No quintal de casa…

No sábado à tarde, menino do meio me convidou pra chupar laranja no pé.
Temos um pomar incipente ainda, num morro castigado pela seca e Sol, mas dá pra tirar alguma coisinha.
Subimos pelos fundos da casa:
Este guarda chuva de pequenas flores é uma suculenta que nasceu sozinha no morro, presente da natureza( se alguém conhecer o nome, me avise):Temos alguns pés de manacá da serra no quintal.
Quando essa árvore floresce, fica tão carregadinha, que parece um enorme buquê de flores brancas, lilases e rosas:Mais de perto…E mais perto… Ali perto, um cachorro:…E um menino, escorregando no morro e fazendo caras e bocas:

Atrás do menino( filho caçula),você deve estar se perguntando o que seriam essas caixas de água. Pois são: caixas de água…de chuva.
Marido, que é médico e não engenheiro, projetou um sistema de captação de água de chuva.
Estas caixas chegam a armazenar até 100 mil litros de água, no tempo das chuvas e, acreditem: não dão pro gasto, na época da seca! ( Dá pra se questionar o quanto usamos e desperdiçamos água no dia a dia…)
Aqui, o resultado de tanto esforço, aparecendo em frutos:
A hortinha do pequeno, onde o lixo orgânico da casa é usado como adubo:
Ele plantou couve nas margens e no centro, cenoura. Pode parecer meio caótica, mas é que assim, as pragas naturais têm outras opções, além de atacar o que pretendemos consumir.
Este é o meu pedaço, mais perto da casa:
Tenho alguns temperinhos: salsa, cebolinha, manjericão, salsão, alecrim, cidreira.
Ganhei sementes de ruibarbo e cogumelos de uma amiga da Inglaterra, que ainda pretendo plantar( acho que darei essa tarefa ao marido).
Ainda: alface, rúcula e rabanete.
Com um pouco de bom senso, consciência e muito trabalho braçal, dá pra se transpor obstáculos naturais. Temos contra nós: o terreno acidentado, terra pobre e pouca água. O negócio é ter criatividade!

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