Revistas que viciam

Folheando a última edição das minhas revistas de decoração, resolvi fotografar algumas coisas que mais gostei. Eu tenho muuuitas revistas. Virei uma colecionadora compulsiva e já penso em frequentar as reuniões dos RA(Revisteiros Anônimos) e recitar, como um mantra:

“Só por hoje…” Procurarei não comprar, mais aquela revista bacana, na banca…
Tenho minha forma de organizar as revistas: separo-as por título, marco as páginas, onde encontro algo que me agrade, com marcadores próprios( tipo esses, aí de cima) e, na página inicial, colo outro post-it, com as páginas e assuntos que me chamaram a atenção. Assim, fica mais fácil encontrar aquela ideia que me agradou.

Na Casa&Jardim desse mês:
As flores, pintadas na cúpula de abajur, têm inspiração na almofada e se estendem, parede acima, adornando a cabeceira da cama:

Mostrei, algo parecido, aqui.
Ainda, na Casa&Jardim, esta linda almofada de crochê: Outra almofada de crochê, aqui.
A mesma imagem, com um nicho atrás do sofá, para destacar a coleção de matrioshkas. Lembrei que ainda tenho de arranjar um lugal especial para as minhas.
Outra revista que está cada vez melhor, é a Casa&Decoração.
Cadeira “Lar Doce Lar”, é simplesmente um sonho, tecido em crochê!
O preço, é que é um pesadelo!
( Na “Corporação de Ofícios”)
Matéria, mostrando uma casa de campo no interior do Brasil, com sabor de Toscana, : Uso diferenciado e moderno dos tradicionais( e lindos!) ladrilhos:
Amostra, em patchwork:
Patchwork no piso( lindo!)
Outra mistura ousada: patchwork de papel, na parede, e ladrilhos, no piso.Mais ladrilhos, aqui e aqui.
Na Casa Cláudia, o que mais chamou minha atenção:
Timebeen- peça de policarbonato(16x15cm). Projeta as horas na parede ou no teto. Movido à pilha.
Pequeno aparelho, grande ideia, graande preço! Parede com mapa.
Ideia, também mostrada, aqui.
O diferencial: o mapa é ampliado em papel vinílico, onde se pode escrever com caneta para quadro branco. Também pode receber ímãs, bastando instalar uma chapa de de ferro galvanizado, sob ele. Quadro, porta bijuteria. Mais ideias de quadros similares, aqui e aqui.
Mosaico de azulejos na cozinha. Lembra da cozinha aquário?
E não é pra viciar?!

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9 Comentários

  1. Amiga, eu tb sou louca por revistas e tenho a casa cláudia desse mês, a casa e jardim acabei não comprando… A cozinha da última foto é meu sonho de consumo!!! bjokas flor.

  2. Nem gosto muito de comprar revistas de decoração (mentira, adooooro!) é que fico confusa diante de tantas coisas lindas, aí, dá vontade de fazer tudo (e vai virar uma mistura!)
    Bjinhos

  3. Oi La

    Tudo taõ lindo …nem sei por onde começar!
    A almofada de crochê esta maravilhosa…muito diferente!
    E aquele mosaico de azulejos,me encanta sempre.Já vi em várias revistas e em programas de decoração, mas nenhum ao vivo…kkk

    bjus
    ana maria
    jeito de casa

  4. Oi La, se voce souber o endereço dessas reuniões me avise, pois sou compulsiva tambem, e no meu caso não é só por um tipo de revista…eu compro todos os tipos: decoração, culinaria, boa forma, assuntos diversos, ponto cruz(fiz até um blog só pra isso, pode??!! http://www.revistadagullo.blogspot.com) e por ai vai….
    mas as de decoração são meus xodos..
    Bejus querida e inté.

  5. Carol, eu sabia que eram bonequinhas tradicionais russas, mas fui pesquisar na Wikipédia e achei esta história muito bonitinha:
    “Um senhor, que esculpia e vendia bonecas, uma vez fez uma boneca tão bonita que não quis vendê-la. Levou para a sua casa e colocou no seu criado mudo e deu o nome a ela de Matrioshka. Todas as noites antes de dormir, perguntava a Matrioshka se estava feliz. Até que em certa noite, Matrioshka pediu um bebê. Então o senhor esculpiu uma boneca menor chamada Trioshka, serrou a Matrioshka e colocou o bebê dentro dela. Mas logo na noite seguinte, a Trioshka também pediu um bebê. E lá se foi o senhor e fez uma boneca e colocou dentro da Trioshka, desta vez a bebê se chamava Oshka. Assim seguindo o caminho das outras, na noites seguinte, Oshka pediu um bebê e lá se foi novamente o senhor, fazer mais um bebê. Só que desta vez, pensando que isso não iria acabar mais, o senhor fez o bebê e desenhou rapidamente um bigode nele e o chamou de Ka, garantindo que seria homem e não iria pedir um bebê novamente.”[carece de fontes]

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