbono e roxo:
Pink e amarelo:

Roxo e azúis:
Salada de cores:
Roxo com laranja:
Combinações exóticas:
Que cores são estas?! Quero todas!
Mais uma parede rosa choque:
Gostou das combinações?
Vi no Desire to Inspire e fui conferir o site indicado: o muito simpático-Rice
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Salada de cores

Segundo os últimos desfiles do São Paulo Fashion Week, cores fortes, como as fluoradas, estarão na cabeça e no corpo das mulheres no próximo verão. ( Eu, vou ficar quietinha e esperar essa moda passar, assim como os anos 80 passaram. Prefiro, usar cores nos detalhes: bolsas e sapatos)
Mas, para quem gosta de acompanhar as tendências da moda, algumas imagens do desfile da Neon para se inspirar:
Revista: Estilo
Mas o post não é pra falar de moda, apenas, uma entrada light pra mostrar as imagens a seguir, cheias de emoções fortes.
Se como eu, é convencional na escolha das cores de vestir, que tal, investir em cores fortes na decoração?
Prova de que, cores intensas podem se combinar:
Carbono e roxo:
Pink e amarelo:

Roxo e azúis:
Salada de cores:
Roxo com laranja:
Combinações exóticas:
Que cores são estas?! Quero todas!
Mais uma parede rosa choque:
Gostou das combinações?
Vi no Desire to Inspire e fui conferir o site indicado: o muito simpático-Rice
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Comprinhas, nada básicas…

Tudo bem, que a hora é de arrocho, que preciso apertar o cinto, pois a prioridade é manter o filho em Vitória, mas, deslumbramentos à parte, fiz umas aquisições fofas nas últimas semanas. Precisar, não precisa, mas que uma boa comprinha é melhor que Prozac, ah, isso é! Só não pode substituir o ter pelo ser, de resto, não vamos nos torturar por pequenezas, pois levar a vida com equilíbrio e leveza, é um dos segredos do bem-viver.
Por exemplo: o meu anão de jardim, que não vive no jardim, mas na área de serviço, estava meio solitário. Até que, encontrei boa companhia para ele: um príncipe-sapo, ou um sapo-príncipe, talvez. O cantinho que ficou meio “kitsch”, mas acho que nasceram, um para o outro:
O sapinho, é um regador de plástico que encontrei na Tok&Stok; não resisti e levei pra casa. ( Só não quis experimentar dar um beijo nele. Vai, que ele vira o Jude Law…)

Gente! Mas, o que isto faz por aqui?!
Foge ao tema “coisinhas de casa”, mas tem tudo a ver com uma das minhas paixões: sapatos. Esse, da Luíza Barcelos, estava paquerando a estação toda, mas achei meio caro. Como entrou na promoção, fugi ao regime que me impus, de não comprar nada pra mim, enquanto não acabasse de montar o apartamento em Vitória. (Dá pra perdoar? Abafa o caso, tá?!)
Voltando ao assunto…
Tigelinhas com arzinho oriental:
( Gostei da caixinha de madeira que veio junto. É claro, que vou reciclar e usá-la de alguma forma!)

“Meu pintinho amarelinho” ( Não! É branquinho!)
Saleirinho, da Tok&Stok. Não levariam para casa, também?
Já mostrei o meu lavabo, aqui. Apenas, um detalhe a mais: a lata antiga, serviu para guardar o papel higiênico reserva ( Jarbas está ai, pra isso mesmo!).
Achei interessante o lavabo na casa da Lucila, do Casa de Valentina. Não tenho vergonha de confessar que colei a ideia dela, já que resolvi dar um toque de humor ao lavabo e brincar um pouco com as visitas:
A plaquinha, também foi aquisição recente:
O armário de metal que consegui montar, na cozinha do novo apartamento:
Ainda não chegou o sofá-cama do apê, mas tem banquinho: pai e filhote.
O maior, comprei na Tok&Stok e o nanico, no Carrefour. Lembrou-me o banco Goma, design da Renata Moura, mostrado no blog da Ana Cláudia Cavalcanti.
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Comprinhas, nada básicas…

Tudo bem que a hora é de arrocho, que preciso apertar o cinto, pois a prioridade é manter o filho em Vitória mas, deslumbramentos à parte, fiz umas aquisições fofas nas últimas semanas. Precisar, não precisa, mas que uma boa comprinha é melhor que Prozac, ah, isso é! Só não pode substituir o ter pelo ser, de resto, não vamos nos torturar por pequenezas, pois levar a vida com equilíbrio e leveza, é um dos segredos do bem-viver.
Por exemplo: o meu anão de jardim, que não vive no jardim, mas na área de serviço, estava meio solitário. Até que, encontrei boa companhia para ele: um príncipe-sapo, ou um sapo-príncipe, talvez. O cantinho que ficou meio “kitsch”, mas acho que nasceram, um para o outro:
O sapinho, é um regador de plástico que encontrei na Tok&Stok; não resisti e levei pra casa. ( Só não quis experimentar dar um beijo nele. Vai, que ele vira o Jude Law…)

Gente! Mas, o que isto faz por aqui?!

Foge ao tema “coisinhas de casa”, mas tem tudo a ver com uma das minhas paixões: sapatos. Esse, da Luíza Barcelos, estava paquerando a estação toda, mas achei meio caro. Como entrou na promoção, fugi ao regime que me impus, de não comprar nada pra mim, enquanto não acabasse de montar o apartamento em Vitória. (Dá pra perdoar? Abafa o caso, tá?!)
Voltando ao assunto…
Tigelinhas com arzinho oriental:
( Gostei da caixinha de madeira que veio junto. É claro, que vou reciclar e usá-la de alguma forma!)
“Meu pintinho amarelinho” ( Não! É branquinho!)

Saleirinho, da Tok&Stok. Não levariam para casa, também?

Já mostrei o meu lavabo, aqui. Apenas, um detalhe a mais: a lata antiga, serviu para guardar o papel higiênico reserva ( Jarbas está ai, pra isso mesmo!).

Achei interessante o lavabo na casa da Lucila, do Casa de Valentina. Não tenho vergonha de confessar que colei a ideia dela, já que resolvi dar um toque de humor ao lavabo e brincar um pouco com as visitas:
A plaquinha, também foi aquisição recente:

O armário de metal que consegui montar, na cozinha do novo apartamento:

Ainda não chegou o sofá-cama do apê, mas tem banquinho: pai e filhote.

O maior, comprei na Tok&Stok e o nanico, no Carrefour. Lembrou-me o banco Goma, design da Renata Moura, mostrado no blog da Ana Cláudia Cavalcanti.
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Abajur pescoçudo

Este abajur gracioso, bem que poderia ser mais acessível, mas é gringo:
Jonathan Adler

Dona girafa iluminada, parece convidar a uma boa leitura na cama do filho, antes de dormir.
Não temos abajur de girafa, mas sim, o mineiríssimo Carlos Drummond de Andrade, que escreveu um conto infantil, usando uma girafa como personagem. Ele gostava do bichinho:
“Chego a delirar, e sonho um zôo exclusivamente dedicado ao animal mais alto do mundo e que, por isso mesmo, nos dê sugestões de altura, quer material quer moral.”(“A SOLIDÃO DO GIRAFO” – Jornal do Brasil, 09/05/1981) “Rick se preocupava com a escada que precisava galgar para alcançar o mundo dos sonhos. Não precisava de escada. Ele já estava lá.

No Jardim Zoológico, neste domingo azul, a girafa olha do alto para as crianças, e parece convidá-las a um passeio no dorso. Há uma escada perto, e se for encostada ao animal, Ricardo (Rick é o seu apelido) poderá chegar até lá.
O garoto mede a distância que vai do chão ao lombo, e julga-se em condições de vencê-la. Uma vez lá em cima, cavalgando o pescoço, e segurando-lhe os chifres, pedirá à girafa, depois de umas voltas pelo Jardim, que o leve por aí, percorrendo o mundo.
Presa há tanto tempo, a girafa há de estar ansiosa de liberdade. Não será difícil transpor a cerca. Ela espera que Rick lhe proponha a aventura. Ninguém se atreveria a travar-lhe os passos, e Rick vai dirigi-la nos rumos que aprendeu no atlas escolar.
O problema é descer de vez em quando, para Rick alimentar-se de biscoitos, fazer necessidades e dormir. Camarada, a girafa irá se deitando aos poucos, primeiro dobrando devagar as pernas, depois se inclinando lentamente para o lado, e afinal arriando com suavidade a carga infantil.
Mas para subir outra vez, como se arranjaria ele? Escada não haverá. Mesmo deitada, a girafa é difícil de subir. A imaginação não lhe fornece recurso plausível. O sonho frustou-se. Rick levanta o braço direito e, com a mão espalmada em gesto de adeus à girafa que gentilmente o convidara, esclarece:
– Muito obrigado. Fica para outra ocasião, quando eu crescer.”
(“RICK E A GIRAFA”-Autor: Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) Ilustração: Maria Eugênia)
Fonte: Girafamania
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