Almofadas "faça-você-mesmo"

Parafraseando o famoso discurso de Martin Luther King:

“Eu tenho uma inveja”…
Ah, nada louvável, em relação à frase original, mas é só uma invejinha meiga, das minhas colegas blogueiras Ana Sinhana, Mara e Ruby. As três parecem sentar e, num espirro, fazer coisinhas fofas brotarem das suas máquinas de costura( por que minha mãe não me obrigou a aprender?!).
Amei, rosa com azul!
Estas, foram pintadas com molde vazado e tem o passo a passo no link.
Minha mãe fez uma colcha igualzinha a esta para mim( agora, é minha vez de fazer invejinha em vocês!…)
Apartment Therapy

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10 Comentários

  1. Acho que é pq minha mãe me obrigou a aprender a costurar que acabo passando longe da máquina… rsrsrssrs
    Eu jogava futsal.. e ela só me deixava jogar se eu virasse uma menina prendada… acredita? Então costurei, aprendi crochê e a bordar. Hoje, mal prego botões…rs
    Mas realmente, que coisas lindas!!!
    Tem gente que tem dom, né? Fico impressionada com a criatividade.
    Bom final de semana, flor.

  2. Amiga, minha mãe não me obrigou, talvez se ela tivesse obrigado eu não gostaria tanto como eu gosto hahaha. Fiquei toda orgulhosa de você ter me citado junto com a Ana e a Mara, elas são divas para mim 😉
    Você é uma fofa, bjokas querida.

  3. Teka: tá parecendo a história das aulas de piano do meu marido, quando era criança-a sala ficava ao lado do campo de futebol. Dá pra imaginar que bom pianista se tranformou, né? Fez só 3 meses…

  4. oi amiga
    sabe já ouvi muitas besteiras pelo fato de ser do norte, por exemplo tem gente que pensa que jacaré anda pela rua, que em vez de carro temos só canoas,rsrsrs…isso não me irrita, o preconceito das pessoas não me irrita, com o tempo a gente aprende a lidar com isso…eu então sei bem o que significa o preconceito, sofri tantos nessa vida, olha só: meu pai saiu de casa quando eu tinha cinco anos, isso antigamente era o fim do mundo, ou seja, eu era filha de mulher deixada do marido, tinha colegas que não iam em casa porque não tinha pai, minha mãe participava de todas as festas dos pais e doia vê-la no meio daqueles homens, mas ela nunca baixou a cabeça. Éramos pobres, não que hoje eu seja rica, mas apesar de as vezes dormir com o estomago roncando,minha mãe nos manteve(eu e meu irmão) nos melhores colegios da cidade, ela saia de casa as 6:30 da manhã e retornava as 22:00, sendo assim desde cedo tive que aprender a cuidar de uma casa.Porém, tivemos uma infância muito feliz, fora as crises de depressão da mamis por causa daquele que é o meu pai…pelo fato de ser’ filha de mulher separada” minha mãe sempre exigiu que eu fosse a melhor da escola, só pude namorar depois dos 15(mal ela sabe o quanto namorei escondido,rsrs).
    além de ser pobre, filha de mulher separada, eu era a mais escurinha, sou morena escura e adoro minha cor, pois não posso pegar sol, a sorte que meu cabelo sempre foi muito liso,rsrs…então amiga eu entendo bem de preconceito…
    Tenho orgulho de ser paraense, tenho orgulho da minha casinha(cheia de defeitos mas é minha), tenho um namorido lindo, tudo bem que estou um pouquinho gordinha(culpa do açaí,kkkkkk), mas você não tem ideia do quanto sou feliz…lógico que me falta dinheiro no bolso,rsrsrs…
    Criei o blog pra poder acompanhar as pessoas que admirava, precisava aprender um pouco mais sobre muitos assuntos, e sentia tão ignorante, então com o tempo tomei coragem e comecei a escrever, não tenho pretensão de ensinar alguma coisa, eu apenas coloco e falo das coisas que gosto,mas se você me perguntar sobre os estilos não vou saber falar,rsrsrs…o que mais gosto do blog é conhecer gente tão diferente,porém tão parecidas comigo no sentido de desejarem ter uma vida melhor, isso é gratificante…por isso sua postagem me fez refletir sobre muita coisa, o mais importante com certeza é o amor e carinho com que faço tudo na minha vida.
    Obrigada pelo carinho e pela amizade,pelas inspirações, e principalmente por me olhar uma segunda vez e me dar a chance de ser sua amiga…
    um ótimo final de semana
    beijos

  5. Ai, Eliene!
    Pode enxugar uma lagriminha? Porque, se cada uma fosse contar as suas histórias, né? Também tive uma infânca dura; minha mãe foi quem sempre segurou as pontas! Falo disso no post do dia das mães, porque ela levou um casamento nas costas por muitos anos, só pra que os filhos não passassem por isso que você passou: receberem o rótulo de “filhos de pais separados”. Hoje em dia, uma atitude dessas pode ser motivo de estranheza, mas os tempos eram outros…você bem sabe.
    Apesar de novinha e de nos fazer rir, o tempo todo, você já demonstra calos, que só muitos anos de vida podem formar. Mas que bom, que está em nossas mãos, calejadas, mas resistentes, resilientes, mudar a situação. O negócio é ter um rumo: pra frente e pra cima, devagar, se preciso, mas, sempre!
    Obrigada pelas palavras e boa semana!

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